A Luz Entre As Trevas
5 Volta as aulas
Notas iniciais
Nesse capitulo será introduzido os personagens, mas o mais legal é que alguem vai se tonar da família de alguem.. mesmo de mentirinha. Estão curiosos? Nos vemos lá em baixo. Aproveitem a leitura
Ceretei
Um vasto campo de margaridas. Elas exalavam uma flagrância muito agradável. No meio das margaridas havia uma fonte pequena, toda trabalhada em mármore. Esculpidas nela algumas flores e pássaros. Era uma bela paisagem. Esse campo ficava dentro de um labirinto verde, era realmente um lugar muito bonito. Alguns diziam que fora um presente para o grande amor do Capitão do 6° esquadrão. Um caminho estreito era a única passagem que dava acesso a fonte e antes do seu final precipitava-se em dois caminhos e no meio deles uma enorme árvore reinava absoluta e solitária. Naquela árvore havia um velho balanço e observando essa paisagem bucólica estava Byakuya. Uma horas dessas já tinha conhecimento que sua irmãzinha fora enviada para uma missão no mundo dos vivos. Não admitiria, mas estava descontente por ela ter partido sem ao menos avisá-lo. Permaneceu mais um tempo por ali, mas não muito. Tinha muitos afazeres, coisas da sua posição como capitão. Loja do Urahara. Ururu varria em frente a loja. Jinta a observava sentado na calçada enquanto os demais conversam dentro do estabelecimento. –faz um tempo que eu não vou até lá. Como devem está as coisas? –as mesmas, você sabe. Nada muda muito por lá. –é você tem razão, Kojima. –E você, Urahara. Tem certeza disso? –Sim. Esse garoto tem um forte potencial. E esse sobrenome... não tenho dúvidas. Temos que ficar de olho nesse garoto. –Bom se é assim... Então partirei agora. Yoruichi diz se transformando em um gato preto com olhos amarelos penetrantes. –Boa sorte Yoruichi-San. Tenha cuidado. –Eles que devem ter cuidado com ela, Kojima. –E você Urahara, tente não explodir as coisas enquanto estou fora. -Disse sarcástica — não esperou a resposta do louro e saiu para a S.S. Casa dos Kurosaki Como de costume muitos gritos e agitação. –Nosso filho é uma vergonha, Mazaki. Nem cortar os cabelos sozinho conseguiu. Que vergonha, meu amor. Ele ficará para sempre na barra da saias das irmãs. Onde nós erramos? onde? — Isshin gritava embora estivesse com o nariz sangrando. –Ichi-nii, acho que você exagerou dessa vez. –Não exagerei. Ele mereceu. Sempre enchendo o saco. –Mas Irmão, por quê você não cortou o cabelo? –Por..por que estavam fechados. –Sério? que azar o seu irmão. –Meninas, não caiam na conversa desse moleque mentiroso. — Mas um soco no meio da cara. –Esquece isso. –Irmão, se quiser eu posso cortar. –é verdade. Você não ia sair Yuzu? –Sim, mas assim que você saiu ligaram adiando para amanhã. –"que azar o meu. Se tivesse esperado só um pouco mais em casa teria me livrado de todos os problemas de hoje"– Gostaria sim, Yuzu. Obrigada. –Não precisa agradecer. Vamos subir que eu vou cortar essa sua juba. Centro de Karakura. O mundo dos vivos é mesmo interessante. Tanto coisa diferente. Essas roupas... Ninguém se veste igual. Não achei que seria assim. Estou adorando. Rukia andava com calma observando todo aquele novo mundo. Um misto de sons, cores, cheiros. Era tudo novo. Sentou-se em um banco olhando admirada tudo aquilo. Não estava mais zangada pela brincadeirinha do Capitão Mayuri e nem tão zangada com um certo cabeça de cenoura idiota arrogante e mal educado... Claro que se sentia envergonhada. Perguntava-se como pode esquecer que podia flutuar? E por esse descuido acabou caindo em cima dele. Hmm de