A Princesa Da Magia
4 O regresso a Hogwarts
Notas iniciais
peço imansa desculpa pela demora, mas as aulas começaram, e alem disso o site esteve em manutenção, por isso só consegui agora, mas aqui está, um novo capitulo, fresquinho que nem uma alface.
Beijos para todos e espero que gostem.
Não adianta grande coisa, mas é essencial para qua a historia não perca o seu rumo, por isso leiam.
–Francesca — disse Arthur eu acho mesmo que devias ir ter com a tua mãe. Ela esta muito preocupada contigo.
–Eu sei disse ela mas isto é importante Arthur. Vidas podem estar em jogo. Principalmente este ano em Hogwarts... Aquilo que eu disse à minha mãe não é verdade. Há ainda mais oportunidades para um ataque este ano, e não o contrário.
–De que raio estão vocês a falar? — perguntou Ron.
Francesca ignorou-o e continuou.
–Eu tenho de falar com o Dumbledore. Temos muito que fazer antes do inicio do ano. E já não falta muito tempo. Arthur, por favor leve-me até Hogwarts, fale com a minha mãe e diga-lhe que estou bem.
–Muito bem — disse ele .
–Ron, Harry, Hermione disse Francesca não me parece que voltemos a conseguir falar antes do ano lectivo começar. Por isso, voltem para a toca e tenham cuidado.
Os quatro amigos abraçaram-se, Francesca deu a mão a Arthur e desmaterializaram-se.
Quando Francesca voltou a abrir os olhos estava no salão principal. Este encontrava-se vazio à excepção do professor Snape que se encontrava sentado como que à espera deles. Snape fingiu ignorar Francesca e dirigiu-se a Arthur.
–Arthur, que bom ver-tê — ironia profunda — ainda bem que te encontro, tenho alguma queixas do teu filho Ron. Ele e o seu amigo Harry são peritos em desrespeitar as regras da escola, mais ainda do que os gémeos.
–Pois, mas vindo de ti Severus, eu não dou muita importância ás queixas. Vim só deixar a princesa, e agora vou-me embora que tenho a minha mulher e os meus filhos à espera. Se precisares de alguma coisa Francesca, sabes onde nos encontrar.
Arthur desmaterializou-se. Snape virou-se para Francesca.
–Vossa alteza — disse ele — é uma honra voltar a vê-la.
–Professor — Francesca adoptou o seu lado de politica — não precisa de fingir tal coisa. Sei perfeitamente que não nutre qualquer sentimento de simpatia por mim, e deixe-me dizer-lhe que o sentimento é mutuo. Mas neste momento, eu ficar-lhe -ia extremamente grata se me levasse até ao escritório do director.
–Com todo o respeito majestade, não sabe o caminho?
–Ora, sei sim, mas a senha muda todos os anos e eu não sei qual é a deste ano.
Snape não disse mais uma palavra e saiu da sala. Francesca seguiu-o e em menos de dois minutos estavam à porta da sala de Dumbledore.
–Meias rotas — disse Snape. — A gargula desviou-se e Francesca entrou deixando Snape para trás.
O escritório estava tal e qual como ela se lembrava. A fénix, Fawkes, veio cumprimenta-la.
–Olá Fawkes. — disse Francesca
–Francesca, minha querida, como estás? — Albus Dumbledore acabava de entrar na sala — cresces-te tanto.
–Professor! — Francesca correu a abraça-lo.
–Pronto, minha querida, mas agora senta-te. Temos de conversar. Algo me diz que não vieste aqui só por saudades minhas.
–Infelizmente não. Professor, não sei se já sabe que aconteceu na taça?
–Já sei sim senhora.
–Professor, durante este ultimo ano, eu estive a pesquisar, sobre varias maneiras do meu pa...de Voldemort regressar.
–E...
–E a única coisa que arranjei foi um a poção antiga. Mas para isso ele precisa de três coisas: Ossos do pai, carne de um servo dada voluntariamente, e
–E sangue de um inimigo — completou Dumbledore.
–Precisamente. Professor ele vai tentar apanhar o Harry.
–Eu sei.
–Então se sabe, porque continua com esta fantochada do torneio.
–Francesca...
–Professor, este torneio é a altura perfeita para o atacarem.
–Francesca, o torneio adquiriu novas regras. A única maneira de o atacarem era se ele entrasse no torneio, mas alunos com menos de dezassete anos, não podem participar.
–Mas mesmo assim, Igor Karkarof era um devorador da morte que saiu em liberdade. Voldemort vai voltar, não acha que entregar-lhe o Harry Potter seria a oportunidade perfeita para se redimir?
–Francesca, não te preocupes. O torneio vai continuar, mas não há razões para temer. Eu sei que estas preocupada com o teu amigo, mas não há razões para temer, pelo menos por agora. Sugiro que vás para o teu quarto e descanses que já é tarde. Amanhã vamos ter muito que preparar para a chegada dos alunos.
Francesca saiu do escritório e dirigiu-se para o seu quarto numa das torres do castelo e preparou-se para uma boa noite de sono.
Harry estava deitado na sua cama na Toca. Estava preocupado com Francesca. Pensava que se ele aguentava muito, então ela muito mais. Era a princesa, e sabia que ia reinar em tempo de trevas, tinha de proteger a mãe, pois apesar de ser inteligente e uma excelente rainha, Isabella era também muito ingénua. Além disso, Francesca era filha de Voldemort. Que vida dura. Que haveria este ano em Hogwarts que estava a deixar todos entusiasmados e Francesca num estado de nervos impressionante? Bom, pelos vistos teria de esperar dois dias para descobrir.
O ataque tinha-o deixado inquieto. Pensou no que os devoradores da morte estavam a fazer ao mugles, depois pensou em Hermione que vinha de uma família de mugles e em Ron que era considerado por todos os sangue-puros um traidor de sangue. E pensou ainda em Francesca, e no que ela ia sofrer quando todos soubessem quem era seu pai, e tomou uma decisão. Ninguém ia magoar os seus amigos nem que ele tivesse de morrer para o garantir.
Notas finais
comentem!!!! :)
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