Notas iniciais
Estou tão felizzzzzz XD Ganhei recomendações.... kiahatake: Amei a sua recomendação, você fez meu dia muito feliz. Fiquei maravilhada com cada letra, palavra, frase... Ah! #SemPalavras >.< Esse capitulo está dedicado a você! Paty Galvão: Meu Deus. Amei cada letra e palavra que você me escreveu! Tão lindas... Quase chorei aqui T-T De felicidade é claro! Esse capitulo tbm é dedicado a você Linda! Boa Leitura!

Sakura se sentia o mais vil dos seres humanos quando desceu as escadas daquela igreja de mão dada com Sasuke, já casada. Seu único consolo era olhar para Aya. Só mesmo um motivo tão forte para fazê-la concordar com tudo aquilo.

A igreja que Sasuke escolhera era maravilhosa. Fora construída na época da Renascença e trazia em cada detalhe toda a emoção de sua história. Como eles, muitos dos ancestrais dele haviam se casado ali. Sakura sentia-se sozinha e infeliz. Só ela sabia o quanto se sentia mal por permitir que se levasse adiante aquele engodo. A decoração era belíssima, as pessoas não cabiam em si de alegria, os votos que ela e Sasuke trocaram teriam um significado profundo, se tudo não passasse de encenação. Aquela que deveria ser uma das datas mais especiais de sua vida representava o apogeu de seu sofrimento por amar e não ser correspondida. Como que para punir a si mesma, não escolhera o vestido branco que era esperado que usasse, mas um suntuoso modelo em tom creme.

Um nó se formou na garganta de Sakura quando ela teve consciência da intimidade que dividiam naquela dança, no dia do seu casamento.

A música parou abruptamente, trazendo-a de volta a uma realidade que não queria enfrentar. Nos braços de Sasuke podia imaginar... Fingir... Mas tudo tinha um fim. Já ia se afastar quando ele a segurou.

– Nossos convidados estão esperando. — Sasuke lhe disse. Sem entender, ela perguntou:

– Pelo quê?

– Por isto. — ele respondeu, trazendo-a para junto de seu corpo e lentamente envolvendo-a com um dos braços, segurando seu rosto e erguendo-o em direção ao dele.

Ele a beijou lenta e cuidadosamente, saboreando sua boca. Um ato de intimidade para uma platéia atenta, ainda mais perigoso pelo fato de parecer tão terno, tão amoroso, quando apenas Sakura sabia que na verdade na tinha nenhum significado. Ou pelo menos, não para ele.

Quando Sasuke a deixou, os convidados estavam sorrindo e aplaudindo. Sakura teve de piscar os olhos com força para reprimir as lágrimas.

Outros casais entraram na pista de dança e Sakura se afastou de Sasuke.

– Quero ver como está Aya.

– Ela está com sua amiga...

– Ela é minha responsabilidade. — Sakura insistiu com teimosia. — Afinal é ela a razão de tudo isso, foi por ela que se casou comigo.

– E foi por ela que você se casou comigo também.

*...*...*

– Você deve estar desapontada porque não terão uma lua-de-mel.

Eram duas da manhã e por fim a festa havia terminando. Sakura balançou a cabeça ao ouvir sua amiga.

– Não, não estou. — disse com honestidade.

Haviam subido as escadas, e Sakura se dirigiu automaticamente para o quarto de Aya. Sorrindo, Ino a fez parar.

– Para onde está indo? A suíte principal é para aquele lado.

– Oh... sim... mas Aya...

– Madalena e eu levamos as coisas dela para seu quarto por esta noite. — Ino avisou com um sorriso gentil. — Sasuke nos explicou que vocês ainda não tiveram tempo de redecorar os quartos e que planejam fazer isso juntos. Eu não acho que Aya vá se incomodar de dormir na sala onde ele se veste por alguns dias. Não, tendo vocês dois tão perto dela.