certo modo ele estava certo, ela poderia até tê-lo pedido desculpas, mas o jeito como a tratou não a permitiu por isso não se sentia incomodada em não fazê-lo, mesmo sabendo que fora culpa dela. Orgulho dos Kuchiki, claro. Um senhor vinha andando em sua direção. Um chapeu, preto. Terno marrom. Nas mãos uma bolsa-pasta e na outra um enorme sanduiche. Ele era gordo. Pensou que nem aquele sanduiche fosse matar a fome dele. Ele continuou e já ia se sentando em cima dela. E esta, por puro reflexo saiu a tempo de ser esmagada. –Ei, você não olha pra onde está sentando não? O cara nem ao menos a olhou. Rukia sentiu raiva e começou a falar e balançar em frente dele. Quando se deu conta que os humanos não podem vê-la em sua forma Shinigami. E novamente se sentiu envergonhada. Pouco tempo no mundo dos vivos e já passara por esses dois micos. Mas de repente um estalo. Se humanos não podem me ver como foi que aquele garoto? Deu um tapa na sua testa. –Eu sou muito burra. Sou uma vergonha para a minha família. Mas é claro que devia ser um daqueles humanos que o Capitão do esquadrão 12 a avisara para ficar de olho. Ela cai em cima de um e deixa-o escapar. Tinha que concertar isso. Formulou um plano. Mas antes tinha que conhecer seus aposentos. Ela ficaria um bom tempo na cidade e moraria no alojamento do antigo shinigami responsável pela aquela área. Bom ela teria uma surpresinha. Um telhado quebrado. Apenas um cômodo. As janelas eram quebradas a porta rangia. Era cenário de um filme de terror. Teias de aranhas estavam espalhadas por todos os cantos. Poeira e lixo. Ela lembrou da mansão onde vivia e olhou aquilo com o maior despreso. Não. Tomou uma decisão. Ali ela não iria ficar. Virou as costas na esperança de por seu plano em prática e claro na tentativa de encontrar um outro lugar mais digno (com isso ela quis dizer limpo) para ficar.
Casa dos Kurosaki –Pronto. –Está otimo, Yuzu. Obrigado. –Já falei que não precisa me agradecer. –Okay, você venceu. Mas realmente está bom. –Ichi-nii, você não vai para a Escola hoje? Já passou da Hora. — Disse Karin entrando no quarto de Ichigo. –É o primeiro dia, Karin. As primeiras aulas são sempre aquela baboseira de confraternização e de apresentação dos alunos aos professores. Bom, eu já conheço todos os professores. Não preciso ir tão cedo. –Mas e os novos alunos? Não quer conhê-los? — Yuzu pergunta esperançosa. –Não me importa quem está chegando. É indiferente para mim, Yuzu. — Depois de dizer isso Ichigo sai do Quarto, mas antes dá um beijo na buchecha de Yuzu e bagunça os cabelos de Karin. –Você já deveria saber que ele reagiria assim, Yuzu. –Eu sei Karin, mas realmente não gosto de vê-lo se comportando assim. Ele é tão fechado e solitario. –Ele ainda tem amigos, Yuzu. –Sim, mas até quando? Eu sinto que ele está se afastando cada vez mais de tudo. Isso me deixa tão triste, Karin. Tomara que alguma coisa aconteça e tire-o dessas trevas. .... – Nem morta que eu fico aqui. Rukia repetia para si mesma andando de um lado para o outro quando percebe um objeto que chamou a sua atenção. — Mas espera. O que é aquilo? Ela se depara com um pequeno baú em cima de uma mesa de centro, o única coisa que não estava empoeirada naquele lugar. Quando abre nota alguns recibos e um endereço. Ora isso será muito últil afinal. Suspirou e deu adeus aquele lugar que ódio nos primeiros segundos. Ela ia muito eufórica para o lugar do endereço dos recibos. Quando chegou lá ficou surpresa por se tratar de uma loja que embora fosse pequena, não era lá um disfarce muito bom. Em