A Princesa Do Pirata

3 Capítulo 3 - Minha Escolhida! Sua prisioneira?


Notas iniciais
N/A Pati: Oiiie moreees ^^
Então, mas um capitulo hein? kkkkk... Era para eu te-lo postado ontem, mas minha net num queria pegar :/
Mas hoje estamos aqui com mais um capitulo O/
Agradeço de coração as ninas que recomendaram!
Cullen-Bety, Ben-Cullen, paula margon ♥ *to love ^^* e a Gabyy! Muito obrigada meninas, eu e a chefa ice agradecemos pelo carinho e presença de vocês ^^
E é claro de vocês que comentam também, é só por vocês que continuamos a escrever, muiiiito obrigada ^^
Espero que gostem e boa leitura!

Capitulo 2 – Minha Escolhida! Sua prisioneira?

Capitão Cullen

Minha expressão modificou-se de zombeteira para maliciosa ao dar-me conta de que minha princesa olhava descaradamente para o meu peito desnudo. Sua boca vermelha estava entreaberta. Convidativa. Então sem conter-me aproximar-me lentamente enquanto que me olhava receosa. Alegrando-me em vê-la estremecer a cada passo meu. Será que minha princesa era tão inocente quanto sua castidade afirmava que sim? Será que algum homem já havia provado o sabor de seus lábios antes de mim? Pensei com curiosidade e revolta se isso haveria de ter ocorrido. Melhor mudar meu rumo de pensamentos para coisas mais agradáveis como a figura esbelta e sedutora a minha frente. Meus olhos pousaram em sua boca carnuda. Acompanhei seu movimento de abrir e fechar com desejo. Então ouvi sua voz irritada e incerta dizer:

- Fique onde está! Não... Não se aproxime...

Sorri torto. Quando ela entenderia que sua recusa só atiçava ainda mais meu lado selvagem de predador? E o fato de ser tão arisca contribuía muito para ele se aguçar-se? Sorri malicioso. Sem seu consentimento segurei sua cintura delgada puxando-a ainda envolta as cobertas colando meu tórax rijo com o seu colo alvo dizendo com voz rouca:

- Conte-me princesa. Quantos homens tiverem o privilégio e o prazer de provar de seus lábios?

Seu rosto foi tomado por uma tonalidade de um vermelho lindo. Remetia-me a morangos. Sua expressão era de surpresa e vergonha. Tentação... Mas não recebi nenhuma resposta o que me levou a crê que deveria saber que não seria fácil conseguir o que queria. Então faria do meu jeito. Aproximei meu rosto vendo sua respiração irregular. Seu halito doce convidava-me a saborear gostos inigualáveis. Salivei... Ela arfou. E a beijei.

Mergulhando no mel de sua boca, sentindo um calafrio percorrer todo o meu corpo. Senti minha princesa estremecer e gemer baixinho. Ela entreabriu mais sua boca gostosa e sem me fazer de rogado busquei sua língua aveludada logo em seguida enroscando- a na minha. Ela imitava meus movimentos e sorri internamente, eu estava ensinando a minha princesa a arte do beijo. Suguei com vontade seu lábio inferior buscando sua boca em seguida. Minha princesa se comprimiu mais em meu corpo fazendo-me sentir seus mamilos muitos rígidos. Apertei mais fortemente sua cintura, em meu peito se formando um rosnado. Estava muito duro. Precisava aliviar-me. Precisava de minha princesa.

-Quero você pra mim princesa... – sussurrei rouco entre um beijo e outro. Encostando minha pulsante ereção em seu quadril arfando de excitação.

Então como se as palavras e meu membro tivessem o dom de separarmos o encanto se dês fez. Minha princesa mordeu meu lábio inferior com força, fazendo-me sentir o gosto de ferrugem na mesma hora. Meu sangue. Rosnei e largueia-a sob a cama.

-Pelas barbas de netuno! Está louca mulher? Porque mordeu- me? Você estava mais que de acordo com o beijo! –exclamei levando uma mão a boca. Verificando o ferimento.

-Louco... Louco é você! Seu... Seu... Pirata insolente! Depravado! E eu não autorizei seu avanço! Abusado! — disse com raiva. Sua face em chamas.

- Insulta-me? Quando fui eu o machucado? Pirata sim! Com orgulho! Depravado... Gosto desse apelido... Agora Insolente eu? Quem estava agora a pouco mesmo a fitar-me com olhos brilhantes e convidativos. Deixe-me pensar... Ah! Já sei! Vossa majestade. Minha princesa. –respondi fazendo uma reverencia irônica sorrindo debochado.

-Eu... Eu... Não sei do que você está falando. –disse visivelmente constrangida.

-Calma minha princesa, não estou me queixando! De maneira alguma! Pode olhar a vontade. Sou todo seu...

