A Oculta

1 Coisas Ocultas da Noite


Notas iniciais
Quem diria que andar, seria minha ultima opção para conseguir fugir, minha vida pode esta por um fio e tudo pode acabar dependendo de mim. sempre de mim...

Era em uma estação de outono. Eu estava caminhando no parque não sabia o motivo, simplesmente estava la. O dia ja estava escurecendo parecia obscuro e deprimente, tinha um intença neblina, as folhas caindo no chão e o calmo e suave vento do litoral tocando o balando os meus cabelos negros, e passando suavemente em meu rosto da pele mais branca. Avistei no meio do parque um colar. Não deu para ver muito bem, por que o seu brilho afuscava meus olhos verdes. Quando cheguei mais perto percebi que era um colar de duas correntes, uma mais fina que parecia nova e outra mais grossa e aparentava ser mais velha. E o pingente uma palheta vermelha; a unica coisa que tinha nesse no pingente era uma marca de uma digital de dedo, não tinha ninguem no parque. Penso ter visto um vulto passar por entre as árvores, tomei um susto com o meu celular vibrando amostrando uma mensagem da minha amiga, Tamy Gonatch, que dizia:


"Ivie, onde você esta ??

me liga, preciso falar com você...

até..., boa noite!"


Não entendi muito bem o "boa noite" no final da mensagem, mais vai entender. Quando fui tentar ligar para ela, eu percebi que minha bateria do celular tinha acabado de tanto ouvir música. Tenho uma sensação de alguem me olhando, mais quando viro não vejo nada. Deve ser coisa da minha cabeça.


Melhor eu voltar já esta ficando tarde ! — penso.


Volto a olhar para frente vejo um homem, com asas de águia de olhos vermelhos de puro ódio e com uma lamina azul marinha com algum tipo de escritura grega cravada, e no braço dele tinha uma marca, de um F. Eu fiquei paralisada sem ação, segurando o colar. Não pensava em nada tudo paralisou ao meu redor. Um son de galho quebrando sai por de traz das árvores e a aquele "homem" começa a rir.


– HA HA HA HA você de novo, esta tentando me atrapalhar Jack?. Hum!


Eu continuei parada e mais assustada ao ver aqueles dentes afiados, a unica coisa que eu queria era sair dali, o mais rapido possivel.

– O-o que é vo-você ? — em fim perguntei. Ele olhou para minha com os olho famintos.

– Isso não importa. A única coisa que importa nesse exato momento é que eu vou adorar o meu lanchinho de hoje, vou comer até os ossos. Hum!


Ele abriu um enorme sorriso e correu em minha direção, cravando sua espada em uma arvore a cima de mim, eu no reflexo desvio e começo a correr para o lado dele.


— Rum...to vendo que essta vai dar trabalho. hum ! -falou.
Ele tira a espada de uma cerejeira, que parte ao meio e quase me atinge. Enquanto as folhas caiam, me levanto rapidamente e começo a correr, quanto mais olhava para traz mais perto ele estava, até que no meio do caminho, eu acabo tropeçando em uma raiz de alguma árvore, e acabo torcendo o meu tornozelo. Olho para traz ele ja estava andando em minha direção, começo a me arastar tentando ficar o mais longe possivel.

– Ha ha ha, correr é inutio, que pena que vou comer uma garotinha tão bonita. Hum!

– Eu não sou uma garotinha — grito desesperada
Ele chega mais perto e me ataca, eu sou arremeçada em uma grande árvore, abro os meus olhos embaçados, que aos poucos consigo enchegar uma mancha, fico supresa ao ver uma pessoa com uma capa negra com uma incrivel espada vermelho sangue.
— Eu lhe avisei Jack, para não me atrapalhar. Hum!

– E quem disse que você tem algum poder sobre mim, Marcos. -responde o jack.

Minha visão começa a ficar melhor, e vejo minha perna ensanguentada, eles começão a lutar. Acho uma oportunidade, e tento me arrastar mais logo fraquejo, não tem como eu sair dali. Marcos pega a sua espada e corta o braço do Jack, logo em seguida, Marcos vai em direção ao seu pescoço com sua espada, Jack desvia cortando o espada de Marcos, que cai ao meu lado, Jack então ataca, Marcos logo desvia colocando a cima dele um pedaço de árvore para tentar se proteger, até que Marcos consegue acertar com suas asas, o corte no broço do Jack e joga o Jack bem em minha frente e o ataca. Eu ainda estava com o colar de palheta em minhas mãos. Tinha que fazer alguma coisa, não podia ficar ali sem fazer nada.


— Agora é o seu fim, irmãozinho ingrato.

Marcos levanta a espada do proprio irmão, quando enfio o pedaço de espada em suas costas, sem muito apoio no pé caio atraz dele.

HAAAA... — grita Marcos. Deixando cair a espada. Marcos vira pra me atacar.Quando vejo uma espada atravesada no peito de Marcos, ele cai ajoelhado com os olhos arregalado ao me lado. minha visão começa a embasar e desmaio.

Notas finais
minha vida esta estar por um fio, isso tudo só no próximo capítulo...