Notas iniciais
Olá pessoais lindas do meu coração!! Estou de volta com mais um capítulo para vocês! Peço do fundo do coração, leiam, mas sem muita raiva no coração! Esse capítulo é necessário! Contém conteúdo hentai, então é +18. LEIAM AS NOTAS FINAIS POR FAVOR! Boa leitura

Lucy: Conseguiu achar o Natsu, Happy? — Perguntou preocupada.

Happy: Aye! Natsu está completamente bêbado, Lisanna levou ele para casa agora! — Falou animado. Mas o coração de Lucy se quebrou em mil pedaços. Como assim é ela que vai cuidar dele? E pior, sentiu raiva de si mesmo por ter demorado tanto para falar de seus sentimentos para o rosado, mesmo que ele não entendesse.

Lucy: Será que ela precisa de minha ajuda? Onde eles estão? — Perguntou como se não quisesse nada, na verdade a pergunta saiu quase que automático de sua boca.

Happy: Lisanna já o levou para casa, já devem está lá agora! — Falou despreocupado — Vamos curtir mais nossa festa?!

Lucy: Eu até que gostaria... — Deu um sorriso sem graça para o Exceed -... Mas não estou me sentindo muito bem! Na verdade, eu vim aqui para me despedir de vocês, já estou indo para casa...

Erza: O que você está sentindo? – Perguntou preocupada.

Lucy: Nada demais, só estou muito cansada... — Mentiu, não queria ficar ali porque não ia conseguir se concentrar em mais nada. Estava agindo como se fosse namorada do Natsu, mas eles não tinham nenhuma outra relação, só uma grande amizade.

Happy: Lucy tá sentindo falta do Natsu, para dormir com ela! — Falou o Exceed já abafando o riso sacana com as patas.

Lucy: D-De onde... V-Você tirou isso? – Visivelmente corada, apontou com indicador para o gato, mas a mesma estava tremendo que aquilo nem de longe ameaçava Happy.

Erza: Eu não sabia que vocês já transavam... Natsu é bom de cama? — Perguntou Erza com um riso malicioso desenhado nos lábios. Lucy ficou ainda mais vermelha.

Lucy: P-P-P-Pera Aí! Nós n-nunca... — Tentava juntas as palavras, mas era impossível, estava envergonhada demais para pensar em uma desculpa. Não que realmente tivesse feito sexo com Natsu, mas não podia negar que já fez essa pergunta para si mesmo: "Será que ele é bom de cama?". Isso em seus momentos de perversão antes de dormir.

Erza: Não precisa causar inveja ao meu cabelo com a cor do seu rosto... – Comentou maliciosamente. Depois suspirou — Esquece esse assunto... Não precisa dizer que já imaginou o Natsu fazendo essas coisas, mas o ele é tão inocente e não tem cara que faz isso...

Lucy: VOCÊ FALOU PARA ESQUECER! — Falou mais vermelha do que nunca. Erza e Happy riram — Bom... Eu já vou indo...

Happy: Se quiser, eu posso te fazer companhia Lucy... — Sugeriu. A loira olhou para chão, pensando em algo. Logo depois suspirou pesado.

Lucy: Não precisa Happy, acho que o Natsu que precisa de sua companhia, não eu... — Falou com um sorriso triste — Boa noite pessoal! — Deu de ombros e começou a caminhar, mas eram passos de uma derrotada. Uma garota tapada que vai perder o homem que ama.

...

Após atravessarem toda cidade de Magnólia, já se encontravam no meio da floresta indo em direção a casa de Natsu & Happy. Lisanna tentava andar com Natsu até sua casa, mas o rosado estava tão mole e preguiçoso que terminava dificultando os passos da albina. Lisanna estava com um dos braços de Natsu por trás do pescoço e segurava o peito do rosado, tentando ajudá-lo a andar. Mas ao invés de Natsu cooperar, só dificultava as coisas, a coitada se esforçava muito para não deixá-lo cair no chão, mas estava impossível. Em um momento, tropeçou em uma raiz de árvore e caiu junto com Natsu, os dois de cara no chão.

