A Profecia Oculta

3 Um Outro Ponto de Vista


Notas iniciais
Muitas informações aqui, então esteja/m atento/s (:



Quando chegamos lá, depois de nos acotovelarmos nas escadas, ela estava em um estado
deplorável. É, Medusa tinha feito um ótimo trabalho.

Amy estava deitada na cama, tomando algo (que eu achava que era néctar). Seus lábios estavam cortados, mas mesmo assim eram delicados e desenhados. Parecia que ela estava com sede ou tensa, e precisava me contar algo. Mas quando eu entrei no quarto, Amy largou seu copo, se apoiou no travesseiro, colocou as pernas para fora da cama, se assustou e disse:

–O que, quem... O QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI?

Mas depois ficou tonta quando tentou se levantar e acabou caindo no chão, com roupas novas de meninas de Afrodite, uma regata justa verde e uma calça jeans. Ela estava totalmente abalada, e nós tivemos que a levantar no meio de todos aqueles cabelos negros. Ela é minha irmã, okay? Temos que ter algo em comum, por mais que Deuses não tenham código genético.

–Olá Amy.

De repente eu me senti como cinco anos atrás, quando Annabeth estava me perguntando uma coisa que eu nem sabia do que se tratava e me acusando de algo, e de repente eu estava metido num mundo totalmente confuso onde eu tinha que sobreviver a minha própria sorte e... bom, eu estava totalmente perdido. As pessoas esperavam que um simples garoto problemático entendesse uma realidade totalmente diferente.

Agora eu sei como eles se sentiram, quando eu estava totalmente abalado naquele tempo, e Annabeth, Quiron e o Sr. D tentando me contar algo até que bem criativo para mentes malucas, só que para uma cabeça acostumada com coisas normais, uma coisa bem psicopata. Na realidade, se dependesse de mim, todos eles já estariam em um hospício e o fim do mundo já teria acontecido. Agora eu estou vendo de outro ponto de vista, e sabendo como o deles era complicado, e não só o meu (ou nesse caso, de Amy) era difícil de compreender.

– C-como você sabe meu nome? O que eu estou fazendo nesse quarto? Onde está Juniper? Mitchie? Tia Emily?

–Olha, Amy, é que, hmm... – você não faz ideia de como era difícil – bom. Uma
pergunta de cada vez, okay? Todas serão respondidas a seu tempo. Mas vamos começar de uma maneira que você entenda. – engoli seco e inspirei- Você vai nos chamar de loucos, mas não estranhe, só pense que fomos nós que salvamos sua vida – o que não era exatamente mentira ou loucura — Suponhamos que Juniper tenha te contado uma historia. Uma historia em que aparecem seres mágicos, mitológicos. Como o Minotauro, entende?- e vendo que seus olhos estavam meio assustados, eu tentei dar uma amenizada – você já ouviu falar dos deuses gregos? Zeus, Hades (aquele cara mau do Hércules da Disney)...

O chão estremeceu um pouco quando soltei um podre de Hades.

– ...Ocachorro de três cabeças do Harry Potter... Eles existem de verdade, nada frutoda imaginação. E esses bichos mordem, mas isso não vem ao caso exatamenteagora. Para começar, nós somos iguais. – falei.

–Eu estou tentando, juro... você já deve saber o que aconteceu e o que está acontecendo. Está em seus olhos. Eu entendo isso e...

–Olha, Amy, está sendo difícil para você entender, mas para te convencer do queé a realidade, esta sendo muito mais complicado para mim do que está pensando –cortei-a., tentando ser o mais sutil o possível. Poxa, a overdose de informações que essa garota recebeu não foi brincadeira. Pelo menos foi muita coisa em cinco minutos. – Eu sou como você, você é como eu. Nós dois somos semideuses, ou se você preferir meio-sangues. Metade filhos de deuses, metade de humanos. E você, como eu, é filha de Poseidon. Depois te explicaremos como sabemos disso. Meu nome é Percy Jackson, tenho 16 anos, e eu sou seu tecnicamente seu meio-irmão. Você pode estar achando isso uma loucura agora, mas estamos em um acampamento de treinamento para gente como nós.

