A New Chance To Love
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Mais um cap!
Espero que vcs gostem!
Eu escrevi correndo para poder postar logo! Se tiver algum errinho é por isso, qq coisa se vcs virem algum erro mto feio, vcs me avisem para eu corrigir!
Críticas sao sempre bem vindas!
Comentários entao, sao SUPER MEGA BEM VINDOS
E recomendaçoes me fazem muito feliz! (Nem sou pidona né?kkk)
Beijos
P.O.V. Elena Gilbert
Durante o caminho para casa, eu fiquei pensando no tinha acabado de acontecer entre mim e o Damon. Nós quase nos beijamos! E foi o momento mais romântico que eu tive em toda a minha vida! Ele gosta de mim! Ele disse que me adorava! E eu já não consigo mais negar o que eu vinha tentando nos últimos dias. Eu também gosto dele! Eu deveria ter deixado que ele me beijasse, eu deveria ter correspondido em vez de me afastar e ficar tão sem graça como eu ficou! E eu nem consegui me afastar muito, apenas o suficiente para que nossos lábios não pudessem se tocar. Eu fiquei surpresa, por que ele não tentou me obrigar ou me forçar. Eu estou acostumada com esse tipo de tratamento, mas o Damon não é assim. Eu sei que ele jamais me forçaria. Ele é perfeito! E eu realmente queria beijá-lo, mas eu não posso em nenhum sentido! Eu simplesmente não posso. Eu sinto algo muito forte pelo Damon, eu me sinto bem perto dele e eu nunca me senti dessa forma com ninguém.
Quando nós estamos juntos eu esqueço o quão terrível é a minha vida, eu me esqueço de cada momento doloroso que eu passei. Ele é o único que consegue me fazer sorrir de verdade, ele me faz feliz. O Damon é alguém maravilho e só por conhecê-lo, eu já tenho sorte, porque isso foi a melhor coisa que me aconteceu. E bem, saber que ele sente algo por mim, que ele queria me beijar faz com que eu me sinta especial. Eu nunca me senti especial! Nunca!Eu também nunca soube o que era alguém gostar de mim e se importar comigo. Mesmo assim, eu não deveria me aproximar dele por tantos motivos. E eu nem posso contar a verdade, ele nem olharia mais para mim. O Damon não iria querer uma mulher como eu! Eu não sou o tipo de garota que ele quer. Eu nunca vou chegar nem perto do que a Katherine foi. Eu nunca vou poder ficar de verdade com ele, eu nem posso sair quando ele me convida. Eu tenho que inventar desculpas e eu me sinto tão mal em mentir para ele.
A realidade é que eu sou uma mulher casada, eu não sei o que o Matt faria comigo se descobrisse que eu estou com outra pessoa. Se ele já me bate tanto por um motivo tão pequeno como chegar atrasada, eu nem quero imaginar, o que ele pode fazer. Eu acho que ele me mataria sem remorso algum. E não é apenas isso, eu não sei nem como me comportar, eu não tenho experiência em relacionamentos, eu nunca beijei alguém que eu gostasse ou porque eu simplesmente desejei. Eu até tenho medo de como eu vou me sentir, eu tenho medo de nem saber beijar direito, porque esses anos todos, eu nunca beijei realmente, eu fui forçada, eu tenho que ficar quieta enquanto o Matt me beija ou faz coisa pior. E a imagem da primeira vez que ele me beijou ainda me assombra, eu deveria estar acostumada e já nem me importar mais, só que eu não consigo ser assim.
A primeira vez que eu "beijei" foi no dia do meu casamento com o Matt. Foi no altar, naquele momento romântico em que o padre diz ao noivo que ele pode beijar a noiva, mas para mim não houve nenhum romantismo nessa cena, foi horrível e a simples lembrança me desespera. Eu era tão nova e eu estava tão assustada. Eu não queria aquilo para mim, eu odiava estar sendo obrigada pelos meus próprios pais. Mas nenhuma dessas sensações foi tão horrível quando os lábios ásperos do Matt encontraram os meus e a língua dele forçou passagem entrando na minha boca. Eu fiquei parada sem conseguir nem me mover. Meu coração batia em desesperado compasso. Eu queria fugir, eu queria simplesmente sumir dali, mas eu não podia. E pior de tudo que isso não foi nem metade do que eu passei naquele dia e nem foi o momento mais traumático. Quando eu percebi, eu já estava chorando, me lembrar disso é horrível, eu me sinto tão mal. Eu me sinto devastada.