Lisanna: Merda... — Exclamou baixinho, quando se levantava, ao perceber que Natsu poderia ouvi seu palavrão, tapou sua boca com as mãos, mas essa estava suja de areia. Ao perceber, Lisanna fez cara de nojo e limpou as mãos no shortinho branco que usava. Deixando algumas marcas marrons na roupa — Você também não ajuda não é Natsu? — O rosado parecia dormir de cara no chão. Lisanna novamente tentou levantar Natsu, mas ele não era tão leve. Suspirou derrotada — Já sei! Take Over: Rabbit — Seu corpo ficou em volta de um brilho amarelado, quando o brilho desapareceu, Lisanna se mostrou em forma de coelho roxo gigante — Vamos lá! — Carregou Natsu em seus braços e começou a correr pela floresta. Mas, não demorou muito para que Natsu começasse a passar mal pelo movimento. Sua cor ficou verde e o rosado encheu as bochechas para conter o vomito eminente.

Natsu: Hmmm... Grmmm... Hmmmm — Lisanna parou de correr ao ver o estado do seu amigo. Assim que parou, imediatamente Natsu saiu dos braços do coelho roxo, mesmo que com dificuldades de se locomover, e se arrastou até um arbusto, foi lá que ele colocou tudo para fora. Somando as bebidas exageradas que Cana ofereceu e o enjoou causado pelos movimentos do “transporte", foi inevitável Natsu não vomitar. Pelo menos, ajudou o rosado a ficar um pouco mais acordado. Lisanna voltou a sua forma original e foi até Natsu.

Lisanna: Você está mal mesmo... — Suspirando — Estamos muito longe de chegar a sua casa... — Olhando em volta do local, que estava sendo iluminado apenas pela luz da Lua Cheia — Aqui é perto da nossa cabana, se quiser podemos descansar lá — Sugeriu. Natsu se virou um pouco babado, fazendo Lisanna ficar completamente com nojo daquela baba escorrendo pela sua boca — Vá se lavar! — Olhou para o lado e avistou um lago ali perto, lembrou que na infância já pescou junto com Natsu e Happy naquele lago — Eu te ajudo a se lavar... — Segurou pelo braço forte de Natsu e o guiou até o lago, era uma cena típica de uma pessoa guiando um cego.

Antes que chegasse ao lago, Natsu tirou seu querido cachecol e entregou a Lisanna, o ato fez a albina ficar surpresa, nunca viu Natsu entregar o cachecol a alguém assim. Ao chegar à beira do lago, Natsu se curvou e começou a larvar o rosto, engolia a água e gargarejava para limpar toda a boca. Depois de alguns segundos, já estava completamente limpo. Se levantou e voltou a caminhar até Lisanna, parecia mais um zumbi, pegou seu cachecol e o colocou de volta. Lisanna estranhou Natsu não ter dado uma só palavra, mas não o questionou, estava mais bêbado do que nunca. Lamentou internamente por ver seu amigo daquele jeito.

Lisanna: Vamos para a cabana — Falou ao ver Natsu indo em sua direção, mas o garoto não falou nada, apenas seguiu cambaleando para a direção da cabana, Lisanna o seguiu.

...

Durante o caminho para sua casa, nunca foi tão difícil para Lucy voltar sozinha como dessa vez, suspirava várias vezes e nem mesmo a companhia de Plue a animava, como de costume, os pescadores ali perto sempre pedindo para a garota tomar cuidado para não cair no rio. Dessa vez Lucy ignorou os avisos, ainda estava andando sobre o paralelepípedo, mas não alegremente como fazia antes. Plue estava em seus braços e a loira caminhava cabisbaixa. Logo chegou no seu apartamento, lembrou de pedir para o Happy ir atrás do Natsu e da Lisanna, não queria deixá-los sozinhos, na verdade, nem sabia porque estava sentindo isso. Lucy estava com um mau pressentimento sobre isso e esse mau presságio fazia o coração dela doer tanto. Isso tudo era ciúmes?

Já em sua banheira, fazia uma reflexão do que sentia naquele momento, Natsu sempre foi próximo da Lisanna, até mesmo foi amigo dela antes mesmo de conhecer Lucy, tentava colocar esses tipos de pensamentos na sua mente para tentar se enganar, mas não adiantava. Algo a incomodava, mas se ela fosse atrás deles poderia ver algo que não lhe agradaria! Repreendeu-se por pensar coisas sem sentidos! "Eles só são amigos!" Repetiu várias vezes em sua mente, aliviando um pouco o seu ciúme. Suspirou de alívio e enfim pode voltar a fazer sua higiene e dormir tranquila, decidiu contar tudo para Natsu no dia seguinte. No fim, era só um banho quente que precisava.

