A Pianista

5 Refugio, doce refugio


Notas iniciais
CC: Weeeeeeeeee aaee pessoas.
Eu: Puxa saco =3
CC: Também te amo.
Eu: Vai se fuder.... então pessoas aqui vai mais uma cap para voces.
CC: E desta vez eu to ai.
Eu: Calado =3
CC: Vem calar vem.
Eu: idiota... Boa leitura galera.
CC: Xau pessoas.

\"\"5

Agora eu estou aqui sentada no sofá, no meio do Christian e o Andy. Meus pais estavam contando como foi a viaje deles para os meninos, eles falavam em inglês então eu nem perdia o meu tempo traduzindo, só sei que os meninos riam muito dessa história.

Quando eles chegaram, eles mal me deram um abraço, me senti tão chateada com isso.

Se eu saísse agora dali eles não iam ligar, mais como estou no meio desses dois eu ia chamar atenção, bom por menos eu acho.

Quando todos se levantam eu aproveito e subo as escadas, Jinxx me perguntou se eu ia jantar mais eu recusei. Fui para o meu quarto, me tranquei, peguei um caderninho e comecei a compósita. Eu chorei em algumas partes mais eu fui superando a cada minuto.

Deitei no chão, arranquei a folha do caderno e reli novamente o que eu tinha escrito, coloquei a mão no meu pescoço, senti o colar em que a minha tia me dera quando eu era criança. Deixei uma lágrima escapar, eu não posso desistir assim tão fácil dos meus sonhos.

Aliais quem sonha, acredita.

(...)

Acordo sentindo muito frio, me encolho. A janela estava aberta soprando um ar forte para dentro do quarto e para piorar eu estava com o meu corpo todo dolorido, eu tinha dormindo no chão. Levanto-me com um pouco de dificuldade, fecho a janela e depois me sento na cama. Vou até a porta e abro só que eu ouso algumas pessoas falarem algo no corredor.

– Sabe eu sempre quis ter um filho homem mais eu considero vocês como os meus filhos – Era o meu pai dizendo isso.

– Ah! Que isso senhor Pedro você tem uma filha linda e maravilhosa ela tem muita sorte em ter um pai como o senhor – Disse Ashley.

– Mais é diferente.

Ok, já basta. Fecho a porta com muita força e se dane se alguém ouviu. Pego a folha da musica que eu compus no chão e abro a janela. Olho para baixo, ok é um pouco alto mais tem uma árvore logo a frente, então lá vai: 1,2 e 3.

Conseguir pular com sucesso, a árvore não era tão longe assim e eu já estava acostumada.

Pulo salva no chão e vou até o portão. Liberdade.

Ando pelo bairro até chegar à segurança e finalmente eu estou longe daquilo tudo.

Agora o que eu devo está pensando, eu não sei para onde ir, quem sabe comer alguma coisa mais eu estou sem dinheiro, talvez ir na casa da Biia, Nanda ou Luce mais eu quero ficar sozinha. Talvez ir para a casa da minha tia mais lá seria o primeiro lugar em que o meu pai ia me procurar caso se eu demorasse e eu não queria da problema para ela.

Então continuo andando e andando. Deixo os meus pés me guiarem. Quando me dou conta eu estou em frente a uma casa abandonada, o lugar é cheio de mato. Bem sombrio.

Abro o pequeno portão que fez um rugido irritante, ando lentamente até a porta, viro a maçaneta lentamente e a porta se abre. Olho para dentro, tudo tão escuro. Pego o meu celular para clarear, a primeira visão que eu tenho é de uma sala, todos os móveis estavam acabados e seja o que aconteceu aqui eu não quero saber. Diante de uma enorme janela eu pude ver um... Um piano. Meu deus eu estou sonhando só pode.

Eu não estava ligando se aqui é uma casa abandonada que podia ter vários fantasmas, o que eu queria estava ali, bem na minha frente. Corro até ele tiro o enorme lençol branco que o tampava. Ele é todo preto e tão radiante mesmo com algumas poeiras. Limpo o banquinho com a mão e sento nele. Toco algumas teclas e a poeira subiu me fazendo torci, mais eu nem liguei.

Ele estava bem afinado para quem estava parado há anos. Pego a letra que eu escrevi e comecei a toca-lá. Notas aqui e teclas ali, assim foi até achar o toque perfeito.

(Composição criado pela autora, ruim eu sei mais espero que gostem)

– Me desculpe se eu não sou aquela garota perfeita
mais eu não podia fazer nada por você
você achou que eu podia vender a minha alma
mais eu não podia fazer nada por você.


Você me deixou aqui caída nesse chão
enquanto eu sangrava
eu lutava por sua misericórdia
então, boa noite pequena.


(Toco com mais força as teclas)


Você sabe o quanto suguei essa dor.

Diz-me o porquê desse sofrimento?
Diz-me o porquê dessa mudança?
Você faz todos ao seu redor
chorarem por suas mentiras
me faça mudar.

