A Marca do Dragão

12 Extra: Era você - Parte III Final


Notas iniciais
Peço um milhão de desculpas pelo atraso. Postaria no final de semana passado, como de costume, mas infelizmente não tive oportunidade de entrar durante todo o dia. Para não demorar ainda mais, decidi lança-lo hoje mesmo. Agradeço a recomendação, Annie. Cada palavra sua me deixou muito feliz e lisonjeada. Só espero continuar nesse patamar que descreveu, sem decepciona-la. Quanto aos outros leitores, presentes ou anônimos, VOLTEI! POR FAVOR, NÃO ME DEIXEM!! Senti saudades. Li cada comentário com carinho e os responderei aos poucos, enquanto coloco a mão na obra para o décimo terceiro capítulo o quanto antes. Capítulo cem por cento NaLu. Boa leitura o/

Natsu recostou na porta, concentrado em diminuir o ritmo acelerado das batidas de seu coração, ocasionado pela adrenalina ainda fluente no corpo. Podia ouvi-lo perfeitamente ecoar pelo cômodo silencioso.

De forma alguma se deixaria capturar por aqueles homens novamente — havia reconhecido o uniforme quando, despercebidos, passaram pelo local onde estava escondido -, mesmo que por algumas horas até o mestre esclarecer a situação, desculpando-se com a mentira de que não mais aconteceria.

Automaticamente o canto da boca do rosado se eleva num meio sorriso debochado. Não seria a primeira, tampouco a ultima confusão provocada por ele ou por algum membro da Fairy Tail.

Contudo, algo dentro de si era contrário aos pensamentos a respeito dessa suposta interceptação. Afinal, qual teria sido a gravidade do caso para chamar justo a eles? As cortinas queimadas significavam tanto assim?

— Quem está ai? – Perguntou alguém, provavelmente após ouvir o trinco da porta. O cômodo estava escuro, o que lhe impossibilitou de visualizar nada além da silhueta da pessoa posta entre o quarto e a varanda.

Ferrou! Tem gente aqui! Queixou-se. A esperança de escapatória, ao menos do dono das cortinas incineradas, desmoronando junto a sensação de alívio.

Na penumbra, respondeu receoso, em seu melhor tom casual. – Sou... – Natsu demorou tempo necessário para identificar o individuo e seu grau de ameaça. Uma garota?— um convidado.

— Disso eu sei. – A loira sorriu quando avistou o dono da voz, o tal fantasiado de pirata. Um adolescente certamente da mesma idade com as vestes todas desarrumadas. Sua mascara estava torta, o que a fez alargar ainda mais o sorriso.

O barulho de pessoas correndo na parte externa e a insistência na abertura da porta pelo mover da maçaneta, reteve a ação do rosado. Ato que não passou despercebido por Lucy.

— Esta se escondendo? – Mencionou, desconfiada. – O que você fez?

— Bem... – Coçou a cabeça, desengonçado, procurando não encará-la. – Devo ter estragado uma ou duas cortinas. Só isso.

— Ah – Sua expressão suavizou. Ao tornar a falar, era perceptível o tédio contido nas palavras. – Entendo! Meu pai sempre foi materialista e conservador. Deve ter ficado puto com você.

— Um pouquinho... – Minimizou, rolando os olhos. Muito! Chamou até a guarda do estado! Retificou seu subconsciente de imediato.

Seus orbes negros continuaram vasculhar sem interesse específico o ambiente ao redor, — pois não cometeria o erro de baixar a guardar pelo simples fato da garota adiante não demostrar perigo aparente -, caindo sobre o vestido em cima da cama.

— Seria essa a fantasia que seu pai mencionou? – Aproximou-se, tomando o tecido entre os dedos, acariciando a peça. Lucy não conseguiu evitar o leve corar das bochechas com o gesto. Algo tão comum, sem significância, mas que para ela pareceu tão íntimo, como se no lugar da roupa fosse o toque em sua própria pele. – Não é infantil! Acho que ficaria muito bom em você. – Concluiu, erguendo a vista para encontrá-la.

