Notas iniciais
Oi lindas, mais um cap...
Nao sei se ficou muito bom..
Criticas sao super bem vindas...
entao fiquem a vontade para faze-las!
Ei, se vcs gostam da fic, recomendem, que tal? *>*
Em fim, como eu disse, tenho facu agora
E vcs não vão acredita? Eu levei o maior tombo e estou toda roxa kkk
Foi um um tombo mesmo viu? Kkk
eu tô cheia de cores nas costas e no braço

P.O.V. Elena Gilbert

Voltei do almoço com um sorriso em meu rosto. Damon era uma companhia tão maravilhosa, não tinha como não se sentir bem quando eu estava perto dele. Eu gostava tanto de quando nós ficávamos juntos conversando. Por mim, eu iria almoçar com ele todos os dias. Só que é lógico que isso não iria acontecer. Ele me convidou hoje por educação. Apenas isso. Ele viu que eu estava machucada e foi gentil me convidando para sair com ele. Eu não tenho porque pensar em outro motivo. Não posso negar que eu gostei quando ele disse que gostava da minha companhia ou quando ele segurou a minha mão. Eu me senti muito querida. Ele mexe muito comigo. A verdade é que eu não iria ligar de passar o meu dia inteiro com ele. Eu nunca conheci alguém como ele. Eu posso até dizer que o Damon é perfeito, para mim ele é perfeito.

Eleninha! Caroline me chamou tirando-me de meus pensamentos.

Oi, Carr!

Quer dizer que você foi almoçar com o Damon? O que está rolando? Perguntou curiosa. Conte-me tudo!

Não está rolando nada! E não estava mesmo. Não havia nada entre nós dois.

Vocês foram almoçar juntos! Como assim não está rolando nada? Ele trocou a preciosa Katherine por você!

A Katherine morreu. Falei irritada. Não aguentava mais ouvir falar dela o tempo inteiro.

A questão não é essa, Lena! Revirou os olhos. A questão é que ele não saía com ninguém. Tipo com ninguém mesmo! E mal conversava com qualquer pessoa, passava o dia inteiro trancado na sala dele. Explicou. Agora, vocês vivem conversando pelos corredores, ele te convida para almoçar! Eu sei que está rolando um clima entre vocês!

Carol! Eu a repreendi! Eu e o Damon somos amigos! Só amigos! Tentei me justificar. E ele só me convidou por educação! Ele ficou com pena de mim porque eu me machuquei, só isso!

Ah, que bonitinho! Ela exclamou. Ele já está todo preocupado com você, é? Esse é o primeiro sintoma de que existe algo entre vocês dois! Falou com convicção.

Não existe nada entre nós dois! Contestei. Ele é um homem educado por isso se preocupou comigo. Só isso! Não tem nada, além disso. Nunca existiria nada entre nós dois. Por mais que eu minta, eu sei que eu sou casada, e eu não quero me envolver com ninguém. Se algum dia eu conseguir fugir do meu marido, eu não quero ninguém, não quero correr o risco de ser maltratada por outra pessoa novamente. Mas ainda assim, eu não consigo imaginar como seria estar sempre sozinha. Eu não queria ficar sozinha.

Sei. Caroline não acreditava, não importa o que eu dissesse. Agora me conta como foi o almoço de vocês.

Foi legal. Respondi vagamente. Não precisava dizer nenhum detalhe, isso só faria com que a Caroline pensasse mais bobagens.

Isso eu já sei, você não precisa me contar! Reclamou. Eu quero saber detalhes! Como ela era insistente. Se eu tentasse não contar, ela iria me pressionar até conseguir que eu contasse.

Eu estou dizendo, não aconteceu nada demais! Fiz questão de reforçar. Por que ela não entendia que não havia nada entre nós? Nada mesmo!

Para com isso e conta logo! Eu quero saber tudo! Insistiu. Como foi o convite?

