Notas iniciais
Eu sei que havia dito que ia postar um por semana, mas eu não consigo. Se termino tenho logo que postar. Olha que comecei outras fic para dar um descanso para vcs que seguem essa aqui. Bom melhor do que deixar vcs esperando né rsrs espero que consigam acompanhat toda a história. bjos no coração
Não se preocupe com questões tão simples já que uma hora a gente ia se separar. Não fique comigo o tempo todo. Por favor, meu querido, deixa-me seguir. A luz está tão próxima, mas eu não posso alcançá-la enquanto se comportar como um menino. Cresça eu te imploro. O meu coração sangra assim como o seu. Escuta a minha voz. Não negue que eu não estou mais aqui. Sou só um fluto do seu coração machucado, você sabe disso. Esse não é o meu lugar. Aceite. Eu nem deveria está aqui. Nunca deveria ter te conhecido, nunca me deu alegrias. Você não pode proteger. Foi irônia desde o começo. Eu te dei esse nome, acho que foi uma piada cruel do destino. Você não pôde me proteger. Você não pode proteger nem a si mesmo. Agora Ichigo, acorde, acorde. Quantas vezes eu tive que fazer isso por você? Acorde, você não é mais um menino. Se bem que eu acredito que nunca será um homem. O que é isso? Responda o que são essas gotas salgadas que escorrem? Não me diga que você está chorando? Por quê? Por quê você só chora, não faz nada para me ajudar? Você não me ama? Achei ter ouvido isso algumas vezes de você... Então era isso. Você mentiu pra mim. Não, não teria capacidade de mentir. Você não sabe o que é o amor. Talvez tenha sido por isso que não fez de tudo para me ter ao seu lado. Pare de chorar, já disse acorde. Pare de chorar menino idiota. Pare de chorar, não me faça sentir mal. Eu te amei. Obrigada por não ter me correspondido. Pare de chorar já disse. Agora eu estou pedindo... Agora ACORDE.
Ele levanta vermelho o corpo molhado e quente. Sentou-se na cama, apenas um dos pés tocava o chão enquanto a outra perna servia de apoio para o seu cutuvelo. Sua face estava vemelha e sentia-se completamente exausto. Suas forças foram tiradas. Olhou por um tempo o nada. Sentiu frio quando uma brisa soprou pela janela e encontrou o seu corpo ainda quente. Seus olhos não tinham vida. Não aguentou e jogou-se novamente na cama. Se revirou algumas vezes, mas não adiantava. Já perdera o sono. Olhou para o relogio que repousava na mesa ao lado da cama. 02:38 ainda. Foi até o seu guardar-roupa pegou um casaco e saiu sem fazer barulho. Precisa respirar. Precisava sair daquele lugar que estava sufocando-o.
Andou por algumas vielas escuras. Passou pelo o caminho do rio. Não foi um boa idéia. Aquela paisagem que ele lidava diáriamente nas suas idas e vindas era tão cruel a noite. Sentiu o coração mais apertado.
As palavras do sonho ainda ecoavam em sua mente. Não sabia o que significam, mas concordava com aquela parte. Sim, ele só soube chorar naquele dia. Que irônia, seu nome significa protetor e nada fez para ajudar aquela pessoa que era a mais especial. Só chorou. Foi um menino covarde. Não é porque ainda era uma criança na época que ele merecia perdão. Cerrou os punhos tão forte que as marcas das unhas ficaram na pele. Conteve-se. Não permitiria derramar mais nenhuma lágrima sequer. Fora uma promessa silênciosa. Olhou para o rio e saiu dali. Parou em frente a praça e sentou-se num banco. Agora já eram 04:37h, sabia que não demoraria para que começasse o movimento na rua. Os jornaleiros, os padeiros e os trabalhadores que pegavam pela parte da manhã em outros distritos. Mas por enquanto ele ainda podia aproveitar o doce silêncio da noite.
Jogou a cabeça para trás e teve a leve impressão de ter visto um vulto por entre a copa da arvóres que ficava atrás do banco. Desviou esse pensamento. Tinha que voltar para casa antes que todos lá acordasem. Não queria preocupar a sua família. Mais uma coisa que ele concordou com o sonho/pesadelo, era hora de crescer. Levantou-se indiretou as roupas, pôs as mãos no bolso e saiu.
(...)
Realmente eu não estava com sono. Parece que as horas aqui são diferentes da Soul Society. Resta tanta coisa para eu ver. Tomara que o meu plano dê certo. O que será que meu irmão está pensando? Acho que eu deveria ao menos tê-lo avisado da minha partida. Mas meu capitão pediu discrição e eu teria que partir o mais rápido possível. Ah nee-sama, espero que não esteja decepionado comigo.
hmn? quem estaria andando nas ruas uma hora dessas? Boa coisa não deve ser. Es..Espera... É ele. O cabeça de cenoura. Mas o que será que ele está fazendo? Boa coisa não é a essas horas. Vou segui-lo.