...

Lisanna On

Eu e o Natsu finalmente havíamos chegado à cabana onde eu construí quando éramos criança. Foi ali que tentamos chocar o ovo do Happy e que eu pedi o Natsu em casamento, mesmo que de brincadeira, mas foi algo muito importante para mim. Realmente, naquela época éramos tão inocentes, eu não sabia direito o que é amor ou paixão, mas depois que fomos crescemos juntos eu fui percebendo que não gostava do Natsu somente como amigo, eu sentia algo a mais por ele, começava a enxergar o Natsu com outros olhos e admito, como ele ficou gato quando cresceu, jamais imaginei isso. Infelizmente, não pude aproveitar muito tempo com esse "Natsu" adolescente, pois terminei indo para Edolas sem querer, mas lá também tinha um "Natsu", mas não era o Natsu que eu conhecia, ele era fofo e a aparência era idêntica, mas não era o mesmo Natsu, o tempo foi passando e terminei me acostumando com Edolas.

Um belo dia, percebi que o Natsu de Earthland havia chegado em Edolas, era ele mesmo! Ele me encontrou! E foi aí que percebi que meu sentimento por ele não foi destruído, muito pelo contrário, apenas aumentou! Eu estava profundamente apaixonada por Natsu Dragneel! Essa paixão só aumentou com o tempo, ele agora tinha outras amizades, isso era bom, fiquei feliz por ele, mas no fundo tinha ciúmes e inveja de como a Lucy conseguiu conquistar Natsu em tão pouco tempo, naturalmente, nos afastamos um do outro, parecia que eu não tinha espaço no coração do Natsu, não como namorada ou algo do tipo, mas como amiga mesmo! Eu sentia falta de passar o tempo com ele, pescar com ele, viver aventuras ao lado dele e do Happy, eu sentia falta da nossa infância. Quando ficamos presos na base da guilda das trevas Tártaros, eu percebi que Natsu não alternou seus sentimentos comigo, ele me tratou da mesma maneira como antes e isso me fez me senti feliz, muito feliz. Decidir tentar algo com ele, talvez, por ele ser inocente demais, não perceberia o sentimento que deve nutri por mim. Decidir tentar conquistá-lo. Havia demorado tanto tempo que achei que ele sentisse algo pela Lucy, mas se realmente o sentimento deles fosse algo a mais que amizade, eles já teriam algo, mas não tiveram nada até então, agora me senti na liberdade para reconquistar o homem que me apaixonei pela primeira vez.

Agora, deitados nas palhas da cabana e cobertos por um lençol velho e um pouco rasgado que eu havia deixado ali antes de partir para Edolas, eu o admirava dormindo, como ele é lindo, Natsu cresceu mais, obviamente, e cada vez ficava mais charmoso. Só pelo fato dele está ali perto de mim, fazia meu coração disparar. E pior, estamos sozinhos aqui, não nego que várias coisas pervertidas se passaram na minha cabeça, ai que vergonha! Mas é a natureza humana pensar nessas coisas quando você está sozinha com a pessoa que ama. Decidir ir dormir também, amanhã voltaríamos para a guilda cedo e espero que o Natsu não fique com uma baita de uma dor de cabeça por causa da ressaca. Me virei de lado e de costas para ele, não demorou muito para que meu sono viesse, eu estava um pouco cansada por ajudar a Mira com as preparações para o Hanami.

Alguns minutos se passaram, em certo momento, sentir um braço musculoso contornar minha cintura e me prensar contra um corpo rígido logo atrás de mim, Natsu havia me abraçado por trás, estávamos na posição de conchinha, rapidamente arregalei os olhos quando sentir meu coração disparar cada vez mais, eu tremi um pouco com aquele toque, nunca senti homem nenhum me tocando daquele jeito e como ele era quente. Mas o abraço foi ficando cada vez mais quente, aos poucos fui sentindo Natsu prensando seu membro em minha bunda, não podia deixar aquilo acontecer, ele estava bêbado e não sabia o que estava pensando, provavelmente bebeu algo afrodisíaco e terminou despertando um lado pervertido do Natsu que eu não conhecia até então. Fui tentando fugir do seu membro já rígido, mas ele me perseguia, quando eu ia um pouco mais para frente, Natsu me puxava para trás e colava nossos corpos.