–Gente como nós?– disse Amy, confusa.

–Semideuses. Você deve ter se sentido estranha a maior parte de sua vida,dislexa, atração subta por água, hiperativa, com DDA, mas enfim, você é normal. Normal não é o termo certo, mas especial. A partir de agora sua vida vai mudar.

–Percy, você esta a assustando...- disse Chris.

–Você será encaminhada para o chalé de Poseidon, e lá, as coisas serão explicadas direito. –disse eu, ignorando Chris.

–Mas... como isso é possível? Normal? Normalidade é a última coisa que estou escutando aqui.

–Estamos no Acampamento Meio-Sangue, o único lugar seguro os meio-sangues. Se você
não acredita em mim, você verá. Não esta sonhando, nem ficando nem um pouco louca. Você foi diagnosticada com dislexia por que sua mente esta adaptada para o grego antigo desde que você nasceu. Você é hiperativa por que precisa ter reflexos para se salvar numa batalha, e você tem DDA não por que enxerga de menos o mundo. Mas porque enxerga demais, as coisas como realmente são.

–Eu quero descer. Eu quero ver o cara com pernas de cavalo que eu vi quando entrei. Quero ver como Juniper está.

–Juniper esta ótima. Bem, para quem sofreu um acidente daqueles. Mitchie... depois conversamos sobre ela.

–Vocês são pirados. – disse ela indignada.

–Se você acha que é mentira veja com seus próprios olhos. É só olhar pela janela que você verá várias coisas diferentes.

Ajudei Amy a se levantar. Ela ainda estava meio tonta, mas foi ver pela janela mesmo assim.

–Nossa. – disse ela.

Oque estávamos vendo pela janela, de primeira vista, enlouqueceria qualquer um. Bom, qualquer um que não conhecesse esse mundo. Daquele quarto dava pare ver todos os chalés em forma de U invertido, detalhadamente, mesmo nós estando no
segundo ou terceiro andar. No meio, estava a Fogueira ainda meio acesa , porque os que não conseguiram dormir encontravam-se próximos ao calor do fogo, a árvore de Thalia estava meio destruída e o curso do rio mudado.

Porém,o que mais impressionava, era que havia ninfas e sátiros para todos os lados. Oque é bem anormal, porque as ninfas não podem sair de sua floresta e os sátirosgeralmente estão nos campos de morangos ou nos seus chalés, mas nunca perto dos
estábulos. As quadras de vôlei e poliesportivas, inclusive a arena estavam vazios. A maior parte do pessoal estava na porta da Casa Grande.

–Aquelas pessoas com pernas peludas. Metade homem, metade bode. Você sabe o que eles são Amy? – perguntou Chris

–Ahm, sátiros. Mitchie me contou. – perguntou ela.

–Exato. Era nesse ponto que eu queria chegar, Percy. – disse Chris, ajudando Amy a se sentar na cama – ela sabe de alguma coisa. Sabe o que são as ninfas, e pelo visto, foi por causa de Amy que Juniper sumiu. Mas precisamos descobrir porque.

–Amy... o que aconteceu de verdade antes de você vir para cá?

–Anh... Percy. Achei que você já soubesse. Venho sonhando com você faz um tempo. Há alguns meses, comecei a sonhar com um garoto, bem na época em que aquele monte nos Estados Unidos estava entrando em erupção ou algo assim, eu ouvia uma
voz muito obscura, reverberante, vinda de um caixão falar que... bom que tinha um segundo plano. E ele discutia muito com um fantasma e um garoto muito bonito, com cabelos cor de areia. Mas seus olhos se alternavam entre um azul e dourado, igual ao do caixão. Seu nome era Luke. Mas um japonês, chinês, coreano, ou sei lá, chamava ele de mestre também. Luke conseguia parar o tempo, ou até mesmo fazer ele andar mais rápido. Também tinham muitas criaturas estranhas e monstros que me deixavam meio assustada. Tinha uma historia de que bichos de uma antiga rixa com o deus dos mares estavam querendo dar o troco.