Tem alguma coisa de errado com ele. Já faz um tempo que estou a espreita e ele não faz nada só anda. Será que só está com sono? Mas seus olhos estão tão diferentes. O que aconteceu com aquela arrogância, com aquele brilho? Tinha que admitir que os olhos deles eram bem atraentes. Indagou-se o que teria de tão especial aquele rio onde ficou a maior parte do tempo observando. Deve ser algo muito especial para ele. Ela pode notar que ficar alí o deixava abalado, mas o brilho dos seus olhos retornara.
Finalmente saiu dali. Ainda bem já tava ficando cansada de tanto olhar o nada. Ele parou na praça e sentou no banco. Eu subi com maestria na árvore que ficava atrás do banco. Confesso senti-me totalmente noucateada quando ele jogou a cabeça para trás. Olha-lo de cima desse jeito me deixou... bom eu não sei explicar. Mas o que eu estou fazendo? Assim ele pode me ver. Saiu de lá rapidamente. Uffa, essa foi por pouco. Por um instante tive a impressão que ele me notou.
Mas o que é isso? E justamente agora? Aff, vou ter que deixar essa perseguição para outro hora. Era uma chance tão boa. Não sei quem é mais vai se arrepender de atrapalhar os meus planos. Partiu em desparada para um campo de futebol não tão longe dali. Um hollow apareceu e ela acabaria com ele.
(...)
Que sentimento foi esse? Olha em direção contraria a que ia. Não deve ser nada dizia a si mesmo. Não soube dizer porque, mas as vozes do sonho voltaram e voltaram mais desesperadas. Ainda assim seguiu seu caminho. Não deu nem dois passou e uma criança passou correndo por ele axesperada. Foi atrás dela. Queria saber o que aconteu.
–Ei menina, o que está fazendo aqui uma hora dessas?
–Como? Você pode me ver?
–Am? — Não demorou muito para o ruivo notar que a criança tratava-se de um espírito. — Bom eu consigo.
– Por favor, ajuda. Não deixa ele me pegar.
–ele quem? — Falou preocupado.
– Um monstro, ele apareceu e queria me pegar. Vá ajudá-la também. Ela é tão pequena, ele vai machucar ela também. Ajuda, por favor.
– Ela quem? — mas o pequeno espírito só chorava. Ichigo foi correndo em direção a onde tinha sentido aquele pressentimento. Sabia que tinha algo errado. Será que era? será um hollow? pensava em conto corria.
(...)
Eu vou acabar com esse rapidinho. Pela sua reiatsu é um hollow de classe inferior. O droga. Perdi a oportunida de saber mais sobre o morango por causa de uma criatura tão insignificante. Bom lá está ele. Imbecil. Maltratando uma criança.
Quando o hollow ia devorar o joven espírito ela aparece enlaça a criança com os braços e salto para longe dele. — Vá, anda. Saia daqui agora. — A menina só ascentiu e saiu correndo ainda tremendo de medo.
– Quem você pensa que é para tirar a minha comida.
–Não interessa já que em breve você não existirá neste mundo.
–Sua insolente. Como ousa? Você vai morrer agora.
Rukia desvia do golpe aparecendo atrás do hollow e aceta-o com um chute fote atrás da nuca.
–Você é bem forte para o seu tamanho.
–E você é bem feio para o seu. — Riu sarcástica.
O Hollow fica enfurecido e parte para cima dela destruindo tudo em seu caminho. Rukia apenas desfiava e com muita facilidade. Quando se cansou de tudo usou o Hadou: Byakurai — um poderozo relâmpago sai das pontas dos dedos da shinigami que destroem imediatamente o hollow. Ora, nem foi preciso usar a minha shikai. Realmete era uma criatura insignificante. Virou, mas não pode prosseguir, pois um certo alguém a olhava abobalhado.
–Você, você... — gaguejava sem parar.
– "Então ela é como ele" — pensou surpreso. — o que foi aquilo?
– aquilo o que? — dissimulada
– Nem vem se fazendo de desentendida de novo. Não pode negar isso que eu vi com meus próprios olhos. — Rukia não pensa e dá um golpe muito forte na cabeça de Ichigo que cai desmaiado.
–Ai meu Deus? Será que eu o matei. — abaixa para sentir sua respiração. — não ainda está respirando. — Ficou constrangida ao sentir o halito quente do garoto. Mas saiu de seu pequeno devaneio para tirá-lo do meio do campo, uma vez que logo amanheceria e seria muito díficil explicar o que ele fazia ali dormindo e certamente o questionariam sobre a pequena destruição no campo. — não seria nada bom.
Colocou-o em seus ombros com dificuldade porque ele era claramente mais alto do que ela e por consequência mais pesado. Foi até a casa dele. Uma hora dessas agradecia por ter pesquisado mais cedo onde ele morava. Aproveitou que uma das janelas estava aberta e com todo cuidado escalou até o telhado. Olhou deconfiada para ver se tinha alguém e ficou feliz ao perceber que era justamente o quarto dele. Jogou-o na cama de qualquer jeito e saiu. Com certeza pensaria que tudo não passou de um sonho.
Notas finais
E ai o que acharam? O ritmo desta e diferente dos outros capitulos. Espero que tanham gostado, fiquei realmente feliz com o resultado. AH se perceberem algo que não se encaixa me avisem que eu dou meu jeito de fazer sentido. Obrigada pelos comentários.. Leitores fantasmas nao desistirei nunca de vocês =/
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