Notas iniciais
Oiiii gente!! Queria agradecer muito aqueles leitores que me acompanhou mesmo minha historia sendo exlcuído... Obrigadaaaaaa!! Quero agradecer também, imensamente, Nina Black, Vicky Sousa, Helena Drummond, Steve Stark, Nilima e Leeh... thank you. Então gente, esse capitulo vai contar o que aconteceu com nossos personagens depois da festa. Vai dizer também o que aconteceu com Caroline e Toni, HEHEHEHE, tá parei. Não vou mais enrolar vocês. P.S: Personagens novos!!!!! P.S.2: Pessoal queria dizer que na minha próxima postagem, irei postar 3 capítulos, o 12, 13 e 14 de uma vez só (pra alegria de vocês) porque irei viajar e ficar três semanas fora e pensando nos meus amados leitores, não vou deixar vocês sem capítulos três semanas. Bjssssss boa leitura.

(Versão Belle)

Depois de sairmos da casa de Henry parecendo que ia tirar a mãe da forca, chegamos à casa de Care. É, a gente foi pra lá com a esperança de encontrá-la. E parece que estávamos certas, pois quando chegamos vimos algumas luzes acessas. Estacionamos o carro e apertamos a campainha, já que a porta estava trancada. Alguns segundos depois, me aparece Caroline com um pijama extra curto. Entramos e a primeira pessoa a cortar o silêncio foi Alice:

– Onde você estava? Por que veio pra casa e não nos avisou?

– Longa história sente-se que vou contar – ela respondeu nos chamando para sentar no sofá.

Flashback ON.

Versão Care

Sabe quando você acorda com aquela danada dor de cabeça e não sabe por quê? Foi assim comigo.

Acordei por causa da dor. Quando abri os olhos, estava em casa, no meu quarto, sendo que era pra eu estar na casa de Henry na festa. Me sentei na beirada da cama e vi que tinha alguém lá embaixo, na cozinha, fazendo barulho com as panelas. Seriam as meninas? Não, não é possível que seja elas, está muito quieto, elas costumam falar demais. Aí meu veio na cabeça à hipótese mais aceitável e obvia, é um ladrão. Ai meu Deus, um ladrão na minha casa. Olhei para mim, ainda estava com o vestido que usei na festa, mas sem os sapatos. Quem me trouxe até em casa, abriu a porta, me trouxe até meu quarto e tirara meu sapato?! Essa pergunta estava me matando.

Se tivessem alguém na minha casa, não sabia quem era. Não podia ter ligar para a polícia sem ter certeza se era mesmo um ladrão. Então resolvi descer até lá embaixo para ver quem era. Antes de ir, coloquei outra roupa e fui cuidadosamente para não fazer muito barulho e espantar a certa pessoa que estava na minha cozinha.

Desci os lances de escadas devagar e em silêncio. Quando cheguei na cozinha, vi que era um homem. Ele estava de costas para mim e virado para o fogão. Fui me aproximando mais, até que vi uma frigideira no balcão, peguei-a. Ela poderia servir de arma se ele tentasse alguma coisa. Segurei-a na altura da cabeça, pronta pra acertar a cabeça do individuo que estava lá, quando ele se vira e pude ver quem era, mas já era tarde demais, só ouvi quando a coisa de alumínio acertou sua cabeça.

Por minha sorte, ele não desmaiou, mais pude ver a expressão no seu rosto, e pelo jeito tinha doido pra caramba.

– Aí!!!! – ele gritou enquanto passava a mão na cabeça no lugar onde tinha sofrido a fratura.

– Aí meu Deus Toni, é você? – falei colocando a mão na boca em sinal de surpresa.

– E quem mais seria? O papai Noel?

– Me desculpa, não sabia que era você. Pensei que fosse um ladrão ou outra coisa do tipo.

– Aposto que se fosse um ladrão, ela não estaria fazendo uma coisa pra dona da casa comer – ele disse apontando para o fogão ligado, onde tinha uma panela no fogo.

– Toni foi você que me trouxe pra casa? – perguntei colocando a frigideira em cima do balcão.

– Claro ué. Não ia te deixar lá, toda estirada no chão, desmaiada – ele respondeu enquanto desligava o fogo.

