A Princesa Do Pirata

2 Capítulo 2 - Origens


Notas iniciais
Nota da Pati: Hiii ninas O/
Meu pai amado, vocês não sabem o quanto eu to feliz, 36 cometários e 2 recomendações? Só com o prólogo? Querem matar essas duas autoras né? kkkkk
Eu e a Erika agradecemos a cada uma pelo comentário, e pelas recomendações é claro, vocês nos deixaram em jubilo *-* kkkk
E em comemoração, aqui mais um capitulo!
Espero que gostem e boa leitura ^^

Capitulo-1- ORIGENS.

Sul das Ilhas Elóidas. Território do reino da Silicia. Século XVIII.

Anos atrás...

Olhei para o homem a minha frente com admiração. Sua força e bravura eram minha inspiração desde tenra idade. Hoje seria um dia importante para mim. Para minha linha linhagem. A linhagem da família Cullen. Contava com meus quinzes anos. Era hora de meu juramento.

-Prometa-me Edward que sempre honrara sua linhagem?

-Sim. Eu prometo!

-Prometa honrar a espada que foi de seus ancestrais?

Sim! Eu prometo!

-Promete viver e criar nossos futuros descentes em meio aos nossos costumes?

-Sim! Eu Prometo!

- Meu filho. Meu orgulho. Você agora é oficialmente um pirata. Não só por que corre em suas veias. O sangue legitimamente pirata! Mas pelo seu comprometimento estabelecido aqui e agora. Diante de todos. Seu compromisso é com toda sua tripulação! Mas principalmente com a nossa origem. Nossa linhagem! Uma vez pirata... Sempre pirata...

Dois anos depois...

- Edward se apresse! Seu pai deseja vê-lo com urgência...

As palavras de Emmett fizeram-me correr escada acima do convés e adentrar esbaforido nos aposentos de meu pai. Estancando após ver sua imagem: O homem forte estava alquebrado. Meu coração se apertou. Ele estava morrendo... Meu herói estava querendo me dizer adeus...

-Se aproxime Edward... Eu não mordo filho...

Aproximei-me devagar. Sentei-me em uma cadeira perto de seu leito. E Carlisle Cullen, meu pai, estendeu-me sua mão fria e trêmula. Segurei-a com cuidado mirando seus olhos opacos pela dor. Escutei sua voz sair falha.

- Meu filho... Eu... Sinto tanto orgulho de você... Sua... Sua mãe também sentiria se estivesse viva...

- Não fale meu pai. Não se esforce!

-Deixe-me terminar, minha hora se aproxima...

-Pai...

-Edward... Nunca, nunca se esqueça de que sempre estarei ao seu lado. Mesmo não estando entre os viventes... Prometa-me em meu leito de morte honrar sua promessa...

-Sim meu pai! Honrarei minha promessa!

-Lembre-se sempre meu filho... Uma vez pirata... Sempre pirata...

-Sim meu pai! Uma vez pirata... Sempre pirata...

Seus olhos se fecharam...

-Adeus meu pai...

Sussurrei em despedida.

Após o sepultamento de meu pai. Andei até a proa e avistei os tripulantes estáticos. Eles esperavam meu sinal. Minha liderança.

-Edward eles esperam por sua decisão... – sussurrou Emmett ao meu lado.

E eles teriam!

-Faça as da casa honras meu imediato. Anuncie-me. Diante de um Emmett surpreso sorri torto.

-Ande homem a ordem é pra agora! – disse autoritário. Saindo da surpresa ele anunciou:

-MARUJOS! SAÚDEM O CAPITÃO CULLEN!

-VIVA!

-VIVA! O CAPITÃO CULLEN!

-VIVA...

Dias atuais...

“Minha” Essa palavra e a princesa não saiam de minha cabeça. Ela era minha! De mais ninguém e ponto final! Não a devolveria! Já estava mais que decidido! Não pensei, ou pesei as consequências ao toma-la nos braços e trazê-la ao Sol da meia noite. Linda... Pele de porcelana... Somente imaculada pelos ferimentos em suas costas e em sua testa. O ferimento da testa era superficial, mas os das costas... Ela havia sido espancada sem duvidas! Fiquei chocado ao tirar suas vestis. Os ferimentos estavam abertos e sangravam tanto que fui obrigado a rasgar-lhe as roupas e joga-las fora. A lembrança tornou meu semblante sombrio e travei o maxilar. O miserável que a surrara era um animal. Caçar esse tipo de besta era meu esporte predileto! Mas no momento teria que ser cuidadoso e seguir viagem rumo a uma terra desconhecida. Afinal seriamos caçados pelo rei de agora e sempre. Pouco me importa. Ela era minha princesa agora. Sorri torto. Ela era a Princesa de um pirata.

