A Lenda

23 A falta de sua tortura.


Notas iniciais
Gente, desculpem a demora em postar, mas fiquei realmente presa na escrita desse capítulo e o fiz tão grande que tive que separá-lo em duas partes, essa que estou postando agora e outra que postarei daqui a alguns dias.
Usei a música Without You nesse capítulo, pois ouvi a música no seriado Glee e achei que cabia direitinho com o que acontece com o Harry. Sugiro que escutem a música no youtube, é só colocar Without You - Glee
Quero agradecer pelo carinho de seus reviews que me deixam mais e mais animada para poder escrever mais..... agradeço e muito a vocês.... obrigada e espero seus reviews.... bjusssss

Capítulo 23 – A falta de sua tortura.


Without You (Sem você)

I can't win, i can't reign (Eu não posso ganhar, eu não posso reinar)

I will never win this game (Eu nunca vou ganhar esse jogo)

Without you (sem você)


O outono estava rigoroso, quente e seco lembrando a todos que o verão estava por vir e traria outra onda de calor insuportável. Todos os alunos reclamavam da temperatura e umidade do ar, apenas um estava alheio a tudo isso. Harry Potter se encontrava no alto da torre de astronomia, estivera parado naquele mesmo lugar próximo a beirada apenas olhando os alunos no jardim. Via como os mais novos corriam um atrás do outro aproveitando a pouca brisa que as árvores da floresta traziam. Já os mais velhos ficavam espalhados na grama, alguns estudavam para os próximos exames, outros conversavam e havia aqueles que Harry evitava olhar, pois traziam mais dor ao seu peito. Claro que não tinha nada contra eles, mas o fato de serem casais claramente apaixonados se beijando enquanto o sol os banhava com seus raios o deixava angustiado.

Como sonhara que um dia poderia ficar daquela forma com Snape, deitado em seu colo sentindo as mãos finas passarem por seu cabelo em um carinho despercebido enquanto os olhos negros percorriam o jardim em busca de uma linda menina de cabelos pretos. Chegou a imaginar que faria exatamente o que o casal de corvinais estava fazendo naquele exato momento. Ele se levantaria como a menina fez e se aproximaria de Severus passando suas mãos pelos ombros dele e o beijaria logo após sorrir-lhe apaixonadamente.

Porém eram somente sonhos que se acabaram. Sonhos que jamais se tornariam realidade, não por ser romântico demais para que acontecesse, mas pelo simples fato de que qualquer sonho que tivera fora destruído por um beijo roubado, um beijo inocente de uma menina que não sabia da história toda, sua história. Harry fechou os olhos com força ao ouvir o sinal do almoço. Não queria descer, queria permanecer ali onde sempre se escondia para evitar o lugar em que deveria chamar de aposentos pessoais, mas que agora parecia mais uma câmera de tortura.



I am lost, i am vain (Eu estou perdido, eu sou um inútil)

I will never be the same (Eu nunca vou ser o mesmo)

Without you (Sem você)


Não queria se mexer, mas era obrigado. Não desejava que Hermione o encontrasse chorando novamente e que o rodeasse de mais perguntas como da última vez, porém não tinha a menor vontade de entrar no salão principal. Ele estaria lá.

Quando o segundo sinal tocou resolveu se mexer. Devagar, devido a grande barriga, Harry começou a descer os degraus com sorte de não encontrar ninguém. Quando estava no quinto andar encontrou Rony e Hermione o esperando onde haviam combinado. Sem falar nada os amigos o rodearam e como sempre o escoltaram até o destino. Rony tentava não olhar para Harry, mas Hermione praticamente o encarava.

- Hermione, pare de ficar me olhando, por favor. – Pediu Harry enquanto andava devagar tentando atrasar sua chegada ao grande salão.

- Como? Você está horrível. Deve ter emagrecido pelo menos uns cinco quilos nessas semanas, suas olheiras estão enormes e você não presta mais atenção nas aulas. E sua filha, Harry? Você não pensa nela?

