A Princesa Do Pirata

8 Capitulo-8- Capitão X Duque. De Volta Ao Lar.


Notas iniciais
Olá!
Sentiram saudade? *.*
desculpem a demora, mas minha parceira está no momento final das provas e está sem tempo pra escrever e eu também, com as festividades de fim de ano e o casamento de meu primo agora dia 7. Bem, a fic está na reta final e eu e a parceira Bárbara esperamos que gostem do capitulo!
Agradecemos os comentários de vocês e as indicações!!
Ps: desculpem os erros possíveis. *.*
Sem mais boa leitura!

Capitulo-8- Capitão X Duque. De Volta Ao Lar.



Capitão.

Não fora fácil deixar minha princesa, não no momento tão delicado e singelo. Odiava aquele duque de meia tigela por sempre ficar em meu caminho. Ele pagaria por isso também. E sentira a força de meu punho e a frieza do aço de minha espada. Emmett já estava a postos ao meu lado. Então avistei.

Eram duas embarcações enormes que nos atacava. As duas estavam de lados oposto, em uma perfeita armadilha. Perguntava-me como se aproximara rápido e nenhum de meus marujos a tinham visto, mas compreendi que a neblina ajudou a camuflagem. E não havia duvidas de quem era o grande calhorda que estava por trás. O emblema da guarda real estava bordado no peito dos soldados que pulavam para o meu navio com as espadas em ristes. Não havia como escapar do embate, mas eu nunca fui de fugir de uma boa brigada mesmo.

Porém tudo sairia de meu controle, se não agisse rápido. Não deixaria meu navio afundar! Rapidamente gritei ordens aos marujos que prontamente as seguiram. Não era a primeira vez que o meia noite era atacado, mas o poder de fogo do inimigo dessa vez era bem mais eficaz. Meu imediato estava ao meu lado enquanto lutávamos corpo a corpo contra os homens da guarda real. Sol da meia noite chocalhava descontroladamente, indo de um lado para o outro, fazendo com que várias coisas rolassem pelo chão do convés e sob nossas cabeças, fazendo-me utilizar de atenção redobrada e agilidade para escapar de ser atingido por algo. Canhões explodiam ao meu lado, e o cheiro de pólvora era asfixiante, lascas de madeira se espalhassem por todos os lados.

Gritos desesperados de meus piratas e dos soldados também eram ouvidos, muitos corpos se encontravam boiando ao mar, e espalhados pelo chão do navio. Muitos decapitados ou mutilados. Minha espada estava vermelha pelo sangue dos que cruzavam meu caminho. Lutava pela minha liberdade, e pela segurança de minha princesa. Virando-me em direção a Liam que segurava o mastro tentando estabilizar o navio comandei:

– Force as velas! Tente sair do cerco, ou será tarde para salvar meia noite!

– Capitão! As suas ordens! — gritou Liam.

– Agora! – coordenei.

Então meia noite se movimentou de forma rápida para o lado esquerdo pegando os inimigos de surpresa, e gritos de homens caindo ao mar foram escutados em meio aos disparos. Conseguimos uma distancia razoável de uma das embarcações. Mas ainda permanecíamos no fogo cruzado.

– Insista! Continuei a nos afastar! Será mais fácil revidarmos! – gritei para Liam.

–Sim capitão! – gritou obediente.

–Acionem os canhões! Atirem! — Os mesmos, estrondado enquanto revidávamos a altura.

–Capitão, somos em menor numero, mas conseguiremos vencer! – disse Emmett com determinação.

–Sim! Lutaremos ate o fim! – gritaram os marujos.

– Não posso estar mais contente! Sei que posso confiar em meus comandados! A luta! – gritei erguendo minha espada.

–A luta! – voltaram a gritar, e vossos gritos ecoaram por todo convés.

Olhei para os lados e por todos os cantos havia luta. Uma lamina brilhou ao meu lado e reconhece de imediato a quem pertencia.

–James...

–Olá capitão...

–Que desprazer em vê-lo...

