A Magia Una
8 Arrependimentos
Notas iniciais

Floresta de Magnólia
Cabana de Palha
O dia clareou em Magnólia, um brilho de um lindo Sol iluminou toda cidade, nas proximidades de Magnólia havia uma floresta, não tão densa. Entre as árvores, flores e pássaros cantando, anunciando um novo dia, existia uma antiga cabana de palha feita por crianças, apesar de que na noite anterior, essas "crianças" não tiveram nenhuma atitude infantil, ali, elas foram mais adultas do que nunca. Natsu dormia tranquilamente, com um sorriso singelo e satisfeito desenhado nos lábios. Os raios de Sol começaram a incomodar o rosado, quando passaram pelas palhas da Cabana. Natsu abriu os olhos lentamente, mas ao receber os raios solares em suas pupilas, uma forte dor de cabeça tomou conta do garoto, o fazendo fechar novamente os olhos e massagear as têmporas.
Natsu: Tô me sentindo tão cansado... — Comentou consigo mesmo. Finalmente consegue abrir os olhos novamente, suas orbes ônix percorreram todo o local lentamente, os olhos ainda estavam entre abertos e sua expressão era confusa — Onde eu estou? — Se perguntou e logo bocejou, abrindo bem os braços, mas logo a recebeu outra pontada na cabeça, levando sua mão a testa — Que dor de cabeça forte... — Logo percebeu que estava pelado no meio das palhas, se levantou, ficando sentando — O que aconteceu aqui? — Falou gritando espantando por estar pelado, mas logo sentiu novamente aquela pontada insuportável na cabeça — Ai merda... — Exclamou em desgosto. Natsu olhou em volta e se viu sozinho naquele lugar, nem mesmo sentiu falta de certa albina que te levou para ali. Era como se estivesse com amnésia, não se lembrava da nada, a última coisa que lembrava era ter visto Loke em cima da Lucy e bebendo algo oferecido pela Cana. Suspirou derrotado — Não acredito que peguei a mesma doença do Gray... — Falou cabisbaixo e em um ato de raiva, arremessou o lençol velho que o cobria para longe, revelando suas roupas que estavam sob o lençol — Ufa... Achei minhas roupas! — Falou aliviado dando seu sorriso típico, mas logo fez careta novamente pela dor de cabeça que não passava.
...
“Lisanna: E-Eu adorei... Você foi ótimo... — Falei envergonhada. Mas percebi que Natsu não falou nada, apenas ouvi um barulho de ronco. Levantei o olhar e me deparei com o rosado dormindo. Provavelmente ele está muito cansado. Fiquei alguns minutos descansando sobre o peito dele, até que...
Natsu: Eu adorei... Lucy — E ali percebi que cometi o maior erro da minha vida."
Aquela maldita cena não saia da cabeça de Lisanna. Após perceber que foi confundida pela Lucy, sentiu um ódio tremendo de si mesma por ter aceitado em ir para cama com Natsu, mesmo tendo dúvidas dos sentimentos do rosado para ela mesma. Ficou assustada e com raiva do rosado primeiramente, mas logo depois percebeu que ele dormia e que provavelmente estava sonhando com a Lucy, no fundo queria acreditar que o rosado se referia a outra coisa no sonho, era isso que colocava na sua cabeça o tempo todo, mas não podia se enganar, queria tirar a história a limpo com ele mais tarde. Lisanna não conseguiu pregar os olhos, lembrava-se de tudo que se passou naquela noite, desde dela sugerindo ir para cabana com Natsu até ele falar o nome da Lucy. "O que eu fiz para merecer isso? Eu só sou apaixonada por ele!" Pensava, deixando suas lágrimas caírem pelo seu rosto pálido. A albina agora se encontrava na casa da irmã Mirajane, em seu próprio quarto.