-Ora! Que insolência! E... Saia! Deixe-me vestir minhas roupas! – retrucou altiva de queixo erguido.

-Acho que não entende que não há necessidade de que me retire. Não há segredos em seu corpo que já não tenha como direi... Degustado.

-O que! O que você... Quer dizer com isso... –perguntou com os olhos em pratos de espanto. Sorri malicioso.

-Nada demais. A não ser que sei que nenhum homem possui seu corpo. Que és casta minha linda... Pura... E minha... Toda e somente minha... Não se lembra de mesmo minha princesa? Nadinha? Ou, quem sabe esteja pensando que tudo não passou de um sonho? Então faço questão de lembra lá. Seu corpo foi tão doce, quente, apaixonado... Seus seios ficaram eriçados quando os suguei. Sua entrada me presenteou com sua doçura que escorria inocente entre meus lábios.

- Oh! Está mentindo! Foram sonhos! Apenas sonhos!

-Não foram sonhos querida. E ficarei satisfeito em refrescar sua memória sobre como seu corpo correspondeu as minhas caricias... – responde sedutor.

-Você... Ora seu cretino! Você fez bem mais do que me tocar seu... Seu pirata lascivo! – meu sorriso era puro masculino ao constatar que ela havia lembrado.

- Um pouco mais sim minha princesa. – respondi sorrindo torto.

- Você é um selvagem! Seu... Animal! Eu... ERA VIRGEM!

- Por netuno e barba azul, juntos! Você ainda continua! Eu não deflorei você! Apesar de querer muito! Confesso! Mas me controlei! Não sou um estuprador! Não sou desprezível ao ponto de tirar vantagem de uma donzela inconsciente! Sou um pirata! Sou selvagem! Sim sou! Mas quando eu tomar verdadeiramente seu corpo delicioso você vai me pedir. Vai se oferecer de livre espontânea vontade. Acalme-se!

- Como se atreve a dizer-me tais palavras seu pirata pervertido! E eu posso ser uma moça inexperiente, mas não sou boba! Você me tocou!

Com a fúria dominando seus atos, minha princesa se esqueceu de que se encontrava nua. E avançou em minha direção com os punhos erguidos em intenção de agredir-me, mas não fiz esforço algum para conte-la, apenas segurei seus pulsos com força pré-meditada para não a machucar ainda mais e colei seu corpo tremulo de raiva ao meu sentindo os bicos de seus seios furarem meu tórax. Gemi deliciado buscando sua boca com sede. Minha princesa se debateu em meus braços, mas logo em seguida se rendendo as sensações do beijo mais que lascivo.

- Capitão preciso que o senhor. Oh! Por netuno! Eu... Não queria atrapalhar. Eu... – essa intromissão nada oportuna foi a do meu imediato. Rapidamente terminei o beijo e instintivamente vire-me protegendo dos olhos do intruso o corpo nu de minha princesa com o meu corpo avantajado a cobri-la por completo. Minha princesa tremia. Minha voz era um rosnado:

-Não sabe que não gosto que entrem em meus aposentos sem ser anunciar, imediato!

-Eu... Peço... Desculpas... Eu... Não imaginava que já estivem em tamanha intimidade meu capitão.

-Cale a boca Emmett! E saia! O que quer que seja que você veio tratar vai ter que esperar! – senão gostasse tanto daquele bocó faria com que ele fosse andar na prancha e virar comida de tubarões! Onde já se viu! Entrar sem ser convidado!

-Sim meu capitão. Mas em minha defesa a porta estava destrancada...

-Suma Emmett! – vociferei e o mesmo obedeceu de pronto dessa vez fechando a porta sem fazer ruído na saída.

Balancei a cabeça, exasperado. Esse meu imediato era um caso a parte. Conversaria com o folgado depois. Minha princesa estava quieta e encolhida em meus braços. Acho que com vergonha também.

-Tudo bem. Ele não há viu... –murmurei solidário alisando seus ombros macios.

-Você não pode ter certeza. – murmurou de volta envergonhada.

-Sim eu tenho!- disse com firmeza. Completando.

- Você deve se vestir e comer algo substancial. Está ferida. Precisa se cuidar. A Rosálie antes de ir preparou nosso desjejum e deixou roupas limpas, já que as suas além de ensanguentadas eu as rasguei quando te despir.

- Eu... Preciso me mexer, mas estou nua... Poderia não olhar... Por favor...

Suspirei.

-Serie bonzinho, mas só dessa vez. Só porque me pediu, por favor. Pronto fechei meus olhos- comuniquei sorrindo torto. Havia dito que faria, mas era um pirata. E não custava nada dar uma... Espiadela. Meu sorriso se alargou.

