Notas iniciais
SURPRISEEEE!!! hahahaha Oi gentennn resolvi postar mais um capítulo antes do fim do ano!! Gostaram do presente de ano novo?? Aposto que sim!^^ Essa semana eu estava com todo gás e escrevi esse capítulo. Isso se chama efeito FÉRIASSS!!, infelizmente um momento como esse pode não se repetir tão cedo, volto já no dia 06/01- Sim, estão tentando nos torturar!! ¬¬' Mas então, como fui uma autora muuuito legal, espero reviews legais também :) Outra coisa, especial para Angélica n g OBRIGADA pela recomendação gata!! amei!! Você poderia, por favor, me mandar seu e-mail? Vou mandar uma surpresa pra você :))) Ah gente, estou pedindo para as leitoras da fic me mandarem sugestões de músicas que combinem com A Prometida. Pretendo encomendar um trailer e procurei muito uma música legal e não achei. De preferencia, uma música que remeta a época antiga. Quem puder ajudar juro recompensar... ;) Enfim... Bora ler?? AHHHH POR FAVORZINHO leiam as notas finais, é importante! BOA LEITURA...

A chuva gélida caia insistentemente nas Terras Altas desde a noite passada. Nenhum Black se arriscava a sair de sua casa com esse tempo, por isso, não havia nenhuma atividade nos estábulos, nenhuma mulher lavava roupa no rio e nenhuma criança brincava no pátio. Talvez a preocupação com o destino do clã – com o sumiço de Jacob- os deixassem apreensivos, ou talvez fossem somente as horas. Ninguém do clã fazia atividades antes do sol nascer.

Provavelmente somente ela estivesse acordada no momento em todo clã Black.

Rebecca suspirou pesadamente abaixando a bela cortina da janela e voltou-se para seu aposento. Tinha passado a noite com sua mãe e logo Rachel apareceu para tomar seu lugar, sua gêmea estava preocupada com seu bem estar e o do bebê, então, como uma boa e autoritária Black, ordenou que voltasse para o quarto de descansasse.

Atendeu ao pedido da irmã voltando ao aposento, mas não conseguiu dormir. Parecia algo impossível de fazer.

Tinha várias horas que seu pai havia saído do castelo com vários soldados a procura de Jacob e consequentemente seu Embry. O coração de Rebecca apertou ao pensar no amado. Desde que seu pai dissera que estavam desaparecidos Rebecca rezava para que todos estivessem bem, mas sua esperança estava esvaindo a cada hora que passava.

O que haveria acontecido? Estavam atrasados? Pegaram um mal tempo no caminho? Decidiram parar em algum outro lugar? Ou haviam sido atacados por lobos nas montanhas...Pior, teriam sido atacados por outro clã?

Um estremecimento percorreu todo o corpo de Rebecca, o medo tomando conta de sua alma. Estariam bem? Embry estaria a salvo?

O que poderia fazer neste momento era rezar. Sim, faria isso!

Juntou as duas mãos a frente do rosto, como ensinara sua mãe, e murmurou seu pedido com fé e esperança. Não somente pelo seu amado, mas também pelo irmão, não sabia como suportariam sem Jacob.

__Por favor, traga-os a salvo... Aos dois! — seus olhos estavam cheios de lágrimas quando desejou de todo coração.

Ouviu vozes no pátio. O sol aparecia quando o vento levantava a cortina da janela. Era manhã, devia ter adormecido rapidamente enquanto rezava por que encontrava-se sentada aos pés da cama. Seu pescoço e costas estavam doloridos pela má posição... Novamente o barulho de vozes agitadas soou. Levantou-se rapidamente indo em direção a janela e observando a movimentação. Algumas pessoas estavam aglomeradas próximo a fonte, no meio do pátio. Homens e mulheres aparentavam ansiedade, quando percebeu o motivo de tanto alvoroço. Seu pai havia retornado.

Desceu as escadas do castelo correndo, passando pela sala e parou ao lado de Rachel, que já se encontrava do lado de fora.

