Notas iniciais
CC: OOOOOOOOOOIIEEE PESSOAS :3
Eu: E ai galera, preparados para mais uma cap??
CC: Eu estou pronto e vocês?
Eu: .-.... vamos parar de lenga lenga e LET GO
CC: Até mais pessoas.
Eu: Boa leitura ^^

\"\"6

Então foi o seguinte, todos me olhavam com uma cara estanha e eu? Bom eu sorria feita um retardada de baixo daquele edredom. Eu acho que essa febre está fritando os meus miolos.

Alguém colocou a mão na minha testa e quando vejo quem é eu dou um sorriso enorme mais quando eu ia falar essa mesma pessoa tampa a minha boca com a sua mão.

– Ela está pior do que eu imaginava – Disse Andy. É ele quem está com essa mão enorme na minha boca, hmm por menos é cheirosa.

– É verdade, eu vou ligar para o médico – Disse minha tia saindo do quarto.

– Então Andy vai calar sua boca com a dela – Disse CC rindo a besa. Owt que lindo mais besta. Aqui titia Violet te ama.

– Vai se fuder CC – Disse Andy. Ele finalmente tira a mão dele da minha boca e solto um suspiro, ufa finalmente ar. De repente eu sinto muito frio, puxo o edredom mais para mim, ai que dor no corpo. Pois é eu ainda estou com essa dor irritante.

– Vem cá – Disse Andy me puxando para os braços dele, owt que fofo.

– Owt que fofo – Disse Ashley, péra ai ele leu minha mente?

Andy deu o seu delicado dedo do meio para o nosso querido Ash. Ual que grande família.

(...)

– Então, quando vai ser o dia do show? – Eu perguntei para o Andy. Nós estávamos ainda no meu quarto, abraçados. Isso me deixou um pouco envergonhada, mais isso estava me aquecendo e eu estava morrendo de frio.

– Vai se no sábado – Ele disse.

– Hmm e depois disso vocês vão embora? – Ok ataque sentimental * Moden ON* quem já teve febre assim vão me entender.

Andy suspira e logo em seguida me da um beijo na testa. Owt que coisa fofa meu deus.

– Talvez para você vai ser uma boa ideia ter nós fora daqui – Ele disse meio triste. – Nós já percebemos como é a sua relação com os seus pais e eu ouvir você bater a porta do seu quarto ontem, eu acho injusto o modo em que os seus pais te tratam.

– Eu já estou acostumada.

De repente eu comecei a chorar e muito, Andy me apertou mais o abraço. Eu não podia culpa-los, eu estou sendo muito egoísta. Até demais.

– Me desculpe – Eu disse.

– Pelo o que? Você não teve culpa nenhuma. – Ele disse.

– Eu sou mesmo uma egoísta – É sou mesmo.

Andy não disse nada apenas me abraçou de volta. Isso está ficando muito estranho, tudo isso esta ficando estranho. Será que o Andy esta gostando de mim?

Tirei essa hipótese da minha cabeça, um cara como ele jamais iria olhar para uma garota como eu. Nunca!

Só sei que eu dormi profundamente...

(...)

Tudo estava escuro, tão frio. Abro os meus olhos e me assusto quando eu vejo onde eu estou. Uma floresta negra, com neblina em todos os cantos. Levanto-me e logo uma dor toma conta do meu corpo. Eu estava descalça e com um vestido preto longo. Eu nunca tive esse vestido, e deste quanto o meu cabelo é castanho?

Corro para um riacho que tinha perto e lá vejo a minha imagem refletindo na água cristalina. Vejo uma menina branca, com os olhos da cor violeta bem forte e com uma pele tão radiante quanto a de um anjo, porém a minha alma está destruída – Eu sinto isso – Afinal onde eu estou?

– Ora, ora, ora quem encontramos aqui.

Eu olhei para trás e quase cair no riacho quando eu vir quem era.

– Mãe!

– Eu não sou mãe – Ela disse movendo a mão em um movimento brusco, só que isso foi um movimento para me jogar para longe. Bati com tudo em uma árvore, fiquei caída no chão.

– Como sempre, você é uma inútil – Ela disse – Eu nem acredito que eu dei a luz a uma imprestável, eu devia te deixando você morrer na primeira parada cardíaca que deu em você quando ainda era bebe.

Eu sabia que aquilo era um sonho, ou melhor, dizendo, um pesadelo.

– Você não é minha mãe! – Eu disse. Quando eu ia levantar ela fez o mesmo movimento com a mão me fazendo cair no chão novamente.

– Infelizmente eu sou sua mãe – Ela disse com sua voz de sinos.

– Mamãe – Uma voz doce aparece de repente, quando eu olho para frente eu vejo uma menininha loira de olhos verdes, tão linda, mais quem era e por que ela a chamou de “Mamãe”?

– Mi bambina – Ela disse pegando a garotinha no colo – Essa sim é a minha filha e você – Disse apontando para mim – Devia honrar o sobrenome que carrega.

E de repente ela desapareceu de repente tudo desapareceu.

– Mãe!

– Mãe! – Eu acordei chamando a minha mãe. Meu corpo estava suado e que pesadelo é esse que eu tive?

– Violet? Você está bem? – Perguntou Andy, preocupado.

– Eu to, eu acho que sim. – Eu disse confusa, eu me mexia como se eu procurasse algum. Meu deus o que esse sonho quis dizer?

– Foi só um pesadelo – Disse Andy tirando dos meus pensamentos – Foi só um pesadelo – Ele disse de novo me abraçando.

(...)

Eu estava sozinha no meu quarto, agora eu estou bem melhor, mais aquele sonho estranho. O que ele quis dizer? Quem era aquela garotinha que estava com ela?

Calma Violet só foi um sonho.