Sakura engoliu em seco quando entendeu o que Ino dizia. Mais uma vez ela não havia imaginado o que fariam naquela primeira noite, quando seriam forçados a ficar no mesmo quarto. Por algum mecanismo tolo de sua mente, achara que tudo continuaria como antes. Mas claro que estava errada.

Ficou parada em frente à porta do quarto de Sasuke, hesitante. Por sorte ou intuição, ele prontamente a abriu.

– Aqui está a noiva. — Ino disse maliciosamente antes de acrescentar: — Tudo bem com Aya? Madalena e eu viemos vê-la há pouco.

– Tudo ótimo. Está dormindo como um anjo. — Sasuke respondeu, afastando-se da porta.

Sem saber como, Sakura entrou no quarto e ele fechou a porta. Estavam sozinhos ali. Ela nunca havia estado naquele quarto.

Olhou para os lados, apreensiva. Como todos os ambientes do palazzo, era um quarto amplo, decorado com antiguidades lindíssimas e almofadas de veludo estampado em tons de marrom, que criavam um clima romântico e acolhedor.

– Não posso dormir aqui. — ela disse rapidamente, o pânico ameaçando invadi-la.

– Receio que não só possa, como deva! — Sasuke lhe disse com frieza. — É o que todos esperam. Somos marido e mulher.

– Sim, mas apenas por causa de Aya... Eu... Você... Disse que casaríamos apenas no papel.

– Claro que sim. Mas não pode dormir longe de mim esta noite, não vê? — Sasuke a olhava, primeiro indignado, depois com ironia. — Estamos a sós, Sakura. Pode esquecer o olhar arregalado da noiva pura e virgem. E pode esquecer tudo o mais. Vou passar a noite no quarto de vestir com Aya. Há uma cama lá, para "emergências". Depois que nossos convidados se forem, poderemos discutir o que faremos no futuro.

Sakura sentia-se tão infeliz que não conseguia pensar. Não podia discutir com ele, sequer protestar. Estava um trapo. E além disso, sabia que o que quer que dissesse, ele apenas zombaria dela.

– O banheiro é ali. — Sasuke indicou a primeira das duas portas abertas dentro do quarto. — Sua amiga e Madalena trouxeram algumas de suas coisas para cá. — acrescentou antes de abrir a porta da sala de vestir e fechá-la atrás de si.

Algumas de suas coisas... Quais delas?, Sakura se perguntou preocupada. Ela tinha o hábito de dormir nua, um prazer sensual que cultivava especialmente no palazzo, onde as roupas de cama eram de algodão puro e tinham perfume de ervas frescas. Entretanto, o mero pensamento de dormir nua, estando Sasuke atrás da porta ao lado, a fazia estremecer. Jamais conseguiria relaxar.

Será que Ino havia pensado em trazer um robe para o quarto, ou pensara que, como uma noiva, Sakura não iria querer nem precisar de uma peça como aquela?

*...*...*

Sasuke olhava para a escuridão da noite através da janela da sala onde dormiria, tentando afastar seus sentimentos, mas sem poder se negar a verdade. Desde o momento em que entrara para sua vida, Sakura havia, sem perceber, desafiado crenças que para ele eram estáveis como se gravadas em pedra. Ele tentara resistir, dizendo a si mesmo que tudo o que fazia era apenas por Aya, que somente Sakura saberia dar ao bebê o amor de que necessitava, e que aquilo era muito mais importante que as diferenças entre seus códigos morais.

Ele tentou ignorar o desejo que sentia por ela. Tentou dizer a si mesmo que a culpa era dela, que era ela quem o incitava. Mas não podia sustentar aquilo frente a sua própria consciência.

Cerrou os olhos com força, os músculos do queixo tenso. Não havia mais como mentir a si mesmo. Ele podia até ter sido sincero quando sugeriu que se casassem por causa de Aya. Mas na igreja ao lado dela já sabia que estava se casando porque a amava.

E a verdade era que a amava por completo, por tudo o que era.

