A Princesa Da Magia
3 taça mundial parte 2
Notas iniciais
eu escrevi este capitulo treês vezes por isso comentem, só para eu não sentir que o meu trabalho foi em vão.
beijos para todos os meus queridos leitores e obrigada pelos comentarios que me têm deixado.
O jogo começou. Francesca não lhe prestou muita atenção, por duas razões: Primeiro, porque mesmo que alguma equipa marcasse pontos, ela não poderia festejar, pois era a princesa e tinha de manter uma certa imagem, pelo menos num evento daquela importância, além disso, os Malfoy (que também se encontravam no camarote do ministro) também não mostravam nenhuns sinais de alegria, embora Francesca tenha visto Draco a conter-se para não saltar da cadeira, de cada vez que a sua equipa marcava pontos.
Segundo, ela realmente odiava aquele jogo. Quando estava em Hogwarts, ia assistir a alguns jogos, mas só porque um dos seus melhores amigos, Harry Potter, estava na equipa dos Grifindor, assim como os gémeos Fred e George Weasley.
Francesca e Draco não se falaram, mas de vez em quando lançavam olhares raivosos um ao outro. Eles tinham uma relação que se podia considerar de amor-odio. Num dia eram capazes de se salvar, mas na maior parte da vezes tentavam matar-se um ao outro.
O jogo finalmente acabou. O ministro convidou Isabella, Francesca, e os Malfoy para uma taça de Champanhe com ambas as equipas. Os Malfoy recusaram delicadamente, mas a rainha Isabella aceitou de bom grado.
Francesca chegou a conclusão, que se o jogo era mau, os jogadores eram ainda pior.
Passaram o tempo todo a falar sobre as suas vitorias, a discutir uns com os outros e a lutar pela atenção da Princesa.
Francesca não tinha paciência nenhuma para aquilo e saiu dali assim que ouviu o ministro dizer que os Weasley, Harry Potter e Hermione Granger, também se encontravam no acampamento, para ir à procura deles.
Encontrou facilmente a tenda, pois o barulho dos gémeos era inconfundível.
Houve uma sessão de abraços por parte de todos. Harry, Ron, Hermionne e Gini, estavam radiantes por verem Francesca de novo e quase a estrangularam com a força com que a abraçaram. Fred e George, fizeram uma festa quando souberam que ela ia voltar para Hogwarts naquele ano. Bill e Charlie, que já conheciam a princesa, ficaram muito contentes por vê-la de novo. Molly e Arthur deram-lhe um grande abraço e disseram-lhe que ela poderia ir visita-los quando quisesse.
Mas no final, veio a mesma pergunta de todos: Porque tinha ela saído de Hogwarts no ano passado?
– A minha mãe achou melhor que eu passa-se o ano com ela, coisas de mãe galinha. — ela disse isto com anta naturalidade e despreocupação quanto conseguiu, mas lançou a Harry, Ron e Hermione um olhar de “falo com vocês depois”.
Francesca ficou com eles na tenda. Estavam a gozar com Ron por causa de Victor Krum, um jogador da Bulgária.
– Ele é mais do que um jogador. — dizia ele. — Parece um pássaro. É um artista.
– Acho que estas apaixonado Ron. — gozou Gini.
Os gémeos começaram a cantar:
– Victor eu amo-te, Victor és tu. Quando não estas não há ninguém és só tu!!!
Todos rebolaram no chão a rir.
– Os Irlandeses estão animados.- disse Fred.
– Não são os Irlandeses! — exclamou Arthur preocupado. — temos de sair daqui.
Saíram da tenda e só viram pessoas a correr assustadas. A verdade daquilo que estava a acontecer era preocupante: Estavam a ser atacados por devoradores da morte.
Francesca olhou em volta, mas estava perdida. Já não conseguia ver nenhum dos Weasley, nem Harry, nem Hermione.
Sentiu uma mãos frias a puxarem-na para longe. Era Draco Malfoy.
– Estás doido? — gritou ela. — larga-me
– Estás doida pergunto eu. — disse ele. — O que estavas ali a fazer? Ainda te matas.
– E tu? Que fazes aqui?
– Não interessa.
– Ai interessa sim senhor.
– Não tens nada a ver com isso.
– Bom, agora não interessa, vamos sair daqui.
Saíram e correram até a mata, onde encontraram os Weasley e Hermione.
– Francesca. — gritou Hermione. — Estávamos todos preocupados. Por onde andaste? Onde está o Harry? E o que é que ele faz aqui? — apontou para Malfoy.
– Andei perdida e ele encontrou-me por acaso, mas o que aconteceu ao Harry?
– Hey!! — gritou Malfoy — “ele” tem nome.
– Sim. — respondeu Hermione – mas nós nem nos damos ao trabalho de o pronunciar.
– Cala a boca, sua sangue de lama.
Francesca e Ron apontaram-lhe as varinhas e Francesca disse:
– Cuidadinho a quem chamas sangue de Lama, Draco, aliás, ainda não me disseste o que andavas ali a fazer?
– Perdi-me exactamente como tu.
– Sabes Malfoy, não me parece. Duvido que os teus pais te perdessem de vista, a não ser que tivessem a fazer qualquer coisa de importante é claro. Como por exemplo, andar ai de cara tapada a assustar toda a gente.
– Sabes, mesmo que estivessem eu não te diria.
– Sai daqui Malfoy. Vai procurar os teus pais. — disse Francesca com ironia.
– Com certeza, Vossa alteza. Vemo-nos na escola. — disse ele.
Hermione e Ron contaram a Francesca o que tinha acontecido e como tinham perdido o Harry de vista.
Toda a algazarra já tinha acabado e deram com o Harry no meio das tendas rasgadas.
– Harry! — disseram. — Tu estás bem?
– Sim. Eu...
Deram por si no meio de feiticeiros, a maior parte deles Aurors.
– Parem! — gritou Arthur Weasley – é o meu filho. Ron, Francesca, Harry, Hermione, vocês estão bem?
Foi realmente difícil convencer todos os feiticeiros de que eles não eram culpados. Barty Crouch parecia estar a obrigar-se a acreditar que os culpados eram eles.
Após ficarem a olhar para a marca negra que foi lançada no céu, Harry disse-lhes que tinha visto um homem e eles foram à procura dele.
Francesca perguntou:
– A minha mãe?
– Já esta em casa. — disse Arthur. — se quiseres Francesca eu levo-te lá.
– Não! — disse ela. — Eu vou para Hogwarts. Agora!!! Tenho de falar com Dumbledore.
Notas finais
espero que tenham gostado.
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