–Igualmente Cullen...

–Veio morrer pela minha lamina?

–Oh! Não, pretendo mata-lo pela minha, Edward...

–Veremos então quem morrera!

Sem mais provocações lutamos com ferocidade e com um golpe certeiro decapitei o traidor. Sua cabeça rolando pelo chão do convés enquanto seu corpo estrebuchava jorrando sangue para todos os lados. Já fora tarde. Pensei. Agora a luta estava de igual para igual. E um dos navios inimigos estava afundando. Seus tripulantes pulavam para o mar como forma de escapar da morte, mas eram em vão suas tentativas. A outra embarcação parecia fugir, e meus comandados gritaram em comemoração. Mas estava preocupado. Onde estaria o duque Black? Ele seria tão frouxo ao ponto de mandar seus subalternos lutarem por ele? Sorri. Ele era um covarde que espanca e maltrata mulher, não seria de tal assombroso que fizesse isto. A situação estava tomando um rumo mais favorável. Estava liquidando um soldado quando escutei um forte estrondo, meus olhos foram rapidamente para a direção do ruído. O navio que pensávamos que havia recuado fora o responsável pelo disparo. E com o coração acelerado observei a parte lateral de meus aposentos, ser atingida. Meu coração perdeu uma batida ao ver o canhão ser acionado e voar para trás ao disparar outra bala na mesma direção. E meu cérebro gritou: — Isabella!

Agindo por instinto corri para perto, mas fui detido por um soldado que atacou-me de surpresa. Minha espada sem demora atingiu certeiramente o coração do jovem homem que me atrasava, caindo morto aos meus pés. Voltei ao caminho notando que do navio descia um homem muito bem trajado em cores fortes pulava para dentro de meu navio, caminhando em direção ao meu quarto. Meu maxilar travou e meu corpo ficou tenso ao reconhecer o duque Black a entrar em meus aposentos.

Gelei. Minha princesa estava sozinha e completamente desprotegida. Acelerei meus passos, precisava chegar o quanto antes em meu quarto, não deixaria que aquele biltre tocasse em minha pequena. Desviei dos destroços e parei rente a porta ouvindo vozes. Arisquei olhar pela fresta da madeira destruída vendo minha pequena com uma espada em punho. Um sorriso torto surgiu em meus lábios, ela estava tentando se defender. Senti um baita orgulho dela nesse momento. Porém o duque desarmou-lhe facilmente e sem mais esperar chutei a porta com força adentrando o recinto empunhando minha espada de modo ofensivo em direção ao Black. Ele fitou-me perplexo. Acho que não esperava ver-me vivo. Minha princesa gritou meu nome em um misto de alegria e temor, tentou correr em minha direção, mas o Black se recuperou rápido da surpresa e a puxou para si, fazendo Isabella sua refém. Colocando-a, a sua frente, ameaçando sua vida com a espada rente ao pescoço delicado. Por entre os dentes exigi:

–Soltei-a seu covarde!

–Ora, ora, mas não é o fora da lei mais procurado da corte de Silicia... – disse debochado. Fiz menção de ataca-lo e ouvi- calminha Cullen! Ou não pensarei duas vezes eu ferir sua princesinha...

–Você não vai feri-la seu saco de estrume, eu não permitirei!

–Ah é mesmo? Mas talvez você tenha razão, eu não posso feri-la, ela é meu passaporte para o trono de Silicia, já que seu pai fora gravemente ferido recentemente em uma emboscada...

–Deus! O que você fez a eles seu mostro!? –perguntou minha princesa. Ela estava aflita.

–Sim princesa... Seu papai está entrevado em uma cama. E esta... Morrendo. E sua mãe fora vitima de envenenamento. Claro que ninguém desconfiou de mim. Fiz tudo perfeitamente escondido...

– Você matou a rainha e atacou o rei? –perguntei sentindo meu coração pesado pela dor que minha princesa deveria estar sentindo por saber de tais fatalidades.

–Sim!