Ele estava me perguntando sobre os meus machucados, se eu estava bem mesmo, se eu precisava ir ao hospital ou de qualquer coisa. Contei. Eu disse várias vezes que eu estava bem, que ele não precisava se preocupar comigo, e então, ele perguntou se eu não queria almoçar com ele. Eu aceitei e ele falou que eu poderia escolher aonde nós iríamos.

Ah, que romântico! Ela sorriu. Deixando você escolher!

Não tem nada demais nisso. Respondi. Eu estava falando isso mais para mim mesma do que para ela, eu queria me convencer que não tinha nada demais nisso! Eu não posso nem sonhar que eu sinto alguma coisa pelo Damon, não mesmo!

Claro que não. Ela estava sendo cínica. Continua falando!

Quando nós chegamos, eu também escolhi onde nós iríamos sentar e ele puxou a cadeira para mim. Só de lembrar a minha voz já tinha mudado, estava mais doce. Esse almoço com ele foi, com toda a certeza, um dos melhores momentos que eu tive em minha vida.

Ele puxou a cadeira para você? Isso é ainda mais fofo e romântico! Exclamou. E você fica aí dizendo que não está rolando nada! Sei!

Mas não está! Aposto que ele é gentil com todas as garotas. Era nisso que eu acreditava. O Damon deveria ser educado com todas, por que ele seria assim apenas comigo? Justo comigo? Eu não tenho nada de especial! E além do mais, ele não quer namorar. Ele mesmo disse que não queria outra.

Não, ele não é. Balançou a cabeça negativamente. Ele está sendo assim com você! Exclamou. Foi involuntário, mas quando Caroline disse que ele só tratava a mim desse jeito, eu senti meu coração acelerar. Eu acho que ele gosta de você, Leninha.

Lógico que não! Por que ele iria gostar de alguém como eu? E isso não faria a menor diferença também, eu não posso ficar com ninguém! Eu não quero ninguém!

Ele tentou te beijar? Perguntou descaradamente.

Não! Eu não estava acreditando que ela tinha me perguntado isso. É óbvio que ele não tentou me beijar. Baixei o olhar. -Ele apenas segurou a minha mão. Será que isso significava alguma coisa? Eu não sei por que eu estou tão interessada.

E você fez o que? Ela estava curiosa.

Nada! Estava falando a verdade. E ele se afastou tão rápido. Contei. Eu nem tinha muita ideia do que tinha acontecido, só sei que eu me senti tão bem quando a mão dele encostou-se à minha, eu não queria que ele tivesse se afastado, não mesmo.

Vai ver ele achou que você não iria gostar se ele tentasse alguma coisa! Considerou. Ele te falou alguma coisa?

Não, Caroline, ele não falou nada! Respondi impaciente. Você está vendo coisas onde não existe!

Vocês dois estão solteiros, qual o problema, Elena? Pressionou.

Eu não quero me envolver com ninguém! Respondi. Eu não quero me magoar, quero ficar sozinha. Falei. Eu esperava continuar mantendo a mentira de que eu era solteira por bastante tempo. E, além disso, o Damon também não quer ninguém, ele me disse que não quer ninguém, que não quer alguém para substituir a Katherine.

Não é o que parece! Vocês estão dizendo uma coisa, mas estão se comportando de um jeito bem diferente.

Sério, Carr!

Tá, tudo bem. Finalmente ela tinha concordado. Mas eu ainda acho que eu vou ver vocês namorando.

...

P.O.V. Damon Salvatore

Eu já estava pensando novamente na Elena. Eu não entendo porque ela prende tanto a minha atenção. O que essa Elena tem de tão especial para que eu me importe tanto com ela? Talvez seja o jeito doce dela. Ela é tão delicada. Eu não consigo acreditar quando ela diz que quase não sai ou que não tem amigos. Como uma garota como ela pode não ter amigos? Ela é maravilhosa. Eu a considero maravilhosa e, além disso, ela é muito bonita. Eu gosto de estar com ela. Aliás, ela é a única pessoa com quem eu gosto de estar ultimamente. Ela faz com que eu me sinta bem e eu não me sinto desse jeito desde o acidente. É claro que eu não deveria tê-la convidado para sair comigo, muito menos ter pensado nem que fosse por um instante que eu poderia ter alguma coisa com ela. Eu ainda nem sei por que eu pensei nisso, eu nem deveria ter segurado a mão dela, que bom que eu consegui me frear antes que eu tentasse algo a mais. Ela, com toda a certeza, ficaria com raiva de mim e eu gosto da amizade dela, não gostaria de perdê-la. E, além disso, eu não quero me envolver com ninguém, eu estou muito bem sozinho. A verdade é que eu estou ficando confuso, muito confuso. E se não pudesse ficar pior, é lógico que ficou quando o Stefan chegou.

