A Protetora

4 Mistérios


Notas iniciais
ai está o capitulo, queria agradecer ao meu primeiro cometário, estou muito feliz!

– Bom dia, senhor! — Falei tentando sorrir.

– O que está fazendo ai? Não sabe que é uma área restrita? — Falou ele irritado. Que droga, reconheci aquela farda.

– Não senhor, não sabia — Disse inocentemente e fazendo a minha melhor carinha do gatinho que caiu na mudança — Me desculpe.

– Então saia logo daí, vamos. E se encontra-la novamente por aqui a senhorita vai presa, ouviu? — Falou o rapaz estourando de raiva.

– Ouvi sim, obrigada — E tratei de sair logo dali.

Na volta pra casa estava espumando de raiva. Quem aquele ser pensava que era para falar assim comigo? Isso já aconteceu várias vezes, quando vou investigar o caso a policia secreta chega antes de mim, Acredite isso é irritante! Não se enganem eles não sabem a verdade, são apenas uma parte do governo que investiga casos que possivelmente envolvam o sobrenatural. Nós protetores nunca deixamos eles descobrirem, seria um caos novamente. Por isso, que toda vez que pegam um caso real temos que apagar a memoria do agente. E a parte legal de apagar a memoria dos outros fica os anciões, ou se não, metade do mundo sofreria de amnésia. Uma pena é claro! Este trabalho terá que ficar com a minha avó ou algum outro ancião.

Fui buscar o meu irmão na casa do Liam, ele mora em um apartamento perto da minha casa.

– Oi Ale, pode entrar — Falou Liam, entro no apartamento dele, não é muito grande, mas é o bastante para caber a sua coleção de jogos de vídeo games e entre outras coisas que deixaria alguém com a idade do Bob com os olhos brilhando. O meu maninho estava assistindo Televisão.

– Oi, Obrigado Por ter cuidado dele, espero que essa peste não tenha te dado trabalho.

– Na verdade ele estava, mas para um anjinho nessa tarde — Disse ele. Mas, e ai? Conseguiu descobrir quem foi o assassino?

– Não consegui ver o corpo a policia me atrapalhou — Falei tristemente — Mas pela sujeira que fizeram pode ter sido: Anãos, gnomos, lobisomens, vampiros ou uma fada com muita fome.

– Ou um ataque de animal — Ele sugeriu.

– É, tenho que falar com a vovó. -Decidi — Já vou indo — Falei indo buscar o meu irmão na sala.

– Já? Acabou de chegar — Falou Liam.

– Tenho um assassinato para resolver meu amigo, dia cheio — Brinquei.

Cheguei em, casa com o meu maninho e fui tomar um banho relaxar um pouco. Comecei a pensar em tudo que aconteceu nesse dia e me lembrei do meu sonho e como aquilo me assustou. Mas não posso ficar com medo sendo quem sou. O que me faz pensar que seria tão mais fácil se o papai estive-se aqui comigo. Sai do banho e vestir um short Jeans e uma camiseta cinzar e uma bota de cano longo.

– Ei, Ale, a vovó, a mamãe e uns amigos seus te ligaram a manhã toda. Falou Bob mostrando o meu celular, e só ai percebi que estava sem ele.

– Por que você estava com o meu celular? — Perguntei desconfiada.

– Eu não sei — Disse ele simplesmente.

– Então me dá! — Ele me entregou e saiu correndo o que foi inteligente da parte dele.

Olhei para as chamadas perdidas, tinham muitas mesmo. Cinco da mamãe, duas da vovó, três da Leila e duas do Dylan. Caramba, o pessoal ai precisa de um hobby. Liguei de volta para a mamãe que está em uma viajem de negócios, ela começou logo com toda aquela conversar de: menina o que estava pensando? Por quer não retornou as minhas ligações? Tem ideia de quanto fiquei preocupada? Poderia ter acontecido algo com você e o seu irmão e eu nem ira saber. Tentei explicar que o Bob estava com o meu celular, alguns minutos depois ela se acalmou o suficiente para perguntar sobres os “gatinhos”. Desliguei logos em seguida. Uma já foi só faltam três pensei.

– Alô vovó?

– Alô, querida tudo bem?

– Tudo sim, ficou sabendo sobre o assassinato?

– Fiquei. E já estou cuidando disso — Vovó falou muito séria.

– Está? — Perguntei desconfiada.

– Estou e não quero que se meta nisso, por favor.

– Mas por quê? Eu poderia te ajudar e nem comece a dizer que sou nova demais, já tenho 16 anos.

–Eu sei querida. Como está o bob? Queria dizer um oi no meu neto — Disse vovó Ana.

– Está bem — E passei o celular para o meu irmão. É claro que ela disse isso para mudar de assunto, e ela estava muito esquisita hoje, o que me faz pensar o estaria acontecendo. Será que ela não sabe que um "não faça isso" é o mesmo em que dizer "vai em frente" pra mim? Depois que Bob trouxe o meu celular, liguei para os meus amigos. Eles ficaram chateados por eu ter saído sem avisar a eles como já estavam acostumados com as minhas proezas, depois de eu pagar hambúrguer com fritas para todos, já estava perdoada.

Já se passaram algumas semanas desde a minha conversa com a vovó, o tal do professor de história não apareceu, a minha mãe já chegou da reunião de negócios então não preciso buscar o meu irmão na escola ou pedir para o Liam pegar. Os meus pesadelos estão ficando cada vez mais estranhos. Uma vez eu sonhei que estava controlando o fogo, em outra que eu beijava o Liam esse decididamente foi o que me deixou maios preocupada e eles sempre acabam com a imagem de cadáveres.

Hoje eu meus amigos estávamos discutido sobre filmes, Matt e Dylan falavam que os de terror eram os melhores Leila insistia que nada superava uma boa comédia romântica e eu só ria dá “união” deles. Depois de algum tempo Leila disse que ia ao banheiro. Só demorou alguns minutos para começarmos a ouvir gritos vindos do banheiro feminino, eu os meninos e todos que estavam passando por ai no intervalo corremos para ver o que estava acontecendo. Quando consegui atravessar a multidão encontrei Biu Willians, o faxineiro, que jazia morto no chão com a garganta dilacerada e a minha amiga chorava compulsivamente.

Notas finais
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