A Protetora

3 Meu adorável professor


Notas iniciais
Espero que gostem!

Paralisei! Pensa, pensa Alex! Resposta mal criada ou desculpa esfarrapada? Continuei parada como se não estive se escutado nada.

– Srta. Smith! Falou o professor irritado.

– Sim? — Perguntei inocentemente.

– Leia para mim e para os seus colegas o que está segurando.- De repente tive uma ideia!

– Eu Alex Smith — falei fingindo que estava lendo o papel, Tenho o prazer de falar que o professor Jackson deveria se envergonhar de, meter o seu nariz no que não é dá sua conta, e gostaria de acrescenta a minha surpresa ao aceitarem alguém assim como professor! — Falei rispidamente. E é nessa horas que agradeço a mim mesma, ou não, pelo o meu professor não ser fã de Harry Potter. Pois é, eu sabia que não ia acabar de outro jeito.

Lá esta eu a caminho da sala do diretor, outra vez, em pleno primeiro dia de aula dever ser algum tipo de Recorde. Cheguei à sala do Diretor Álvares, um lugar onde todos os alunos do colégio não querem entra, porém é bastante familiar para mim.

– Olá, diretor Álvares como foi o seu verão? — Falei sentando na cadeira de frente do diretor John Álvares, Um cara de meia-idade, óculos de grau e Cabelos brancos.

– Muito bem obrigado, mas não estamos aqui para falar de mim — Disse o diretor e eu tinha uma leve impressão sobre de quem era essa conversa — Sr. Jackson conte o que houve.

Então o professor contou a história, e pior contou a história como se EU fosse o problema.

– Com licença senhor, mas eu estou aqui por fazer o que o professor Jackson mandou? — Falei com um sorrisinho.

– Está aqui, por ter falado mal de mim em plena sala de aula senhorita — Disse o professor secamente.

– Certo, só verificando.

– A senhorita sabe que não deve falar mal dos professores desse colégio. Sabe Srta. Smith? -perguntou o diretor.

– Sei sim senhor — Não farei novamente, murmurei.

– Certo, pode ir.

– Mesmo?

– Mesmo. Por ser o primeiro dia da volta às aulas vou lhe dá esse crédito e professor Jackson. Gostaria de falar com você.

– Obrigado senhor — Quando estava saindo da diretoria encontro com Liam. Ele deve ter uns 18 anos, cabelos adulados e olhos castanhos e um corpo de dá inveja. Não me pergunte como deixaram um garoto de 18 anos trabalhar na diretoria da escola, porque eu me pergunto isso até hoje. Conhecemos-nos quando ele me ajudou a salvar um grupo de pessoas histéricas contra um grupo gnomos psicopatas. Um começo de amizade que eu posso considero “normal”.

– Ei estranho! — Disse eu chamando-o.

– Fala delinquente, o que aprontou dessa vez? — Perguntou Liam,

– Nada. Na verdade a culpa foi toda sua — O acusei.

– Minha?

– Tem que ver os horários que me manda esses bilhetes Liam — falei irritada. e você não me deu o endereço do local.

– Foi mal, disse ele rindo, e o endereço? Aqui. — Falou ele enquanto rabiscava algo no meu braço. Tenho que volta para o trabalho.

– Ei! — Ele olhou pra traz — Busca meu ir mão na escola hoje.

– Só se você pedir, por favor — Falou ele rindo

– Vai se ferra! — Respondi. E com isso peguei as minhas coisas, distrai o porteiro quebrando uma janela que com certeza não deixaria diretor Álvares feliz e peguei o meu carro e fui no endereço rabiscado no meu braço.

Chegando lá, vi que o local estava todo isolado, era uma casa bem perto da floresta estava repleto de policiais, provavelmente tentando abafar o caso. Escondi o meu carro e sai me esgueirando e vi pela uma fresta da porta que os corpos não estavam lá, devem estar no laboratório sendo analisados pela perícia e tinha bastante sangue no local. As pessoas lá dentro conversavam algo que eu não conseguia entender. Estava pronta para ir embora quando sinto alguém chegando por traz, com um movimento rápido me preparei para atacar quando vejo que era um policial.

– Está fazendo o que ai, menina?