Não cansava de admirar sua beleza. Suas curvas. Seu corpo é magnífico. Sedutor. Quando a despira quase sucumbira à vontade maior da carne pulsante no meio de minhas pernas. Sua intimidade parecia que me chamava... Tentava-me... Porém não sou nem um santo! Beijei. Provei seus montes claros de auréola rosadas endurecidas. Deslizei minha língua sedenta em sua tenra entrada onde vislumbrei seu gosto doce. Mel! Viciante! Pura!Com mãos tremulas terminei de cuidar de seus ferimentos. Os cobrindo com unguento. Preparados por Rosálie. Suando frio por me conter em não possuí-la. Sai da cama e coloquei uma dose do meu vinho preferido. Do porto. O liquido escarlate queimando minha garganta.

Fazendo-me esquecer por uns instantes meu desconforto. Voltei-me a deitar-me a seu lado. Não podia perder o controle assim. Não podia! Gostava de seduzir sua pressa. Ou melhor, minha parceira de cama. Com a minha princesa não seria diferente. Queria deixa-la delirante de paixão em meus braços... Considera-me um “pirata honrado” por mais excitado que estava não agiria como um monstro estuprador! Quando a tomasse para mim a queria de olhos bem abertos. Olhos esses que não me deram o prazer de serem vistos... A minha perdição estava desacordada desde quando a retirei do pequeno barco. Sua respiração e o bater constante de seu coração era o único indicio de vida.

Subitamente minha princesa sorriu. Ela estava acordando ou sonho?

- Está sorrindo querida! Ou esta sonhando sobre ontem á noite, ou finalmente acordou?

Minha princesa abriu os olhos. Eles eram verdes... Lindos...

- Ah, que visão maravilhosa! –exclamei extasiado.

A princesa perscrutou meu rosto com curiosidade. Estava com o meu a centímetros do dela, suas pupilas se contraindo ao ver-me tão próximo, minhas mãos apoiadas em seu travesseiro, fitando-a como um bobo apaixonado.

O grito que ela emitiu assustou, nós dois. Pôs-me de pé depressa, enquanto a princesa pulou da cama pelo outro lado. Acho que sentiu frio, pois direcionou os olhos ao corpo e ao constatar que estava totalmente nua rompeu em outro grito. Atirou-se de volta a cama e puxou as cobertas até o queixo.

-Pelo amor de Deus princesa! Eu já conheço seu corpo de cor! Não há nada que me tenha escapado aos olhos. –disse rindo zombeteiro. Ganhando um olhar indignado de minha princesa.

- Como se atreve? –ela vociferou. –Saia!- apontou para a porta. –Saia agora!

Ergue uma sobrancelha. Ao dizer:

-Esta me expulsando do meu quarto Princesa?

-Seu quarto? Onde estou?

-Sim! Em meu quarto! Mas precisamente em meu navio!

Princesa Bella

Reino De Sicília. Castelo do Rei Charlie III

Três dias atrás...

A dor que eu sentia em minhas costas era quase insuportável, e mesmo Alice passando o pano com água delicadamente nas minhas feridas, ela não conseguia evitar a ardência que eu sentia. Deixei mais algumas lágrimas rolarem quando ela apertou um pouco mais o pano em cima dos ferimentos.

- Ai Alice!

- Perdoe-me Vossa Alteza.

Foi nessa hora que a porta de meu quarto foi aberta de supetão, e por lá passou uma Mary preocupada e com mais uma bacia de água nas mãos.

- Oh minha querida. – falou vindo se sentar ao meu lado na cama. Ela limpou alguns vestígios de lágrimas que ainda havia em meu rosto antes de continuar a falar. – Eu soube o que houve. Como você está?

- Já estive melhor Mary. – sussurrei tentando sorri, mas acho que saiu mais como uma careta, pois foi no exato momento que Alice apertou mais o pano em minha pele.

