A Maldição dos Céus {A Saga dos Céus}
1 Prologo
Notas iniciais
Espero que gostem, devo cita que a capa foi produzida por Cindy Freire e prontamente a agradeço.
Prologo
Os antigos contavam as historias dos grandes heróis, das criaturas poderosas que habitavam a terra, nos alertava sobre os males dos homens, sobre seus pecados, nos ensinava o que era certo ou o que era errado, mas entre todas as historias uma delas me trai a atenção em demasiado, sobre as asas do céu. Seres aladas, pássaros poderosos que um dia foram homens, que um dia, em um passado a qual não conheci, vagaram sobre a terra juntos a humanos, ou para eles meros mortais.
Minha ama de leite me contava as historias mais fantásticas, que muito consideravam aterradoras, sobre as asas do céu, como seu reinado era justo para com os deles e mortais para os humanos, como eles podiam conquistar os céus se transformando em aves grandes e ferozes. Marie, minha ama de leite, disse-me que as asas do céu tinham tamanha beleza que poderiam com um simples olhar fazer um mortal submissos a eles, claro ela me dissera que eles eram imortais, eles governava terra e céu. Ninguém sabe ao certo porque eles desapareceram, para onde eles foram, ou se ainda existem, porem existe uma lenda que explica o desaparecimento das asas do céu, uma lenda antiga que perpetuo por cerca de dois seculos.No reinado de Masheu, asa de ferro, foi de onde nasceu a lenda.
Masheu antes de se tornar rei era um príncipe rebelde, gostava de desobedecer os pais e criar batalharas para seu divertimento próprio, entre tudo o que mais lhe satisfazia era ver o sofrimento dos mortais. Muitas vezes Masheu se esgueirava pelo reino para encontrar um simples vilarejo humano, onde fazia travessuras, que se tornava no fim perigosos acidentes para os mortais, no sofrimento dos mesmo e toda a confusão que criava, Masheu sorria em puro divertimento. Mello, pai de Masheu e rei, já cansado do comportamento do filho ordenou que o trouxessem a sua presença onde ele seria castigado por seus atos inconsequentes. Masheu ao saber o que o pai pretendia para se, aceitou de bom grado, pois Mello era o único a quem temia. Na presença do pai Meshau tentou justificar seus atos, usou o argumento de que humanos não eram nada, que deviam servi as asas do céu para o divertimento dos próprios. Mello indignado com o que o filho tinha se tornado ordenou que ele se afastasse do reino, sem nenhum privilegio iria morar entre os humanos, teria que viver com aquele que mais desprezava, Masheu não aceitou tau coisa, mas uma ordem do rei era inquestionável.
No mundo humano Masheu se viu enojado, em sua revolta acabava negando empregos, dinheiro e comida que os mortais oferecia para ele, o que levou a seguir para floresta, onde se estabeleceu. No mês seguinte ao seu banimento Meshau já não era mais o mesmo, na floresta sem uma casa em se, apenas uma cabana improvisada, sem comida todos os dias, apenas nos dias em que conseguia algo em suas caçadas, e sem o treinamento da guarda que tinha quase todos os dias em que passava no castelo. Ele continuava arrogante, irredutível em aceitar as ajudas dos humanos, foi então que Masheu adoeceu, doença humana era a unica coisa que podia matar um asa do céu, ele não teve tratamento apenas se manteve por muito tempo parado na espera de que melhorasse, porem isso não ocorreu.
Camily uma jovem camponesa, com uma aparecia fraca, a algum tempo tinha perdido o pai em um acidente ocorrido devido a umas das varias traquinagens que o príncipe herdeiro dos asas do céu provocava. Ela gostava de sair para a floresta, era lá que ela tinha seus momentos para pensar, cercada pelo verde e o cântico das aves e grilos. Foi em uma de seus saídas que ela o encontrou, ela não sabia quem era apenas tinha consciência de sua beleza e seu estado adoecido, ela poderia deixa-lo morre, contudo não fora isso que seu pai tinha lhe ensinado, se ele morresse ela se culparia. Camily cuidou do belo desconhecido, isso durou dias, em alguns momentos ela vislumbrava olhos violetas a fitando. Foi em uma noite de chuva que Masheu despertou completamente, os olhos do mesmo apesar de um pouco confusos, ao vislumbrar Camily pareceu se conscientizar de algo, naquela noite eles conversaram, Masheu agradeceu a uma mortal, foi naquele momento que seu conceito sobre os mesmos começou a mudar.