O que você quer, irmãozinho? Perguntei entediado. Eu e o Stefan não estávamos nos entendendo muito bem. De um tempo para cá, ele tenta me convencer que eu deveria seguir em frente, achar outra mulher e recomeçar a minha vida. Como se fosse tão simples assim.

Eu vi você e a Elena no restaurante hoje. Provocou.

E o que você tem a ver com isso? Perguntei sem muita paciência.

Vocês estão ficando? Pareceu interessado.

Claro que não. Como o meu irmão pode ser tão insuportável? E o que você tem a ver com isso? Por que você não vai cuidar da sua vida?

Mas vocês estavam no maior clima. Ele ignorou o que eu tinha dito por ultimo. Damon, ela parece ser uma garota legal. Argumentou. Você deveria tentar alguma coisa com ela.

Eu não estou interessado. Falei secamente.

Não é possível que você não fique interessado em ninguém! Por quanto tempo mais você pretende ser fiel a Katherine?

Isso não é da sua conta! Eu não aguento mais a insistência dele em que eu arrume outra, como se fosse possível encontrar uma mulher como a Katherine. Ela é insubstituível. E quantas vezes eu vou ter que dizer que eu não quero outra?

Eu acho que você deveria ficar com a Elena. Insistiu. Você gosta dela.

Eu não gosto dela. Engraçado, mas essa frase não pareceu tão verdadeira assim. É claro que eu sinto alguma coisa por ela, mas ainda assim, eu não quero me envolver.

Não, claro que não. Ele foi irônico. Você apenas a levou para almoçar onde você costumava ir com a Katherine, sendo que você disse que jamais iria voltar lá porque o lugar te trazia lembranças muito fortes dela.

Não fui eu quem escolheu! Foi a Elena! Eu iria fazer o que? Dizer não eu não posso ir nesse restaurante?-Perguntei cinicamente. E então, eu me toquei do que parecia estar mais óbvio para o meu irmão do que para mim mesmo. Enquanto eu estive com a Elena, eu não me lembrei em nenhum momento da Katherine, todas as lembranças que eu tinha dela não vieram à tona. Eu não me senti triste ou melancólico, muito pelo contrário, eu me senti muito bem com a Elena. Foi como se aquele restaurante, onde eu tinha tantas lembranças, fosse um lugar totalmente novo.

Ela ainda escolheu onde queria ir! Você pode não admitir, mas você está gostando dela!

Stefan, faz um favor para a humanidade? Clara a boca!

Porra, eu estou te dando um bom conselho! Reclamou. Você tem que parar de chorar pelos cantos. Eu sei que é difícil, ninguém vai trazer os seus filhos de volta, mas você deveria achar outra mulher! Vocês poderiam se casar e ter filhos, você iria se sentir muito melhor.

No momento, eu não estou aceitando conselhos de alguém que nem consegue cuidar da própria vida amorosa. Zombei. Irmãozinho, você nem consegue controlar a sua mulher! A Rebekah vem quase toda a semana aqui e dá escândalo porque vocês brigaram de novo!

Você sabe que o meu relacionamento com ela é assim! Nós brigamos muito, mas nós nos amamos!

A Rebekah é completamente louca!

Não fale dela assim!

Então, não tente me dizer que eu tenho que substituir a Katherine!

Eu não estou mandando você substituí-la. Ela vai ter sempre o lugar dela. Eu só estou dizendo você poderia amar outra mulher e ser feliz com ela! Mas se você prefere ficar sozinho para sempre, o problema é seu.