Além de não ter conseguido pregar os olhos, esperou o Sol brotar com seus primeiros raios para que pudesse ir embora daquele lugar que com certeza iria deixar cicatrizes horríveis. Ao chegar em casa, apenas disse para Mira que Natsu deixou ela dormir em sua casa porque já estava tarde, mas que assim que amanheceu ela foi embora. Mirajane acreditou, obviamente. Mas Lisanna não queria falar disso com sua irmã, apesar de ser a única que poderia consolá-la naquele momento. Mesmo chegando ao seu próprio quarto, Lisanna não dormiu, ficava andando de um lado para o outro, pensando uma forma de poder desfazer o que foi feito. Mas como uma pessoa voltaria a ser virgem? Mas a questão não era a virgindade perdida por um bêbado, era o fato de ele ter feito isso com ela enquanto pensava em outra. O sonho de Lisanna era casar e ter filhos com Natsu, e sua primeira vez seria na lua de mel, mas agora tudo estava perdido.
Se olhava no espelho do seu quarto e se sentia um lixo, se sentia suja. Como pode deixar Natsu tocá-la nessas condições? Suas lágrimas se tornaram cada vez mais densas e seus soluços eram incontroláveis. Não conseguia mais guardar isso, precisava desabafar com alguém e tinha que ser sua irmã mais velha.
Mirajane: Lisanna? Está tudo bem? — Batia a porta e gritava do lado de fora, o choro de Lisanna já estava incontrolável e Mirajane escutou e decidiu ver o que aconteceu com a irmã mais — Você está chorando? — De repente, a porta do quarto se abre. Revelando uma Lisanna com o rosto inchado de tanto chorar e suas mãos em sua boca, tentando conter os soluços para que não acordasse Elfman que dormia em outro quarto ali perto. Mira não pensou duas vezes, a abraçou, mesmo sem saber o que havia acontecido — O que foi? Lisanna se acalme! — Pedia, tentando não passar desespero. Lisanna não conseguia formar palavras em sua boca, apenas soluços saiam. Desabou mais ainda quando sentiu os braços confortáveis de sua irmã mais velha, naquele momento sabia que podia contar, pois Mirajane sempre agira como uma mãe para Lisanna e ali ela estava precisando de uma mãe que a entendesse. Após alguns minutos chorando, finalmente se acalmou, levantou o olhar para Mirajane.
Lisanna: E-Eu tenho uma coisa para te contar...
...
Fairy Hills
Quarto de Levy McGarden
Como de costume, Levy adorava acordar cedo para que pudesse comparecer a guilda o mais cedo possível, abriu os olhos lentamente ao mesmo tempo em que se espreguiçava e bocejava. A noite anterior não foi muito boa, após receber aquele presente do Gajeel, ficou sem vontade de voltar para a festa e encarar ele. Voltou para seu quarto na Fairy Hills, terminou se distraindo com alguns livros que terminou de ler e pegando no sono. Após abrir completamente os olhos, percebeu uma pessoa ali dentro do seu quarto, encostado em uma das paredes.
Gajeel: Yo! — Disse simples. Estava de braços cruzados e com uma das pernas servindo de apoio na parede logo atrás. A reação de Levy não foi diferente do esperado por ele.
Levy: KYYYAHHHHHHH — Gritou desesperadamente e logo puxou cada vez mais seu edredom para cobrir seu pequeno corpo, pois só estava com uma roupa simples para dormir e com certeza não queria ser vista pelo Gajeel daquele jeito. O moreno por sua vez, apenas revirou os olhos e fez sinal para a azulada fazer silêncio — PORQUE ESTÁ IMITANDO O NATSU E INVADINDO MEU QUARTO! — Gritou para Gajeel, esse finalmente desfez inicial a posição e e deu alguns passos em direção a Levy.
Gajeel: Como se imitar o Salamander fosse algo que eu faria, parece que não me conhece baixinha... — Falou em tom de deboche. Após processar um pouco mais o que ela disse, ele perguntou — Espera! Salamander invade seu quarto? — Perguntou desconfiado. Agora foi a vez de Levy revirar os olhos.
Levy: Claro que não! Ele faz isso com a Lucy... Acho que é coisa de Dragon Slayer... — Falou a última frase para si mesma. Porém Gajeel escutou devido a sua audição aguçada, mas preferiu ignorar — O que está fazendo aqui? — Perguntou já se mostrando superior. Gajeel anda mais alguns passos e se senta na cama de Levy — Ei! — Essa reclama.