– Seu verme...

Iria xinga-lo mais quando minha princesa nos pegou desprevenido. Ela atingiu o Black em suas partes baixas com o cotovelo. E o homem gemeu de dor e em reação soltou a espada liberando minha princesa de seu aperto. Isabella correu para perto de mim a recebe em meus braços com um sorriso debochado nos lábios.

– Isso foi pelos meus pais! – disse minha princesa. Beijei sua cabeça e pedi:- Fique perto da porta. Mas não saia. Vou terminar o que você começou pequena.

O Black segurava as partes e ainda gemia de dor quando me aproximei. Ele recuou e pegou sua espada. Apontando-a em minha direção de força cambaleante. Ri com gosto dizendo:

–Você é tão patético... Será fácil te derrubar Black.

–Não tens vergonha por querer atacar um homem sem condições de defesa

–Você deu defesa a Isabella quando a maltratava? Acho que não! E a propósito a falta de vergonha é uma das vantagens de ser um fora da lei, nos não temos regras a seguir. Mas serei benevolente. Erga a espada e lute como homem, pois hoje sairia apenas um de nos dois com vida.

–Sim! E serei eu! – disse atacando-me de surpresa. Ferindo-me no ombro.

A espada rasgando minha pele, meu sangue escorreu manchando minha camisa. Soltei uma precaução e girei minha lamina, que cortou o ar ao ser, projetada, no pescoço do Black, que se abaixou esquivando-se do ataque. Girando sua lamina de forma rápida ele atingiu a minha espada. O ruído de aço contra aço em choque ressonava pelo quarto. Minha espada girou de forma precisa em direção ao braço esquerdo do duque ferindo-o gravemente, seu sangue escorreu pelo mesmo sem demora.

–Maldito! – gritou em dor lacerante.

Sorri torto e voltei a girar a lamina com agilidade agora atingindo-o na face. O Black cambaleou e aproximei-me encarando-o com fúria. Então lhe dei o golpe certeiro. Atingi seu coração com a ponta de minha espada a rodando em seu peito, destruindo todos os ligamentos de seu coração. O duque estremeceu e ganiu alto morrendo em seguida. Retirei minha lamina de seu peito. E pela abertura feita pelos disparos dos canhões chutei seu corpo sem vida, ele seria comida de tubarões. Pensei ao velo afundar nas profundezas do oceano. Respirava arfante, pela luta. Então escutei um choro baixo.

Isabella se abraçava e chorava, caminhei em sua direção preocupado ela estaria em choque pela cena que presenciou, ou pela noticia da morte de sua mãe... Soltei minha espada e abri meus braços para que ela se aninhar-se neles e ela o fez sem demora. Acariciei seus cabelos com carinho enquanto dizia:

–Acabou pequena. Ele esta morto... Shi, não chore...

–Meus pais, Edward... Minha mãe esta morta... E você esta ferido! Tem que cuidar disto! Deus! Minha mãe! –Dizia entre o choro compulsivo.

–Meu ferimento é coisa boba, e eu sinto muito pela sua mãe meu amor... – murmurei solicito.

–Eu... Sei que tínhamos nossas diferenças, mas... Eu... Nunca desejei que minha mãe morresse...

–Eu sei pequena...

–Capitão! -A voz de meu imediato nos interrompeu.

–Sim Emmett. –responde com voz cansada.

–Esta tudo sobre controle! Vencemos! – disse triunfante.

–Isso é muito bom! – voltei a responder cansado afagando o rosto de minha pequena. Enxugando suas lagrimas. Com beijos, sem me importar com a presença de Emmett.

–O que houve? –perguntou meu imediato sentindo a atmosfera tensa.

–Isabella recebeu uma má noticia. Sua mãe faleceu e seu pai caminha para o mesmo fim... – expliquei.

–Sinto princesa... – disse Emmett condoído.

–Como está o meia noite? –perguntei com uma ideia em mente.

– Muito avariado capitão. – Emmett respondeu triste.