Ótimo, ele ficou irritado e foi embora. Eu não iria mais ter que aguentar os assuntos dele.

...

Conforme os dias foram passando, eu estava cada vez mais envolvido com a Elena. Eu adorava a mera presença dela. Queria passar o tempo inteiro com ela. A realidade é que quando eu estou com ela, eu me sinto vivo, não como no restante do dia onde eu acho que morri junto com a minha esposa e com os bebês. É claro, eu nunca vou conseguir parar de pensar nos meus filhos, mas a cada dia que se passa, eu me lembro menos da Katherine. A Elena está fazendo o que eu julguei ser impossível. Está fazendo com que eu esqueça a Katherine completamente. Talvez o Stefan estivesse certo quando disse que eu estava gostando dela. Até o Ric me disse isso outro dia. É claro que não iria dizer a eles que eles poderiam estar certos, claro que não. Só que eles estavam. Eu não consigo parar de pensar na Elena, eu estou viciado nela. Por mais que eu tente, eu não consigo tirá-la de meus pensamentos. Ainda assim, eu não a tinha convidado para sair novamente e eu decidi que eu não deveria mais agir dessa forma. Se eu sinto alguma coisa por ela, eu tenho que tentar, muito embora, eu já imagine que ela vai me dar um fora, ela parece muito mais empenhada do que eu estava em não ter um relacionamento com alguém. Suspirei pesadamente antes de sair de minha sala e ir até ela.

Elena. Eu a chamei.

Sim? Ela me fitou com aquele sorriso doce que eu gostava tanto. Teve um tempinho para falar comigo hoje, Doutor? Brincou, nós tínhamos ganhado intimidade rapidamente, era tão fácil de perceber.

Eu sempre tenho tempo para você. Falei sinceramente. A verdade é que eu vivia em função do tempo. Ficava ansioso para vir ao trabalho só para poder vê-la e quando ela ia embora eu ficava esperando o dia seguinte para poder vê-la novamente. Eu não sei o que está acontecendo comigo.

É muito bom saber disso. O sorriso em seu rosto se alargou, ela ficou ainda mais bonita.

Tem mais uma coisa que eu queria que você soubesse. Fiz uma breve pausa. -Eu adorei ter saído para almoçar com você naquele dia. Já tinha tanto tempo que eu não ficava com ninguém que eu já nem conseguia puxar assunto. Estava me sentindo um idiota.

Eu também gostei, de verdade. A sua voz era tão delicada, soava como musica aos meus ouvidos.

Eu queria sair com você de novo. Pedi. Eu deveria ter achado um jeito um pouco melhor de convidá-la, talvez, uma forma mais romântica, só que eu estava tão ansioso que não consegui pensar em nada.

Eu iria adorar. Respondeu, seus olhos estavam fitam os meus e eu já estava encantado por ela.

Você quer jantar comigo hoje? Eu realmente esperava que ela me dissesse que sim, seria ótimo poder ter a companhia dela essa noite, eu estava tão viciado nela que há queria o tempo inteiro.

Eu... -Ela hesitou. Damon, eu... Não... posso. Ela balançou a cabeça negativamente e evitou me olhar. Eu tenho um compromisso hoje.

Tudo bem. Falei visivelmente frustrado, afinal, eu queria tanto sair com ela. Ela fazia os meus dias muito melhores. Se você quiser, nós podemos sair outro dia. Ofereci.

Eu acharia ótimo. Sussurrou. Eu sinto muito não poder sair com você hoje. Desculpou-se. Eu realmente queria ir, mas eu não posso.

Eu entendo, não tem problema algum. Respondi, estava sendo compreensivo. Você tem algum compromisso amanhã de noite? E a fitei e me perdi em seu olhar.

Amanhã? Eu não sei... -Falou vagamente.

Ela não precisou me responder mais nada, eu já percebido que ela estava me dando várias desculpas para não sair. Eu não deveria ficar forçando-a. Se ela não queria sair comigo, eu tinha que entender. Elena, eu não quero que você se sinta obrigada a sair comigo, eu vou entender se você não quiser ir. Eu não quero ser inconveniente com você.