- Claro que penso. É por ela que estou indo comer, mas não me culpe por não conseguir comer mais do que o que ela necessita. – Respondeu Harry parando no meio do corredor e encarando os olhos vivos da menina com os seus vazios. – Eu não durmo porque tenho medo do que vejo quando fecho meus olhos e não presto atenção nas aulas porque não há mais nada de interessante que me prenda a elas.

- Harry, você não pode ficar assim. – Disse Rony vendo o amigo quase chorando. – Vocês brigaram, mas depois tudo se resolve, não é Hermione? Essas coisas acontecem o tempo todo. Papai e mamãe vivem brigando, mas logo ficam bem de novo.

- É, Harry. É só dar tempo ao tempo que tudo se resolverá.

- Agradeço aos dois. – Disse Harry se segurando para não desabar ante as palavras dos amigos. – Mas se querem que eu coma, peço que parem. Por favor.

- Tudo bem, não vamos mais falar nada. – Disse Rony. – Mas vamos logo antes que acabem com todo o rango.

- Sabe que a comida nunca acaba, Rony. – Disse Hermione.

- Eu sei, mas vai que um dia isso acontece e esse dia é hoje? Não posso arriscar.

- Você é a pessoa mais gulosa que eu conheço.



I won't run, i won't fly (Eu não vou correr, eu não vou voar)

I will never make it by (Eu nunca irei fazê-lo)

Without you (Sem você)


Harry ouvia os amigos falando, mas não conseguia entender o teor do assunto. Sua mente fugia completamente da realidade quando se aproximava das grandes portas de carvalho. Sentindo o estômago revirar de nervoso pisou dentro do salão e automaticamente olhou para a grande mesa dos professores. Dumbledore estava ali com sua expressão cansada e sua mão mais preta que antes. Ao seu lado estava McGonagall concentrada em uma conversa com a professora Sprout e do outro lado estava ele. Harry forçou-se a olhá-lo porque agora era a única coisa que podia fazer, admirá-lo de longe enquanto seus olhos negros o ignoravam completamente.

- Vamos para a mesa, Harry. O pessoal tá começando a olhar para a gente.

Hermione o arrastou dali diretamente para uma cadeira que o deixava de costas para Snape. Imediatamente o prato se encheu de comidas gostosas que Harry negou pegando um pequeno pedaço de frango. Sem vontade alguma levou aquele pequeno pedaço até a boca e mastigou devagar sem realmente sentir o gosto. Estava distraído, a todo momento esperava sentir o peso do olhar incomodo em sua nuca, mas nem mesmo uma leve brisa passou por ali durante todo o almoço Snape não olhou para ele nem um único segundo.

Quando o almoço acabou Harry ouviu o nítido barulho da capa negra esvoaçando enquanto o homem se levantava e ia embora pela porta atrás da mesa dos professores. Harry escondeu o rosto entre as mãos e fez o possível para segurar o choro enquanto se lembrava dos momentos em que o professor passava pela frente de sua mesa olhando-o significantemente fazendo-o esperar alguns minutos para depois escapulir do salão e andar pelo corredor vazio até ser pego fortemente por uma mão que o arrastava para dentro de um armário velho ou sala vazia antes de tomar-lhe os lábios e quase rasgar sua roupa com o desespero de tomar aquele corpo.

- Harry? Está tudo bem?

Harry tremeu ao ouvir aquela voz, sabia que não deveria sentir raiva ou ódiodela, mas não podia deixar de sentir. Por mais que não soubesse de nada, Gina acabara com sua vida no momento em que lhe beijou.

- Está tudo ótimo. – Respondeu baixando as mãos e tentando dar-lhe um olhar gentil.

- Tem certeza?

- Harry está bem, Gina. – Disse Rony rispidamente. – Mas você não parece nada bem. – Acrescentou o irmão vendo as olheiras da menina e a clara expressão de cansaço. – O que houve?

- Estou estudando demais, só isso. – Respondeu rapidamente deixando Rony intrigado, assim como Hermione que franziu a testa.

