A Hóspede

21 Três garotas nuas em uma cama só!


Notas iniciais
Homofóbicos e/ou preconceituosos.
Aviso à vocês(se é que há leitores contra o homossexualismo)desde já que este capítulo é dedicado ao grupo gay. Na página principal na fic, nos gêneros, eu já havia colocado essa categoria mas não tenho certeza se todos lembram.
Enfim. Vim avisar porque há pessoas contra que não gostam e eu respeito isso, portanto, podem ler os primeiros parágrafos e passar para o próximo capítulo pois o restante naõ será de seu agrado.
Da mesma forma que respeito seus princípios, desejo ser respeitada, por isso aviso desde já para eu não tombar com reviews desagradáveis.
Não sei se tenho leitores contra, mesmo assim, em respeito a todos você achei melhor avisar ^^
Desculpa qualquer coisa e aproveitem!

-Ah, vocês não cansam de falar de homem?! –Surtei. Ino não parava de falar de Sai um minuto e Hinata fazia questão de dizer o quanto seu tesão por louros é gigante. Eu estava cansada dessas conversas sem nexo que me faziam lembrar de que eu não tenho um namorado ou um tipo de homem que eu aprecie, nem muitas experiências eu tenho. Aquilo era frustrante.

-Vamos falar sobre o que? Mulheres? –Riu Ino chupando os dedos melados de calda de chocolate.

-Tanto faz. Falem algo que não envolva sexo e homens. –Elas pararam e me olharam de uma forma estranha.

-E que assunto é melhor do que esse? Trabalho? Sapatos que não podemos comprar? As vadias da cafeteria? –Ironizou Ino. –O porteiro pode render uma boa fofoca!

-Só estou pedindo para mudar o foco do assunto, já estou cheia de ouvi-la falar sobre o Sai e as camisinhas loucas que ele usa!

-Isso é falta de macho, Sah! –Disse Hinata rindo.

-Falta de macho nada, vocês viram o doção que eu peguei na televisão recebendo um prêmio internacional na Alemanha! –Falei exibida.

-Pegou? Então cadê ele? –Perguntou Ino com arrogância. –Se tivesse pegado, seu celular só teria ligações recebidas dele falando como foi bom transar com você!

-Ino! –Repreendeu Hinata ao ver que me magoei. Me sentia uma embalagem descartável usada, inútil. Ele devia estar com uma modelo alemã em um hotel de luxo, dizendo para ela as mesmas coisas que disse para mim.

-Então... –Ino desligou a TV e nos olhou com um sorriso sapeca. –Já que não vamos falar sobre nada, vamos fazer swing?

-O que? –Hinata riu. Eu simplesmente boiei, mas algo do meu instinto me dizia que não era boa coisa.

-Não é melhor ‘verdade ou desafio’? –Sugeri tímida, não fazia idéia de como brincar disso apenas com mulheres, também não sabia se queria descobrir como fazer isso.

-Entre mulheres? Você é muito lésbica Sakura! –Montou em cima de mim e jogou cobertura de chocolate no meu cabelo lindo, limpo e saudável. Imagina meu ódio. Imaginou? Agora multiplica por dois. Inverti as posições e comecei bater na loura, ela e Hinata só riam como duas loucas, até que não agüentei e tive que rir também, mas por outra coisa.

-Meninas, parem, to ficando excitada!!! –Falou Hinata em meio aos risos e, a cara da Ino foi a melhor, parecia que ia ter um colapso.

-Ei, já tenho uma idéia para passarmos a noite! –Disse com um sorriso sapeca. Hinata volta a rir sem parar, só eu não entendia o motivo. Nessas horas eu tentava classificar essa minha ignorância crônica como burrice ou ingenuidade e nem isso me colocava em uma posição melhor sobre elas, eu sempre era a última a compreender as coisas. –Vamos fazer sexo? –WHAT?! Saí de cima dela assustada no mesmo instante e Hinata saiu correndo do quarto, pelo menos dessa vez alguém estava de acordo que essa idéia de Ino era absurda.

-Ficou doida? Somos amigas! Amigas heterossexuais! Pelo menos eu sou...

-Sah, se atualiza! É normal hoje em dia. Você não vai virar lésbica só porque eu te beijei ou porque Hinata a fez gozar.

-Eu fiz quem gozar? –Voltou ao quarto com duas garrafas de vodka.