– Eu desmaiei? – perguntei colocando a mão na cabeça, que agora estava mais que doendo.

– Não se lembra? – ele respondeu com outra pergunta.

– Claro que não. Aíí! – gritei assim que minha cabeça começou a doer e latejar junto.

– Sua dor ainda não passou? – ele perguntou preocupado.

– Não e parece que está pior. Abre a segunda porta do armário que você vai ver um remédio pra dor – disse apontando para o armário que estava à direita dele.

Ele foi em direção ao armário, pegou o remédio, um copo de água e me deu.

– Obrigado – respondi quando terminei de tomar a água – Mas você sabe por que desmaiei?

– Não sei exatamente, mas tenho uma sugestão. Foi depois da briga entre Enzo e o Luke. Foi depois que você viu sangue. Você tem algum problema com sangue?

– Não que eu saiba. Pra mim eu não tinha – respondi arrastando uma cadeira e me sentando.

– Bom, então a gente vai ter que ver isso direitinho – ele falou com uma expressão de preocupado.

– Então, como conseguiu entrar?

– Ah... É... Eu mexi na sua bolsa e achei a chave – ele falou gaguejando.

– Não precisa ficar com vergonha, sei que você não fez nada de mais – falei lhe dando um sorrisinho.

– O.k. Fiz uma coisa pra você comer. Pelas minhas contas, já faz muito tempo que você comeu. Estou certo? – Toni perguntou indo até o fogão e trazendo a panela consigo e colocando em cima da mesa.

– Pior que você está certo.

(...)

– Não sabia que você cozinhava tão bem!

– Nem eu – ele devolveu timidamente.

Nós rimos.

– Obrigado pela comida. Estava maravilhosa – agradeci me levantando e levando os pratos até a pia.

– Imagina. Não foi nada.

Depois disso, lavei a louça enquanto a gente conversava. Não sabia que ele era tão bom com palavras e de papo. Não sei também como nunca o percebi. Deve ser pelo fato dele ter zombado de mim e das meninas nos anos anteriores. Mas enfim, depois de muitos minutos, ele se despediu e foi embora. Mas não foi embora sem uma promessa minha. Ele me fez prometer que nunca se afastaria dele. Já que não era uma coisa ruim, eu prometi.

Flashback OFF.

(Versão Alice)

– Então você passou mal, ele viu e te trouxe pra casa? – perguntou Lizy fofamente.

– Foi isso.

– E ele ainda fez uma comidinha pra você? – Alice perguntou.

– É exatamente.

– E ainda te fez prometer que não se afastaria dele? – Clary quis saber.

– Nossa foi. Vocês perderam alguma parte da história? Quer que eu conte de novo? – Care perguntou zangada, já que todo mundo estava enchendo a coitada de perguntas.

– É que não esperávamos essa atitude. E além do mais, o achamos atencioso. Ele ficou preocupado com você.

– Pois é. Concordo. – terminou Marie.

– Você não pode ver sangue? Não sabia disso – falou Belle surpresa.

– Eu também não sabia. Foi estranho pra mim quanto pra vocês. – Care falou – Mas mudando de assunto, perdi alguma coisa?

– Sim perdeu – respondeu Marie – Você perdeu o cafajeste do Allan Jackman beijando a Dakota.

– Ah então foi por esse motivo que saímos correndo de lá – disse raciocinando.

– Não acredito que ele pode fazer isso. Justo agora que os dois estavam de bem, estavam acertados – falou Care com uma expressão triste.

– Nem eu consigo acreditar – Belle disse tristemente.

– Você pelo menos conversou com ele?

– Conversar o que? Eu vi tudo com meus próprios olhos. Não tinha o que ele me falar.

– Foi isso mesmo Care. Quando os vimos, já estavam se beijando. Ele meio que não tinha como se defender. Tínhamos a prova do crime – Marie falou.

– Fico muito triste por isso.

– Gente a coisa está muito boa, mas tenho que ir embora – falei me levantando.

– Você não é a única. Falei pra minha mãe que voltaria ainda hoje pra casa – Lizy também disse.

Juntei minhas coisas, me despedi de todas e fui embora.

(...)

(...)