De
repente eu me toquei que a garota sabia de tudo. Tudo mesmo. Mesmo, mesmo. Ela sabia dos telequines, da minha jornada com meus amigos, das nossas brigas, tudo por causa de sonhos. Sonhos mostrados por alguém que eu não fazia idéia. Alguma coisa tinha, e alguma coisa bem grande.

–Aí, esse cara dos olhos coloridos conversava com ele mesmo. Uma hora ele se chamava de Luke e tinha uma voz sombria, e outra hora ele se chamava de mestre e Cronos... – ela estremeceu — era uma confusão. Mas a pior coisa que eles falavam queme incomodava muito, era: “temos um segundo plano se não der certo
com ele”. E eu ficava pensando em quem seria “ele”. Só depois de algumas semanas com esses sonhos eu descobri que esse ele era você, Percy. Perseu Jackson, o outro herói da profecia que ia destruir ou salvar o Olimpo e o mundo. Annabeth Chase, filha de Atena, heroína da profecia, que ia ser importante de um jeito que nem ela sabia, e ia reconstruir o Olimpo. Grover Underwood, o sátiro escolhido por Pan, o deus da natureza, para levar a mágica
para onde quer que ele vá. Thalia Grace, filha de Zeus, que já foi morta e virou um pinheiro em não sei aonde em prova de amizade, e agora ela é líder das não-sei-o-que de Ártemis. Rachel Elizabeth Dare, mortal que consegue ver pela nevoa que guiou vocês à oficina do cara que construiu aquele tal de labirinto e foi muito mais significante do que tinha imaginado também. E tem o... Luke
Castellan. O herói que no final nem era pra ser o herói. Que era o vilão mas se matou por perdão, e no final viu a verdade, viu que errou, aceitou que errou. E com a ajuda de vocês todos, verdadeiros heróis que mereciam os rostos gravados nas estrelas, ele conseguiu salvar o mundo. Mas nunca sozinho. Todo esse tempo eu venho sonhado, tinha pensado em contar para Tia Emily, mas...

–Um segundo. Emily? Tia... Em... “M”edusa? Não, não pode ser.

–Sim, minha tia... ex-tia. Continuando, na verdade só sabia pela televisão desses desastres nos EUA, porque eu estava em Londres. Eu vivia me mudando com minha tia... com Medusa-Emily, e minha mãe ficou doente, e Emi-anh-Medusa dizia que era por causa do meu pai que tinha me deixado com minha mãe, Quin, que havia entrado em depressão e depois em coma por causa de um acidente, mas eu nunca acreditei de verdade. Sempre que minha mãe me tentava contar coisas, Medusa aparecia e me levava para longe. Ela dizia que vivíamos nos mudando por causa dos
médicos ou propostas de trabalho diferentes, então eu já morei no mundo todo. EUA, Brasil, África, Argentina, Austrália, Atenas... e agora Nashville. Então, quando minha mãe começou a piorar, eu descobri um lago perto da minha casa em Nashville, e apareceu uma garota estranha tentando ganhar minha confiança, mas logo fiquei muito desconfiada, só que... aquela garota que dizia que se chamava Mitchie sabia da minha vida inteira. E começou dizendo a mesma historia que você me contou aqui, agora, dizendo que era desse acampamento, e que conhecia três pessoas que tinham salvado o Olimpo ,e eu perguntei como... então ela me contou toda essa historia, só que... Bom, só que ontem, Em virou Medusa e as
coisas começaram a ficar confusas, então apareceu Juniper querendo me levar para um acampamento e então... então Mitchie sumiu junto com Medusa e... tudo ficou escuro. Só ouvia gritos terríveis e parecia estar sendo constantemente levada por ondas, estar indo de um lado para outro, sendo puxada por diferentes correntes ao mesmo tempo... Até que eu acordei aqui – e ela começou a chorar.

E foi nesse exato momento que eu
vi a porta se abrindo um pouquinho e cachos loiros passando por ela. Annabeth.

– Percy...