Todos os dias Camily se aventurava na floresta para ir ao encontro de Masheu, ambos começaram a gostar em desmasia da companhia um do outro, e quando pararam para pensar viram que eles se amavam. Masheu tinha mudado, sua raiva para com os mortais tinha se extinguido e seu pai Mello que lhe observava como uma poderosa águia nos céu, viu isso, ordenou que o trouxessem de volta, pois agora ele era o rei que o pai buscava, governaria em seu lugar. Masheu não queria ir, apenas o pensamento de se afastar de Camily lhe aterrorizava, antes que seu pai viesse a ele, Masheu convidou Camily para fugir com ele, a garota o amava tanto que não exitou. Pelo céu e pela terra eles foram buscados, com a perda de seu rainha as asas do céu procuraram alguém para culpar, e os humanos foram esses. Então vei a guerra, humanos tinham tamanha desvantagem contra seres imortais, todavia não desistiriam já estavam fartos de todas as humilhações as quais os asas do céu lhes proporcionava, essa guerra perpetuou por quase um ano.
Enquanto a guerra seguia Camily engravidou, Masheu se sentiu feliz o que o fez relevar todo o pandemônio que a guerra trazia, mesmo incerta do que pensar com aquela noticia Camily acabou apenas optaram por deixar a civilização e partirem para as florestas do mundo. Nove meses depois Camily deu a luz a uma mestiça, meio humana e meu asa do céu, aquele bebe tinha algo diferente em se, em suas costas tinha asas de pássaro com uma cor creme suave que entrava em contraste com sua pele branca. Quando a criança completou seu primeiro mês de nascimento a floresta foi invadida pela guerra, Camily fugiu para o sul quando Masheu foi preso pela guarda real de Mello, que reconheceu Masheu como o príncipe perdido. No mesmo dia Masheu contou ao pai que não poderia assumir o trono, pois tinha uma filha com uma mortal, Mello se enfureceu e então ordenou que todas as asas do céu que abitavam a terra do mundo humano retornasse ao seu lar, o reino dos céus. Masheu tentou resistir porem o pai não permitiu que isso acontecesse. Mello viu o quanto a junção de mortais e imortais era terminal para ambos, pois duas especies tão semelhantes e opostas ao mesmo tempo não podiam permanecer juntas sem trazer a desgraças para um dos lados, um mestiço asa do céu era uma desgraça para um futuro rei como Masheu, assim como, a guerra antes e ainda era uma doença para a humanidade. Naquele dia as asas do céu foram banidas do mundo dos mortais, eles reinariam nos céus entre as estrelas, enquanto que os humanos reinariam e morreriam sobre a terra.
Camily com a perda de seu grande amor partiu mais para o sul onde criou uma grande nação, se tornou a primeira rainha humana a reinar sobre a humanidade. Mesmo tendo conquistado tanto, seu sofrimento pela perda continuou palpável, em sua depressão ela tirou sua própria vida. Luna com seus 17 anos se tonou a nova rainha após sua mãe , ela cresceu e casou-se teve filhos e seus filhos tiveram filhos, e a linha de sangue asa do céu fora se perdendo entre as gerações.
Masheu mesmo entre as estrelas todos os dias observava sua amada mesmo que ela não o visse ele a via, viu o dia enque a vida a deixou, no mesmo dia ele foi coroado. Masheu se tornou um rei amargurado e imortal, governou os céus desde então, e nunca mais nenhuma asa dos céus pousou sobre a terra dos mortais. Entretanto sua herança permaneceu adormecida nos descendentes de Luna, em alguma geração a herança das asas dos céus seria despertada se assim fosse necessário e desejado, o mestiço traria de volta o povo das estralas, faria com que mortais e imortais se unissem em harmonia, assim dizia a lenda de minha família.
Meu nome é Diana Luna Mellique, sou a segunda filha de Brendo Mellique, pertencendo a 22ª geração que reina ao sul do mundo mortal. No futuro a rainha do mais poderoso reino, um destino desejado por muitos e dormente para outros, para mim era algo distante e irreal, de certa forma emocionante e perigoso, um futuro que eu não desejava mas que se tornou real, um destino que fora traçado antes mesmo do meu nascimento.
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