Saiu do meu quarto me encolhendo no meu sobretudo preto. Estava muito frio, eu ainda não estava totalmente recuperada. Minha tia tinha indo para embora para não encontrar com os meus pais. Cheguei perto da escada e segurei no corrimão e desci lentamente.

Não tinha ninguém na sala, fui para a outra sala assisti TV. Encolhe-me no sofá e fiquei mudando de canal, direto, mais de mil canais e nada. Para que pagamos teve a cabo?

A única frase daquele sonho que me incomodava era: “Devia honrar o sobrenome que carrega” o que ela quis dizer com aquilo?

Balanço a cabeça com a intenção de apagar isso só que foi eu vão.

Mudo de canal novamente e paro no Batman. Nossa eu amo esse desenho.

Luce sempre me enchia o saco dizendo que isso era para meninos, mais eu nem ligava.

Sinto o sofá afundar um pouco e quando pisco vejo a sala lotada de meninos.

Eu já disse o quanto amo o BVB?

Não?

A esqueci, eu não amo eles.

– Até você? – Perguntou CC. Balancei a cabeça e pisquei os olhos, depois coloquei a mão na minha cara com tentativa de sair dos meus pensamentos.

– Hã? – Perguntei.

– Você tá bem? – Perguntou CC.

– Eu to mais o que você disse antes?

– Nada – Ele respondeu.

– Quem nada é peixe – Eu disse. Eu ouvir umas risadinhas dos outros meninos.

CC levantou do chão e pegou o controle da minha mão.

– Ou! – Eu protestei.

– Batman não, mulheres bonitas na praia sim – Ele disse colocando em um canal de musica, onde que mostrava varias mulheres na praia sorrindo alegremente com os seus lindos e sedosos cabelos loiros. Afes, ninguém merece.

– BATMAN! – Andy gritou tomando o controle da mão do CC. Andy não deixou o menino falar apenas colocou no Batman e sentou no meu lado.

– Muito bem Robim – Eu disse zuando. Só que de repente eu senti o clima ficar tenso, os meninos foram se afastando como se alguma bomba nuclear ia se lançada a qualquer momento. Andy virou para mim com aquela cara de psicopata e sabe o que eu fiz?

Não, eu não chorei de medo eu apenas comecei a rir da cara dele. Nossa que cara engraçada.

– Do que você está rindo? – Ele perguntou bravo.

– Da sua cara oras. – É eu disse mesmo.

– Vish vamos correr cambada! – Disse Ashley.

– X-box agora no meu quarto! – Disse Jinxx. E o bando de cabritos se foram felizes para sempre.

– Você me chamou de que? – Perguntou Andy.

– Robim – É eu fui direta mesmo.

– Diz mais uma vez e você vai sofrer as consequências. – Ele disse.

– Robim, Robim, Rob... – Eu não conseguir terminar e ele já estava em cima de mim me matando com cócegas.

– Ai An... rsrs ... Pa-para – Eu não conseguia parar de rir. Ai mano cócegas, eu odeio cócegas.

De repente ele parou e ficou em cima de mim. Olhei para cima e droga me perdi naquela imensidão azul novamente. Por que ele tem que fazer isso?

– Seus olhos estão mais violetas – Ele disse.

– Hum? – Eu disse franzindo os olhos.

– É estão mais violetas olha – Ele disse saindo de cima de mim e pegando o seu celular. Peguei o celular dele e me vir na tela que parecia mais um espelho. Nossa é igual no sonho, mais como?

(...)

– Mãe? – Eu a chamei enquanto eu entrava em seu quarto.

– O que é? – Ela disse com o todo aquele carinho de sempre.

Eu sentei em sua cama enquanto ela mexia em umas papeladas.

– Sabe tem tempo que a gente não fazemos umas coisas juntas... – Ela me interrompeu.

– ... Não diga mais nada, você sabe que eu não tenho tempo para isso.

Eu me levanto da cama com muita raiva e logo digo:

– VOCE NUNCA TEM TEMPO PARA NADA – É eu aumentei o tom de voz de sim. – VOCE SÓ VIVE TRANCADA DENTRO DAQUELA MALDITA EMPRESA JUNTO COM O PAPAI, REUNIOES AQUI E REUNIOES ALI, E EU? O QUE EU SOU PARA VOCES? NADA?

De repente eu senti o meu rosto esquentar, pois é ela tinha me dado um tapa tão forte que saiu sangue dos meus lábios.

– Pense bem antes de dizer besteira! – Ela disse alterada.

– Mais tudo o que eu disse é verdade – Eu disse séria. Andei até a porta.

– Honre bem o sobrenome que carrega – Ela disse.

Eu paralisei, essa foi à última frase que ela disse no meu sonho.

Respiro fundo.

– Eu estou honrando muito bem o sobrenome que carrego, mais eu não sei se você está. – Eu disse fria e rude. Sair do quarto batendo a porta.

(...)

A marca ainda está lá e o machucado também. Meus olhos, sim o Andy tinha razão eles estão mais violetas assim como no sonho. Saiu do banheiro e deito na minha cama, a minha febre tinha diminuído com o remédio que eu estou tomando. Olho para a minha janela, ainda é de tarde.

Não, eu não posso voltar lá, mais a minha distração está lá. Suspiro.

Tenho medo e sou fraca, eu disse que eu voltaria mais eu não tenho coragem.

Levanto-me da cama visto uma roupa para frio e saiu de casa, eu não vou para a casa abandonada e sim para a casa da minha tia.

Não demoro muito para chegar lá, toco a companhia ela mesmo quem abre.

– Olá mi bambina – Ela disse – Entre.

Bom, nada melhor do que ficar um pouco longe de tudo e de todos.

To be continue...


Notas finais
Então??