Gajeel: Achei que você ia demorar mais para acordar... — Falou sem encará-la, olhando para um ponto qualquer do quarto, o mesmo estava de costas para Levy que já se encontrava sentada na cama, mas coberta até o pescoço pelo edredom.
Levy: Você está aqui desde quando?
Gajeel: Eu vim ontem à noite, mas você estava dormindo e não quis te acordar...
Levy: Você passou a noite toda aqui sem dormir? — Perguntou completamente corada somente com a proximidade de Gajeel, que nem estava tão próximo, mas só o fato de está vestindo um short leve sem calcinha a deixava envergonhada. De forma alguma podia sair daquele edredom enquanto Gajeel estivesse ali.
Gajeel: Mesmo se eu quisesse, eu não ia conseguir... Tudo que eu pensava era em vim te pedir desculpas e tentar explicar o mal entendido de ontem... — Se lamentou. Levy sorriu com a atitude do rapaz — Além do mais, aqui só tem uma cama, você deixaria eu dormir com você? — Perguntou e olhou para Levy com um riso sacana no rosto.
Levy: C-Claro que não... — Corou absurdamente, se cobrindo cada vez mais com edredom, ficando apenas os olhos para fora.
Gajeel: Ge-he! Você é engraçada baixinha...
Levy: Fala logo o que veio fazer aqui... — Falou trêmula.
Gajeel: Eu falei, vim pedir desculpas pelo o que aconteceu ontem... — Falou como se fosse óbvio.
Levy: Mas você não pediu desculpas... — Abaixou o pouco o edredom, até o pescoço dessa vez. Gajeel suspira derrotado e revira os olhos ao mesmo tempo. Voltou a olhar pra frente, evitando em encarar Levy.
Gajeel: Desculpa por eu ter te dado aquele presente, mas você entendeu tudo errado! Eu nunca te achei fedorenta... Muito pelo contrário, eu sempre achei seu cheiro uma coisa única que nunca sentir antes... Eu adoro seu cheiro! — Falou na lata. Levy cora novamente, nunca pensou em ver Gajeel falando aquelas coisas pra ela. Mas não parou por aí — Eu só queria tentar melhorar algo que já estava bom e terminou estragando tudo! Por isso vim te pedir desculpas, não pelo fato de ter te entregado aquele presente, mas por tentar melhorar algo perfeito como seu cheiro... — As orbes castanhas de Levy se arregalaram com a evidente declaração do moreno. Gajeel olha novamente para Levy e a flagra com lágrimas nos olhos. Ele se assusta com aquilo — O que eu fiz agora? — Falou se levantando da cama assustado — Ahhh merda! Eu tento fazer algo certo e só te faço chorar! — Falou desesperado. Levy sorri.
Levy: Não é isso... É que... Estou me sentindo muito culpada pelo que fiz com você ontem... Eu que deveria está te pedindo desculpas... — Limpou algumas lágrimas que desceram pelo seu pequeno rosto — Me perdoa por tudo que te disse ontem Gajeel... — Criou coragem para falar o que tinha que falar — V-Você é especial para mim — O moreno arregalou seus seus olhos — E... Eu e-estou... — A expectativa era grande para que ela conseguisse falar e Gajeel estava ansioso para saber o que Levy ia falar — E-Estou apai... — Mas a fala da garota foi interrompida por uma voz vinda do lado de fora do quarto. Era Erza.
Erza: Levy? Está tudo bem aí? Eu ouvi gritos! — Gritou a Titânia, deixando os dois dentro do quarto desesperados.
Gajeel: EU VOU MORRER!
Levy: VOCÊ VAI MORRER! — Gritaram juntos — Pula a janela! — Sugeriu — Se a Erza te pegar aqui você está frito! É proibido a entrada de homens nesse dormitório — Falou o mais baixo possível. Sem pensar duas vezes, Gajeel se joga pela janela, caindo brilhantemente em pé no chão, devido a seu equilíbrio de Dragon Slayer, fora o fato do quarto de Levy não era tão alto, colaborando para o perfeito pouso de Gajeel — Já vou abrir Erza! — Gritou para a Titânia que insistia em bater na porta. Levy se enrolou no edredom e foi até a porta, abrindo apenas um pouco, mas o suficiente para ver a ruiva do lado de fora.
Erza: Está tudo bem? — Perguntou preocupada — Eu vou gritos e outras vozes...
Levy: Está tudo bem sim, na verdade é um filme que eu estava assistindo... — Falou sorrindo sem graça.
Erza: Agora pela manhã? — Perguntou desconfiada.
Levy: É um costume que eu tenho... — Levy começava a suar frio. Erza encarou Levy por alguns segundos, o que deixou a garota bastante nervosa.
Erza: É de sacanagem? — Perguntou na cara e pau, Levy deixou escapar um suspiro de alívio que passou despercebido pela Titânia — Depois você me empresta? — Pediu, com a cara mais dura do mundo, deixando Levy corada, mas ela não podia negar, pois isso poderia deixar Erza a questionando por mais tempo.
Levy: Ahh... Sim... Claro! — Continuava forçando o sorriso.
Erza: Muito bem! Obrigado mesmo... — Agradeceu e saiu andando pelo corredor. Levy fechou a porta e se encostou à mesma, suspirando de alívio e logo em seguida dando um sorriso bobo devido ao clima que houve há pouco tempo com Gajeel.
...
Casa de Mirajane
Mirajane havia escutado tudo atentamente sem dizer uma palavra, desde a parte em que tropeçaram numa raiz de uma árvore até o momento em que Lisanna voltava para casa. Lisanna fez questão de contar tudo com detalhe, poupando a irmã das partes eróticas, claro, isso seria constrangedor ao extremo. Ao final da história, Lisanna já havia chorado novamente. As duas estavam sentadas na cama de Lisanna, uma ao lado da outra. Mirajane pousou sua mão sobre a mão da irmã que descansava sobre a cama, acalmando a garota.
Mirajane: Eu te entendo Lisanna...
Lisanna: Você deve está me achando uma vadia agora, não é? — Perguntou, olhando para o lado, ao invés dos olhos azuis de Mira.
Mirajane: Nada disso! Desde quando fazer amor com a pessoa que ama é ser uma vadia?
Lisanna: O problema é que o amor vem somente de um lado... — Lamentou.
Mirajane: Olhe nos meus olhos Lisanna! Não sinta vergonha disso... — Lisanna evitou um pouco, mas logo encarou Mira — Eu estou aqui com você!
Lisanna: Eu sei Mira-nee, mas o Natsu fez comigo pensando na Lucy. Nenhuma mulher suportaria isso... — As lágrimas voltaram a cair com intensidade, mas dessa vez foram secadas pelas mãos de Mirajane.
Mirajane: Olhe pelo lado bom... Você disse que ele estava dormindo, é possível que ele tivesse tido apenas um sonho com ela... Acho que você deveria falar com ele sobre isso...
Lisanna: F-Falar com ele? — Perguntou assustada. Não teria coragem de fazer isso.
Mirajane: Claro que sim, já imaginou se o Natsu acorda procurando por você e não a encontra? O que ele vai pensar? Que não soube fazer direito... — Mira comentou descaradamente, deixando Lisanna completamente corada.
Lisanna: É Mira-nee... Acho que você tem razão! Eu tomei uma atitude precipitada! — Falou, finalmente abrindo um sorriso, mesmo que fraco.
Mirajane: Isso aí... Gosto de te ver sorrindo... Vamos para a guilda agora...
...
Apartamento de Lucy
Após uma noite de sono não tão boa se comparada às outras, Lucy já havia acordado e se preparando para ir à guilda. Estava escrevendo uma carta para sua mãe, contato como foi a festa da noite anterior e tudo que havia ocorrido, até mesmo o momento em que ficou preocupada com Natsu e Lisanna sozinhos na casa do rosado. Pegou suas chaves e seu Fleuve d'étoiles, enrolando no cinto. Estava com sua roupa típica: sua saia azul, junto com seu top branco e com um detalhe azul que formava um coração e um colete pequeno azul e amarelo. Já estava pronta, só faltava sair do seu apartamento, mas e a coragem? Como ela encararia Natsu ou Lisanna se soubesse que havia acontecido algo entre eles? Por fim, pensou pelo lado positivo, "Natsu é muito inocente para essas coisas". E também, o Happy foi atrás deles, então não tinha nada a temer. Mas o gato azul acaba de adentrar seu apartamento pela janela, chorando e se afoga diretamente nos peitos de Lucy que o abraça mesmo sem saber o que foi.
Happy: Lucyyy... — A loira por sua vez fica confusa. Porque esse desespero todo?
Lucy: O que aconteceu Happy? — Torcia para que o exceed não te dissesse o pior, e se algo ruim tivesse acontecido com Natsu e Lisanna?
Happy: O-O Natsu não dormiu em casa! — Falou, sua voz saiu abafada, pois esse estava com a cara toda enfiada nos grandes peitos da loira, porém Lucy conseguiu entender.
Lucy: Se acalme Happy! — Falou tentando confortá-lo e colocando o gato na sua escrivaninha. O exceed se acalmou e enxugou as lágrimas — Agora conta... O que foi? — Perguntou batendo de leve na cabeça do gato.
Happy: Você pediu para eu ir atrás do Natsu e da Lisanna, mas ,quando eu cheguei em casa, eles não estavam lá... Decidi esperar por eles, talvez estivessem perdidos, mas terminei dormindo e eles não apareceram agora de manhã também... — Falou engolindo o choro.
Lucy: Você já foi na guilda? Talvez eles estejam lá...
Happy: Ainda não olhei na guilda, vim direto para cá...
Lucy: Tenho certeza que eles estão bem... Com certeza estão na guilda brigando — Falou Lucy com um sorriso, tentando passar confiança para o exceed. Deu certo. Logo Happy abriu um sorriso.
Happy: Aye! Vamos para a guilda!
...
Na Fairy Tail
Natsu havia chegado muito cedo à guilda, havia poucos membros ali, nem mesmo Mirajane ou Lucy havia chegado. Por sorte, o Mestre Makarov havia aberto a guilda cedo. Natsu se encontrava sentando em uma das cadeiras próximas ao balcão com o corpo jogado por cima do mesmo.
Cana: Você está mal hein? — Comentou com deboche Cana que estava sentada em uma das mesas próximas ali. Natsu não fez muito esforço, apenas virou o braço para trás e mostrou o dedo do meio para a moça que apenas gargalhou. Se vangloriando da cara de ressaca de Natsu.
Gray: Natsu! Vai ficar dormindo aqui na guilda? Lugar de dormir é em casa ou no apartamento da Lucy! — Falou Gray já indo furiosamente em direção ao rosado, esse por sua vez ignora Gray, sem fazer reação alguma — Não me ignore quando eu falar com você! — Gritou Gray furioso.
Natsu: Vai à merda Gray! — O rosado levanta a cabeça um pouco para xingar o moreno e volta a se debruçar no balcão. Sua dor de cabeça estava bem forte. Nunca mais queria sentir aquela sensação na vida.
Gray: O que ele tem? — Perguntou, se sentando com Cana em uma das cadeiras.
Cana: Não aguenta beber... — Falou prendendo o riso e dando um gole e sua cerveja.
Gray: Diferente de você... Uma hora dessas da manhã Cana... — Repreendeu a mulher. Cana olhou com entediada para Gray.
Cana: Esse é meu café da manhã... — Falou dando mais um gole. Nesse momento, Mirajane, Lisanna e Elfman acabam de entrar na guilda cumprimentando todos. Lisanna encontra Natsu no balcão da guilda e vai até ele.
Lisanna: Natsu? Você está bem? — Perguntou, Natsu levantou a cabeça e ver Lisanna em pé ao seu lado.
Natsu: Bom dia Lisanna... — Falou tentando dá um sorriso, mas tudo que conseguiu foi outra pontada na cabeça, fazendo uma cara feia.
Lisanna: Você parece péssimo... O que aconteceu ontem? — Jogou verde. Se ele lembrasse, falaria: "Nós transamos ontem ué?" Sem nem abaixar o tom de voz, deixando a albina completamente vermelha, mas não foi bem isso que ele disse.
CONTINUA...
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