__Por que não despertou-me? — repreendeu com cenho franzido.

__Pensei que estivesse descansando, não quis incomoda-la. — voltou o olhar tão parecido para ela__ Mas agora sei que tu não dormis-te como recomendei.

__Estou preocupada, Rach. — admitiu.

__Eu também.

Calaram-se enquanto viam seu imponente pai aproximar-se com seu cavalo de batalha. Uma rápida olhada no semblante sério de Billy e as gêmeas sabiam que algo ia mal.

Sem suportar mais a aflição, Rebecca adiantou-se para encurtar o caminho do pai.

__Papai! Achou-os? — não disfarçou a angústia na voz.

Billy tomou seu tempo desmontando de seu cavalo e abraçou a filha, depositando um casto beijo em sua têmpora.

__Sua mãe? — perguntou ele.

__Ainda dorme. — respondeu, sabia que Sarah era uma das grandes preocupações do pai no momento__ Agora, diga-me papai. Os encontrou? Tem alguma pista? — atropelou-se com as perguntas, mas se encontrava aflita por noticias.

Billy lançou o olhar ao redor considerando em responder-lhe a pergunta ali ou não.

__Vamos para dentro. — decidiu.

Rebecca virou-se quando reparou no olhar vago e rosto pálido da irmã gêmea. Tinha o olhar fixo em um lugar.

__O que há Rachel? — indagou preocupada com a falta de coloração em seu rosto.

Ela nada disse, apenas apontou com o indicador para um jovem ao longe com um cavalo enorme.

__O que há? — voltou a perguntar, não compreendendo a reação da irmã ao ver o jovem. Sim, era um dos soldado que tinha ido com seu pai. Não lhe era novidade.

Rachel balançou a cabeça algumas vezes e seus olhos encheram de lágrimas. Conseguiu falar como um sussurro.

__É-é o cavalo de Jacob. — disse aos gaguejos. Logo voltou o olhar para o pai. Rebecca fez a mesma coisa, abalada demais com a observação da irmã.__Onde está Jacob, pai? Onde está ele e os outros soldados Black? — perguntou corajosamente.

Billy suspirou e fechou os olhos rapidamente, como se estivesse sentindo dor. Negou com a cabeça.

__Encontramos o cavalo, mas Jacob continua desaparecido. E os outros... — hesitou olhando sua filha Rebecca__ Estão mortos.

Foi a ultima coisa que Rebecca ouviu antes de cair na escuridão.

***

__Papai! — Rachel vinha correndo na direção de Billy. Ainda tinha os olhos e a ponta do nariz vermelhos pelo choro.

O senhor dos Black diminuiu os passos para que sua filha o alcançasse. Porém não escondia que tinha pressa.

__Esta mesmo indo procurar a Jacob novamente? — perguntou esperançosamente.

__Sim, filha. E só retornarei quando encontra-lo. — havia uma determinação impressionante em sua voz. Rachel não tinha dúvidas que o pai o encontraria.__ Somente cuide bem de sua mãe e irmã. Rebecca vai estar arrasada quando acordar, preciso que você fique com ela! — Billy enfatizou segurando nos ombros de Rachel. O preocupava a reação de Rebecca a morte do noivo.

Tinha desmaiado e logo depois entrado em choque. Dormiu somente por que Emily lhe tinha dado um chá calmante. Não sabia o que a filha faria quando acordasse, temia que cometesse uma loucura. Queria permanecer e garantir sua segurança e lhe dar apoio, mas precisava encontrar a Jacob. Ainda não sabiam quem era o inimigo, e Jacob não podia ficar desprotegido e talvez ferido em terras desconhecidas.

__Sim, papai. Cuidarei das duas. — disse solenemente Rachel. Seus olhos suavizaram. Sua pobre filha era tão jovem, mas carregava um semblante sofrido e preocupado. Deu-lhe um beijo em seus cabelos negros.__ Quando irão trazer os...corpos? — seu corpo estremeceu ao pronunciar a ultima palavra.

__Uma parte dos soldados irá recolhe-los. — disse em tom baixo. Seu pai ainda estava muito abalado pela perda de muitos de sus melhores soldados.__ Preciso ir, querida. Voltarei assim que encontrar seu irmão.