A vermelhidão se espalhou por todo o rosto até as pontas da orelha, e desejou internamente receber igual elogio feito a albina. Arrancou bruscamente o vestido das mãos do rosado, pedindo aos gritos para que se virasse. Natsu piscou, espantado, mas obedeceu dando-lhes as costas.

— O que vai fazer? Por que ficou tão nervosa? – Resmungou num tom inaudível a garota de trás, entortando a boca.

Estranhou o sutil ruído da queda de tecido, difícil de captar por ouvidos comuns, não fosse os dele o de um Dragon Slayer, e, curioso, espionou com o canto dos olhos. Perdeu o folego por completo com a imagem. Instantaneamente o queixo pendeu admirado com a pele alva e nua das pernas, por ter acabado de tirar as meias e o restante da fantasia anterior. Deduziu a situação da loira sem nem precisar de prova maior, no entanto, não conseguiu voltar à posição de outrora. Petrificado, continuou o percurso, tentado a confirmar sua dedução...

— Não olhe, idiota! – Ordenou, o socando na face.

Natsu recuou em passos desequilibrados, despencando por fim. Massageava a área rubra, desacreditado na mão pesada que a loirinha tinha, embora convivesse com uma garota bem pior. Igneel deveria reavaliar o conceito que lhe ensinara uma vez sobre a fragilidade das mulheres.

— *H-Hai! – Concordou, pondo-se de costas novamente. Sentia a contração dos músculos em resposta a cena que teimava em perturbá-lo. O coração palpitava exagerado dentro do peito, enquanto o corpo inteiro entrava em combustão espontânea. Checou até as palmas para ter certeza de que não era efeito de sua magia. O que diabo estava acontecendo com ele?

— Pronto! – Afirmou tímida, equilibrando a coroa em forma de tiara nos cabelos assanhados.

A fantasia medieval era composta por um longo vestido de mangas com ombros amostra, de malha leve na cor branca na parte interna. A externa, de um tecido mais grosso, vinho, cobria o anterior, sendo centímetros maior, com uma pequena abertura frontal, unido somente do busto ao tórax por fitas pretas entrelaçadas. Sapatilhas e mascara na mesma cor negra das fitas finalizavam o conteúdo.

Ele não gostou... O silêncio alheio ao contempla-la desfazendo sua pequena alegria.

Apenas depois de alguns minutos, Natsu percebeu que a loira ainda esperava por sua opinião. – Desculpe, mas... fiquei encantado. – Pronunciou sem graça, inconsciente do poder que suas palavras exerciam na pessoa à frente.

Foi à vez de Lucy perder a fala.

— Ficou linda. – Terminou por dizê-la, satisfeito com a visão.

— N-Não precisa babar. – Titubeou, enterrando o chapéu com uma única estampa de caveira na cabeça do jovem.

— Ei! – Protestou com os olhos cobertos.

Conseguindo se livrar do bloqueio na vista, contemplou o andar comedido da garota rumo ao parapeito da varanda. Ela observava a todo tempo o céu estrelado. Sua fisionomia em animação mal contida se opondo ao vazio que encontrou no princípio, quando entrou no cômodo.

— Gosta de olhar as estrelas? – Indagou, avançando para ficar ao seu lado. Lucy responde com o balançar positivo de cabeça. – Aprendi a gostar e admira-las há algum tempo também.

Ela o fitou com nítido interesse em saber mais sobre o assunto levantado. Abriu a boca na intenção de perguntar-lhe através do quê, ou de quem, mas a frase sufocou na garganta com a lembrança da albina.

— Uma amiga. – Falou, supondo que seria essa a pergunta retida dela.

— Sei... Uma amiga.— Ironizou nas palavras repetidas, voltando para o quarto. Pois não é o que aparenta. Sussurrou a uma distância que achou segura não ser ouvida. Enganou-se.

— E o que parece? – Natsu a seguiu, confuso.