–Mas ele pode navegar? – indaguei novamente.

–Sim! – disse de pronto.

–Apronte tudo, então, vamos à Silicia. Minha princesa vai ver seu pai...

–Sim capitão! – concordou saindo apressado.

–Vou para casa? – perguntou minha princesa de modo confuso. Seus olhos tristes presos aos meus.

–Sim pequena, acho que seu povo precisa da princesa deles...

–Sim...

Abracei seu corpo fortemente ao meu. Buscando os lábios carnudos com desespero. Meu coração sabia que a estava perdendo...


Princesa

Voltar para Sicilia depois de tanto tempo era estranho, mas ao mesmo tempo acolhedor. Olhar as ruas ladrilhadas, com todos os seus camponeses ao redor, me dava uma sensação de finalmente as coisas estarem entrando nos eixos. No navio, quando pensei que meu pirata poderia estar morto, tive claras certezas que nada voltaria a ser como antes. Que eu perderia tudo aquilo que mais amava, meus pais e Edward.

Mas quando o vi voltar, sã e salvo, meu coração perdeu uma batida e finalmente se acalmou. Ele estava bem, vivo! Mas é claro que eu não imaginava o que vinha a seguir, vê-lo lutar com o Black fez meu coração voltar com aquela antiga fadiga; o tormento tomando conta de mim. Ver Edward ser atingido foi mil vezes pior do que ouvir as novidades ruins sobre meus pais... Que minha mãe estava morta! Fui atingida por uma pontada de dor tão aguda, que pensei que desfaleceria, mas vê-lo se recuperando me deu esperanças que tudo poderia acabar bem, foi quando ele atingiu o Black.

Eu sei que deveria sentir temor e repulsa pelo o que ele estava fazendo, afinal ele estava matando alguém, mas a única coisa que eu senti quando o vi cravar a espada cada vez mais fundo em Jacob, foi alívio, como se tudo fosse ser resolvido.

Minhas mãos tremiam enquanto passavam pelo corpo do Pirata, em busca de algum ferimento. E o choro antes reprimido veio com tudo com o pensamento de minha mãe morta. Minha pobre mãe, mesmo com nossas diferenças, eu a amava, como meu pai que agora estava em seu leito de morte. Foi uma calmaria ao meu coração quando Edward disse que estávamos indo para casa... Minha casa!

Voltar a Sicilia me deixava feliz e triste ao mesmo tempo; feliz pois aqui foi aonde eu nasci e vive, mas triste porque também foi um dos lugares que eu vive meus piores pesadelos. Adentrar pelas portas do castelo sem ver aquela mesma alegria que havia antes, trouxe uma nova onde de choro ao meu corpo, que só foi apaziguada com os braços do Pirata ao meu redor.

– Shii... Princesa, esta tudo bem, você está bem agora... – sussurrava beijando meus cabelos.

– É tão difícil... Não ter mais a minha mãe aqui... Voltar pra cá... – funguei enterrando meu rosto mais em seu peito. – A única coisa que me acalma é saber que você esta ao meu lado.

– Sempre... – respondeu, mas eu senti algo diferente em sua voz.

– PRINCESA! VOCÊ VOLTOU! – Alice veio gritando.

– Alice! – exclamei lhe abraçando. Nos piores momentos em que passei dentro do navio, sempre pensava em como seria bom ter alguém ao meu lado para conversar, no castelo, Alice era a minha confidente.

– Menina Isabella... – Mary veio logo atrás me abraçando também.

– Como senti sua falta Mary. – funguei lhe abraçando. De uma maneira estranha, Mary me lembrava muito a minha mãe.

Olhei para Edward que encarava tudo com um certo receio; estava de cabeça baixa e parecia um tanto desconfortável. Fui até ele pegando-lhe as mãos.

– Senhoras, esse é Edward.

– Prazer, Senhor. – as duas responderam, fazendo uma reverência.

Edward pigarreou desconfortável antes de falar.

– Eh... É, prazer.