Antes que o pai partisse, Rachel segurou seu braço e olhou-o suplicantemente.

__Traga-o de volta, pai! — seus olhos mostravam angústia.

Billy apenas assentiu decididamente. Faria isso nem que tivesse de revirar a toda Escócia e Inglaterra.

Cabana entre os Clãs Cullen e Black

Nessie estava exausta. Uma alta febre fez com que o guerreiro a deixasse toda noite acordada. Ele tinha alucinações, transpirava muito e reclamava das dores. Nestas horas, estava agradecida que ele estivesse enfraquecido, ou então, teria aberto a todos os pontos com a movimentação de toda noite.

Por outro lado, ela se sentiu mal pelo homem. Ela realmente fez. Acalmou-o. Enxugou a testa. Murmurou mais e mais, acariciando seus cabelos negros e dando beijos pressionados na testa febril. Ele gostava dos beijos.

Uma vez ele mexeu sua boca para cima e pegou a dela em um beijo quente e sensual que lhe roubou o fôlego. O homem poderia estar muito enfermo, mas tinha um apetite grande para amar.

Para sua vergonha, não tentou dissuadi-lo. Ele era, afinal, um homem muito doente. Essa foi à desculpa que ela usou, e se recusou a aceitar qualquer outra razão para ela tolerar suas demonstrações de afeto.

Quando a parte da tarde chegou, ela separou um pouco de caldo do cozido de carne de veado que preparou. Tinha que agradecer novamente ao seu primo Seth e sua tia Sue por lhe proverem alimentos. A carcaça de veado que Seth havia caçado lhe alimentaria por algumas refeições.

Claro que, tinha a certeza que seu primo não veria com bons olhos sua boa ação em cuidar de um homem desconhecido e sozinha. Por isso, torcia para que não aparecesse. Bem, não pelos próximos dias, até o guerreiro recuperar-se.

Carregando o caldo em uma pequena vasilha rachada, ela se ajoelhou ao lado do guerreiro e foi sobre a árdua tarefa de conseguir que tomasse um gole do líquido quente.

Felizmente ele tomou um gole da oferta como se não houvesse comido a dias. Mas ,então, ela vinha dando-lhe um pouco de caldo por vez, ele ainda tinha o estômago sensível e estaria vomitando em tudo se tomasse um pouco mais da conta.

Ela quase derramou todo o caldo quando uma batida soou na porta. O medo dominou seu estômago quando olhou em volta rapidamente para alguma forma de esconder o guerreiro. Não havia como. E se fosse Seth? Ou pior, sua mãe?

Não. Descartou a segunda opção. Sua mãe não teria batido a porta.

Ela colocou a vasilha de lado e colocou a mão na testa do guerreiro, esperando que ele não escolhesse agora para começar murmurar algumas de suas alucinações. Então ela se levantou e correu em direção à porta.

Ela abriu apenas uma fresta e olhou para fora.

Era quase pôr do sol. O sol estava quase invisível sobre a montanha distante. Ela estremeceu quando o vento frio soprou sobre ela.

Ela respirou um pouco mais fácil quando viu que era simplesmente um dos Cullen. Greta, se estivesse com boa memória.

Ela saiu com um sorriso e olhou para esquerda e direita, esperando que ela tivesse vindo sozinha.

__Lamento estar incomodando você, Renesmee, mas procurei-a em na sua cabana, mas sua mãe disse-me que não estava ali. Pensei que, novamente, estava por aqui. — explicou. Claro que sua mãe não diria onde estava, não queria que ela mantivesse nenhum tipo de contato com algum Cullen – com exceção de Seth e Sue.

Nessie sorriu ao pensar em algo que mantivesse a ela e os outros Cullen longe de sua cabana por algum tempo. __Nenhum problema, Greta. Eu só peço que mantenha a sua distância. Acho que estou doente, e não quero que você seja infestada. — parece que dera certo.

Os olhos da outra mulher arredondaram e ela deu um passo apressado de volta. Pelo menos agora não esperaria que Nessie convidá-la dentro de sua casa.

