A Princesa Do Pirata

4 Capítulo 4 - James Aos Tubarões! Novos Aliados?


Notas iniciais
N/A Pati: Oiiie genteee ^^
Mais um capitulo para vocês! Muiiiiiiito obrigada pelos comentários e recomendações, vocês fazem com que eu e a chefa ice tenhamos mais força de vontade para levar essa loucura adiante kk, muito obrigada ^^
Agora vos deixo com o capitulo, espero que gostem e boa leitura!

Capitulo- 4- James Aos Tubarões! Novos Aliados?

Capitão Cullen.

Emmett era herança de meu pai. Por esse fato gostava de graça daquele infeliz. Gostava como a um irmão, mas meu imediato era um fanfarrão. Depois de dar-lhe um belo e longo esporo por ter interrompido meu momento íntimo com a minha princesa. Tratei de fazê-lo ser mais cuidadoso com seus atos e palavras diante da minha pequena. Fora que deveria ter mais pulso para a tripulação. Era meu braço direito! Tinha que ser mais atento! Perguntei então sobre o porquê da visita inoportuna.

E recebe uma desculpa esfarrapada que a Rose não lhe deu sossego! Ele não tivera tempo para averiguar ha quantas andas as coisas em Siliciae muito menos seguir minhas ordens procurando saber os planos do rei o infeliz não tinha tempo, mas ficar de namorico e vadiagem com a mulher ele tinha! Não se podia confiar mais uma atividade seria ao Emmtt. Era um irresponsável. Agora estava cabisbaixo pela bronca que havia levado. Deixei-o resmungando baixinho um: estou fazendo o melhor que posso. E sai do compartimento que usávamos como gabinete ainda pensando.

Mesmo merecendo havia sido muito duro com ele. O homem também merecia ter seus momentos com a mulher. Então relevaria esse deslize. Mas só dessa vez. Porém tinha que entender que: primeiro as obrigações depois à diversão! Não tolero incompetência e muito menos insubordinação. Principalmente em se tratando de um assunto por demais importante. Tinha que me precaver e saber os passos do rei. Não queria ser pego de “calças curtas”.

Não poderia correr o risco de perder minha princesa. E não correria. Jasper estava em terra firme ao meu pedido. Sairá assim que atracamos brevemente em um pequeno porto clandestino. Queria ter noticias o quanto antes. Promete a mim mesmo caminhando pelo convés. Os marujos pareciam entretidos com algo. O que seria? Pensei curioso. Segui para uma pequena aglomeração escutando vozes alteradas e uma em particular fez meu coração disparar.

– Minha princesa! Sussurrei preocupado.

O que diabos ela estaria fazendo no meio daquela confusão? Oh mulher teimosa Netuno! O senhor bem que poderia ter-me dado uma mulher menos astuta! Acho que pagaria por todos meus pecados com aquela birrenta! Não havia mandado que ficasse em segurança em meus aposentos? Custava me obedecer nessa questão pelo menos! Não! Lógico que não! Marchei para mais perto da “pequena reunião”. O que vi e ouvi fizeram meu sangue ferver.

– O que foi? Minha senhora teme que algo aconteça?

A voz irônica de James penetrando em meu cérebro como uma navalha afiada. O que aquele miserável pensava que estava fazendo? Ele queria a morte? Sim! Queria ao segurar de modo ofensivo e íntimo minha princesa. Arrancaria um por um de seus dedos imundos por ousar manchar a pele de porcelana. A pele da minha princesa era delicada e somente EU poderia toca-la! Aprecia-la! A voz de minha princesa e do asqueroso do James tirou-me do estado de inércia.

–Afaste-se senão eu grito.

– Fará o que?

Minha voz era furiosa quando disse:

– Solte-a agora James!

Tanto minha princesa quando o futuro defunto. Olharam-me com expressões distintas. Minha princesa estava aliviada e James receoso. Mas minha concentração estava na mão opressora. Meu ódio borbulhava. Ele morreria e seria de forma bem dolorosa. Sorri torto.

