Notas iniciais
Oi galera!!! Estão gostando? Espero que sim. Mais um capítulo. Vamos conhecer um pouco mais sobre Baghera. ;)

Depois de longas duas horas finalmente o barco chegou ao porto de Poro. Mesmo sendo uma ilha não era difícil notar o quanto era um lugar rico, mas também havia outra sensação no ar e não era nada agradável.

Baghera foi a primeira a descer, seguida de Albafica e Manigold que reclamava de fome.

–Caraca, que fome! Ou baixinha, sabe onde nós podemos rangar?

–Sei sim. Irei leva-los primeiro ao hotel e em seguida levo você para almoçar.

–Tá certo.

Baghera, pois se a caminhar. Mesmo tendo passado tanto tempo ela ainda se lembrava do caminho. A vila portuária estava do mesmo modo, a única diferença é que agora, o medo rondava os rostos das pessoas.

–”Talvez seja a estrela maligna”. — Pensou Baghera.

–“A estrela já está interferindo na vida dessas pessoas. O medo delas é tangível. Temos que fazer algo e rápido.”- Pensava Albafica.

–“Aonde é esse hotel afinal. Eu estou com tanta fome que sou capaz de comer um boi. Em que será que o velho nos meteu, em?” –Pensou Manigold.

Depois de andar por meia hora os cavaleiros chegaram em um pequeno hotel de fachada simples.

–Oh! Santa deusa, já vieram pegar os impostos? –Disse um senhor que ao olha para os três ficou bem assustado.

– Se acame não somos das tropas do rei. –Disse Baghera tentando acalmar os ânimos do senhor, que a olhava como se tivesse visto uma assombração, afinal dos três ela era a unica que usava mascara, mesmo vestindo roupas comuns.

–Ainda bem. Querem um quarto? –Disse o senhor que aparentemente tinha uns 60 anos, relaxando sua expressão.

–Dois quartos, por favor. – Disse Albafica.

O senhor teve a mesma reação como todos que o viam pela primeira vez, olhou para o pisciano como se tivesse visto a coisa mais bela de sua vida.

–Sim claro. Aqui estão as chaves. – Disse entregando a ele as chaves sem nem piscar.

–Obrigado.

Ao chegarem ao quarto, Manigold foi dizendo em alto e bom som:

–Tó indo comer, fui.

Quando o canceriano saiu, Baghera perguntou para Albafica:

–Ele ta sempre pensando em comer ou é impressão minha?

–As vezes.

–Vou sair, estarei de volta antes do crepúsculo, para nos prepararmos para ir ao baile.

–Ok.

Ao vê-la parti, Albafica não pode deixar de pensar em que será que ela iria fazer, mas deixou passar, tinha que se concentrar no que iriam e como iriam se misturar e buscar pistas.

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Baghera não pode deixar de sair dali. Ela não queria que os outros há vissem chorar.Ter que explicar o que a estava atormentado era difícil.

Era tão bom voltar e ao mesmo tempo tão ruim. Todo mudara tanto. Ela em si mudou e isso era o pior de tudo, no que ela tinha se transformado.

Um mostro! Seu sangue carregava uma mensagem de perigo eminente. Se cosmo quando elevado mostrava que não era só seu corpo que era envenenado, sua alma também.

Com isso a amazona , que estava andando em um bosque perto do hotel, voltou as lembranças de quando ainda era pequena.

FLASHBACK

–Mamãe, mamãe!! –Gritava uma menina de aproximadamente 4 anos que era ajudada a descer do cavalo.

–Olá, minha preciosa. –Respondeu uma mulher que ela reconheceu ser sua mãe. Assim como Baghera, a mulher tinha os mesmos cabelos brancos.

–Fomos a vila. São todos tão bons! Posso ir lá sempre, mamãe?

–Claro que sim, Dicéa.

Então a cena mudou para aquele dia tão negro.

–Mamãe!Papai! — A menina de cabelos prateados estava em meio a ruinas em chamas gritando por aqueles que amava. Até desmaiar em meio ao sangue e lágrimas.

Fim de FLASHBACK

–“Não havia mais nada, nada. Nem a mim mesma.” – Pensou Baghera ao chorar mais ainda encostada em uma árvore.

Não havia como mudar o passado.

Mas e o futuro?