– Alice. Acorda. – essa era minha mãe me chamando na manhã de domingo.

– Ah só mais cinco minutos – pedi ainda de olhos fechados.

– Não, preciso que você faça uma coisa pra mim. Além mais, já está muito tarde – ela terminou depois fechou a porta.

Não adianta, tenho que levantar se não ela volta aqui pra me chamar de novo, e isso não vai ser muito legal. Me levantei, ainda sonolenta. Fui ao banheiro fazer minha higiene matinal e depois coloquei um short jeans, uma blusa branca, uma sapatinha bege e fiz uma trança frouxa. Desci para tomar café e encontrei minha mãe fazendo uma pequena lista em um mini papel. Quando ela me viu, falou:

– Oi minha filha. Você sabe que estou fazendo minha dieta e preciso que você vá ao mercado comprar essas coisas aqui pra mim, enquanto preparo o almoço.

– Mas mãe, você sabe que não precisa fazer dieta, quer perder o que? Os órgãos? – perguntei ironicamente enquanto me sentava na mesa.

– Não adianta falar assim que você não vai me convencer do contrário – ela disse terminando de escrever e me entregando o papel.

– Tudo bem então. Só vou tomar meu café e já foi passar no mercado – falei enquanto guardava o mini papel no bolso do short.

(...)

Quando terminei de tomar meu café, fui ao meu quarto pegar minha bolsa. Logo em seguida peguei meu carro e fui em direção ao supermercado.

Cara antes não tivesse vindo. É o que dizem mesmo. O povo não tem o que fazer dia de domingo e vem todo mundo pro mercado gastar o que não tem. Custei achar um lugar pra estacionar o carro. Quando entrei, as filas dos caixas estavam tão grandes, que davam pra construir o segundo murro de Berlin. Mas enfim, me dirigi ao que minha mãe tinha colocado na lista. Olhei: Ovo, cenouras, batatas, alface, maças e nabo.

– Falta pegar só o ovo – falei pra mim mesma ainda olhando para o papel em minhas mãos.

Fui em direção a sessão onde sabia que ficavam os ovos. Por sorte, não tinha muita gente lá. Peguei uma bandeja e coloquei-a no carrinho, quando me viro para continuar meu caminho, me esbarro em alguém. Quando olho é ninguém menos que Christopher.

– Chris?

– Alice, oi.

– Não precisou pedir para me encontrar novamente – falei com um sorrisinho.

– Pois é.

– Então resolveu ir ao supermercado no pior dia. Assim como eu.

– Cara, o que esse povo vem fazer no supermercado dia de domingo? – ele perguntou ironicamente olhando para todos em volta.

– Eu não sei – respondi rindo.

Ele ficou me olhando, focado nos meus olhos azuis piscina. O silêncio só foi quebrado por uma voz masculina, não conhecida que vinha atrás de mim. E ela dizia:

– Alice? Alice Petrova?

Olhei para trás para procurar o dono da voz e me encontro com um grande velho amigo meu, conhecido como Michael Henderson.

– Michael? Não acredito! – falei indo lhe dar um abraço.

– Cara, quanto tempo. E aí, como você está? – ele perguntou quando se soltou dos meus braços.

– Estou ótima. E você? O que anda fazendo?

– Ah estou aí. Vamos marcar de sair pra colocar o papo em dia. Estou morrendo de saudades – ele sugeriu.

– Claro, é só marcar que eu vou – disse com um sorriso.

– Te ligo então.

– Até, mais. Vou aguardar sua ligação – falei me despedindo.

– O que foi aquilo? – Chris perguntou assim que Michael sumiu de nossa visão.

– O que? Ele é um velho amigo meu. Fomos criados juntos – respondi dando de ombros.

– Vocês foram criados juntos, não se falam há muito tempo, não é? Ele pode ter mudado... Pode ter se tornado um cara ruim... Um ladrão quem sabe?

– Michael não viraria um cara ruim, muito menos um ladrão – falei levantando o tom da voz.

– Acho que não deveria sair com ele – ele sugeriu fazendo uma expressão de preocupado.

– Quem é você pra optar o que devo ou não fazer? – perguntei quase gritando.