(Diminuo o ritmo das teclas)

Eu quero roubar sua dor.

Quem era você antes de mim?
Seu amor nunca é o suficiente
me diz quem era você?
Antes das suas mentiras.

Abra seus olhos


"sempre siga seu coração"
eu poderei te dar todo o meu amor.
mais siga seu coração.

Paro de tocar chorando, ok essas não foram umas das minhas melhores composições mais foi tudo o que eu estava sentido na hora. Por que essa vida tem que ser assim? Tudo para mim é perfeito, perfeito demais sem o amor. Eu não aguento mais, eu não aguento mais!

Enxugo as minhas lágrimas e pego a minha folha, eu poderia ficar aqui e tocar para sempre mais eu tenho que ir. Olho para trás e vejo uma escada, uma curiosidade bate em mim e decido subi.

A cada degrau eu subo lentamente, até chegar a um corredor escuro, uso o meu celular como lanterna e entro na primeira porta. Quando eu a abro eu tenho uma surpresa arrepiante. Tinha um cadáver jogado no chão, o lugar estava bagunçado e no chão tinha sangue humano, tudo cheirava morte.

Meu deus o que eu estou fazendo aqui?

Corro rápido, eu quero sair daqui, só que eu caio da escada e tudo virou escuridão.

(...)

Acordo com um som irritante e a minha cabeça latejava, o meu celular tocava bem na minha cara e quando vejo quem é: Andy.

Pois é eu tinha pegado o número dele, mais eu não queria falar com ninguém porque eu estou morrendo nesse chão frio. Ainda era noite e eu ainda estou nessa casa aterrorizante. Ai como a minha cabeça doe, passo a minha mão nela e vejo um pouco de sangue. Ótimo eu me feri.

Ando lentamente até a porta e quando me dou conta eu já estava na rua indo direto para a cidade. Meu Deus por que eu vir para esse lugar?

De repente começa a chover, ótimo acaba logo com a minha vida.

As ruas estavam tão vazias mais que horas são?

Pego o meu celular e vejo que é: Três horas da madrugada?

Ótimo, agora estou ferrada!

A que saber foda-se, tirando a parte que eu me machuquei, eu encontrei um refugio para eu tocar piano. E eu não estou ligando se lá é um lugar assustador demais, eu até que gostei de lá.

Agora eu vou correr para a casa.

(...)

Acordo e vejo que já são 12:30!

Meu deus eu perdi a hora da escola, caiu no chão. AI COMO O MEU CORPO ESTÁ TODO DOLIRINDO! AI DOR DE CABEÇA!

Ponho a mão na cabeça para ver se alivia a dor mais foi em vão. Vesti uma roupa qualquer e desci, nossa eu estava horrível. Parei na escada, isso me fez lembrar ontem, ok Violet descendo as escadas segurando no corrimão. Chego à sala e vejo os meninos tocando e afinando suas guitarras, aii dor de cabeça, põem a mão novamente, daí me lembro de que eu tinha me machucado.

– Está tudo bem? – Perguntou... Quem perguntou mesmo?

– Está – Eu disse indo para a conzinha. Eu estou com uma fome. Cadê os funcionários? A foda-se eu vou pegar qualquer porcaria mesmo. De repente eu espiro, e espiro mais uma vez e de novo e de novo ai eu começo a torci.

– Parece que a minha bambina não está bem – Disse a minha tia!

– Tia! O que você está fazendo aqui?

– Andy me disse que ontem você não jantou e depois subiu para o seu quarto, ele foi lá, bateu varias vezes na porta e ligou para o seu celular mais você não atendeu – Ela disse.

Andy sua marica fofoqueira, eu ainda te mato, me aguarde.

Ela chega perto de mim e coloca a mão no meu pescoço e depois na minha testa.

– Você está quente.

(...)

– Por onde você andou? – Perguntou minha tia.

– Sabe que eu não sei – Eu disse, nossa eu estava delirando só pode.

– Eu ti liguei várias vezes e você não me atendeu, o que houve? – Perguntou Andy.

– Hahaha não sei – Eu disse.

– Ela está com uma febre alta – Minha tia disse.

Então a situação é a seguinte: Todos estavam no meu quarto lindo e maravilhoso, eu estava na minha cama enrolada no meu edredom e com um troço que eu não sei identificar na minha boca. Ok eu estava delirando, e falando o que não devia.

– A minha querida Violet ainda está ai? – Perguntou Christian.

– Oia Christian eu sei teu nome. – Sorrir feito boba. Christian apenas bateu aquela mão enorme no rosto dele.

– Christian Coma, coma quem eim Christian?!

– Meu Deus! – Disse Christian.

– Ela está delirando – Disse a minha tia rindo.

– Violet você ainda está ai? – Disse Andy sentando no meu lado.

– Andy por que você não cala a sua boca com a minha.

Pois é eu disse isso mesmo, o que é? D:

To be continue...


Notas finais
Reviews???