Detendo os passos, Lucy o mirou, incrédula. Podia jurar que proferiu baixo o suficiente para confundir com seus próprios pensamentos. Outra coisa a ser considerada ali era sua repentina irritação com o que ele respondeu, estava claramente visível na sua própria linguagem corporal: Cenho franzido, lábios apertados, mãos cerradas, respiração pesada... E desconhecia os motivos para tanto.

— Que você gosta dela. – Disse, relaxando os ombros e sentando na cama. Falar foi até mais difícil do que imaginava, e o silêncio dele ao ponderar a frase acabou por dilacerar seu coração.

Então esse é o conhecido amor platônico, o não correspondido. Lucy sentiu um calor inundar a região do peito e subir aos olhos. Fingiu coça-los com a desculpa do cisto no olho, mas se não agisse de imediato, correria o risco de passar a maior vergonha por chorar na frente dele “sem um motivo claro”.

Finalmente havia se apaixonado a primeira vista por alguém fora desse contexto conturbado da vida que envolvia a marca. Ou seja, algo verdadeiro. E essa pessoa já possuía o coração preenchido por outra. Que azarada!

— Não vai voltar para a festa? – Perguntou, mudando de assunto. Natsu cogitou ser o melhor, ou poderiam desencadear um ponto delicado para ele.

— Não! – Retrucou seca, porém aliviada pela mudança. – Aquele evento, na verdade, é somente para os propósitos do meu pai.

— Uhm... Então quer ir a um lugar comigo?

O pedido a pegou de surpresa. – Um lugar... C-Com você? – Mordeu o lábio inferior. – Er... E sua namorada?

— Namorada? – Repetiu sem entender.

— Sim. – Confirmou impaciente. – Aquela garota de cabelos prateados.

— Ah...! Ela não é minha namorada. Somos só amigos!

A loira semicerrou os orbes de um castanho mais escuro e profundo, pela influencia da noite, analisando o semblante do rosado defronte para si. Estava sendo sincero, o que a deixou bastante confusa. Se a garota fantasiada de fada, que avistou caidinha por ele na festa, não era a mesma mencionada no fato das estrelas, — e o sentimento realmente estava diferente — isso significava que ainda tinha mais uma na história?

Um quarteto amoroso. Ótimo! Seu subconsciente explodiu em sarcasmo.

— Vamos! – Decidiu.

... ... ...

A fuga da mansão e dos seguranças foi o de menor problema, complicado estava se mover com a quantidade de panos que compunham o vestido de baile. Maldita a decisão de coloca-lo apenas para receber elogios e um fora logo em seguida. Praguejou ao recordar, apertando com força o tecido rodado para controle da raiva.

— A barra está limpa! – Sussurrou para a loira empoleirada na janela.

Lençóis unidos por um nó resistente, despencaram, formando uma “corda” do parapeito ao chão, por onde Lucy cuidadosamente descia.

— Depressa! Do contrário nos pegar... – Cortou-se, abismado com o espetáculo.

Lucy estranhou a interrupção inesperada do companheiro de evasão, e se deteve olhando cautelosa para baixo. Natsu a comia com os olhos escancarados, sem, no mínimo, piscar.

Gritou, recolhendo o forro esvoaçante e cobrindo a região desnuda da bunda com o auxílio de uma das mãos, e com a outra ousou soltar-se para abafar o grito impensado, resultando numa queda de pouco mais de três metros de altura. Por sorte, o rosado aparou sua queda, deixando-a o menos dolorosa possível.

— *Itaii...! – Reclamaram em uníssono.

— Sua bobona! Quer que nos peguem? – Esbravejou, cuspindo areia.

— A culpa foi toda sua por ficar admirando sem pudor algum minha calcinha! – Rebateu no mesmo nível, saindo de cima do jovem debruçado sobre o chão úmido.

Batendo as roupas, Natsu tentou omitir a real causa de sua distração, mas ao ser fuzilado daquele jeito, como quem tinha sido pego no flagra, desistiu.