- Tenho que ir. – Disse Harry de repente. – Tchau.

- Até mais. – Acenou Gina.

- Vou ficar aqui alguns momentos e depois ir para o treino. – Disse Rony com a boca cheia.

- Está bem, vamos Hermione.

Hermione esperou Harry se levantar e o acompanhou para fora do grande salão.

- Você deveria ir se deitar, Harry. Precisa descansar. – Disse Hermione.

- Não vou para meus aposentos.

- Você não pode ir lá de novo, não pode ficar subindo todos esses lances de escadas. Fará mal para...você sabe o que. – Concluiu quando uma turma de sonserinos passou por perto lançando olhares de nojo. Hermione os ignorou.

- Não posso ficar nos meus aposentos, Hermione.

- Então vamos ver o Rony treinar, o campo não é tão longe e o caminho é plano.



I can't rest, i can't fight (Eu não posso descansar, eu não posso lutar)

All i need is you and i (Tudo que eu preciso é você e eu)

Can't erase, so i'll take blame (Eu não posso apagar, por isso vou levar a culpa)

But i can't accept that we're estranged (Mas eu não posso aceitar que estamos afastados)


Harry ponderou e o que iria fazer e resolveu seguir até o campo com a amiga. Durante todo o jogo os olhos de Harry estiveram longe dos jogadores no alto, estavam postados na beirada onde há semanas ele mesmo estivera parado olhando esperançoso para a equipe jogando, rezando para que eles ganhassem e sonhando com sua noite após a vitória. Ela acabou não sendo mágica como pensara e sim dolorosa.

Harry não contou para os amigos sobre o feitiço que Snape lançou causando-lhe uma dor que jamais sentira antes, sabia que Rony iria querer avançar em Snape na primeira oportunidade e Hermione não hesitaria em ir ao escritório de Dumbledore relatar o acontecido. Era melhor que eles não soubessem, aquele sofrimento era somente dele, assim como suas tentativas infrutíferas de conversar com o homem.

Depois daquele dia Snape mal aparecera em seus aposentos, ficava o tempo todo trancado em seu laboratório, dando aulas ou pior ainda, em companhia de Voldemort atacando pessoas inocentes para descontar a raiva que sentia. Via as notícias no dia seguinte e sempre o esperava acordado, mas quando o homem aparecia vestido com sua capa negra manchada de sangue e a máscara prateada pendurada em seus dedos longos sem se preocupar com o que aquela imagem causaria em si ele apenas o ignorava sem ligar para seus choros e pedidos de perdão. Snape nem mesmo o olhava enquanto o chamava e implorava sua mínima atenção.

A única vez em que se encararam foi quando Harry se pôs diante da porta de seu quarto e esticou as mãos para tocar no peito do homem. Lembrava-se nitidamente do passo que ele deu para trás e do olhar gélido e repleto de ódio que Severus lhe lançara. No momento em que as pérolas negras cravaram-se em sua alma Harry a sentiu tremer ante a violência do negror e ódio que dele vinham.

- Severus, por favor. – Pediu ignorando a dor no peito. – Você é tudo para mim.

Snape deu um passo a frente e olhou Harry de cima, seu rosto era uma pedra de gelo e suas palavras estavam mais afiadas que adagas de prata. Cravaram fundo em Harry, até hoje não conseguira tirá-las.

- Você não é nada para mim. – Sussurrou o homem entre os lábios cerrados. – Saia da minha frente.

Snape não precisou pedir novamente, imediatamente Harry retrocedeu um passo e encostou as costas na parede gelada. As lágrimas apareceram violentas e derramaram-se com força pelo seu rosto vermelho. Os soluços vieram logo depois deixando-o com falta de ar. Quando seu corpo escorregou para o chão pela falta de força em se manter em pé viu os pés de Snape rumarem para dentro do quarto e ouviu a porta bater com força.