Lisanna: O-O que está fazendo? — Perguntei com o rosto completamente corado. Não virei o rosto para ele. Natsu não me respondeu, mas eu senti sua respiração em minha nuca, me fazendo ficar completamente arrepiada. Natsu roçava o nariz em meu pescoço e aquilo já estava ficando difícil de resistir. Poxa! Era o cara que sou apaixonada fazendo isso! Quem resistiria? Mas não podia deixar fazer o que quisesse, pois nem ele mesmo sabia o que estava fazendo. Natsu se aproximou na minha orelha e sussurrou com uma voz sedutora para mim.

Natsu: Seu cheiro é bom... — Me arrepiei de novo com aquilo, já não estava mais conseguindo e confesso que já estava excitada. Natsu foi deslizando a mão até minha barriga, me deixando com sensações como se eu tivesse várias borboletas voando no meu estômago — Nunca me senti assim antes... — Ele falou enquanto roçava seu nariz em meu pescoço.

Lisanna: É m-melhor pararmos... Eu não estou conseguindo mais me segurar — Confessei, não podia negar que queria aquilo, eu queria, principalmente com ele, mas não ali e naquelas circunstâncias, mas o Natsu não colaborava. Ele deslizou sua mão para meu ventre, eu paralisei, meu coração bateu mais forte com a ansiedade.

Natsu: Não se segure... Você também quer... — Ele falou com aquela maldita voz sedutora, não resistia mais. Natsu ousou e enfiou a mão por dentro do short branco que eu usava, ele acariciou minha intimidade por cima da calcinha de renda que eu usava, me fazendo gemer, foi um gemido que escapou, juro! Mas ele ouviu e percebi que ele sorriu de canto, eu imaginava a cara que ele estava agora, mas não tinha coragem de olhar para ele — Viu que você quer... — Falou de novo, após perceber meu gemido.

Lisanna: P-Pare... — Pedi, mas ao invés de parar, ele avançou mais. Colocou minha calcinha um pouco mais para o lado e começou a estimular meu clitóris, gemi novamente com o toque quente dele, até revirei os olhos. A essa altura, o membro duro de Natsu se esfregava em minha bunda. Meu Deus! Como é duro.

Natsu: Geme meu nome... – Pediu! Eu não ia atender a seu pedido, mas percebi que ele tirou a mão de dentro do meu short e desabotoou minha roupa — Não vai gemer? — Perguntou com um tom sacana e desafiador. Natsu forçou meu short para baixo, deixando ele até os joelhos, minha vergonha falou mais alto dessa vez. Virei-me para ele bruscamente.

Lisanna: Pare com i-isso! — Falei firme, mas na última palavra eu gaguejei porque ao me virar, ele me fitava com aquelas orbes ônix intensamente, Ai que Droga! Como é difícil resistir a ele. Ele percebeu minha fraqueza e sem medir esforçou, apertou um de meus seios. Gemi em resposta — É s-sério... P-Pare... — Pedi novamente, mas parecia mais que eu implorava mais por ele. Nossos rostos estavam bem próximos e até mesmo sentia o cheiro de bebida forte vindo dele, aquilo realmente estava me incomodando.

Natsu: Eu quero e você também quer... — Ele falou e se ajoelhou, depois levou as mãos ao próprio cinto e o tirou, eu percebi seu enorme volume e ansiava para ver Natsu completamente pelado. Já havia visto ele pelado quando enfrentamos a Tártaros, mas agora era diferente, agora ele estava pelado para mim e estava excitado por mim, nunca me senti tão desejada. Natsu abaixou seu calção junto com a cueca que usava e seu membro saltou para fora, arregalei os olhos ao ver tudo aquilo na minha frente — Me chupa... — Meu Deus! Como Natsu Dragneel aprendeu a ser tão pervertido assim? Ele falou com um tom autoritário, a princípio eu olhei estranho para ele, mas depois... — Por favor... Você me chupa? -... Ele alterou seu tom para algo implorando e necessitado, com uma cara mais inocente do mundo. Ao vê-lo pedir daquele jeito, não podia negar, não que eu fosse experiente, era minha primeira vez, mas eu não me segurava mais, era um pedido da pessoa que amo.