–Ora! Se não é o capitão em pessoa! Disse apertando ainda mais os ombros da minha princesa que soltou um gemido de dor se encolhendo. Seu rosto ficou pálido. Suas costas deveriam estar doendo. Pensei apreensivo. Rosnei com arrogância. Meu sangue fervia de ódio:

– Não repetirei a ordem James!

– O Capitão está mudado? Não acredito que o senhor vai ser egoísta ao ponto de não dividir a belezinha aqui. Sempre foi o primeiro a pegar e largar! Nunca fora egoísta! Sempre partilhou suas mulheres para quem assim desejasse! Logicamente depois de prova-las primeiro... Sua voz era de pura malicia.

Que estupidez aquele cretino estava dizendo? Insinuando? Comparar minha princesa com as meretrizes do reino que tantas vezes havia estado em minha cama? Ainda por cima na presença dela! Miserável! Esse fora seu segundo erro imperdoável! Avancei livrando minha princesa da mão opressora, colocando-a ao meu lado em atitude defensiva. Voltei minha atenção ao transgressivo não dando chances de reação, pois o canalha não esperava minha revolta tempestuosa. Agarrando-o pela gola de sua camisa fedida o joguei longe. Sorri torto de satisfação ao vê-lo voar e cair em cima de um amontoado de barris. Escutando seu gemido de dor instante depois da queda. Tendo o espanto geral dos marujos. Segurei então rapidamente a cintura de minha princesa e bradei para a tripulação em choque e uma Isabella imóvel e tremula. Maldito seja James por deixa lá assim!

– Avisarei apenas essa vez! Quem ousar tocar em minha princesa estará assinando sua sentença de morte! Não terei piedade! Entenderam?

Quem cala consente. E a resposta foi um silêncio que reinou até que ordenei aos dois marujos que estavam próximos do ordinário:

– Vladimir! Liam! Joguem esse verme aos tubarões!

–Sim capitão. Respondeu Liam segurando um dos braços do mal-aventurado sendo logo ajudado pelo Vladimir. Enquanto os demais ficaram paralisados diante de minha ordem James gritava sendo arrastado à força pelos dois homens até a prancha. Minha princesa estava tensa. Esse fato me deixava irritado. Não queria que sentisse medo de mim. Medo e ficar ao meu lado. Será? Que tinha medo de mim? Do que eu era? Minha duvida corroia-me. Mas no momento teria que resolver a punição do James.

– NÃO!

–NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO! NÃO! -NÃO TENHO CULPA PELA SUA CONCUBINA TER-ME PROVOCADO CAPITÃO! -NÃO TENHO CULPA! SOLTEM-ME!

Vociferei tirando a espada do repouso de sua bainha apontando a lamina fria e reluzente para a jugular do tratante.

–CALE-SE SEU MISERÁVEL OU SENTIRÁ O QUANTO É AFIADA A LAMINA DE MINHA ESPADA! TENHA A CERTEZA QUE O TUBARÃO QUE O ESPERA SERÁ MAIS PIEDOSO DO QUE EU SERIA COM VOCÊ!

–Não... Não precisa fazer isso... É... Um pouco cruel demais não acha Capitão? Murphy sempre defenderá James. Eram amigos inseparáveis. Mas estava cansado daquela dupla de desordeiros que sempre me deixam em apuros. Chega de ser “bonzinho”

– Quer se juntar ao seu amigo Murphy? A prancha cabe os dois perfeitamente! – sugeri zombeteiro.

– não... Respondeu com voz tremula de medo. Que pena... Livraria-me dos dois imprestáveis de uma única vez. Mas foi até bom. Vai que o tubarão tenha uma indigestão por ingerir tanta carne estragada. Sorri.

– Capitão! As suas ordens. Disse Liam.

– Joguem! Ordenei. Guardando minha espada. Segurando com cuidado minha princesa que escondeu o rosto em meu peito. Enquanto viu e ouvi James:

–Isso não vai ficar assim capitão!

–Não, não vai! Os tubarões famintos o aguardam! Agora joguem logo esse infeliz, não tenho o dia inteiro!

–Sim capitão!

–NÃO...!

Essa foi a ultima palavra proferia por James. Agora ele era comida de tubarão.