__Eu me perguntei se poderia incomodá-la para pegar algum remédio para o peito de meu marido. Ele está tossindo algo feroz. Acontece a cada vez que há uma virada do clima.

__É claro, — disse Renesmee. __ Fiz um novo lote apenas dois dias atrás. Espere aqui e vou buscar.

Ela correu para dentro e remexeu no canto onde guardava suas misturas e poções. Ela tinha feito um suprimento extra da grossa poção por que muitas pessoas sofriam deste mal com a mudança de tempo, e evidentemente iam procura-la por remédio. Usando um de seus copos rachados, ela colocou o suficiente da mistura para durar uma semana- esperava que com isso ela não retornasse tão cedo — e depois trouxe de volta para onde Greta estremecia no frio.

__Obrigado, Renesmee. Espero que fique bem. — disse Greta. Ela pressionou uma moeda na palma da mão de Renesmee e foi embora.

Com um encolher de ombros, Renesmee voltou para dentro colocou a moeda no junto com seus escassos fundos, dentro de um vaso velho de plantas.

Seu guerreiro estava quieto e parecia estar descansando, mesmo irregularmente. Ele se contorceu agitado durante o sono, muitas vezes durante a noite, mas agora parecia tranquilo. Ela soltou um suspiro de alívio. Tinha certeza que nem precisou fingir estar doente para Greta. Ela estava exausta. Provavelmente parecia à beira da morte. Daria qualquer coisa por uma noite repousante e sem interrupções.

Ajoelhou-se ao lado do guerreiro e colocou sua mão sobre a testa. Ele estremeceu sob sua mão fria e encolheu-se.

Ela olhou para a lareira e sabia que teria que se aventurar mais uma vez para reabastecer o estoque de madeira pela noite a frente.

Sabendo que era melhor fazer isso logo para que pudesse passar o resto da noite no calor de sua cabana, puxou com força o xale ao redor dela e aventurou-se no frio a procura de outra braçada de madeira.

Quando voltou, o xale estava úmido e sentia muito frio. Entrou jogando a madeira no chão junto à lareira, começando a alimentar o fogo.

Ela estava com fome, mas estava simplesmente demasiada cansada para comer. Tudo o que queria era deitar e fechar os olhos. Examinou o guerreiro adormecido e ponderou a possibilidade de conseguir um sonífero para dormir melhor.

Querendo deitar em sua cama esta noite, misturou uma dose do medicamento e ajoelhou-se para baixo, envolvendo seu braço por baixo do pescoço do guerreiro. Içou-o até que conseguiu levar o copo aos lábios.

__Beba agora, — disse ela em voz suave. __ Isto irá ajuda-lo por esta noite. Você tem necessidade de um sono tranquilo.

E eu também. Completou mentalmente.

Ele bebeu docilmente, fazendo uma careta apenas quando o último gole caiu na garganta. Suspirando, abaixou-o de volta, cobriu com a pele para mantê-lo quente, e então se estabeleceu ao lado dele, a cabeça apoiada na dobra do braço.

Não era o mais modesto dos alojamentos. Se alguém a visse, eles ficariam escandalizados e ela seria rotulada de prostituta em todo o clã, como sua mãe o era. Mas ninguém estava ali para julgá-la, e que se dane se permitiria a destratarem sobre seu próprio teto. Ela desistiu de sua cama quente para o guerreiro. O mínimo que podia fazer era compartilhar o calor de seu corpo.

Um pouco dos tremores diminuíram enquanto se apertava ao corpo dele. Ele até suspirou de contentamento e virou cegamente, deslizando seu braço pela sua cintura. Ele passou a mão pelas costas dela até descansar nas omoplatas. Então, simplesmente se aconchegou no calor do corpo dela e puxou-a para junto dele.

Era como estar cercado por um fogo ardente. Ele estava escaldante, mas devia mantê-lo assim. Ela teve o cuidado de não tocar em seu lado lesionado, embora desejasse lançar seu próprio braço possessivamente sobre o guerreiro enquanto ele estava segurando-a. Ela se contentou descansar a mão entre seu peito, sentindo o baque do coração contra a palma da mão.