frente a loja estavam duas crianças. Uma menina deveria ter no máximo 12 anos que varria e um menino de cabelos espetados que deferia ter uns 10. –Eu gostaria de falar com o dono. –Não estamos funcionando hoje. — Falou a menina calmamente. –Mas o que eu preciso é urgente. –Ela já disse que estamos fechados — interferiu Jinta — não entendeu nanica? — Rukia caminha vagarosamente em direção ao menino e desfere no mesmo um cascudo bem forte. Ele grunhiu pela dor que sentiu –Quem é que você pensa que está chamando de nanica, pirralho? — Disse agarrando-o –Pare, vai machucá-lo. — Clamava Ururu. – Mas que confusão é essa ? — Surge um homem alto , com cabelos louros que eram cobertos por um ridículo chapéu verde que cobria os olhos mas deixava aparente o sorriso. –Gerente, ela quer falar com o senhor. –Então você é o responsável por essa loja? — falou soltando o menino. –Sim, no que posso ajudá-la? –Preciso de gigai –Não sei do que você está falando — falou sorrindo. –Mesmo? Então como você está falando comigo estando eu na forma shinigami? Urahara ficou sem graça e começou a rir. –Are are, era uma brincadeira. Mas me diga quem é você? Nunca nos vimos por aqui. –Sou a nova responsável por esta cidade. Por baixo do chápeu Urahara arregalou os olhos. Então era esta a pessoa que eles enviaram? interessante. Pensei em alguém bem diferente. –Diga-me por quê não usa o seu próprio gigai? Rukia encosta os dedos indicadores em um gesto de vergonha — e que sai tão apressada de lá que esqueceram de me fornecer um. –Entendo. Como soube desse lugar? –Seu endereço estava junto com esses recibos na casa do antigo responsável. –"Aquele idiota... Disse para tomar lugar com as minhas coisas"... — Ei, qual o seu nome? –Kuchiki Rukia –Kuchiki? Por acaso é parente do capitão do 6° esquadrão? –Sou irmã dele. — disse não escondendo um sorriso vanglorioso. Seu Nii-sama era muito famoso. (....) Embora fosse o segundo tempo, a escola ainda estava muito agitada. Todos comentavam de como tinha sido as férias. Algumas meninas novas olhavam babando para ele. Outras já se amedrontavam sabendo da fama de arruaceiro. Para ele tudo isso era indiferente, tanto faz se gostavam ou não dele. Desde que o deixassem em paz. Pegou o seu cronograma na secretária e ajeitava algumas coisas no seu armário. –ICHIGOOOO. — Sempre a mesma coisa. Keigo gritando como um maluco para Ichigo que o recebe com um golpe forte. –Keigo. — disse apenas –Só isso? É assim que recebe seu amigo que não via a tanto tempo? — diz fazendo escândalo e fingindo um choro. Ichigo detestava isso. –Como foi as férias? — Perguntou ignorando o que o amigo lhe dissera. –Ótimas — falou agora mais contente. — Keigo encara o ruivo por alguns instantes e do nada puxa o cronograma das mãos deles. — Ahhh nós vamos ficar na mesma sala. Que maravilha, tatsuki, sado e Mizuro também... –É. — disse nao demostrando muito sentimento, mas o ruivo ficara feliz ao saber que todos os seus amigos, os poucos, estavam com ele. Saíram caminhando juntos para a nova classe. Chegando lá todos já estavam sentados. Ichigo e Keigo foram direto para onde Sado e Mizuro estavam e se cumprimentaram. Sado disse somente oi, não era de muitas palavras e Mizuro também não disse muito porque estava ocupando respondendo as mensagens das centenas de garotas que o cercavam. Tatsuki e sua amiga Inoe foram cumprimentar o ruivo também. – Ichigo, a quanto tempo. –Alguns né Tatsuki. Oi Inoe. –Olá Kurosaki-kun A professora entra e logo todos ocupam seus lugares. Algumas caras bem conhecidas e um novo