–Foi ela. – disse Amy estupefata, quando olhou para a porta — Era essa garota que Mitchie admirava. Que Mitchie me mostrou a foto. – e escorreram algumas lágrimas por seu rosto angelical – foi ela que Mitchie disse que salvou o Olimpo junto com você, Percy. Mitchie falava muito de uma Annabell, acho. Seja como for, ela falava muito de vocês todos. Você tinha que conhecê-la. Era uma
pessoa realmente boa de coração. Ela-ela...

–Oh, meus Deuses. Eu realmente não tinha a intenção de fazê-la chorar, Amy. Sou Annabeth e, ah, sim, eu me lembro muito bem de Mitchie e... – disse Annabeth surpresa. Espero que ela não queira me esfolar ainda.

–Ela morreu, não foi? Ela me disse que ia morrer se Medusa soubesse, mas no final ela soube, mas não foi minha culpa e mesmo assim ela disse que ia morrer e... ela se foi. Nunca mais vou poder ouvir a risada dela.

–Percy, o que você contou a ela? – perguntou Annabeth bem desconfiada.

–O básico, oras! Por que tudo sé sempre minha culpa, Annie? – argumentei.

–Amy, você já sabe porque esta aqui? Me desculpe se o sr. Tudo É Sempre Minha Culpa te confundiu, e saiba que não damos tanta atenção assim aos meio-sangues recém chegados. É que Amy, você é especial.

Pronto. Eu queria ter chegado a esse ponto há uns mil anos, mas como ela conseguiu chegar em uns dois segundos, é uma boa pergunta. Vamos supor que na verdade eu já tenha dado toda a introdução que Mitchie deu, mas que eu só tenha complementado as idéias dela para que Amy não fique confusa no final. O problema é que quando eu cheguei, as coisas ainda não tinham acontecido, mas aconteceram depois que eu fui largado a perigos mortais a minha própria sorte e aprendi a lidar com a vida cheia de monstros perseguindo um meio-sangue poderoso e agora toda essa “sabedoria” vai ser e já esta sendo passada para a nova geração de meio-sangues do acampamento. Mas, falando sério, todos sabíamos que um dia, um belo dia, chegaria algum outro filho dos três grandes que não fosse eu ou Thalia ou Nico, e que não iria demorar. Mas só não sabíamos qual seria o terrível destino da pobre criatura. Que, por algum acaso (será que foi o destino ou Rachel, o espírito-adolescente do Oráculo de Delfos?) esta sendo
explicado por ninguém menos do que Percy, filho de Poseidon, que sabe como é difícil ter uma vida de perseguições e esta vendo isso acontecer na sua própria cara com sua pobre recém-descoberta-meia-irmazinha-inocente que não sabe nada e vai pegar toda a experiência. Ah, essa é a vida. Não estou com ciúmes.

–Especial como?

–Especial – disse Annabeth, me empurrando e tomando meu lugar na pontinha da camade Amy, e enxugando as duas lágrimas que escorriam pelo rosto já meio rosado da garota – Percy, já te contou que existe a lenda dos Três Grandes? – disse Annabeth com uma voz tão pacífica que dava vontade de esquecer tudo e ficar só
com aquela voz que o mundo inteiro estaria bem.

–N-não.

–Então, olha... vamos do começo. Acho que Percy já deve ter começado. Quantos
anos você tem?

–15. Faço dezesseis no dia 31 de dezembro.

–Okay, então já da para perceber que você já é meio grandinha para entender o que agente esta falando. É normal, é complicado e você vai ter que se esforçar só mais um pouquinho, tá? Eu também sou uma adolescente de dezesseis anos que tem
seus problemas, não é Percy?

Ótima indireta, Annabeth. Ponto pra você.

–Os Três Grandes são os irmãos do Olimpo. Imagine isso como se fosse uma família com problemas. O bisavô e a bisavó que deram inicio a tudo, Urano e Gaia. Eles tiveram filhos que são os titãs. Para separá-los, Atlas, um de seus filhos, foi designado para mantê-los distantes, ou seja, segurar o peso do céu no Monte Tamalpais que foi onde aconteceu aquele pequeno catástrofe meteorológico há um tempinho atrás. Ele teve quatro filhas, inclusive uma delas é a mais nova constelação, e foram elas que fabricaram as armas dos filhos dos mares. Está entendendo, Amy? Isso é de importância vital.