- Temos que fazer alguma coisa, vossa majestade não pode continuar aceitando essas coisas! – disse Mary revoltada.

- E se você falasse com ele minha alteza? – propôs Alice.

- Dizer o que Alice? Eu já disse tudo que tinha que dizer para ele. E mesmo assim ele não acredita que o Jacob me maltrate desse jeito. Lembra-se do que ele disse da ultima vez? Chegou a pensar que eu mesma me fiz esses ferimentos.

- O rei está louco...

- Papai não está louco, Alice. Só está tomado pelo desejo de querer mais e mais, e acaba esquecendo que já tem tudo. – sussurrei limpando uma lágrima que ameaçava cair.

Papai sempre foi um homem frio, que dava mais valor ao dinheiro do que a própria família. Acho que esse foi um dos motivos para a minha mãe ter definhado tão rapidamente. Depois que foi descoberta sua doença, papai quase não vinha ao castelo; nem mesmo no dia da sua morte ele veio para se despedir. Foi um dos períodos mais difíceis para mim, afinal eu era só uma garota de sete anos na época, mas mesmo assim, com toda a frieza que ele demonstrou por todos esses anos, nunca imaginei que ele agiria dessa maneira. Obrigar-me a casar com o Duque Jacob Black? Onde já se viu? E acima de tudo, acreditar na veracidade das palavras do Black! Somente porque o mesmo era um dos seus ministros mais devotos! Mas, ele era um estranho! Enquanto eu? Sua filha! Era uma coisa difícil de aceitar, principalmente porque vinha de alguém que deveria me amar e proteger. Meu próprio pai. Mas ele se esquecia desse fato: de que sou seu sangue! Sua carne! Sua única filha! Mas eu não me casaria com Duque Jacob Black, não mesmo! E foi no meio desse pensamento que uma ideia surgiu em minha cabeça. Provavelmente não daria certo, mas essa era a única chance de eu poder ser livre.

- Alice, eu preciso de sua ajuda. – pedi segurando suas mãos nas minhas.

- Sim, minha princesa.

- Você me ajudará a fugir de Sicília.

Dias atuais...

Eu não sabia se estava sonhando ou não, a única coisa que eu conseguia sentir era um prazer descomunal açoitar o meu corpo. Sentia um calor diferente em partes novas do meu corpo, mas sem nunca deixar de ser altamente prazerosa. Era uma sensação tão gostosa, que abrir os olhos era difícil, por medo que essas sensações se fossem. Mas lentamente fui abrindo, sorrindo um pouco ao perceber que as sensações ainda não haviam se libertado de meu corpo.

- Está sorrindo querida! Ou esta sonhando sobre ontem á noite, ou finalmente acordou?

Abrir meus olhos rapidamente, me surpreendendo com a voz que vinha de minha frente. Ao abrir, me deparo com duas órbitas azuis me fitando, com um brilho diferente no olhar.

- Ah, que visão maravilhosa!

Olhei-lhe curiosa por um momento, ainda não sabendo o que estava acontecendo. Até que meu cérebro pareceu acordar completamente e eu perceber que estava deitada com um homem, um homem que claramente não era o meu marido. Um grito de pavor saiu pelos meus lábios, assustando o homem em questão, que pulou rapidamente da cama, enquanto eu pulei para o outro lado. Senti um vento frio passar pelo meu corpo, e quando eu olhei para baixo, percebi que estava completamente nua. Nua! Dei mais um grito e me atirei na cama, pegando de lá uma coberta e logo me cobrindo.

-Pelo amor de Deus princesa! Eu já conheço seu corpo de cor! Não há nada que me tenha escapado aos olhos.

Minha boca se abriu em um ó de descrença com a ousadia do homem que me encarava com um sorriso matreiro nos lábios.

- Como se atreve? – vociferei. –Saia. Saia agora!

Ele ergueu uma sobrancelha ao dizer:

-Esta me expulsando do meu quarto Princesa?

-Seu quarto? Onde estou? – perguntei confusa, olhando ao redor.

-Sim! Em meu quarto! Mas precisamente em meu navio!

- Co... Com... Como em seu navio? – finalmente fui capaz de terminar a frase.

- Isso que você ouviu princesa. Vossa senhoria está abordo do magnífico, Sol Da Meia Noite.

Olhei ao redor, tentando me convencer que aquilo era mais uma loucura de minha cabeça, sentia-me confusa...