– Mary, e meu pai? – falei angustiada. Vi ela e Alice trocarem um olhar preocupado, fazendo-me segurar a mão de Edward com mais força.

– Ele estar em repouso nesse momento Princesa.

– Eu quero vê-lo...

– Isabella... – sussurrou Edward. – Não é melhor descansar um pouco, foi uma viagem longa.

– Não, eu quero vê-lo agora! Mary leve-me até ele.

Ela olhou-me com dúvida por um momento, antes de fazer o que eu pedi. Fui levada até o quarto de meu pai com Edward ao meu lado, ele era o único que me acalmava no momento.

Arfei ao ver meu pai praticamente imóvel na grande cama. Sua pele estava quase translucida, tão magra que eu consiga ver os ossos de seu corpo. Chorei segurando suas mãos frias, o pensamento era horrível, mas não conseguia evitar pensar que meu pai parecia mais morto do que vivo.

– Pai... – falei com a voz tremendo. Ele abriu os olhos lentamente, tremendo ao fazer esse simples ato.

– Isa... Bella... – sussurrou roucamente.

– Pai... – chorei mais ao ouvir sua voz.

– Minha fi... Lha...

– Pai como isso aconteceu? – indaguei sentindo meu rosto banhado em lágrimas.

–Isso não tem mais importância... Filha... Minha filha... Eu... Tenho tanto pra me desculpar, tanto... Eu pensei... Que nunca... Mais a veria novamente... – dizia meu pai aflito.

–Se acalme pai, eu estou aqui agora... Edward me trouxe...

– Eu peço perdão a você... Por ter sido tão... Negligente... Prepotente... Perdoe-me filha... Perdoe-me... – sua voz falhou e ele arfou tossindo fortemente em seguida. Segurei suas mãos com mais força, ao ajudá-lo a beber um copo com água. Já mais contido ele voltou a deitar a cabeça no travesseiro enquanto eu depositava o copo vazio na mesinha de cabeceira ouvido pela primeira vez Edward se pronunciar:

–Vou deixar que tenham o momento pai e filha em privacidade. – disse meu pirata se retirando do quarto. Desde que chegamos, ele agia estranhamente. Ele parecia reticente... Mas meu coração agora se condoia pelo remorso de meu pai e a dor da perda de minha mãe, porém depois ele não me escaparia de uma boa conserva...

– Eu não conseguia ver... O que acontecia, eu confiei na pessoa errada... E sua mãe pagou por isso... – disse sem fôlego. Sua face ainda mais pálida que possível.

–Não se esforce meu pai... – pedi.

–Eu preciso saber... Dizer... Você... Parece estar envolvida com esse pirata... – seus olhos continham censura.

–Eu... O amo... – relevei.

–Mas... Ele é um fora da lei... – disse em um fio de voz.

–O Black era um nobre, mas mostrou ser um ser de alma negra... Enquanto o fora da lei se revelou um homem honrado e de caráter... Um homem que arriscou a vida pra salvar a minha... – o defendi.

–Então, eu tenho um debito para com ele... – respondeu com um sorriso fraco.

–Sim, o senhor tem... – afirmei. Percebendo que meu pai estava com a fisionomia pior do que quando entrei no quarto meu coração se apertou. Ele estava morrendo...

–Filha... Meu futuro é... Incerto... Eu... Você... Tem que assumir o trono... Silicia precisa de você... Case-se com seu pirata... Dê... Um rei honrado ao nosso povo... Esse é meu ultimo pedido... – murmurou segurando minha mão com força seus olhos ficaram sem foco. Em seguida suas mãos soltaram-se das minhas. Seus olhos fecharam-se após um forte suspiro. Meu pai morrerá...

–NÃO! – Gritei.

Arfante e não aceitando a morte de meu pai o sacudi pelos ombros em atitude desesperada para ter alguma reação. Mas a realidade me tomou de rompante. Meu coração estava dilacerado...

Eu estava órfã de pai e mãe...



Notas finais
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Bjss e até breve!!