Ainda receosa, segurei no seu membro, arrancando um gemido de prazer do Natsu, aquilo soou bom para meus ouvidos, pois ele estava gostando. Comecei fazendo movimentos para trás e para frente, Natsu olhou para cima com olhos fechado e gemia com aquilo, eu me senti muito feliz com o prazer que estava proporcionando a ele. Após alguns minutos masturbando Natsu, ele colocou a mão em minha cabeça e forçou para frente, era um pedido para eu chupá-lo. Mas eu nunca fiz isso e era errado, olhei para ele fazendo minha cara mais medrosa possível, mas ele respondeu com um riso que me confortou.

Natsu: Fica tranquila, faça do jeito que sabe... Também é minha primeira vez... — Ele falou transmitindo toda confiança para mim, eu percebi que sei rosto estava corado, não sabia se era por vergonha ou por que ele estava bêbado. Algo que me deixou feliz, foi ele falar que era sua primeira vez também, isso me motivou a continuar, naquele momento eu não me arrependeria de fazer aquilo, pois estava fazendo para a pessoa que amo.

Aproximei meu rosto do seu membro, eu percebi a respiração ansiosa do Natsu nesse momento. Sem muito que fazer, passei a língua pela glande do seu pênis, Natsu gemeu alto e fechou os olhos com meu ato, gostei dessa atitude e continuei, agora eu abocanhei toda sua glande e chupava delicadamente, tinha medo de feri-lo com meus dentes. Natsu alternava o olhar, ou olhava para cima com olhos fechados ou fixava intensamente para meu rosto chupando seu membro. Agora, ele forçava com sua mão em minha cabeça, como se pedisse para eu não parar agora. Aproveitando isso, eu com as mãos livres, fui abaixando meu short cada vez mais, tirando ele e ficando somente com minha blusa e calcinha. Com o tempo fui começando a aprender como se fazia aquilo, sugava e lambia o membro do Natsu, eu queria que ele gemesse cada vez mais. Teve um momento que senti seu corpo ficar tenso, foi nesse momento que ele tirou a mão da minha cabeça e pediu eu parar.

Lisanna: O que foi? — Falei ofegante.

Natsu: Não quero terminar agora... — Ele respondeu com um riso de canto, eu nunca havia percebido esse sorriso do Natsu. Ele me ajudou a tirar minha blusa, me deixando somente de roupa íntima, fiz o mesmo com ele, ajudei a tirar seu colete, tentei tirar o cachecol também, mas ele segurou minha mão e balançou a cabeça negativamente — Deixe eu fazer para você... — Natsu me deitou na palha e foi se aproximando da minha intimidade. Eu jurava que ele ia me beijar nessa hora, na verdade, eu queria muito beijá-lo, mas seu cheiro de bebida estava insuportável e era melhor não. Acho que eu terminaria ficando bêbada também.

Eu havia coberto meus seios com os braços, mesmo que estivesse somente de roupa íntima, me sentia envergonhada com aquilo, mas ao mesmo tempo era bom, pois eu queria senti-lo. Natsu passou a língua pelo meu umbigo, me fazendo arrepiar. Sua língua era quente e delicada, mas ao mesmo tempo tinha um toque selvagem. Lentamente ele foi descendo, meu corpo tremia de ansiedade. Quando chegou ao cos da minha calcinha, Natsu me fitou nos olhos. Era um combate entre olhos azuis e ônix, seu olhar me pedia permissão para continuar, eu pensei por alguns segundos: "É isso mesmo que eu quero?" A resposta foi óbvia, queria isso com Natsu, mas não ali e com ele daquele jeito, mas se não aproveitasse o agora, como iria saber o que poderia ocorrer amanhã? E se Natsu me desprezasse por eu não aceitar a transar com ele. Depois de um tempo refletindo, cheguei à conclusão mais correta naquele momento, ou pelo menos que eu achava correta. Apenas assenti positivamente para ele, Natsu foi tirando minha calcinha, um pouco apressado, era nítido que ele estava ansioso. Por fim, minha intimidade ficou completamente exposta, Natsu lambeu os lábios inferiores quando a viu, eu fiquei com um pouco de medo, era como se eu fosse uma presa prestes a ser atacada por um dragão, seus olhos estavam negros de desejo, eu não sabia mais o que ia acontecer. Natsu se aproximou da minha intimidade e passou a língua pelo meu clitóris, arrancando um gemido alto e agudo de prazer, após ouvi meu grito, ele começou a chupar toda minha intimidade com mais intensidade, distribuindo beijos e passando a língua pelos grandes lábios. Natsu segurou em minhas coxas, olhei para mão dele e o vi tremendo, acho que ele estava nervoso. Depois de alguns minutos, ele decidiu finalmente me penetrar, subiu mais o corpo e ficou cara a cara comigo.