Bem... O espetáculo terminou. Agora todos procurem algo pra fazer! JÁ! Ordenei fazendo os marujos saírem rapidamente à procura de uma ocupação. Minha atenção total agora era de minha princesa.

–Você esta bem? – Sente dor? Está tão tremula... Disse tomando seu lindo rosto em minhas mãos. Acariciando a pele sedosa.

–Sim... Mas... Fora horrível presenciar atos tão... Selvagens... Respondeu estremecendo.

Oh! Eu realmente causava medo a ela...

–Você tem medo de mim? Perguntei preocupado e nervoso.

–Não! Negou rapidamente. Completando:

– Só... Não estou acostumada... Mas... Hum... Eu... Sei me defender... Não precisa se preocupar!

Sorri movendo a cabeça pros lado. Beijando o bico convidativo que se formou em seus lábios rapidamente em seguida. Minha princesa arfou. Responde:

– Sim! Presenciei tal fato! Por favor, não me desobedeça novamente se preza por sua vida!

–Você não manda em mim! Respondeu mal criada.

–Não irei discutir com você, pois seu estado não é um dos melhores. Venha! Quero que beba algo. Disse guiando-a em direção ao convés, a caminho da “cozinha” do navio...

Princesa Bella


Quando ouvi a voz de trovão do pirata meu corpo foi tomado por um alivio imediato. Sentia-me segura com ele perto de mim. Mas é claro que essa sensação de segurança diminuiu um pouco quando o vi sentenciando morte ao pirata insolente. Jamais havia presenciado uma cena como aquela. Mas o pior de tudo isso foi ouvir que o pirata já havia tido outras mulheres em sua cama. Meu coração sofreu uma forte pontada de dor quando ouvi isso; uma dor inútil é claro, não havia motivos para eu sentir aquela dor, não sentia nada pelo pirata, certo? Fui tirada de meus devaneios com o pirata falando...

–Você esta bem? Sente dor? Está tão tremula...

–Sim... Mas... Fora horrível presenciar atos tão... Selvagens. – respondi estremecendo.

–Você tem medo de mim? – perguntou.

–Não! Só... Não estou acostumada... Mas... Hum... Eu... Sei me defender... Não precisa se preocupar!

Ele sorriu lindamente antes de tocar seus lábios aos meus rapidamente. Meu coração parou com tal ato repentino.

– Sim! Presenciei tal fato! Por favor, não me desobedeça novamente se preza por sua vida!

–Você não manda em mim! – respondi de queixo erguido. Quem esse pirata achava que era para me dar ordens?

–Não irei discutir com você, pois seu estado não é um dos melhores. Venha! Quero que beba algo. – falou guiando-me pelo convés. Em instantes estávamos no que eu imaginei ser cozinha do navio. Claro que os únicos objetos que indicava isso eram o pequeno fogão a lenha e uma mesa com alguns temperos. Ao todo a cozinha não tinha cara de cozinha. Em frente ao fogão estava uma mulher loira, com vestes puídas e amassadas. Uma pontada de inveja tomou meu corpo quando ela se virou. Ela era simplesmente deslumbrante.

– Ora se não é o Capitão acompanhado de sua princesa. – falou e eu senti um pouco de hostilidade em sua voz.

– Sem sarcasmos Rosálie. – falou o pirata e logo se virou para mim. – Tenho que falar com a tripulação agora. Deixo-te com Rosálie, ela lhe dará algo para beber, não é Rosálie?

– Seu pedido é uma ordem Capitão.

Olhei para Edward em desespero. Como ele ousaria me deixar com aquela enorme mulher que claramente não gostava de mim? O pirata pegou meu rosto entre suas mãos novamente e sorriu.

– Não se preocupe. Rosálie não morde – foi a ultima coisa que disse antes de beijar-me novamente e sair. Teria que conversa com esse pirata sobre os beijos. Quem lhe dava esse direito?

– Edward, sempre um galanteador, se não fosse apaixonada pelo meu Emmett, também cairia de amores por ele. – disse Rosalie assim que ficamos sozinhas.

– Não estou caindo de amores por ele!