– Não sou nada, só achei que poderia fazer uma coisa boa te impedindo de fazer uma burrada – ele disse gritando e chamando a atenção das pessoas que estavam por perto.

– Acho melhor pararmos por aqui, não quero discutir com você em público – falei zangada.

– Também acho.

Peguei meu carrinho com minhas compras e fui direto para os caixas, depois disso não vi mais Chris.

Paguei minhas coisas e fui embora. Quando cheguei em casa, já estava zangada de mais, então deixei as compras na cozinha e subi direto para o quarto e fiquei lá uma boa parte do dia.

(...)

(...)

(...)

Como no dia seguinte era segunda feira, meu despertador tocava às 6hs da manhã, e nesse dia não foi diferente. Ela tocou e eu levantei. Tomei banho e usei o banheiro para outra higiene. Coloquei uma calça jeans preta, uma regata azul, um blazer azul marinho por cima e uma sapatinha preta. Desci, tomei café e fui para a escola.

Chegando lá, Lizy estava no jardim com Marie e Clary. Não queria muito conversar, não tinha acordado em um bom dia. Então fui até a biblioteca passar um tempo por lá até a aula começar. No meio do caminho, encontro Chris vindo.

(Versão Chris)

Cheguei bem mais cedo que o de costume na escola. Quase ninguém tinha chegado ainda, então como estava com tempo, resolvi ir até a biblioteca pegar um livro da aula de ciências. Fiquei pensando em Alice no caminho até lá. Como a gente tinha brigado ontem, por um motivo besta. Mas por que será que falei com ela daquele jeito? Eu acho que no fundo eu sabia a resposta, mas não queria falar. Ela é linda, divertida, engraçada, atraente. Será que estava com ciúmes dela? Não, não é possível estar com ciúmes dela. Se bem que não é uma coisa impossível. Depois de alguns devaneios com Alice, peguei meu livro e tomei rumo ao jardim.

Não é que de tanto pensar nela, ela acabou aparecendo? Vi ela no corredor. Estava linda, como sempre. Queria parar ela e pedir desculpas... Pedir desculpas por uma discussão que eu comecei... Mas como sou orgulhoso, acabei deixado essa passar. Me perdi de tanto olhar naqueles lindos olhos. Ela passou reto. Ela está magoada comigo. Fiz burrada.

(Versão Alice)

Por que ele falou comigo daquele jeito ontem sobre o Michael? Seria preocupação? Ciúmes? Ciúmes? Não, ciúmes de alguém que ele não conhece direito? Seria possível? Essas eram minhas dúvidas. Cheguei à biblioteca. Peguei qualquer livro pra passar o tempo. Depois de alguns minutos o sinal bateu. Corri até o segundo andar. Quando cheguei lá, pude ver que a professora ainda não tinha chegado. Me sentei na segunda carteira, o mais longe de Chris o possível (é Chris fazia essa aula comigo). Passado alguns minutos, um homem alto, moreno entra e fala:

– Olá, bom dia. Meu nome é Steven Green e eu sou o novo professor de ciências de vocês.

Notas finais
E aí???? O que acharam dos personagens novos??? Desse professor lindo?? Comentem, por favor, porque se vocês comentarem posso conhecer meus novos leitores. Beijos meus docinhos e até o próximo capitulo. Pra quem não conseguiu relacionar os personagens, quem não sabe como os personagens são, vou colocar aqui em baixo o nome do ator ou atris que eu escolhi para fazer os personagens da historia. Marie Fray: Nina Dobrev. Clary Fray: Lily Collins. Isabelle Daddario: Jennifer Lawrence. Alice Petrova: Alexandra Daddario. Elizabhet Willians: Emma Watson. Caroline Peterson: Candice Accola. Toni Malcon: Paul Wesley. Henrique Nathaniel: Liam Hemsworth. John Maison: Logan Lerman. Luke Donavam: Taylor Lautner. Christopher Jones: Zac Efron. Allan Jackman: Logan Henderson. Robert Spielgeman: Sam Claflin Rebheka Swan: Kristen Stewart. James Colin: Jake Abel. Julie Pemberton: Vanessa Hudgens. Enzo Miller: Zach Roerig. Dakora Clark: Claire Holt. Michael Henderson: Michael Trevino.