Tudo nela era perfeito.

Pouco antes, enquanto dançavam e ele respirava seu perfume, Sasuke sentira um desejo tão forte de tocá-la, de possuí-la, que lhe doía lembrar. Como poderia dormir, sabendo que apenas algumas passos o separavam da mulher que amava?

*...*...*

Sakura tirara o véu ainda na festa, mas não o vestido de noiva.

Só naquele momento percebia que, a não ser que Sasuke a ajudasse, dormiria vestida por toda a noite. E o que era pior, se apresentaria no café da manhã ainda vestida de noiva. Maldizia momento em que escolhera um vestido abotoado nas costas por uma infinidade de minúsculos botões.

Resignada, caminhou até a porta do quarto de vestir e bateu levemente, chamando por Sasuke.

Ele imediatamente abriu a porta. O coração de Sakura bateu tão forte ao vê-lo descuidadamente desabotoar os botões da camisa que por pouco não desfaleceu.

– Desculpe-me por perturbar você.

Haveria algum jeito de ocultar seu nervosismo?

Sakura tocou o lado do pescoço, brincou com seus cabelos, tão tensa que a voz lhe faltava. Sasuke a olhava com uma expressão que ela não podia compreender. Havia algo diferente nela ou eram simplesmente as sombras que acentuavam seu olhar tão sensual, tão perigosamente masculino?

Sem saber o que fazer, Sakura procurou desviar o olhar do rosto dele, mas ficou presa à camisa entreaberta que revelava os músculos do peito masculino. Como queria abraçá-lo...

Sasuke era marido dela, ela era mulher dele, estavam recém-casados.

Um arrepio fino percorreu todo o seu corpo enquanto as emoções corriam soltas. Seu braço se ergueu por vontade própria, os dedos formigavam de vontade de explorar a pele do homem a sua frente.

Desesperadamente procurava se lembrar de por que o chamara. — Eu preciso de ajuda com o vestido... — ela quase sussurrou. — Os botões... — Para mostrar a ele o que queria dizer, ela se virou. — Eu não consigo desabotoá-los.

Seguiram-se alguns segundos de silêncio, antes que Sakura ouvisse a voz dele.

– Entendo.

Ela explodiria se ele não se movesse.

– Não posso dormir desse jeito.

Por que ele não fazia nada? Ela podia sentir a respiração dele contra a pele de seu pescoço. A vontade de chegar mais perto dele quase doía. Queria virar-se e implorar-lhe que a tratasse como mulher e não apenas como sócia.

– Não posso pedir a mais ninguém.

Ela tremia, o rosto queimando com a humilhação de saber o quanto estava perto de cometer uma tolice. Sasuke não compartilhava de seus sentimentos, sabia disso.

– Não pode.

Ela o ouviu concordar, a voz profunda e estranhamente cansada.

De algum jeito a voz dele parecia diferente, mais profunda, rouca...

– A renda que há por dentro se emaranha aos botões.

– Renda? Isso não é muito antiquado? — ele pareceu divertir-se.

Quando Sasuke começou a desabotoar os pequenos botões, Sakura tensionou todo seu corpo, para evitar qualquer reação inesperada.

Havia um espelho a sua frente, e ela podia ver tanto o seu reflexo, quanto a expressão atenta de Sasuke, procurando lidar com os minúsculos botões.

Mas não foi a visão das mãos morenas que subitamente fez com que ela prendesse a respiração. Foi a consciência de que uma vez que o vestido estivesse desabotoado, escorregaria por seus ombros.

Tudo que estava usando era uma minúscula calcinha por baixo dele. Nem mesmo um sutiã. Apenas a calcinha de seda.

As mãos de Sasuke estavam no meio de suas costas. Sakura podia sentir o peso do vestido forçando-o para baixo. Mais alguns botões e...

Ela começou a entrar em pânico, tentando se afastar dele.