__ Você é um homem bonito, guerreiro, — ela sussurrou. __Eu não sei de onde você é ou se é amigo ou inimigo, mas é o homem mais bonito que já encontrei. — confessou despreocupada, ninguém jamais saberia que fora tão audaciosa.

Nisso ela mergulhou num sono feliz, o calor em torno dela como um cobertor, o guerreiro sorriu na escuridão.

***

Uma ponta de unha incomodou escorregando sobre a pele de Renesmee, num momento em que abriu os olhos, engasgou e teria gritado, mas uma grande mão bloqueou sua boca. Terror varreu quando observou alguns guerreiros reunidos em torno dela e onde o guerreiro ferido estava. Eles não pareciam nada satisfeitos.

Eles usavam ferozes carrancas, mas um em especial lhe colocou mais medo. Era alto, musculoso e imponente. Ele parecia o mais irritado. Reparou vagamente os cabelos negros iguais aos do seu guerreiro.

Ela não teve tempo para dar-lhe muito mais de pensamento antes que fosse levantada para os seus pés por um homem empunhando uma espada facilmente capaz de quebrá-la em dois.

Estava preste a perguntar o que eles estavam fazendo quando o homem deu-lhe um olhar tão feroz, que ela prontamente engoliu em seco e apertou os lábios fechados.

Parecia que o guerreiro tinha suas próprias perguntas.

__Quem é você e o que você fez para ele? — Ele exigiu quando apontou para onde seu guerreiro estava deitado no chão.

Notas finais
OHHH triste, um minuto de silencio pelas mortes dos Black... Pobre Rebecca! O que será que vai acontecer com ela? O que seu pai fará quando descobrir que está grávida? Ainda bem que ele não é um Carlisle ou Aro da vida. Mas lembrem-se que aqueles são outros tempos, isso era horrível para uma moça de família, imaginem para a filha de dono de Clã. E a Nessie gente?? Se sacrificando pra valer pelo seu guerreiro - MEU GUERREIRO- sem dormir e tudo mais. Sem contar que está com medo de alguém descobrir seu segredo. Jake...Se aproveitando toda a oportunidade que tem, hein?? kkkkkk Queria que ele se aproveitasse de mim! O.O E esse final?? Alguma ideia com o que vai acontecer?? A Nessie se lascou? ou não? Só no próximo capítulo!! Agora quero falar de coisa séria: Então girls primeiramente queria fazer um pedido: Reviews. Isso, sei que pode ficar chato a autora apelando comentários, mas é que a mesma autora se esforça- trabalhei duro nesse capítulo pra vocês- e mesmo assim tem gente que acha que não vale a pena perder seu tempo - um minutinho - pra me dizer o que achou do capítulo! Fiquei realmente chateada quando vim atualizar a fic e vi o número de pessoas que favoritaram: 37 e quantas pessoas acompanham a fic: 59. Fiquei tipo - OI??? tudo isso? Sinceramente fiquei muitíssimo triste e desanimada. A Prometida não merece seus comentários leitores fantasmas? Só avisando... Não sei se vou atualizar rapidamente a fic em janeiro, por que os professores da Facul disseram que iam pegar pesado no inicio do ano. Então, posso estar, realmente ocupada. :( Espero que quando voltar algumas leitoras fantasminhas tenham se sensibilizado com a autora *.* Minha GATONASSSS que sempre comentam - acreditem quando digo que sei quem é cada uma!- vocês são meu combustível!!! Sempre com comentários super divertidos. Não me atrevo a escrever o nome de todas por que tenho medo de esquecer alguém, mas vocês estão no meu coração. Obrigada! O recado lá em cima não foi pra vocês rsrsrsrs Agora sim...Feliz ano novo. Espero que 2014 seja maravilhoso pra todas vocês - pra mim 2013 foi triste!- muita saúde, felicidade, realizações e fics ótimas pra lermos!! kkkkk P.S: Uma copa do mundo de paz e que o melhor vença - Brasil! P.S²: Gente a autora adora futebol! Pena que o Brasil não joga na Arena Pernambuco :( FELIZ 2014