- Meu deus! O que estou fazendo em seu navio, pior em seu quarto? E onde estão minhas roupas? Meus pertences? Mande uma criada e saia, para que eu possa me vestir, ah, meu deus! Há quanto tempo estou aqui? Nem sei onde estou!

- Ao menos, parece sentir-se melhor?- ele comentou. — Não se sente mais dores nas costas?

- Minhas costas? — Não, estou bem melhor. Agora saia e mande a criada.

Mas em vez de fazer o que pedi. Ele se sentou a cama com calma dizendo:

- Quem quer que a tenha surrado merece ser pendurado pelos pés e surrado da mesma forma, querida. E prometo que, se um dia eu cuidarei pessoalmente disso. Sinto uma vontade férrea de modificar meus planos e ir atrás do miserável o quanto antes, mas no momento não acho seguro para nós dois. Mas gostaria de saber o nome e sobrenome desse estúpido minha princesa.

-Você sabe quem sou estranho?

- Discordo. Não somos estranhos minha princesa... Não depois de ontem. E sim minha linda. Sei quem és...

- Mas... Eu não... Sei quem és...

- Não seja por isso minha princesa. Sou o Capitão Edward Cullen. Dono dessa embarcação. E pirata por vocação de sangue. Seu humilde servo. — Apresentou-se com uma reverência e um sorriso torto nos lábios.

Oh céus! Não podia ser. O homem mais lindo que já virá na vida era... Era... Um...

- Acho que não compreendi o que disse senhor. O disse que é um...

-Pirata!

-Santo deus!

Ele riu de meu espanto. E disse indignada.

- Porque está rindo? Falei algo engraçado?

- Suas reações me divertem princesa. Você é fascinante!

Fiquei muda diante de seu galanteio. O fora da lei sabia palavras bonitas. Pensei com o rosto corado. Desviei meus olhos de seu rosto bonito para minhas mãos e lembrei-me que ainda se encontrava nua sob as cobertas pedi baixinho:

- Por favor, saia da cama. Sei que é um bárbaro e mal feitor, mas apelo pelo que mais lhe é caro. Deixe-me a sós.

Sua risada profunda me fez olha-lo novamente e sem conseguir evitar acompanhei o movimento de seu tórax forte. Ele era másculo...

- O que foi dessa vez? — perguntei.

- Nada princesa. Só que terá que se contentar com a minha ajuda.

- Que? O senhor me auxiliando-me a vestir-me? Não, nem pensar!

- Não seria nada demais, afinal a despi...

- Eu... Eu exijo ser tratada com respeito de minha condição! Eu... Quero me vestir!

-Pois, vista-se. –disse malicioso.

- Sozinha, ou com ajuda de uma criada. –disse insolente.

- Não tenho a intenção de sair de meu quarto, e a única mulher do navio saiu com meu imediato que por sinal é sua esposa. Ou seja, somos só eu e você princesa.

Sem saída falei com voz altiva:

- Bem... Pode, ao menos, virar as costas?

-E porque eu faria isso? –perguntou espantado.

- Por que... Por que... É um cavalheiro...

Ele riu alto mais uma vez me mantendo cativa de seu corpo forte e definido. Que pensamentos são esses! Ele...

- Acho que não ouviu o que disse princesa. Sou um pirata. Nunca fui cavalheiro; Deus me livre ser dessa raça de assexuados. Sou muito mais homem que eles fato. — Disse cheio de si batendo em seu peito. Estremece. Céus. Que corpo.

Vendo sua expressão modificar-se de zombeteira para maliciosa me dei conta de que olhava fixamente e de boca aberta seu peito. Então o vi se aproximar de mim. Estremeci novamente. O que ele iria fazer? Pensei engolindo com dificuldade...

Notas finais
Nota da Pati: quem mais ama esse Ed possessivo? Eu siiiim O/ kkkk...
Maldade da Erika parar ai né? Mas ela que quis, então matem ela u.u kkkkkk *to love chefa ice ♥*
Agradecendo novamente a todas que comentaram e recomendaram, muiiito obrigada ^^
E comentem e recomendem, quem sabe assim vocês não ganham a chance de tocar na espada do Ed? kkkk, tenho que dizer que é GRANDEEE! kkkk...
Comentem&Recomendem...
Mil beijos e várias mordidinhas no pescoço...
P.