Puf! Linda e irritante.

... ... ...

— Agora, quero que feche os olhos. – Solicitou, após os curtos minutos de percurso.

Ainda permaneciam na propriedade da família. Reconheceu. Só que em uma parte afastada, onde certamente seu pai não autorizaria como escolha de caminhada noturna. Não sem a companhia de um empregado de extrema confiança.

Um calafrio lhe percorreu a espinha quando se deu conta do pedido de segundos atrás. De tão similar, a fez regressar no tempo, involuntariamente. Relembrou com nitidez e densidade tamanha do evento passado, que considerou possível palpa-lo se estendesse a mão. E uma angustia, gerada pelo desejo de querer modificar, em colisão com a frustração de não ter esse poder, se manifestou em seu interior, transbordando em lágrimas através dos olhos avermelhados.

— Está tudo bem? – Natsu espantou-se ao vê-la chorar.

— O que pretende comigo? – Perguntou entre soluços, protegendo o dorso da mão direita.

— Só quero lhe fazer uma surpresa com algo que esta por trás das árvores. – Apontou. A preocupação deixando passar despercebido o gesto da garota de esconder a mão.

— *G-Gomen! – Fungou, envergonhada. Como pôde se permitir influenciar pelo passado a esse ponto, Lucy. Repare só! Sugeriu sua mente para o pirata desleixado. Ele mal demonstrava ser um mago, ainda por cima um Dragon Slayer igual ao que lhe marcou. Precipitou-se no julgamento.

— E o que achou que eu faria? – Elevou uma sobrancelha, agradecido por ter parado com o choro.

Em nenhuma hipótese diria a verdade a ele. Alguém que mal conhecia... – Que vinhesse com indecências. – Murmurou na posição de vítima. O rosado pestanejou. E ela, no embalo, de pronto esclareceu, enumerando nos dedos. – Primeiro, você me viu nua no quarto; Segundo, minha bunda enquanto eu, indefesa, estava suspensa; Terceiro...

— F-Foi você que resolveu se despir e não me culpe do vestido voar... – Encabulado, atropelou o discurso acusatório. Lucy se divertindo com o episódio. – D-Decida de uma vez se vai fechar os olhos ou não?

— Sim. – Precipitou-se na afirmação em meio a gargalhadas, dando por si que novamente havia confiado num desconhecido. Razão de seu status atual de marcada. Praguejava por fim.

Natsu a esperou fechar completamente os olhos, conferindo com o balançar da mão ante a face da loira para constatar se espreitava. Sentiu um espasmo quando, na tentativa de segurar-lhe pela mão, cenas remotas foram desencadeadas da memoria. Passou a encarar a pele alva do punho direito da garota, desconfortavelmente atraído por ela.

Meneou a cabeça, piscando vezes seguidas para se libertar do transe. A segurou, rude, pelo antebraço, guiando (melhor dizendo, arrastando) por entre as árvores, bosque adentro.

— Espera... – Fez uma, duas, três tentativas, e na quarta usou bastante força para recolher o braço. – Você não está conduzindo um animal, sabia? – Recriminou, massageando o músculo pressionado. Grosso!

O cenário surreal a seguir dispensou qualquer comentário modesto que partisse dos lábios entreabertos da loira. Esfregou os olhos para ter certeza de que não passava de mais um de seus devaneios, constante de uns dias pra cá.

Estavam perante um restrito campo iluminado por diversos pontos dançantes, vagalumes. Em derredor, nada além de árvores esguias circundavam a pequena área forrada por brachiarias (espécie de capim alto) até a altura da cintura. Todas as árvores obedecendo a um limite de avanço ao campo.

Com cuidado e medo por não ver nada abaixo dos quadris, andou por entre as folhas de capim ao ser chamada. Era como passear no meio de estrelas. Assemelhou. E parecendo adivinhar seus pensamentos, Natsu proferiu, calmo, o olhar fora de foco: – Eu o chamo de campo de estrelas. Descobri esse lugar uns anos atrás.