Como que despertasse de repente, minha princesa apanhou as roupas postas cem uma cadeira e começou a vestir-se. Não obteve grande sucesso na tarefa, uma vez que não estava habituada a arrumar-se sem ajuda. Era minada a minha princesa. Além disso, notei sua careta de dor quando se movimentava. Mais um motivo para matar o infeliz que fizera seus ferimentos. Quando colocou o corpete por cima da cabeça, seus braços enroscaram-se, e praguejando, ela descobriu que não conseguiria libertá-los. Ri de seu atrapalho.

Sacudi a cabeça ainda rindo de sua situação tosca. Aproximei-me e puxei o corpete azul-escuro, que combinavam com sua pele alva. Liberando-lhe os braços. Então, apertei o cinturão em torno de sua cintura fina.

-Parece que a princesa não sabe se vestir sem ajuda. Quantas damas em seu reino eram encarregadas disso? Umas dez?- comentei rindo. Brincando com ela enquanto amarra-lhe as botas. Estava ajoelhado em frente a minha princesa que estava sentada na cadeira.

- Eu... Só tinha a Alice e a Mary... Que eram mais minhas amigas do que criadas... –respondeu simplesmente. Parecia que sentia saudades.

- Entendo... Bem! Já que estamos aqui à mesa. Podemos tomar nosso desjejum não é? – disse sentando-me a mesa.

-Você vai comer assim? É... Nu? –perguntou com o rosto rubro. Sorri matreiro.

-Sim minha princesa. Mas, esquecemos-nos de meus trajes! Coma! Sirva-se! Desfrute de minha hospitalidade minha princesa...

-Eu gostaria que parasse de me chamar de “minha”. Eu não sou sua.

Sorri torto.

-Sim minha princesa. Você é minha! Você é minha escolhida! Mas discutiremos isso mais tarde agora estou com fome! – respondi sucinto. Acho que ela também estava, pois se calou e começou a comer em silêncio.

Minha princesa estava fazendo greve de palavras desde que havíamos tomado nosso café da manhã. Vestir-me diante de seu olhar espantado e sorri. Ela olhava para meu pênis com ávida curiosidade e admiração. Mas tentava manter uma expressão neutra toda vez que nossos olhares se cruzavam. Desistindo de brincar de gato e rato, fui a até a janela e fixei uma tira de couro em torno de meu braço esquerdo e assobiei alto. Segundos depois minha águia, pousava em meu braço e voltei para o interior do quarto.

- Minha gracinha. Minha linda, Eclipse. – arrulhei galante para a ave magnífica que era a terceira geração da que ganhei de meu pai. Sentia saudades de meu velho. E de minha primeira águia. Crepúsculo. Pela minha visão periférica observava o interesse de minha princesa pela ave. Sorri. Enquanto enchia a boca de água e inclinava a cabeça para o pássaro beber gota a gota. Uma vez que saciei minha caçadora, pôs-me a cantar baixinho para ela, tocando meu alaúde repetindo as mesmas notas simples e diversas vezes, o que a manteve que enfeitiçada tanto a Ave como a minha princesa. Completando meu ritual coloquei o capuz, pois uma vez encapuzada ela se tornava mais dócil. Amarre-lhe os pés e coloquei-a nas costas da cadeira.

-Ela é linda – se pronunciou minha princesa. Seu elogiou era sincero. Sorri orgulho. Meu sorriso aumentou ainda mais diante de seu outro comentário.

- Você é um pirata estranho. Em vez de ter um papagaio você tem uma águia?

-Ora! A minha princesa entende de pássaros?

- Ah, sim, no castelo tenho vários deles, não pássaros de caça como a sua Eclipse. Ela é... Soberma...

-Verdade? Meu pai costumava ter muitos, e a linhagem da Eclipse, está com a de minha família a gerações. Minha primeira águia era um macho e chamava-se Crepúsculo. Ganhei com quinze anos de presente de meu pai. Eclipse tem apenas um ano. Ainda é jovem. E ultima da linhagem se eu não encontrar um parceiro para ela. – informei.

Não queria que essa ligação com meu pai se extinguisse. Procuraria um namorado para a, Eclipse o quanto antes. Sorri. Agora deveria ter com o meu imediato. Queria saber se tinha tido alguma informação sobre o rei.

-Minha princesa. Terei que tratar de alguns assuntos. Fique a vontade. Meu navio, seu navio. Bem, se quiser conversar com a Rosálie ela deve estar na cozinha. Aviso. Esta em um navio pirata agora minha princesa, ele esta cheio de homens brutos e ignorantes. Aconselho a você ficar aqui, mas sei que não ira fazer o que mando... Por tanto tenha cuidado. Agora que tal um beijo de até breve?