O problema é que eu não consigo esquecer, eu não consigo bloquear as lembranças e quando elas surgem em minha mente, eu revivo cada momento terrível, cada sentimento, cada sensação absolutamente dolorosa. Nesses momentos, eu desejo apenas morrer e eu não posso negar que eu desejei me matar inúmeras vezes, embora nunca tentasse nada. Eu não iria me matar, parece um fim terrível demais, e bem, eu ainda sonho que um dia eu vou conseguir ter um pouco de felicidade, embora isso seja uma realidade distante. Eu estava me remoendo. Eu não conseguia parar de chorar mesmo estando no ônibus. Por sorte ninguém me notou.
Eu sou invisível para as outras pessoas. E eu até prefiro que seja assim, porque quando elas percebem a minha existência é para dizer o quanto eu sou estranha, para rir de mim. Por que eu tenho que viver assim? Quando eu cheguei a casa, eu me senti ainda pior. Eu estava de volta para a tristeza da minha realidade. Eu tive que correr para a cozinha para fazer o jantar o Matt, eu odiava ter que além de tudo ser a empregada dele. Eu não quero mais viver com ele, eu não o amo, eu nunca o amei, ele me trata tão mal. Servi o jantar e me sentei ao lado dele na mesa. Senti-me péssima por estar com ele sabendo que eu poderia estar com o Damon. Eu queria tanto poder sair com ele todas as vezes que ele me convidasse.
-Elena... -Matt me chamou.
-Sim? -Respondi baixinho, eu nunca ousaria falar com ele em outro tom. -Gostou do jantar? -Perguntei assustada. Se ele não tivesse gostado, ele iria brigar comigo.
-A comida está boa, o problema é que a casa está uma bagunça! -Falou mal humorado.
-Eu arrumei tudo no domingo. -Baixei o olhar, já estava assustada.
-Você tem que limpar e arrumar a casa todos os dias! -Gritou. -E eu já te disse isso.
-Desculpa. -Sussurrei. -É que eu comecei a trabalhar...
-Isso não é justificativa, o seu problema é que você é preguiçosa. Uma inútil preguiçosa. -Ofendeu-me.
-Eu sinto muito, eu vou me esforçar mais. -Eu estava tremendo.
-Você vai limpar tudo agora! Você tem a noite inteira para faxinar e arrumar a casa! Eu não quero saber se você vai ficar cansada ou se você não vai dormir! -Ordenou. -Entendeu?
-Sim, eu entendi. -Respondi nervosa, mas ainda assim, permaneci á mesa para terminar de comer, só que ele jogou o meu prato no chão, sujando tudo com a comida.
-Você não precisa comer! Vai logo arrumar essa casa, sua inútil! -Ele adorava me humilhar.
Eu não falei nada, apenas assenti positivamente e me levantei para arrumar tudo. O pior de tudo é que eu ainda estava com sorte hoje, ele não tinha me batido ainda. Eu tinha que arrumar tudo com muito cuidado para que ele ficasse satisfeito, assim eu não iria apanhar. A casa onde nós vivíamos era enorme e eu teria muito trabalho. Tive que tirar o pó, passar lustra móvel, limpar todas as vidraças da casa, arrumar tudo que estava fora do lugar, limpar a cozinha, os banheiros e por ultimo passar cera no chão. Quando eu terminei, eu estava exausta. Eu nem iria conseguir dormir direito, já eram quatro horas da manhã quando eu fui me deitar e eu já tinha que acordar as sete para ir ao trabalho. Quando eu cheguei ao trabalho, eu estava morrendo de sono. Como a Carol não tinha chegado, o escritório ainda estava vazio, só tinham algumas secretárias, os advogados sempre chegavam um pouco mais tarde. Por isso, decidi descansar alguns minutinhos. Fechei a porta, e me sente na confortável cadeira. Apoiei meu rosto sobre a mesa, fechei os olhos. Eu tão cansada que adormeci.
P.O.V. Damon Salvatore
Eu estava ansioso para ver a Elena novamente, mal consegui esperar pelo dia seguinte. Se eu já passava o dia inteiro pensando nela, agora que nós quase nos beijamos, eu estou pensando ainda mais, se é que isso é possível. Eu estou mesmo encantado por ela. Eu imaginei que eu não fosse me envolver com alguém novamente e muito menos amar outra vez, mas tudo mudou quando ela chegou. Ela despertou algo que eu pensei que havia morrido dentro de mim, a verdade é que neste ultimo ano, eu parei de viver, os dias apenas passavam sem que possuíssem qualquer significado que não fosse o luto. Eu queria tanto estar com a Elena que decidi ir para o escritório mais cedo apenas para vê-la. Quando cheguei fui logo até a sala dela, iria chamá-la para tomar café da manhã comigo, mas quando eu abri a porta da sala, eu a vi dormindo. Sorri ao ver a cena, ela parecia uma garotinha dormindo na sala de aula. Ela deveria ter o sono muito leve porque como se sentisse a minha presença, ela logo acordou.
-Carol? –Chamou desorientada. Ergueu o rosto, seus cabelos castanhos caíam em cachos sobre sua face angelical.
-Bom dia, Bela Adormecida. –Brinquei.
-Ah... -Ela suspirou, levou a mão até o rosto afastando os cabelos e então me fitou. –Damon, eu sinto muito... -Desculpou-se e eu nem sabia porque ela estava pedindo desculpas. Eu já tinha percebido que ela tinha esse hábito de pedir desculpas o tempo inteiro, como se tudo que acontecesse fosse de alguma forma culpa dela.
-Pelo que? –Perguntei.
-Por estar dormindo no horário de trabalho! –Exclamou.
-Como eu sou o seu chefe eu vou ficar muito bravo e brigar com você? –Completei a frase que ela tinha iniciado.
-Mais ou menos por aí. –Admitiu, envergonhada. –Você vai achar que eu sou preguiçosa e inútil.
Eu nunca iria pensar isso dela e eu também não tinha ficado bravo por ela estar dormindo, nem um pouco. –Sabe o que eu estou achando?
-Não.
-Que você é linda mesmo quando acabou de acordar. –Sorri. Ela é linda de qualquer maneira. Pronto, eu já estou completamente encantado por ela novamente.
-Obrigado. –Elena corou e baixou o olhar, ela era tão tímida às vezes, principalmente quando recebia um elogio.
-Você parece tão cansada. –Observei as profundas olheiras que ela possuía. –Curtiu muito ontem? –Perguntei um tanto quanto enciumado. Ela tinha me dito que tinha um compromisso ontem e por isso não saiu comigo. Já estava imaginando que ela tinha ido para uma balada ou algo do tipo.
-Não, eu faxinei a casa inteira. –Fez uma pausa. –Eu tenho que receber a família hoje e se eles chegam e não está tudo arrumado, eles vão reclamar.
-Eu sei como é, quando os meus pais vem me visitar, eles sempre ficam na minha casa e nunca na do meu irmão. E eles sempre acham alguma coisa pra reclamar.
-Quando eu estou com a minha família, eles pensam que eu sou a empregada, eu acabo fazendo tudo. –Desabafou.
-Se você quiser fugir, você pode ficar na minha casa até eles irem embora. –Ofereci em um tom de brincadeira, mas se ela quisesse mesmo ir para lá, seria ótimo. –Eu vou adorar ter a sua companhia.
-Essa é uma ideia tentadora. –Respondeu com um sorriso em seus lábios carnudos. Nesse momento, eu desejei tanto beijá-la. Ela é irresistível.
-Então, você vai para minha casa hoje? –Eu também sorri. –Eu espero que você não se incomode com bagunça, a minha casa é um caos.
-Sério? –Ela se divertiu.
-Eu sou homem e moro sozinho, já dá para você ter uma ideia de como deve estar à situação.
-Você tem muita sorte, eu não ligo para bagunça! Nem um pouco.
-Ótimo, isso significa que você vai mesmo ficar na minha casa? –Fiz uma pausa. –Apesar da bagunça, tem um lado bom, eu sei cozinhar, eu posso fazer o jantar para você.
-Você sabe mesmo cozinhar?
-Sei, se você decidir aceitar o meu convite para jantar, eu posso cozinhar para você, se você quiser. –Eu realmente esperava que ela decidisse sair comigo.
-Ninguém nunca cozinhou para mim...
-Mais um motivo para você sair comigo hoje à noite.
-Eu sinto muito, hoje eu não posso, eu vou receber os meus parentes e vou ter que ficar de “babá” deles pelos próximos dias. –Rolou os olhos. –Mas nós ainda vamos sair para almoçar hoje, não é?
-Nós vamos, mas eu quero sair com você à noite também. –Admiti. –Algo fora do trabalho. –Eu gosto dela, não quero apenas sair no horário de almoço com ela, se não vai sempre parecer que nós somos apenas colegas de trabalho e eu quero algo além disso.
-Eu sei, nós vamos sair. Eu só preciso me livrar da minha família antes.
-Eles vão ficar quanto tempo com você? –Perguntei ansioso.
-Eles devem ficar uns quinze dias.
-É muito tempo, Elena. –Argumentei. –Você vai conseguir sair antes disso comigo, não vai?
-Por que nós não esquecemos isso pouquinho? –Pediu.
-Bom dia, Lena! -Caroline exclamou ao chegar. -Desculpa, Doutor, eu não sabia que vocês estavam conversando.
-Tudo bem, Caroline. -Eu já estava de saída mesmo. -Respondi.
...
P.O.V. Elena Gilbert
Depois que o Damon foi embora eu tive que passar a manhã inteira respondendo as perguntas da Caroline sobre o nós dois. Como ela é insistente! Pressionou até que eu contasse que eu gostava do Damon e que nós quase nos beijamos ontem. Ela surtou, é claro, mas eu não me incomodei. Eu estava tão ansiosa para vê-lo de novo. Eu sinto falta do Damon o tempo inteiro. Eu gosto muito dele. E eu me sinto tão mal por estar mentindo para ele e eu sei também que ele vai ficar me pressionando para sair com ele. Eu entendo, sair apenas no horário de trabalho é estranho, nós nunca vamos poder ser namorados desse jeito. Como eu sou ridícula! Como se eu pudesse namorá-lo. Isso é impossível para mim. Ainda assim, eu não vou conseguir me afastar dele, só quando ele decidir se afastar de mim, o que eu sei que vai acontecer mais cedo ou mais tarde. Ao menos, nós iríamos almoçar juntos e nesse tempo, nós podíamos conversar sem ser pelos corredores do escritório. Quando foi por volta das 12:30, nós saímos, dessa vez, fomos em um restaurante diferente. Eu também pude escolher dessa vez. Eu ficava encantada com a gentileza dele, eu nunca fui tratada desse jeito, mas isso é algo com o que eu estou me acostumando muito rápido. Como eu não iria me acostumar a ser tão bem tratada? A verdade é que se eu pudesse, eu realmente me mudaria para a casa dele e ficaria com ele para sempre.
-Sabe o que eu percebi, Elena? -Damon perguntou.
-O que? -Perguntei interessada.
-Eu não sei nada da sua vida. -Quando ele disse isso, eu estremeci. Ele iria me fazer perguntas e eu não tenho o que responder, pelo menos, não com a verdade. Eu vou ter que mentir mais para ele e eu me sinto péssima cada vez que eu faço isso. -Eu queria que você me falasse sobre você.
-Bem, eu não sei muito bem como resumir a minha vida... -Tentei desconversar, eu sempre tentava desconversar.
-A única coisa que eu sei até agora é que a sua família veio te visitar. -Respondeu. -Você pode eu falar muita coisa, por exemplo, onde eles moram? Há quanto tempo você mora sozinha?
-Nós somos de New York mesmo, mas o resto da minha família é de Indiana, quando eu tinha dezoito anos, eles decidiram voltar para lá e eu não quis ir. -Eu estava ficando boa nisso de inventar histórias. -Por isso, eu fiquei morando com uma tia até que eu terminei a faculdade há dois anos e comecei a morar sozinha. -Ele pareceu satisfeito e antes que ele pudesse me fazer uma nova pergunta, eu decidi fazer a mesma pergunta a ele. -E você?
-Meus pais se mudaram para Miami há quatro anos, mas antes disso eu já não morava com eles. -Respondeu. -Eu me casei com vinte e dois anos e desde então, eu morava com a minha esposa até ela falecer ano passado.
-Você se casou jovem! -Não tão jovem quanto eu, é claro, mas ele não sabia.
-Eu sei, mas eu não me arrependo, fui muito feliz no meu casamento. -Contou, como se isso não fosse óbvio. Ele tinha uma família perfeita. -E você, Elena? Fala um pouco da sua vida amorosa.
-Eu estou solteira há bastante tempo. -Respondi vagamente. -Eu só namorei uma vez e eu me magoei muito, eu até prometi para mim mesma que eu nunca mais iria me envolver com alguém. -Isso não é totalmente mentiroso. Não que eu tenha namorado alguma vez, mas o meu casamento com o Matt me devastou completamente e fez com que eu jamais desejasse um relacionamento.
-Quanto tempo vocês ficaram juntos?
-Cinco anos. -Menti mais uma vez. -E você? Eu sei que você era casado desde os vinte dois anos, mas você teve outras namoradas antes, não teve?
-Na verdade, não. -Confessou. -Eu conheci a Katherine com quinze anos, ela tinha quatorze. Ela era nova na escola e eu me apaixonei por ela no momento eu que eu a vi, ela disse que o mesmo aconteceu com ela, foi amor à primeira vista. Nós começamos a namorar e o final você já sabe. -Suspirei profundamente. Com quinze anos, a minha vida acabou quando eu fui obrigada pelos meus próprios pais a me casar com o Matt, alguém que eu nunca amei. E com a mesma idade, o Damon conheceu o amor da vida dele e ficou com ela por tantos anos. Isso é muito irônico.
-A Katherine foi o amor da sua vida. -Conclui. Como eu poderia chegar aos pés dela? Eu nunca conseguiria.
-Durante os quinze anos que nós ficamos juntos, ela foi. -Eu tinha certeza que ele estava sendo sincero. -Mas agora, ela não é mais.
-Não? -Perguntei totalmente surpresa.
-Não, Elena. A minha história com ela acabou. -Responde tranquilamente. -E eu estou apaixonado por outra mulher agora, e eu queria que ela fosse o amor da minha vida.
-Você está apaixonado? -Perguntei vacilante.
-Sim. -Seus olhos azuis como o mar buscaram os meus e eu me perdi em seu olhar. -Eu estou apaixonado por você, Elena. -Meu coração acelerou quando ele disse essas palavras, eu senti uma alegria tão forte, era algo, que eu nunca senti durante a minha vida inteira. Era um sentimento tão forte que chegava a alcançar as profundezas da minha alma. Eu gostava dele e ele estava apaixonado por mim. Eu não podia precisar o quanto isso me fez bem, foi como se de repente, todo o meu mundo fosse perfeito e eu estava feliz. Eu nunca fui tão feliz.
-Eu não sei o que falar... -Eu estava tímida, essa era primeira vez que isso acontecia comigo, eu só sei que eu estava sorrindo para ele.
-Eu não quero você fale nada. -Damon sussurrou.
Ele se aproximou de mim e já não havia mais nenhuma distancia, seus lábios colaram nos meus selando um beijo. Sua língua se entrelaçou a minha e as duas se moveram juntas, eu um ritmo gostoso. Era doce. Eu nunca tinha sentido isso. Uma de suas mãos estava em meu rosto, acariciando a minha pele com cuidado. Ele estava sendo tão carinhoso comigo. Sua outra mão estava em meus cabelos, os dedos entrelaçados aos fios. Eu ainda sentia meu coração pulsando tão forte, todo meu corpo estava reagindo aquele beijo. Eu nunca imaginei que pudesse ser tão gostoso. Esse deveria ter sido o meu primeiro beijo, porque eu sempre levaria o seu sabor comigo, era inesquecível.
Notas finais
Primeiro beijo, e aí o que acharam?
Comentem, pls!
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