Ainda com o consciente distante, apanhou facilmente um vagalume, enquanto Lucy batalhava há tempos segurá-los. Fez biquinho com a agilidade do pirata, sacudindo os ombros, desdenhosa. O animal permaneceu por instantes em sua mão, tão logo alçando voo para se juntar aos demais.

— Gostaria de mostrá-lo a uma pessoa. – Soou triste, pouco se importando em esconder.

A garota! Lucy deduziu, sendo dominada pelo ciúme. – Obrigada por me mostrar. – Agradeceu, beijando-o no rosto. Nas costas, dedos cruzados para que a distração funcionasse.

Ele a fitou surpreso no começo, pois de tudo, um beijo era o agradecimento que jamais esperaria dela. Depois se rendeu a um sorriso de canto, mostrando brancos caninos afiados.

Ótimo! O subconsciente da loira gesticulava um Ok satisfeito com o funcionamento da conquista.

Mordendo a pontinha do lábio inferior, no seu melhor estilo sedutor, Lucy recebia toda a atenção dos ônix á medida que inclinava a cabeça para acesso a boca da pessoa à frente. Não fazia ideia do porquê de tamanha ousadia — isso nunca lhe ocorreu -, tampouco se importava em descobrir, queria mesmo era aproveitar a oportunidade. Manteve o objetivo, ignorando o pulso acelerado e o nervosismo crescente.

— É-É melhor voltarmos! – Quebrando o clima, ele a afastou pelos ombros. – Podem... notar sua ausência.

Descrente, a loira bateu a boca sem conseguir emitir algo conexo. Segundo fora? É mentira, né?!

— Uhum... – Soltou um ruído, o máximo que pôde como resposta, engolindo seco. FRACASSADA!! Seu eu interior arrancando os cabelos, frustrada.

... ... ...

O retorno foi cercado de um silêncio incomodo, embora ambos não fizeram esforço algum para quebrá-lo. Cada qual olhando para lados opostos.

— É ele! Peguem-no! – Exclamou um guarda, acionando os demais nas proximidades.

— Droga! – Xingou a si próprio pelo desatento, preparando-se para correr. – Foi um prazer, mas tenho que ir.

— Espere! – Pediu em vão.

A raiva alcançando seu auge numa velocidade descomunal.

— Exijo que parem! – Ordenou, estendendo os braços, com o queixo empinado. – Porque o estão perseguindo? Ele não fez nada demais! Nada que o dinheiro do meu pai não possa comprar novamente. – Vociferou. Ah... Eles pagariam caro por aquilo. E precisava MESMO descontar sua ira armazenada. Nisso ela assumia ter puxado o pai, sem dúvidas.

— Desculpe-nos senhorita, mas o seu pai queria o Dragon Slayer por outros acontecimentos...

— Senhor, o perdemos! – Um informante lamentou, puxando o ar para recobrar o folego. – Ele foi rápido!

— D-Dragon Slayer? – Os olhos escancararam e seu coração voltou a martelar cem por cento. As recordações lhe trazendo imagens nítidas do pequeno garoto e todas as suas características: Os cabelos rosados, a pele levemente morena, os olhos escuros intensos e o sorriso... Houve, então, uma junção de figuras em sua mente para um único indivíduo, o que antes estivera consigo. – Quer dizer, que ele... – Tapou a boca para abafar o grito pelo que estava tão preste a desencadear.

Era você o tempo todo!!

Notas finais
Sem spoilers, estou começando o capítulo hoje XD Garanto que terá uma bela briga: tapas na cara, puxões de cabelos, xingamentos, esculhambações... Kkkkkk! Estou brincando, mas seria engraçado! Na verdade, pretendo surpreender "alguns" na luta da Lisanna contra Lucy, já que tenho leitores muito intuitivos, que sem querer, ou não... Sei lá! Conseguem adivinhar minhas ideias ;) Comentários? Até o próximo capítulo o/