P.O.V. Elena Gilbert.

Eu queria tanto sair com o Damon, mas eu simplesmente não posso sair à noite! O que eu iria falar para o Matt? Se eu falasse que tinha uma festa do trabalho, ele nunca me deixaria ir e se eu falasse que eu teria que trabalhar novamente fora do horário e chegasse tarde em casa, ele iria me bater de novo. Eu simplesmente não posso sair e eu também não posso contar a verdade. Isso faz com que eu me sinta horrível. Eu gosto tanto do Damon, embora não devesse. Eu não sei muito bem como eu gosto dele. A Caroline insiste que eu estou apaixonada por ele, mas eu não sei, eu só sei que eu queria ficar com ele o tempo inteiro e que nos últimos dias, eu faço qualquer coisa para poder falar com ele e ficar em sua companhia o máximo que eu posso. A verdade é que não entendo muito sobre relacionamentos. Desde os meus quinze anos, eu nunca mais tive amigos e também nunca tive um namorado. Bem, mesmo eu sendo casada com o Matt, eu não considero, porque eu não o amo, nunca amei. A verdade é que eu nunca tive um namorado que eu amasse. Ou seja, a minha idade mental para relacionamentos é quinze anos, eu não evoluí nada nesses últimos anos. Eu não queria dar essas desculpas ridículas a ele, mas eu não posso fazer outra nada. E para piorar, ele acha que eu não quero sair ou que eu o estou achando inconveniente. Não é nada disso, mas como eu não posso explicar, ele vai acabar ficando magoado.

Você não está sendo inconveniente. Falei sinceramente. Eu não sabia o que dizer ou qual desculpa inventar. Não mesmo. Desviei o olhar. É que eu vou receber os meus parentes em casa, provavelmente eu vou ter que buscá-los no aeroporto e eles sempre vem naqueles voos durante a madrugada em plena sexta! Foi o melhor que eu consegui pensar. Como se eu tivesse qualquer família. Depois que eu me casei com o Matt, nunca mais soube dos meus pais.Eles ficaram de me ligar hoje de noite para confirmar o horário do voo. Por isso que eu disse que eu não sabia, ia depender do horário que eles vão chegar. Respondi do jeito mais natural possível. Mas não pense que eu não quero sair com você. Eu quero. Fiz questão de enfatizar a última frase.

Tem certeza? Perguntou um pouco confuso.

Claro que eu tenho! Respondi. Como eu sempre digo, eu adoro a sua companhia! Fiz uma pausa. Por que nós não saímos para almoçar amanhã? Sugeri.

É uma ótima ideia, Elena. Ele concordou. Você quer mesmo sair?

Eu quero! Respondi verdadeiramente. Já estava radiante sabendo que nós iríamos sair juntos. Sair para almoçar era o máximo que eu podia fazer, mas eu me contentava com isso. — E eu adoro você! Meu rosto corou de vergonha. Eu não deveria ter dito que gostava dele, isso foi impulsivo, mas muito verdadeiro.

Adora? Percebi um brilho diferente no olhar dele. E o seu tom foi convencido.

Sim, eu adoro. Repeti.

Eu também te adoro. Ele sussurrou e abriu um sorriso sedutor, eu quase perdi o fôlego.

Quando eu percebi, nossos corpos estavam tão perto, era uma proximidade deliciosa, uma proximidade que eu desejava diminuir até que nós estivéssemos colados um ao outro. Ainda assim, eu não deveria continuar com isso. Eu só iria me machucar. Eu mal sei como eu me sinto, a minha vida é tão complicada. Eu não deveria me envolver com ele! Quando os lábios dele estavam quase tocando os meus, eu me afastei. Eu tive medo do que eu poderia sentir se eu deixasse que isso continuasse. E mesmo tendo interrompido, eu queria voltar no tempo só para não ter interrompido, só para saber como era beijá-lo.

Notas finais
Comentem, plz!