– Oh, claro que não, afinal o que uma princesa como você iria fazer com um pirata, certo? – disse com um sorriso malicioso e pegou um copo, colocando-o em cima da mesa e logo despejando um liquido dentro. – Pode beber princesa.

– O que é? – perguntei receosa pegando o copo e cheirando o que tinha dentro. Meu nariz crispou com o cheiro forte que vinha lá de dentro.

– A única bebida que achara dentro desse barco.

Cheirei mais uma vez antes de dar um gole. A primeira coisa que eu fiz depois disso foi cuspir todo o liquido de minha boca. Sentia meus olhos lacrimejarem e minha garganta arde um pouco. Torcia em uma tentativa de me livrar daquele ardor.

– Obrigada princesa, meu dia fica perdido se alguém não cospe bebida em minha cara – falou Rosalie sarcástica, limpando seu rosto, agora banhado de bebida.

– O que é isso? – perguntei ainda torcendo.

– Rum é claro, o que mais poderia ser?

– É forte.

– Estas em um navio pirata, não esperava encontrar Gim, certo?

Estava para lhe retrucar quando senti o barco desacelerar e em pouco tempo parar completamente. Olhei para Rosalie interrogativamente, ela só fez dar de ombros. Ótimo, ela me odiava mais do que antes agora. De repente o pirata entra com um sorriso de entusiasmo.

– Venha princesa – ele não me deixou responder e me puxou para fora. Percebi que tínhamos aportado. O pirata sorria olhando para a enorme cidade a nossa frente.

– Seja bem vinda a Londres princesa.

James

Maldito capitão! Mas se escapasse com vida passaria o meu tempo planejando aniquila-lo! Sentia frio e o medo de ser atacado a qualquer momento me fazia tremer. Estava cansado de tanto nadar. Aguardava a morte. Como o único remédio para o fim de meu sofrimento. De repente escuto um som familiar. E sem esperar um grande e sinuoso navio apareceu entre as ondas. Se não me engano aquele era um navio real? Sim! Pertencia ao rei! Estava salvo! Eles não sabiam de minha condição! Com o resto de minhas forças movi minhas mãos pedindo por ajuda. Um homem trajando roupas distintas e moreno ordenou ao marujo que estava do seu lado:

– Homem traga esse desconhecido a bordo!

O marujo sem demora jogou uma corda ao qual me agarrei sendo puxado e levado para o navio. Após ser resgatado estava sentado agasalhado e bebericando uma caneca de conhaque. Enquanto o homem de roupas finas olhava-me com expressão curiosa.

–Agora que está aquecido conte-me és um pirata não é. Afirmou arrogante.

Com medo de represálias não responde. Percebendo minha resistência para falar. Disse:

– Não te preocupes. Apenas quero sua ajuda. Conhece um pirata chamado... Edward Cullen? Estou a sua procura. Ele está com digamos... Algo que me pertence... A princesa correto? Explicou ao perguntar.

– Se dizer que sim. O que vou ganhar com isso? Perguntei hesitante.

–Um aliado! Disse serio.

– E de que me serviria essa aliança? Perguntei curioso, vislumbrando alguma vantagem à frente.

– Ela lhe serviria em vários benefícios... Afinal logo deixarei de ser duque para me tornar o rei de Silicia! Veja as inúmeras possibilidades de ser um aliado de um rei! Pense nisso meu amigo fora da lei! Respondeu cheio de si.

–Então, não só o conheço, como e sei quando e onde pode rever sua princesa... Meu tom de voz era debochado.

O duque entendeu sua mão enluvada e ambos sorrimos apertando as mãos em um acordo mudo. Então teria minha desforra mais cedo do que imaginava pensei comigo ao beber o resto de meu conhaque...



Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.

Confúcio

Notas finais
N/A Pati: Gostaram? Espero de coração que sim, eu e a parceira fizemos com muito carinho ^^
Obrigada novamente pelos coments e recomendações! Vocês nos fazem flutuar de alegria kkk
Vamo chegar aos 200 coments? É só comentar kkk
Comentem&Recomendem!
Mil beijos e várias mordidinhas no pescoço...
P.