Deveria levantar-se, aquela posição faria mal ao seu filho, mas não havia forças para se mover. A vontade de morrer veio logo antes de perceber que necessitava ficar vivo. Devagar encostou seu rosto no chão frio e deixou as lágrimas escorrerem para ele escurecendo-o com seu liquido salgado, seus olhos pesaram com o cansaço, mas só se fecharam horas depois quando o homem saiu do quarto e rumou porta a fora sem nem ao menos se preocupar em olhá-lo.


I can't quit now, this can't be right (Eu não posso sair agora, isso não pode estar certo)

I can't take one more sleepless night (Eu não posso ter mais uma noite sem dormir)

I won't soar, i won't climb (Eu não posso voar, não vou subir)

If you're not here, i'm paralyzed (Se você não está aqui, eu estou paralisado)

I can't look, i'm so blind (Eu não posso olhar, sou tão cego)

I lost my heart, i lost my mind (Eu perdi meu coração, eu perdi minha mente)


- Harry, você está bem? – Perguntou Hermione quando seus olhos se apertaram fortemente ao se lembrar que no lugar das mãos macias e ágeis de seu esposo, quem cuidara dele aquela noite fora Dobby.

- Não, Hermione, não estou nada bem.

Harry saiu desajeitado pelo campo sem nem mesmo comemorar a espetacular defesa de Rony. Hermione acenou rapidamente para o ruivo e correu atrás de Harry. Assim que o alcançou não falou nada só o acompanhou pelos corredores até que o menino não aguentou mais e quase desabou no chão sendo amparado pelos braços de Hermione. A amiga o arrastou para uma sala vazia e conjurou uma cama onde o colocou sentado.

- Harry...

Hermione se assustou ao ver o amigo cair em prantos a sua frente.

- Não agüento mais, Hermione. Não agüento.

- Harry, não fica assim. Tudo vai melhorar, você vai ver.

- Não vai.

- Olha. – Começou a menina desajeitadamente. – Se não melhorar entre vocês é porque não era para acontecer. Snape é muito diferente de você, de repente não era para acontecer mesmo. Quem sabe tudo volta a ser como antes, era tudo mais fácil.

- Mas eu queria que tudo isso acontecesse. Não quero que volte a ser igual. Não tem como. Você não entende, Hermione. Eu amo Severus. Eu o amo com todas as minhas forças. Não consigo ficar longe dele e cada vez que vejo seu desprezo, aquilo me mata.

Hermione estava paralisada e de olhos arregalados, era a primeira vez que Harry falava de sua vida pessoal com Snape.

- Ele me torturou! – Gritou Harry assustando a menina e a fazendo exclamar com horror.

- Temos que falar com Dumbledore!

- Não, você não vai falar nada para ele.

- Harry, você foi torturado pelo homem que deveria te proteger.

- Eu sei, mas eu gostei.

- O que?

- Eu gostei, porque naquele misero momento em que os feitiços dele me atingiam causando dor eu sabia que ainda estava em sua mente, que ele ainda se importava com o que eu sentia, mesmo que fosse uma coisa ruim, ele se importava comigo de alguma forma. Eu seria torturado todos os dias se isso o fizesse se importar, o fizesse ver que eu estou aqui. Mas ele não me vê mais. Ele me ignora completamente, inclusive nas aulas. Ele nem mesmo me nota, é como se eu fosse um nada. Eu me tornei um nada.

Com angustia e cuidado Hermione se adiantou e abraçou o amigo com forca sentindo seu corpo tremer ao abraçá-la de volta.

- Eu o amo como jamais poderei amar alguém. Eu amo aquele filho da puta torturador, eu amo os beijos dele, as mãos dele me tocando. Eu sinto falta de beijá-lo antes de fazermos amor ou só sexo. Eu sinto tanto a falta dele.

Hermione nada disse, apenas abraçou o amigo enquanto ele soluçava em seus ombros. Harry estava mais do que desesperado, estava exausto. A emoção e a depressão lhe cobravam demais. Foi então que sentiu o corpo do menino amolecer em seus braços.