– Espere. — ele disse recusando-se a deixá-la ir. — Ainda não desabotoei todos eles.

Não todos eles, mas o suficiente, Sakura percebeu quando o vestido deslizou para o chão antes que pudesse segurá-lo.

Paralisada, Sakura não sabia o que fazer. Através do espelho encontrou o olhar de Sasuke. A cada respiração seu rosto ficava mais vermelho.

Sasuke também parecia transformado em pedra, tão imóvel quanto ela, a não ser pelo forte brilho em seus olhos. Ela o ouviu respirar pesadamente, e sentiu que arrepios sucessivos percorriam-na de alto abaixo. Em um gesto de autoproteção levantou os braços para cruzá-losem torno do peito, mas foi Sasuke quem reagiu primeiro. Foram as mãos deles que lhe cobriram os seios, e brincaram com a maciez de sua pele, beliscando suavemente os mamilos sensíveis e excitados.

– Sakura! Sakura! — ela ouviu o gemido rouco, um tom de voz que ainda conhecia, ávido entre suspiros.

Inclinando a cabeça, ele beijou-a no pescoço. Imediatamente a excitação tomou conta de todo o corpo dela.

– Você tem alguma idéia do que está fazendo comigo? — ele perguntou perturbado. — Você é uma tentação... O tempo todo!

Sakura sabia perfeitamente o que ele estava fazendo com ela! E o quanto se sentia chocada, com a intensidade de seu desejo.

Sasuke a virou para si, e pressionou-a contra seu corpo. Os seios nus estavam em contato com o peito dele, as costas sentiam suas mãos fortes aproximando-a mais e mais.

Era visível o quanto ele estava excitado. E saber que era desejada fazia com que Sakura se sentisse poderosamente sensual, e intensificava ainda mais seu próprio desejo por ele.

Sem pensar, ela sussurrou o nome dele com a voz rouca, um provocante convite à intimidade. Aquele som deu a Sasuke a certeza de que era impossível resistir a ela. Seu corpo era quente, convidativo, e tremia sob seu toque.

Ele beijou-lhe a testa, os olhos, a região sensível atrás das orelhas... Queria sentir seu gosto, queria ouvi-la gemer de prazer.

Os lábios dela se abriam e ela o abraçava fortemente, os dedos mergulhando em sua carne.

O jeito natural como ela respondia às suas carícias deixava-o louco! Aquele era o afrodisíaco mais potente que poderia existir.

Por um segundo Sasuke hesitou, lembrando a si mesmo que era um homem de palavra e que haviam combinado que seu casamento seria apenas no papel. Não importava como se sentia, não suportaria se depois ela se voltasse contra ele.

– Você me quer? — ele perguntou, determinado a acatar a decisão dela.

Sakura ficou tensa. Aquela era a chance de interromper o que estava acontecendo se quisesse fazê-lo. Sabia que estava a um passo de fazer algo que mudaria sua vida para sempre.

Mas o amor que sentia por Sasuke já não fizera exatamente isso?

Ela não se arrependeria pelo resto de sua vida se não aceitasse o que ele estava lhe oferecendo naquele momento?

Respirando profundamente, fez um gesto afirmativo com a cabeça, e para o caso de ele não entender o seu significado, colocou-o em palavras.

– Sim, eu quero você.

Aquelas simples palavras causaram nele uma emoção que nunca havia sentido. Seu corpo todo pulsava de desejo por ela.

Cobrindo seu rosto com as mãos, ele a beijou longamente, saboreando cada centímetro de sua boca com tal intimidade que Sakura foi pega de surpresa. As mãos dele acariciavam todo o seu corpo. Sem se afastar de sua boca, ele sussurrou:

– Você não vai tirar minha roupa?

Ela? Tirar a roupa dele?

Sakura voltou a se sentir em pânico. Esquecera que Sasuke acreditava que ela tinha experiência sexual, inclusive em seduzir maridos alheios.

Sasuke sentiu que ela se recolhia e se distanciava um pouco. Havia mudado de idéia?