Por um momento Annabeth me lembrou o sr. Brunner-Quiron que me dizia a mesma coisa e sempre esperava o melhor de mim.

–Sim.

–Isso já é um ótimo começo. Então, um dos filhos-titãs de Gaia e Urano foi Cronos, o senhor do tempo, que teve filhos que engoliu e...

–E então um empregado escondeu Zeus que quando cresceu, deu uma mistura de vinho com alguma coisa para Cronos que o fez vomitar todos os seus irmãos.

–Oh, uma garota com DDA, dislexia e hiperatividade com notas máximas. Nada é impossível, Percy. Continuando, os filhos mais fortes de Cronos: Zeus, senhor dos céus, Poseidon, senhor dos oceanos e Hades, senhor das trevas e Mundo Inferior, se uniram. Conheça os Três Grandes e você esta encrencada.

–Espera. Agora que acredito em vocês. Eu sou... filha de um dos Três Grandes? E estou encrencada...?

–Annabeth você não devia ter aberto a boca... não tem nada de encrencada nisso, Amy. Só que os monstros preferem você a filhos de Atena, ou Hermes e até Hefesto... – disse eu, como já deve ter percebido, com uma boa indireta para Annabeth.

–Ah, grande coisa – disse Amy sarcástica. – isso explica a maior parte da minha vida.

–Nós já sabíamos. Explica a maior parte da vida de todos nos nesse acampamento. Todos nós aqui somos iguais, meio-sangues, e é aqui que você vai se encontrar com gente tão problemática quanto você, só que num local mais seguro. Ninguém vai te atacar, sem nenhuma falsidade. Mas tem de entender que Mitchie também
não vai voltar.

Então me lembrei de Luke. Aqui, diziam para mim que nenhuma falsidade ia perseguir, só algumas brincadeiras do acampamento. Mas Luke me traiu. Sinceramente espero que não façam isso com ela... mas qual é! Porque tudo fica mais fácil para o
mais novo.

– Bom, Percy, acho melhor
deixarmos Amy descansar. Ela ouviu demais por hoje. E nós descobrimos demais só por uma manhã.

–Bom, se cuide, baixinha. – disse Chris. – um dos caras de Apollo vem aqui ver como você está.

–Ah, que bom. – disse Amy, soltando um risinho.

Chris revirou os olhos.

–Cabeça de Alga, são 10 horas. Vamos ver como estão os chalés. – Annabeth soltou de mau-humor.

Depois dessa, me despedi de Amy. Eu e Annabeth passamos pela porta do quarto e atravessamos todo o tablado de madeira ate chegarmos na escada e a descermos sem dizer uma palavra um ao
outro. Acho que ela estava brava por causa de Calypso. Mas é minha culpa Calypso ter me ajudado a tomar a decisão de salvar o Olimpo? Se fosse assim, Annabeth que me disesse primeiro as opções e não me deixasse sozinho no Monte Santa Helena (bom mas apesar disso, se ela não achasse que eu ia morrer, nunca teria me beijado). Nem tudo na vida é culpa do Percy. Acho que ela não entendeu isso ainda.

Ah, questões amorosas... acho que estou virando um namorado meio complexado. E daqui a pouco vou virar um irmão complexado e super protetor. Desde que eu comecei a namorar Annabeth, não sou mais o mesmo. Ou pelo menos sou eu mais chato, só que feliz. Eu preciso mudar esse meu estilo de vida. Preciso de mais alguns monstros para me distrair com adrenalina.

Notas finais
Desculpe pela falta de colocação espaço/tempo e por palavras juntas e/ou sem acentos, mas tive um pequeno grande probleminha com a auto-correção do Word. Qualquer dúvida, pergunte nos comentários! Obrigada por ter lido (: