Notas iniciais
Oi lindas!
COmo vcs estão?
Tá aí mais um cap...
Vou mostrar um pouco de como ficou as coisas depois que a Elena matou o Matt...
A Lena tá diferente, delena tbm....mas acho que eles tao diferentes pra melhor... (espero que vcs tbm achem isso kkk)

POV Elena

Sim, eu tinha matado o Matt, não só ele como o seu parceiro de crime, o Caio. Justo eu que nunca achei que seria capaz de fazer isso em nenhuma situação, nem mesmo se a minha vida ou a de alguém que eu amasse dependesse disso. Eu sempre me julguei como uma pessoa incapaz de ferir alguém, imagine matar! Entretanto, eu estava errada sobre tudo isso. Eu estava errada sobre mim mesma, eu não era mais aquela garotinha que se encolhia num canto e deixava com que fizessem o que quisessem comigo. Eu tinha aprendido a me defender da forma mais difícil e extrema do mundo. Eu precisei matar duas pessoas e, por incrível que pareça, eu não me sentia culpada por isso, nenhum pouco culpada. Ninguém achava que eu era culpada, nem mesmo a polícia. Eles não fizeram nenhuma acusação contra mim, eu não seria processada por homicídio, pois todas as minhas atitudes foram justificadas como legitima defesa. Era isso, eu tinha me defendido. Eu finalmente tinha dado um fim a um pesadelo de dez anos. O Matt nunca mais iria me perseguir, ele nunca mais iria me bater, nunca mais! Eu estava livre, não precisava mais ter medo. Eu também me sentia mais forte, eu era capaz de me defender sozinha. Eu era uma mulher forte, não era mais aquela menininha assustada de quinze anos, nunca mais seria essa menina.

Duas semanas se passaram e as coisas estavam se ajeitando. Caroline estava bem, estava totalmente recuperada dos dois tiros que havia levado. Rebekah e o Stefan estavam vendo os últimos detalhes da festa de casamento. Eu e o Damon estávamos cada vez melhores, nosso relacionamento tinha evoluído muito em tão pouco tempo. Nós estávamos ainda mais próximos, nossa relação estava leve, tranquila, nós éramos namorados, mas acima de tudo éramos companheiros, amigos. Minha vida inteira tinha mudado para melhor. Tudo estava diferente e eu estava gostando disso. Eu estava feliz. Finalmente, eu era uma mulher de vinte e cinco anos. E eu queria aproveitar cada segundo da minha vida. Eu tinha um relacionamento estável com o homem que eu amava. Tudo estava dando certo. Eu tinha decidido que eu também iria mudar a minha vida profissional também. Eu adorava o meu emprego como secretária, mas eu tinha ambições maiores, eu iria continuar trabalhando lá até conseguir uma colocação melhor. Se eu estava mudando a minha vida inteira, eu teria que levar em conta a minha profissão também. Sim, eu ainda queria ser mãe, não tinha abandonado essa ideia, eu estava tentando conciliar tudo ao mesmo tempo. Achar um emprego na área que eu almejava e engravidar. No inicio, achei impossível, afinal, como eu iria achar um emprego se eu engravidasse? Ou então como eu manteria o emprego se eu engravidasse logo depois de consegui-lo? Felizmente, essas respostas não eram assim tão difíceis como eu pensava. Existiam muitas mulheres nessa mesma condição e elas estava se saindo muito bem. Elas conseguiam, eu também. E eu tinha muita sorte porque o Damon estava me dando todo o apoio. Ele era o melhor namorado que alguém poderia ter e a melhor parte era que ele é sé meu. Eu era formada em jornalismo, queria exercer a minha profissão, não iria deixa-la mais de lado. O Matt tinha me impedido de fazer muitas coisas, mas agora ele não era mais capaz disso.

Eu podia ter a minha vida como eu sempre tinha sonhado. Eu tinha cadastrado o meu currículo em alguns sites e enviado outros por e-mail. Estava aguardando algum contato e naquele dia, pela manhã, enquanto eu e o Damon tomávamos café antes de ir para o trabalho, meu celular tocou. Peguei o aparelho dentro da bolsa e atendi.

-Elena Gilbert? –Uma voz feminina perguntou.

-É ela. –Respondi curiosa com quem poderia ser.

-Meu nome é Bonnie Bennett, eu sou editora do New York Times, nós estamos selecionando jovens jornalistas e eu gostaria de te convidar para uma entrevista, você tem interesse na oportunidade?

-Sim, eu tenho muito interesse! –Exclamei, eu estava tão empolgada que não consegui ser formal como deveria.

-Podemos marcar hoje por volta das cinco da tarde?

-Claro! –Respondi animada.

Bonnie me passou o endereço do jornal e depois se despediu me desejando boa sorte. Quando eu desliguei ainda não podia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Eu estava com um sorriso enorme no meu rosto, eu estava tão feliz.

-Quem era? –Damon perguntou intrigado, queria saber a razão da minha felicidade.

-Você acredita que a editora do NY Times acabou de me ligar e me chamar para uma entrevista?

-Amor, isso é ótimo. –Damon abriu um sorriso. –Eu estou muito feliz por você!

-Será que vai dar certo? –Perguntei insegura. –Eu não tenho experiência e imagine; o nível dos outros candidatos que ela vai entrevistar é altíssimo!

-Elena, você tem apenas vinte e cinco anos! Você é jovem e é normal que não tenha experiência ainda. –Damon me incentivou. –E se ela já viu o seu currículo e se te chamou para a entrevista é porque você tem potencial.

-Você tem razão, pode dar certo! –Falei mais otimista.

-Claro que pode! –Ele concordou. –Agora vem cá, eu quero te dar um abraço.

-Só um abraço? –Flertei, mordi meu lábio inferior em uma provocação.

-Muito mais do que só um abraço. –Damon me puxou pela cintura. Senti um arrepio percorrer minha espinha quando nossos corpos se colaram. Ele entrelaçou os dedos nos meus cabelos em uma carícia erótica. Seus lábios pousaram nos meus e sua língua abriu caminho para o interior da minha boca. Seu beijo era quente, ardente, delicioso. Quando nós nos beijávamos, meu mundo ficava completo. Continuamos a nos beijar e ele me colocou contra a parede, apoiei minha perna em seu quadril e ele me apalpou. Passou a mão pelo meu corpo, explorando suas curvas. Apertou meu sio direito enquanto mantinha sua boca na minha, abafando meus gemidos. Eu adorava quando ele fazia isso, ele me enlouquecia. Deixei minhas mãos percorrerem suas costas em toda a sua extensão. Ele quis abrir os botões da blusa social branca que eu usava, abriu o primeiro, o segundo até que eu o impedi quando chegou ao terceiro.

-Amor, nós temos que trabalhar, sabia?

-Nós podemos nos atrasar um pouco. –Deu uma desculpa, sua boca foi para o meu pescoço, o meu ponto fraco, depositou beijos indecentes na região.

-Você...sempre...fala...isso...-Minhas palavras soaram pausadamente carregadas pela minha respiração pesada.

-E você sempre concorda. –Senti o calor do seu sorriso em minha pele. Ele estava satisfeito com a reação que causava em mim.

-Mas hoje não...-Tentava afastá-lo, mas não estava indo muito bem nisso. –Porque se nós voltarmos para o quarto, nós não vamos mais sair de lá...

-Isso é tentador demais...-Falou maliciosamente, abriu mais um botão da minha blusa, expondo os meus seios cobertos pelo sutiã branco. –Eu quero passar o dia inteiro na cama com você...

-Damon...-Tentei repreendê-lo, mas aquilo soou mais como um gemido. Sua boca estava descendo do meu pescoço para meus seios em um caminho delirante. Sua mão invadiu a minha saia preta, levantando-a, enquanto ele apertava a minha coxa. –É sério...-Insisti enquanto tentava retomar o meu autocontrole.

-Só mais um beijo...-Sussurrou e voltou a me beijar na boca, estava me calando da forma mais gostosa do mundo. Suas mãos deslizaram pelo meu corpo, passando por cada uma de suas curvas. Ele tentou ir para os meus seios novamente, se ele fizesse isso, eu não iria conseguir resistir, porque eu delirava quando ele os tocava, principalmente quando a sua boca quente e gostosa brincava com eles.

-Era só mais um beijo...-Eu precisava lembra-lo disso antes que eu não conseguisse dizer mais nada. –E mais nada...-Enfatizei a última frase.

-Só mais um pouco. –Damon era insistente.

-Mais tarde... –Eu tinha conseguido me afastar alguns milímetros.

-Você está sendo muito malvada hoje...-Fez cara de coitadinho.

-Eu vou te recompensar hoje á noite...-Provoquei.

-E por que não agora? –Piscou.

-Damon! –Rolei os olhos, mas abri um sorrisinho em seguida. –Você está muito safado!

-E a culpa é sua, afinal, você fica andando toda linda desse jeito...-Fez uma pausa. –Você me provoca. –Piscou.

-Falando nisso, olha como eu estou... –Minha blusa estava toda aberta, minha saia estava toda amassada, meus cabelos bagunçados. –Eu vou ter que me arrumar toda de novo!

-Para mim você está linda...-Continuou flertando. –Se você quiser tirar as roupas, vai ficar ainda mais bonita...

-Está vendo? Você está safado demais! –Eu me diverti. A verdade é que nosso relacionamento tinha mudado em tudo, nós estávamos mais próximos sexualmente. Nós fazíamos todos os dias, e muitas vezes, mais de uma vez. Eu estava mais segura, me sentia mais bonita, nós não tínhamos mais preocupações e finalmente tínhamos deixado o passado que nos atormentava de lado. Eu não era mais a pobre garota que tinha sido vendida pelos pais para um psicopata e o Damon não era mais o homem que tinha perdido a esposa e os filhos em um acidente de carro e estava de luto. Tudo isso tinha ficado para trás. Só agora, nós estávamos, de fato, recomeçando as nossas vidas. Enfim, estava tudo bem. Nós podíamos ser felizes de verdade. Podíamos ser feliz juntos.

-Talvez eu esteja muito safado. –Concordou, também estava achando graça. –Se você me der um beijo eu te deixo em paz...

-Tudo bem.

Nós dois nos beijamos longamente e depois, eu fui me arrumar novamente para ir ao trabalho.

...

Quando eu cheguei no escritório, eu estava radiante. Eu realmente sentia como se eu estivesse recomeçando. Lembrava-me do primeiro dia em que eu cheguei ali. Eu estava tão assustada, estava com medo de tudo. Eu não queria confiar em ninguém... Mas tudo estava diferente. Eu tinha conhecido o homem da minha vida, tinha feito amigos. Eu sentia como se eu tivesse ganho uma família e graças a isso, principalmente ao amor que o Damon sempre me deu, eu tinha conseguido ser forte para suportar todos os meus problemas e me tornar uma mulher de verdade.

-Elena! –A voz de Caroline me tirou de todos aqueles pensamentos. –Esse sorriso no seu rosto me diz que você tem novidades e das melhores!

-Carr, você não vai acreditar!

-Não me diga que você está grávida! –Exclamou.

-Ainda não! –Respondi enquanto levava a mão à minha barriga. Eu também estava louca por um bebê. –Eu vou fazer uma entrevista no New York Times!

-Ah meu Deus, Elena! Isso é maravilhoso! –Caroline parecia realmente feliz. –Nossa, eu espero que você consiga! Eu vou ficar tão orgulhosa de você!

-Obrigada, Carol! –Nós nos abraçamos. –Mas parece que você também tem uma novidade para me contar!

-Tenho sim! –Confirmou. –Mas a minha não é assim tão boa...

-Por que não?

-Sabe o Tyler?

-Sei, o que aconteceu?

-Ele é um retardado! –Desabafou. –Eu perdi tanto tempo esperando por ele, achando que ele era o meu amor, quando ele não merecia!

-Nossa, Carol, me conte o que ele fez.

-Ele está namorando com outra! –Bufou. –E sabe o que é pior? Quando ele me ligou a primeira vez falando que estava de volta a New York, ele já estava com a garota! E estava me convidando para sair, me dando esperanças de que nós podíamos voltar!

-Que canalha! –Falei irritada. Eu nem conhecia o rapaz, mas já não gostava dele pelo que ele tinha feito a minha amiga. –Como você descobriu?

-A namorada dele achou as mensagens no Whatsapp dele e me ligou cheia de raiva! –Contou. –Ainda me xingou de vadia, acredita nisso? Eu não tenho culpa!

-Claro que não! O único culpado é o Tyler! Ele é ridículo!

-Demais! Ai que ódio dele!

-Ao menos tem um lado bom. –Concluí.

-Qual?

-A dúvida que você tinha sobre você e o Tyler acabou. –Continuei. –O caminho está livre para você ficar com o Klaus...-Fiz uma pausa. –Você gosta dele, não gosta?

-Do Klaus? Sim, eu gosto! –Admitiu. –Nós saímos mais algumas vezes e sabe? Ele não me irrita mais! Eu parei de ficar procurando defeitos nele e eu descobri que ele é um cara incrível! –Seu rosto corou. –Eu acho que eu estou apaixonada pelo Klaus....

-Isso é muito bom, Carol! –Sorri. –Você já falou isso para ele?

-Ainda não. –Baixou o olhar.

-Eu acho que você não deveria perder tempo! Se você está apaixonada por ele, você deveria dizer!

-Você tem razão, Lena!

Notas finais
Sejam sinceras, o q vcs acharam da elena? sobre ela querendo ter uma vida profissional? no prox cap vou contar sobre a entrevista dela
e eu queria dedicar a maior parte do prox cap para uma cena entre klaroline, o q vcs acham?
VCS VIRAM O TVD? Eu to chocada com o ultimo ep!
Eu juro que eu não acredito ainda que o Damon fez o que fez no final do ep com a Katherine. O silas bebeu todo o sangue dela? eu fiquei intrigada com isso kkk
E gente...que dó dela. eu sei que ela nao presta, mas tadinha. Eu sou Delena, né? mas eu tbm sou Kathmon, meu coração doeu, o Damon tá nem aí mais pra ela...eu achava eles taaaaaaaaaao fofos qdo passava os flashbacks de 1865...
pq será que a kath nao morreu? ou ela tomou o sangue da nadia (que é filha dela! omg nao esperava isso tbm) e virou vampira...ou será que ela é imortal? ia adorar que ela tivesse virado imortal...ou entao algo mais louco ainda.... IMAGINA SE A AMARA ENCARNA NO CORPO DELA? KKKKK Viajei aqui
nossa eu falo demais, né?
me digam oq vcs acharam do ep!
beijinhos !