Tentou olhar em seus olhos, mas ela imediatamente fechou-os, escondendo-se.

– Acho que ganharemos tempo se você mesmo fizer isso.

Sakura não sabia de onde havia conseguido coragem para murmurar aquelas palavras. Subitamente sentia que seu corpo todo queimava... De vergonha!

Ganhar tempo! Sasuke estava muito envolvido em seus próprios desejos para perceber o desconforto dela. Pegando-a nos braços, ele a carregou até a cama, deitando-se sobre ela, os seios macios contra seu peito nu.

– Você está certa. — ele disse. — Não precisamos perder tempo com preliminares quando sabemos o que queremos.

Ele a beijou de um jeito rude que tanto a chocou como excitou. As mãos dele corriam por seus seios, enquanto sugava sua boca. Subitamente Sasuke tocou a parte sensível entre suas coxas. Sem poder se controlar, Sakura gemeu alto, tentando conter seu susto contra o ombro dele. Mas ao invés de perceber sua aflição, o gesto o excitou ainda mais.

Tirou suas próprias roupas o mais rápido que pôde, sabendo que corria o risco de não conseguir satisfazê-la, tal a urgência que sentia em satisfazer seu próprio desejo.

O perfume do corpo dela, seu gosto, o modo como se movia, deixavam-no louco.

Com a mão procurou pelo calor de sua feminilidade, querendo certificar-se de que estava mesmo pronta.

Fortes tremores percorriam o corpo de Sakura. Ela pensava que sabia o que esperar do sexo, e que a experiência não lhe traria surpresas, mas estava completamente enganada.

De algum jeito, sem saber como, havia mergulhado seus dedos nos cabelos de Sasuke. Segurava a cabeça dele contra seus seios quando uma força selvagem a tomou, como se mergulhasse em um turbilhão de prazer.

Podia sentir a umidade de seu sexo, e também o modo como respondia ao toque de Sasuke, abrindo-se, crescendo. Com os dedos ele a preparava, procurava, circulava o ponto mais sensível de seu ser, fazendo-a pulsar de prazer.

– Sasuke... Sasuke...

Sem a total consciência do que estava fazendo e do efeito que seus sussurros tinham sobre ele, Sakura repetia seu nome, apenas dando vazão ao seu desejo.

Sasuke hesitou. Ele sabia o quão perto ela estava de se satisfazer, mas queria que naquela primeira vez em que estavam juntos pudessem dividir esse prazer. Sem parar de estimulá-la, ele se colocou por cima dela, beijando-a apaixonadamente enquanto começava a penetrá-la.

Sakura sentiu que se contraía instantaneamente ao perceber o que Sasuke faria.

Mas em seguida relaxava, seu corpo se acomodando instintivamente ao dele. Inebriada de paixão, se aconchegou ainda mais a ele quando sentiu uma dor aguda, apenas parte de uma sensação maior, de um prazer indescritível. O sentimento de ser totalmente preenchida por ele era tão especial, que a dor não significava absolutamente nada.

Sasuke sentiu a tensão no corpo dela, o quanto estava fechada, ouviu seu gemido... Mas era muito tarde para que pudesse interromper o que estava acontecendo. Parar o que fazia naquele momento a machucaria mais do que se continuasse.

As mãos de Sakura se apertavam contra as costas dele, desesperada ante a possibilidade de que ele interrompesse aquele momento mágico. Logo seu corpo se contraía seguidamente em ondas de prazer, trazendo-lhe uma sensação que nunca pudera imaginar sentir.

Momentos depois, sentia-se ainda inundada por uma sensação de satisfação e felicidade. Exausta, mal podia manter seus olhos abertos.

Sasuke, ao contrário, estava totalmente despertado e observava-a com preocupação.

Continua...

Notas finais
Então? O que acharam? Finalmente Hentai! kkkkkkkkkkk Comentem! >.< Até a próxima!