Natsu: Preciso fazer isso... — Falou, mas saiu como uma súplica. Natsu roçou o membro em minha intimidade, me deixando cada vez mais molhada. Eu estava com medo, morrendo de medo, o membro do Natsu é um pouco... Comprido e isso me fez recuar, mas eu também o desejava e foi por ele que decidir ceder. Abri um pouco as pernas — Eu vou entrar... — Avisou. Eu sentia o Natsu ofegante, ele parecia está mais nervoso do que eu e tentava me passar confiança e calma.

Lisanna: Natsu... Vai com cal... AAHHH... O idiota enfiou tudo de uma vez, me fazendo gritar de dor. Caramba, como dói! Ainda sangrou um pouco, mas Natsu não parou. Eu estava muito molhada e acho que se não fosse por causa disso eu não aguentaria. Cravei minhas unhas em suas costas. Natsu não esperou um tempo para eu me acostumar, ele já foi fazendo os movimentos, eu pedi para ele parar — P-Pare... Por favor... — Ele parou os movimentos e me olhou confuso — Está doendo muito... Deixa eu me acostumar com você dentro de mim — Falei. Ele pareceu entender e parou, ficou alguns minutos com seu membro dentro de mim. Após a dor passar, fui começando a ser consumida por um prazer indescritível. Rodopiei a cintura, dando o sinal para ele continuar, ele percebeu e voltou a dar estocadas – Ahhh... Natsu. — Eu gemia alto, estávamos no meio da floresta, ninguém iria nos ouvir, então não me importava mais com nada, eu queria era ele ali comigo! As investidas de Natsu eram rápidas e fortes, cravei novamente minhas unhas em suas costas, dessa vez foi por prazer.

Eu sentia como se ele estivesse me atravessando, era uma sensação maravilhosa. Eu gemia alto de prazer, enquanto ele dava gemidos abafados, porém sexys. O barulho dos nossos corpos colando era o melhor som que eu já ouvir durante minha vida. Ficamos mais uns alguns minutos naquela posição. Até que senti o corpo do Natsu ficar tenso e ele fechar os olhos com força e dá o gemido mais alto que deu naquela noite. Fui preenchida com todo seu líquido quando ele gozou, inevitavelmente, gozei junto com ele, gritei ainda mais alto que ele, pois o prazer de tê-lo dentro de mim era maior que todas as sensações boas que já tive. Após gozar, Natsu continuou ainda estocando por alguns segundos, mas finalmente foi vencido pelo cansado e desabou ao meu lado. Estávamos ofegantes, foi uma experiência única para mim. Me deitei sobre o peito de Natsu, ele me abraço pela cintura, ficamos ali descansando por um tempo.

Lisanna: E-Eu adorei... Você foi ótimo... — Falei envergonhada. Mas percebi que Natsu não falou nada, apenas ouvi um barulho de ronco. Levantei o olhar e me deparei com o rosado dormindo. Provavelmente ele está muito cansado. Fiquei alguns minutos descansando sobre o peito dele, até que...

Natsu: Eu também adorei... Luce! -E ali percebi que cometi o maior erro da minha vida.


CONTINUA...

Notas finais
NÃO ME JOGUEM PEDRAS! Mas como eu avisei, esse capítulo é necessário para o desenrolar da fanfic, peço que continuem acompanhando ela! O casal principal da fanfic é NaLu, revelei! Mas eu queria muito deixar vocês em dúvida logo nos primeiros capítulos! Acho que funcionou, mesmo que eu tivesse dado várias dicas... A Magia Una não se resume apenas em NaLu x NaLi, como aparentemente foi mostrado, isso só foi o pontapé inicial e os verdadeiros vilões ainda irão se revelar! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- A capa que postei aqui é a versão censurada, devido as regras do Nyah, quem quiser ver a capa original o link está aqui embaixo: https://lh4.googleusercontent.com/-jLZYFXYywKE/Uu1UO_mphWI/AAAAAAAAAxk/zC-h6ug5mjU/w485-h510-no/Cap7.jpg Créditos: Dezaynho Malik Prometo que não irão se arrepender em continuar lendo a fanfic! Muitas tretas irão rolar!