Ela me olhou com a sobrancelha erguida e semblante irônico. Negou-me com um movimento de cabeça. Sorri torto. Quem disse que era homem de pedir? Era homem de pegar. Então fui até onde estava ainda à mesa beijando-a rápido e com ardor sem dar-lhe tempo pra reação negativa. Sorrindo de seu jeito aborrecido após o beijo sai do quarto à procura de Emmett.

Princesa Bella

Sentei-me fraca na cama. Meu coração batia alto e rápido, fazendo com que o sangue corresse mais rápido pelo meu corpo e deixando minhas bochechas rosadas. Fechei os olhos e toquei meus lábios com as pontas do dedo. Era como se eu ainda sentisse o calor dos lábios daquele fora de lei. De forma absurda, o pirata deixava-me completamente tonta; ele derrubava todas as barreiras que eu inutilmente criava. Tremi levemente ao relembrar-me do calor de seu corpo colado ao meu quando o próprio tocou-me os lábios com os seus. Sensações desconhecidas atravessaram meu corpo quando isso ocorreu, e apesar de saber que isso era errado, era inevitável meu corpo não ter convulsões com isso. Dei um pulo na cama quando Eclipse piou. Olhei a ave com um pequeno sorriso nos lábios. Realmente era uma linda águia. Era estranho o fato de um mal feitor como aquele ter um bicho tão lindo e majestoso como esse. Mas acho que não poderia ser diferente, aquele pirata era estranho, muito estranho.

Balancei a cabeça, me livrando daqueles pensamentos e levantei da cama, prometendo a mim mesma que não ficaria o dia todo presa dentro desse quarto só porque o pirata insolente mandou. Ele já havia tido liberdades de mais comigo, não deixaria que ele controlasse minhas ações também. Passei a mão pelo vestido rapidamente e sai porta a fora.

O sol forte da tarde esquentava a minha pele branca, fazendo com que na minha testa surgissem algumas gotículas de suor. Aspirei o ar puro e salgado por causa da água do mar, me deliciando com a sensação que me tomou a sensação de liberdade. Olhei em volta e me surpreendi com que vi. Um navio pirata não era nada como eu imaginava. Nos navios de meu pai tudo era muito organizado, a tripulação só fazia o que o capitão mandava e todas eram muito bem apresentáveis. Já neste navio, apesar de haver uma pequena organização, ninguém se importava se estava com camisa ou não, ou se estavam limpos ou não. Alguns senhores bebiam, outros mastigavam alguma coisa, ao mesmo tempo em que trabalhavam é claro. Não conhecia o pirata muito bem, mas pela sua personalidade, imaginei que não era um homem de pulso fraco. Prometendo a mim mesma que não deixaria me intimidar por todos aqueles senhores, pus-me a dar o primeiro passo para o centro do navio. Quando os homens em questão perceberam a minha presença, pararam o que estavam fazendo e puseram a me olhar. Engoli em seco ao sentir todos aqueles olhares em mim, mesmo eu dizendo para mim mesma que não, era difícil não imaginar que a maioria daqueles olhares não eram muito amigáveis.

- Se... Senhores. – cumprimentei, tentando parecer o mais firme possível.

- Olhe Murphy, se não é a vossa alteza. – falou um homem alto, com a pele um pouco queimada pelo sol e um corpo escultural. Ele sorria sarcástico para mim, o que estava me deixando um pouco nervosa. – Finalmente nos deu o prazer de sua presença. Como vai a vossa alteza?

- Be... Bem.

Ele se aproximou de mim lentamente, parecendo calcular cada passo dado.

- Não mentiram quando falaram que vossa senhoria é a mais bela de todo reino. – parou bem a minha frente, tão perto que eu sentia o calor que exalava de seu corpo e o cheiro de suor que vinha dele. – És linda. – sussurrou tocando um fio de meu cabelo.

- Afasta-se! – mandei temendo que algo a mais acontecesse. Os homens atrás dele nada faziam, só observavam a cena.

- O que foi? Minha senhora teme que algo aconteça? – perguntou sarcástico passando um dedo em minha clavícula. Tremores de medo tomaram meu corpo quando ele fez isso.

- Afaste-se senão eu grito. – ele não levando meu aviso a sério, segurou-me pelos ombros, com tanta força que com certeza deixaria marcas depois.

- Fará o que?

E quando eu estava me preparando para gritar, eis que ouço a voz que antes me pareceu tão rude, agora parecia como de um anjo vingador com voz de trovão...

- Solte-a agora James!

Notas finais
N/A Pati: Gostaram? Espero muiiitissimo que sim! kkkk
Comentem e recomendem muito! Só assim eu e a chefinha do meu core amado voltamos mais rápido! kkkkk
Mil beijos e várias mordidinhas no pescoço...
P.