aluno. Alto, pele clara. Usava óculos. Esse era Ishida Uryuu que não lançou uma palavra sequer. Passaria despercebido se as garotas não achassem o seu jeito muito fofo... vai entender as garotas... (...) –Muito obrigada pelo chá, Urahara. –Não há de que. Sempre as ordens. –Obrigada. Ele a acompanhara até a porta. Não deixava de pensar em como o destino agia. Trouxe-a justamente até ele. Isso seria algo ao seu favor. Caminharam um tempo juntos quando avistaram dois rapazes e um deles eram bem conhecido –Aquele garoto! — disseram em uníssono. Olharam -se curiosos –você conhece, Rukia-chan? –O cabeça de cenoura sim, o outro não. — Ichigo vinha caminhando com Sado. –Are are, o destino é mesmo curioso. –Então ele mora por aqui –Provavelmente. Este é o uniforme da escola que tem aqui nos arredores. –Hmm, Urahara poderia me fazer mais um favor? –Diga — ela cochicha umas coisas para ele — Mas o que? Urahara disse surpreso. –só faça, por favor. Não esquecerei disto. Será uma divida para com você. Palavra de Kuchiki. –Ah não. –O que foi, Ichigo? –Lembra da maluca que eu encontrei? – A menina que caiu do céu? Aliais não entendi isso direito –Nem eu. Mas saca só. É ela lá na frente. E justamente com aquele outro maluco que eu te falei. –O da barbearia? –Esse mesmo. — Ichigo não contou da parte dos rolos, só disse que encontra um tipo muito esquisito quando foi dar um tapa no visual. –Que coincidência. –hum –Are are, Vejam só... Ichigo-kun, como vai? –Bem — falou seco. –Prazer, sou Urahara — Falou segurando as mãos de sado que ficou um pouco sem graça pela aproximação rápida. –Prazer também, me chamo sado. –Esta aqui é a minha sobrinha, Rukia. — Ela não precisaria se preocupar em não ser vista por Sado já que agora usava o seu gigai. — Vá Rukia se apresente. Com um sorriso meigo ela se aproxima e cumprimenta Sado e Ichigo. –Olá, é um enorme prazer conhecer vocês. –Como assim? Você já me conhece. Ou já esqueceu que quase me matou ao cair em cima de mim? –Ahm? Não me recordo disso. Tem certeza que era eu? — falou com os olhos inocentes. –Claro que eu tenho. –Pode ter sido outra pessoa, Ichigo. O ruivo não esqueceria aqueles olhos em lugar nenhum, mas preferiu deixar quieto e se apresentou novamente, mesmo a contra gosto. –Ts ts Sou Kurosaki Ichigo. — Ficou irado ao perceber o sorriso cínico quando ele novamente disse o seu nome. –Vamos, Sado. Já deu. –Até — sado despediu-se dos dois e foram embora. –Que dia pra escolher fazer outro caminho pra casa — pensou Rukia desfaz o sorriso e encara sério o louro. –E então? –Tudo bem, tudo bem. Amanhã mesmo você começa. –Obrigada. — sorriu satisfeita. –"mas o que será que esta menina está pesando fazer? Yoruichi vai ficar muito chateada quando voltar. rsrsrsrs já sabemos quem eles mandaram. Kuchiki Rukia –O que? — não percebeu que havia dito o nome dela em voz alta. –An? nada não. Vamos que temos que preparar tudo para você amanhã
Notas finais
Ei ficou muito intediante? mas fazer o que? foi o que deu... é que essa semana fiquei atolada com outras fic e com otras coisinhas... Rukia passou de Rukia Kuchiki para Kusuki.. eita um sobrinha de repente.. o que será que isso vai dar? E o que eles estão preparando eim? curiosos? eu também por que nem eu ainda sei o que eles planejam
PEGADINHA DO MALANDRO.. CLARO QUE SEI.
Aviso aos leitores fantasmas. Adoro vocês viu.. amo do fundo do coração :P
PEGADINHA DO MALANDRO.. CLARO QUE SEI.
Aviso aos leitores fantasmas. Adoro vocês viu.. amo do fundo do coração :P
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