- Harry? Harry, o que houve? Fala comigo. Por favor.

Harry fechou os olhos e desmaiou nos braços da amiga, Hermione o colocou deitado e correu porta afora para dentro do salão principal. Praticamente todos já haviam ido embora, mas por sorte a professora McGonagall ainda estava ali dentro. Hermione correu para seu lado bem no momento em que a ouvia brigar com dois grifinórios primeiranistas.

- Isso é um absurdo, guerra de comida além de ser uma atitude idiota é uma completa falta de ética. Estou decepcionada com os dois. Dez pontos a menos para a grifinória.

- Professora! Professora!

- Senhorita Granger, será que tenho que lembrá-la de que é monitora chefe e que deve, portanto, dar o exemplo?

- É o Harry. Ele desmaiou.

- Potter? Onde ele está? – Perguntou McGonagall com os olhos arregalados.

- Está em uma sala vazia no corredor.

As duas saíram correndo do salão enquanto os meninos que ficaram ali trataram de espalhar a notícia. Harry Potter estava em estado grave. Não iria demorar muito para que os boatos o colocassem próximo da morte. Quando McGonagall entrou na sala e encontrou Harry deitado na cama seu coração se desesperou ao pensar no que poderia acontecer com seu aluno e com a criança que ele carregava.

- Potter? – Chamou a professora. – Ele não responde. Vamos ter que levá-lo para a ala hospitalar, chame o Hagrid, não posso levá-lo com magia.

Hermione saiu correndo da sala e esbarrou em alguns alunos que estavam ali querendo ver o que havia acontecido.

- Hermione, o que houve? – Perguntou Rony encontrando-a no meio do corredor. – Disseram que o Harry está em perigo.

- Provavelmente sim, mas não do jeito que pensam.

- Ah, Droga. O você-sabe-o-quê está bem?

- Não sei. Mas preciso que chame Hagrid, você corre mais rápido que eu. Vai!

Rony não esperou uma segunda ordem e abriu caminho entre os alunos que se acumulavam para sair do castelo e voar pelo jardim em busca do meio gigante.

Hermione olhou feio para os alunos e voltou para a sala avisando a professora que havia um aglomerado de alunos no corredor. McGonagall não ligou para aquilo, naquele momento estava preocupada com o menino que começava a suar em cima da cama. Logo Hagrid irrompeu pela porta e Hermione pode ouvir Rony brigando com os alunos que tentavam ver o que acontecia.

- Como monitor eu ordeno que voltem para suas salas comunais, ou seja lá para onde estavam indo.

- Hagrid, preciso que leve Potter para a ala hospitalar, mas tenha muito cuidado com ele.

- Sim, professora, mas o que aconteceu?

- Não sei, precisamos que Papoula o examine, precisamos ir agora.

O meio gigante se adiantou e se abaixou pegando Harry com a maior delicadeza que seu tamanho permitia.

- Ele tomou a poção hoje, Granger?

- Sim, professora, eu o faço beber todos os dias.

- Ótimo, não quero que os alunos tenham mais alguma coisa para ficar espalhando. Vamos Hagrid.

Quando a professora irrompeu pela porta com Hagrid atrás dela os alunos exclamaram, Hermione só não sabia dizer se era de surpresa pelo menino de ouro ser carregado ou de medo pela carranca da professora.

- Eu pensei ter ouvido o monitor Weasley mandar todos para suas casas. Quinze pontos a menos para todas as casas por essa desobediência e eu sugiro que saiam daqui imediatamente antes que eu resolva dar detenções também.

Imediatamente os alunos se dispersaram e eles puderam subir as escadas rumo a ala hospitalar.


I am lost, i am vain (Eu estou perdido, eu sou um inútil)

I will never be the same (Eu nunca mais serei o mesmo)

Without you (Sem você)


Notas finais
É curto, porque fazia parte de um capítulo enorme, mas espero que tenham gostado.... bjussss.... espero os reviews de vcs meus amores.....