A Porta
"A maçaneta girava freneticamente, e alguém batia fortemente do outro lado.
Irei contar-te o que há lá.
Há pesadelos. Ou a realidade, como queira chamar. Há o impuro do ar que respiramos, há as lágrimas que não verti, há o suicídio e os medos que afugentei. Há o aziago das manhãs e a penumbra das alvoradas."
Irei contar-te o que há lá.
Há pesadelos. Ou a realidade, como queira chamar. Há o impuro do ar que respiramos, há as lágrimas que não verti, há o suicídio e os medos que afugentei. Há o aziago das manhãs e a penumbra das alvoradas."
fernandakinas
Sinopse
"A maçaneta girava freneticamente, e alguém batia fortemente do outro lado.
Irei contar-te o que há lá.
Há pesadelos. Ou a realidade, como queira chamar. Há o impuro do ar que respiramos, há as lágrimas que não verti, há o suicídio e os medos que afugentei. Há o aziago das manhãs e a penumbra das alvoradas."
Irei contar-te o que há lá.
Há pesadelos. Ou a realidade, como queira chamar. Há o impuro do ar que respiramos, há as lágrimas que não verti, há o suicídio e os medos que afugentei. Há o aziago das manhãs e a penumbra das alvoradas."
Notas adicionais
Minha autoria. Não copie.
Escrito por
fernandakinas
Classificação 14+
Livro concluído
Publicado em 23 de jun. de 2012, 22:24
Atualizado em 23 de jun. de 2012, 22:24
740 palavras
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Minha autoria. Não copie.
Autor
fernandakinas
Classificação 14+
Livro concluído
Publicado em 23 de jun. de 2012, 22:24
Atualizado em 23 de jun. de 2012, 22:24
740 palavras