A Procura do Destino

10 A Volta do Mal - 3


O Rei Magnífico reuniu Edmundo, Artórios, Caspian, Ortiz, Trumpkin, e mais algumas pessoas importantes na guerra. Pedro explicou a posição de Delayne, todos compreenderam principalmente Ortiz que estava super ansioso para revê-la, O grande rei explicou que a veria mais tarde, pois Lúcia e Susana estavam cuidando dela.

-E então, o que iremos fazer? – Edmundo

-Que tal entregarmos ela? – Trumpkin

-NÃO! – Pedro mal-humorado, logo todos olharam par ele assustado. –Quer dizer, não, iremos bancar os fracos!

Ficou um longo silêncio, até que o Magnífico com um salto disse:

-Espera! Como sabiam aonde encontrar a princesa?

-Não sei... – Caspian com cara de “DÃ!”

-Por que ela desapareceu quando atacamos, acharam que a raptamos! – Pedro

-Então o que iremos fazer? – Artórios

-Devemos falar que ela nos seguiu? – Edmundo

-Não... AÍ iremos bancar os fracos. — Trumpkin

-Precisamos de alguém para ir falar com eles, fazer um acordo. – Caspian

-Alguém que seje dependente e de raciocínio rápido... – Ortiz

Logo, todos olharam para Edmundo em tom de resposta.

-O que foi? Por que estão olhando para mim? – o Justo

Pedro começou a escrever alguma coisa e assim que terminou Lúcia entrara na sala correndo tentando puxá-lo.

-O que houve Lú? – O Grande rei olhando para a pequena

-Venha Pedro!

-Para que? Não viu Aslam de novo não é?

-Pedro! Venha...

-Sou Aslam agora? – Delayne entrando na sala, Pedro paralisou-se, ela estava belíssima, todos os outros da sala, que inclusive, eram homens, começaram a “babar”.

Susana entrou também na sala.

-Gostou? – A Gentil sendo irônica

-Ahn... Eu... Eu...–Pedro gaguejando

Layne olhou para todos e foi correndo abraçar Ortiz.

-Tio!

-Oh... Como é bom vê-la! Pensei o pior, mas agora acabou minha preocupação!

-Eu disse que cuidaria bem dele! – Caspian

-Obrigada...

-Ahn... Então... – Pedro começando a ficar com ciúmes – Ed, você vai até o acampamento junto com um anão e um gigante.

-Combinação perfeita! – Sussurrou o justo com desgosto (olha! Rimou!)

-Ed? Falou alguma coisa? – Lúcia

-Não... Tô indo... –Edmundo se levantando

-Espera! Leve isto... – Pedro o entregando um pergaminho- Tem tudo o que deve falar, é o contrato.

-Sim... Senhor! –Edmundo caçoando da cara de seu irmão

O Justo, Clanpon (o gigante) e Ivirnar (o anão) estavam indo para o acampamento, entre umas árvores estavam vigias com binóculos.

-Ora, o que eles pensam que estão fazendo? – Um vigia, que logo avisou ao rei, que permitiu eles irem falar com Miraz.

-... E por dignidade, eu, Grande rei Pedro lhe faço este acordo, uma briga até a morte entre eu, Magnífico e o rei de Telmar, Miraz, o ganhador fica com a princesa Delayne e o reino de Nárnia. – Terminava Edmundo de ler o pergaminho

-Espera! Grande Rei? – Nathaniel confuso

-Sim, ahn... Eu sou o Rei, e o meu irmão é o Grande rei.

Todos os guerreiros, conselheiros e inclusive o próprio rei Miraz o olharam com um O quê?

-Ahn, sei que é complicado.

-Tá, mas indo ao assunto quer que eu lute com um pirralho por ter roubado minha filha? – Miraz

-Na verdade... –Edmundo pensou em falar que ela que havia ido até eles, mas estragaria o plano – Sim.

Miraz e o conselho riram.

-O vencerei de qualquer jeito, para que lutar?

-O senhor ri, mas por que não luta? Se tem tanta certeza de que meu irmão não é capaz de vencê-lo, então deve lutar para provar que é tão forte assim.

Todos se calaram.

-Ousa minhas habilidades? – Miraz

-Não, só quero provas de que elas existem.

-Ora... SEU! – Miraz se levantando

-Senhor, o rapaz está certo. Todos nós já vimos o senhor lutar e nem se compara as habilidades de um Rei de 18 anos. – Nathaniel puxando saco do Rei ¬¬

E a cara de Edmundo nesta hora foi esta mesmo: ¬¬

-Está bem, aceito.

Os Telmarinos começaram a dar gritos de guerra, estavam crentes de que iriam ganhar.