A Prometida - Hiatus
2 Capítulo I
Notas iniciais
Como estão vocês??? kkkk( só pra quebrar o gelo)
Fiquei bastante contente com os reviews que recebi. Quem teve a digníssima ação de comentar o capitulo anterior o meu Muitíssimo obrigado!! :D
Mas como nem tudo são flores, logicamente já existem leitoras fastasminha... sim, sim mas não se acanhem amorecos, vou responder a tooodas, ok? Se façam presentes please!
*-* Quem quiser recomendar já rsrsrsrs ok, ok vamos lá?
Tiveram algumas pessoas que ficaram em dúvida sobre o casal principal da fic. Sorry, não percebi que tinha ficado "oculto" isso :(
Mas eu acho que vocês podem sacar algumas coisas nesse capitulo aaahhhhaammmm kkkk
Dedico a todas que vão sacar a fic nesse capitulo kkkk
Tenho certeza que você vai jenny Butterfly!(adoro reviews grandes) :)
BOA LEITURA...
__os pacíficos Cullens e Blacks seus filhos e os filhos de seus filhos conheceram a morte pela espada. A paz que tanto é prezada pelos seus lairds será desconhecida pelos seus filhos. Seus dias antes dourados serão arrebatados, as mães choraram pelos seus jovens filhos que morreram em combates que nunca sessarão! __ Declarou implacável Lúcifer.
[...]
Mas, um raio de luz apareceu dentre as nuvens, então o maligno soltou uma maldição quando uma luz branca quase o cegou. Os antigos espíritos protetores dos dois clãs, vieram pelos seus descendentes. Então o diabo soube que Deus estava escutando e teve de suavizar a maldição.
Cheio de rancor, cuspiu as palavras finais.
__esta maldição durará cem anos__ voltou-se para Cullen__ até que dentre seus descendentes surja uma moça, uma filha de seu clã que despose com um laird Black. O herdeiro descendente dos dois clãs quando se tornar laird, trará a união, paz e glória aos Black e Cullen.
E como era o diabo, acrescentou sorrindo diabolicamente algo a mais antes de ser tragado pela terra.
__porém se o futuro herdeiro não for reconhecido como tal, a desgraça se derramará nos dois clãs, os extinguindo para sempre...
A menina escondida atrás das arvores tinha os olhinhos castanhos arregalados pela historia impressionante, enquanto que a garotinha sentada em frente à avó mantinha o pequeno narizinho franzido.
__tudo isso aconteceu mesmo, avó?__ perguntou duvidosa a garotinha de cabelos dourados.
__sim querida. Mas sabe o que é mais impressionante?__ perguntou com um sorriso doce nos lábios __ só as famílias do lairds de Cullen e Black conhecem toda a historia, os outros dos clãs somente conhecem uma parte dela__ confessou Esme vendo um sorriso de canto na menina__ por isso não deve contar a ninguém da vila sobre o que falamos.
Elizabeth sentou-se reta e falou com claro desprezo.
__não converso com as pessoas daquela vila.__ disse muito adulta para uma menina de apenas sete anos, e isso preocupava Esme.
__não fale assim Elizabeth! Todos da vila são da nossa família. Todos são Cullens__ disse mais séria. As atitudes esnobes da menina já tinham chamado sua atenção.
__claro__ disse fazendo um gesto com as mãos enluvadas, como se descartando o que avó havia dito__, mas se é verdade o que diz. Quer dizer que...__ Esme a parou colocando um dedo sobre seus lábios. Não havia nascido uma moça filha do chefe Cullen há 102 anos, somente varões. Elizabeth era a descendente da profecia. Mas não era o momento de dizer-lhe que ela- a menina- teria essa obrigação.
__quer dizer que é verdade, mas que por agora vamos esquecer esta historia__ a menina assentiu um pouco desanimada a fazendo rir e abraça-la, às vezes ela lembrava muito o seu marido. Porém, um movimento atrás de algumas árvores chamou sua atenção.
__vovô!__ Elizabeth gritou e correu para o lado contrario do local onde alguém se escondia.
Carlisle agarrou a menina no ar quando pulou em seu colo. Ele sorria anestesiado enquanto abraçava a neta. Seu sorriso murchou quando olhou sua esposa.
__o que há, querida?__ perguntou olhando na mesma direção que ela.
__há algo... Alguém escondido atrás da macieira__ disse aproximando-se da árvore.
Carlisle deu um passo a sua frente, protegendo-a.
__quem está aí?__ perguntou alto e forte.
Seja lá quem fosse com certeza amedrontou-se com a poderosa voz de comando de seu marido, a própria Esme estremeceu um pouco.
Esperando um ladrão ou espião, surpreendeu-se ao ver uma pequena menina, provavelmente da idade de sua neta, porem bastante magra e suja. Esme sorriu e olhou-a docemente para não assusta-la mais do que estava. A pequena garotinha olhava seu marido com os olhinhos arregalados e estava levemente trêmula, mas ao contrario de qualquer outro em seu lugar o olhava firme.
Tinha orgulho.
__quem é você, menina?__ perguntou Carlisle impassível fazendo com que Esme o olhasse indignada. Ela já estava bastante assustada.
__Carlisle!__ disse entre os dentes. Ele a olhou e deu de ombros__ como se chama, querida?__ perguntou ela.
A menina voltou com seus grandes e arregalados olhos castanhos para ela. Esme franziu o cenho. Esses olhos lhe eram familiares.
__R-Renesmee, minha senhora__ disse aos gaguejos, mas com a cabeça erguida.
A senhora do castelo continuou a estuda-la tentando lembrar-se onde ela tinha visto aqueles olhos e... Ah aquele maxilar levemente quadrado também lhe era familiar.
__saia imediatamente de nossas terras. AGORA!__ Esme olhou com os olhos aterrorizados para o marido. Mas antes que pudesse consertar alguma coisa, a menina, muito mais assustada, saiu em disparada deixando cair algumas maçãs que estavam no bolso de seu vestido gasto.
__por... Porque fez isso, marido?__ perguntou petrificada com a brutalidade do marido.
Carlisle tentava consolar sua neta, que agora chorava, possivelmente assustada com o grito do avô.
__como pôde tratar daquela maneira a pobre menina!__ falou irritada__ com certeza só queria algumas maçãs para comer e...__ Carlisle a cortou olhando-a duramente, depois de ter acalmado a neta.
__não ouviste o nome da infeliz?__ perguntou bravo. Esme negou com a cabeça. Estava mais interessada nas familiaridades da criança.__ Renesmee... O nome que Edward queria para minha neta, mas que aquela...__olhou para Elizabeth ponderando as palavras__ mulher, colocou em sua filha em vez.
Ah sim... Tânia havia colocado este nome na filha. Agora entendia a ira do marido.
__a menina não tem culpa pelos pecados da mãe, Carlisle.__ disse mais calma.
__o sangue determina a pessoa. Se o sangue ruim daquela mulher corre em suas veias__ para dar ênfase, ele cuspiu no chão__ nada o que venha dessa menina será bom!__ disse girando os calcanhares e voltando ao castelo com a neta em seus braços.
Esme continuou por um momento lá, olhando em direção onde a menina havia corrido assustada e... Com raiva.
__pobre criança__ declarou para o vento, já que ninguém mais estava por perto.
Anos depois...
O som de patas de cavalo a galope a fez abrir de imediato os olhos castanhos. Seus cabelos castanho-avermelhados estavam espalhados em meio a relva.
Ela levantou a cabeça o suficiente para enxergar através da grama alta. Adorava aquele lugar. Os diferentes tipos e formas de flores deixava aquele pedaço de terra com uma variedade de cores que a encantava. Haviam pequenos animais e plantas de todas as espécies, era o lugar onde ia a procura as ervas que utilizava para fazer unguentos e chás. Além disso, a campina ficava no meio dos clã Cullen e Black, era protegida pelos dois chefes, aquela era uma terra imune ao comando de ambos.
O sonho da garota era morar ali, na simples e pequenina cabana que seu primo a havia ajudado a construir, em meio às flores e onde poderia cuidar dos animais. Sem contar que, ali não viviam aquelas pessoas que a olhavam torto, embora os Cullen fossem rápidos o suficiente para jogá-la fora do clã, eles não tiveram vergonha de ir procurá-la quando um deles precisava de cura. Não era incomum para ela costurar um guerreiro Cullen após um acidente no treino ou uma cabeça de uma pequenina, depois de tomar um tombo descendo as escadas. O casteloCullen tinha seu próprio curandeiro, mas ela estava velha e sua mão já não era estável em costura.
Se ela fosse mesquinha, os trataria da mesma que eles a trataram, mas as moedas que ocasionalmente forneciam por seus serviços acabavam trazendo comida para sua mesa, quando a caça era magra, isso lhe permitia adquirir suprimentos que ela não poderia obter sozinha. Já que sua mãe parecia não se importar se comiam ou não.
Ao longe ela conseguiu avistar um cavalo malhado, sorriu instantaneamente. Se tratava de Seth.
__Nessie, mamãe esta a sua procura.__ disse ofegante assim que freou o cavalo ao seu lado.
__aconteceu alguma coisa com tia Sue?__ perguntou pondo-se de pé. A amava quase como uma mãe, por que Sue a tratava como tal, diferente da mulher que a gerou.
__não. Mas uma menina caiu dentro do poço, parece que ela ganhou um corte feio no braço.
Renesmee agarrou sua cesta que encontrava-se cheia de novas ervas e entregou-a a Seth. Montou atrás do cavalo sem sua ajuda e retomou sua cesta.
__ está em condições de ir até minha cabana?__ perguntou. Ela preferia atender as pessoas em sua casa, não gostava de entrar no clã Cullen.
__ Você terá de ir a sua casa. Mas ficarei com você__ disse ele compreensivo. Seth sabia que ela não gostava de voltar ao lugar onde a tratavam tão mal.
Galoparam durante alguns minutos até chegarem aos enormes portões do clã. Renesmee encolheu-se um pouco atrás de Seth, tentando passar despercebida. Nunca foi bem vista naquele lugar, mesmo que não tenha feito nada contra eles.
Seth a ajudou a descer assim que chegaram à casa.
__ Lamento estar incomodando você, Renesmee, mas minha filha está mal__ uma mulher rechonchuda e loira agarrou suas mãos desesperadamente__ ajude-a!
__ Nenhum problema senhora, vim para ajudar. Onde está a menina?__ perguntou forçando um sorriso sereno em seu rosto.
__venha__ puxando-a para dentro da pequena casa e parando no quarto onde se encontrava a menina deitada. Tinha o ferimento coberto por um pano, que estava encharcado de sangue, seu rosto estava um tanto pálido. A menina não tinha mais que seis anos.
__vou precisar de algumas coisas__ disse indo em direção a garota e retirando o pano. O ferimento era médio, mas profundo__ rápido.
Passou as próximas duas horas limpando, costurando e colocando unguento no ferimento. Depois de ter ficado inconsciente duas vezes, a garota agora tomava um caldo. Tudo ficaria bem.
__Obrigado, Renesmee. __disse a mulher logo depois que saiu do quarto. Na última hora, Nessie tinha pedido para a mãe se retirar do quarto, atrapalhava as lamurias e choramingo que a mulher proferia. Com um claro descontentamento, a senhora obedeceu.
__apenas mantenha a ferida limpa e coloque o unguento quando trocar as ataduras.__ disse colocando nas mãos da mulher um pote com a mistura de ervas.
Seth continuava esperando-a do lado de fora e a ajudou a montar no cavalo. Antes que pudessem sair, a mãe da garota segurou firmemente seu braço e pressionou uma moeda na palma da mão de Renesmee antes que ela pudesse protestar, a mulher se virou e correu para dentro da casa.
Com um encolher de ombros, Renesmee colocou a moeda no pedaço de linho atado ao seu cinto onde guardava o resto de seus escassos fundos. Precisaria dessas moedas quando chegasse o inverno e não pudesse caçar.
Seth e ela cavalgaram para fora dos muros do clã Cullen e foram em direção ao lago Loch, onde ficava sua cabana.
Era pequena e rustica, bastante fria durante o inverno, mas havia nascido e crescido ali, acabou por se acostumar em banhar-se no rio em um dia de verão e sentar-se a sombra do sabugueiro que havia ao lado da cabana.
__mamãe diz que quer vê-la. Você não aparece mais no castelo__ Seth comentou quando ajudou-a desmontar.
__tia Sue sabe como é difícil me esgueirar para dentro dos muros.__ para visitar sua tia Nessie precisava entrar escondida no castelo Cullen.__ será mais seguro ir durante o inverno, poucas pessoas ficam no pátio por causa do frio, e posso me esconder em minha capa.
__ela queria vê-la durante o solstício. Não vão reparar em você durante as festividades, estão comemorando o ano que lady Elizabeth se casará__ Renesmee sabia que a filha do chefe fora comprometida desde recém-nascida com o filho do laird Black, por causa da maldição.__ apareça. Mamãe ficará contente em ver-te.
__se Sue quer ver minha filha, que venha aqui!__ o tom cheio de veneno de Tânia ao falar sobre a cunhada não era coisa nova para Renesmee.
Ela virou para enfrentar sua mãe. Seus longos cabelos loiros estavam firmemente apertados em uma trança, os olhos azuis frios como gelo, enfrentaram Seth com raiva. Sua mãe era jovem e ainda muito bela, mas sua amargura a transformava.
__tia Tânia__ Seth cumprimentou-a educadamente__ mamãe não pode sair do castelo nesse momento, esta ajudando nos preparativos para as festividades e...
__ Sue sabe que Renesmee não é bem vinda no clã.__ cortou-o__ e também não me agrada que ela se misture com essa gente.
Seth suspirou desistindo de adular, sabia que a irmã de seu pai não cederia.
__vejo-te por ai__ disse montando em seu cavalo e acenando para a prima.
Os dois haviam sido criados juntos, e Nessie o tinha como irmão assim como sua prima Leah. Mas esta era mais carrancuda e arrogante por ser dama de companhia de lady Elizabeth.
__por onde esteve?__ sua mãe perguntou asperamente.
__estava na campina colhendo as ervas que tinham acabado, logo depois encontrei com Seth e...__ ela parou. Sabia que se contasse onde que esteve no clã levaria uma surra__ ficamos conversando. Não percebi as horas.
__esperava que tivesse cozinhado o jantar, mas como sempre esteve vadiando__ Tânia disse arrastando-a para dentro.__ não gosto de quando chego a casa você não esta! E muito menos me agrada quando fica perto dos muros dos Cullen. Eles não querem você por lá!
Nessie soltou-se de seu aperto, começando a ficar com raiva.
__ e onde você esteve mamãe?
__não importa a você!__ gritou ficando vermelha.
__ não precisa contar-me, já sei! Esteve andando dentro da cidade, escondida!__ elevou a voz com raiva.
__não levante a voz para mim, menina insolente!
__não sei por que teme tanto que fique na cidade, sendo que, eu não fui expulsa de lá, e sim você!
Tânia a segurou pelos cabelos enquanto acertava uma tapa em sua face.
__não quero você lá, ninguém gosta de você. Lembra-se da última vez que encontrou Carlisle Cullen? Expulsou-a. E nem tente encontrar com sua tia no castelo, seu lugar é aqui, e não em festas como se pertencesse a nobreza! A odeiam, não percebe!?__ dizendo isso jogou-a no chão junto a lareira.__ agora, faça o jantar, tenho fome!
Renesmee levantou-se devagar e colocou uma panela com água para preparar a sopa. Sua face e nuca doíam, mas ela aprendeu a suportar as dores das surras sem chorar, estava acostumada e enfrentar o mau humor da mãe e sabia que lamentar-se poderia piorar as coisas.
Mais a noite enquanto estava deitada em sua cama de palha observando o fogo da lareira, pensou no que sua mãe dissera.
Ela jamais se esqueceu do dia em que foi expulsa pelo então chefe Carlisle. Tinha apenas sete anos e estava com fome, sua mãe nunca lhe deu muita atenção, então às vezes colhia algumas frutas que haviam no jardim do castelo. Nesse dia tinha pegado maçãs e ouvido à senhora do castelo contando a profecia que era relatada por todo o clã, porem com alguns detalhes que jamais havia ouvido. Mas fora descoberta e expulsa pelo chefe do castelo. Desde então fazia o possível para não deparar-se com aquela família. Como sua mãe tinha dito odiavam-na.
Nessie suspirou olhando a loira que dormia do outro lado da cabana. Não parecia-se em nada com aquela mulher. Enquanto sua mãe tinha olhos azuis como o céu no verão, os cabelos longos e loiros pálidos e um corpo curvilíneo e desejável. Nessie tinha os cabelos castanhos avermelhados, olhos castanhos e um corpo esguio e alto. Eram definitivamente opostos, sem contar que Tânia era amarga e cruel, enquanto Nessie era doce e alegre. Talvez seja por isso que sua mãe nunca se davam bem.
A vida ao lado da mãe, não era fácil, principalmente quando ela insistia em dizer-lhe quão peso ela era. Nada do que fazia era bom ou o suficiente para sua mãe. Se não a houvesse colocado no mundo, Nessie diria que sua mãe a odiava.
Talvez se conhecesse seu pai tudo seria diferente, mas Tânia insistia em dizer que o homem era um bêbado tão inútil quanto ela.
Uma grossa lagrima rolou pela face de Renesmee. Ter o carinho e o amor de sua tia Sue era um bálsamo para sua vida, mas o que queria verdadeiramente era o amor da mulher que a colocou no mundo.
Notas finais
Alguém sacou alguma coisa???
Opiniões? reviews? recomendações?(a esperança é a última que morre) kkkk
Estou esperando vocês. ;)
ahhhh quem quiser, tipo, perguntar algo sobre a fic, sobre fics futuras (que vai COM CERTEZA haver) ou somente pra bater um papo ou desabafar rsrsrs me encontrem no face ok?
https://www.facebook.com/sayuri.derrien.3 Vou aceitar é só me dizerem que leem a fic AP.
No próximo capítulo será um PV Jake...Preparem-se para conhecer o guerreiro escocês #UI!
ATÉ A PRÓXIMA...
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