-Ei, isso é para o natal! –Brigou Ino.

-Relaxa! Precisamos estar um pouquinho insanas antes de transar um com a outra. –Eu não podia crer que Hinata concordava com essa idéia louca de Ino. Ela queria mesmo transar? Ela realmente ficou excitada ao ver eu em cima de Ino? Puta que pariu, o que há com as garotas bonitas de hoje em dia?

-Viu, Sah? A Hina concorda... –Fez beiço e cara de dengosa. –E outra, agente se beijou várias vezes e tomamos banho juntas.

-Isso não tem nada a ver, ainda mais porque todas essas vezes estávamos bêbadas e fazíamos isso para chamar atenção do outros, agora você ta sugerindo sexo.

-O quê que tem? –Perguntou Hinata abrindo uma garrafa. –Sexo é um esporte.

-Entre homem e mulher!

-Para com esse preconceito, credo! –Falou Hinata .

-Continua assim. Você fica sexy brava... –Não acreditava que Ino estava falando aquilo para mim.

-Para Ino! –Joguei uma almofada nela, toda envergonhada, rindo timidamente.

-Vamos! Vai ser divertido! –Pediu Hinata pulando na cama com o gargalo na boca.

-Vai ser só dessa vez. –Acrescentou Ino.

-Promete? –Perguntei já me rendendo.

-Prometo.

-Não vou prometer nada porque sempre tive fantasias com vocês então se eu gostar da experiência...

-Vou passar a dormir na sala! –Interrompi Hinata. Ela era muito doidinha, bem capaz de no meio da noite vir mexer comigo.

Bebemos quase toda a vodka, estávamos tontas, só falávamos besteiras, as mesmas de antes, só que mais promiscuas e detalhadas, e dessa vez eu estava interessada. Se uma de nós bebêssemos uma gota a mais de bebida, com certeza entraríamos em coma alcoólico, o que não seria muito ruim já que me livraria de uma transa lésbica. Mas eu estava tão entretida! Como sempre, Ino, a mais danada e insana, tocou novamente no assunto da transa, Hinata ficou pulando na cama rindo e eu me joguei pra trás envergonhada. Não estava acreditando que me renderia. Se bem que do jeito que eu estava chapada, parecia que tudo aquilo era normal, sabe? Me puni eternamente por esse pensamento.

-Ok! Vamos começar logo com isso antes que eu vomite toda a bebida e fique sonolenta!!! –Falou Ino descendo da cama e indo para o banheiro.

-Hey, Sah, seu cabelo melado de chocolate é muito sexy! –Falou Hinata pervertida, totalmente desorientada.

-E nojento, seu projeto mal feito de lésbica! –Olhei para o lado e vi Ino escorada no batente da por ta com um... Com um.. p-pênis! Agora, eu tiro segundos do meu precioso tempo para raciocinar e buscar alguma razão da Ino, uma mulher sexualmente ativa ter um pênis de borracha guardado no armário do banheiro!

-O meu é um pouquinho mais...

-Hinata!!! –Interrompi ela incrédula. –Só eu acho isso muito nojento e estranho?

-Como nojento? Eu limpo sempre, quem garante que homem faz o mesmo? E outra, esse aqui não tem espermatozóide, não tem como sentir aquela coisa estranha. –Fez careta e veio para a cama. –Quem vai ser a primeira?! –Perguntou com uma malicia absurda.

-Ino! Eu to bêbada, nós estamos mas não é pra tanto né? –Falei colocando meu short, mas não pude deixar ele passar nem pelo joelho, Hinata o tirou e jogou longe.

-Você se comprometeu! –Falou rindo. Só havia eu com sanidade ali? –Só essa noite! Estamos bêbadas! Nem vamos nos lembrar! –É, eu não me lembraria muito pelo menos... –Vamos lá! Só para riscar esse item da lista! –Ino jogou um pano na mesma direção que Hinata lançou meu short, quando olhei para ela, na verdade, quando olhei na direção dela, seus seios fartos predominavam a atenção que seu corpo causava. Não pude ver Ino e sim um par de peitos alvos e saltitantes. Logo fui distraída por beijos na curvatura no meu pescoço. Recuei sem graça, mas a morena pegou meu rosto e me deu um beijo álgido com gosto de álcool.

Eu já havia beijado Hinata antes, umas duas ou três vezes, digamos que eu estava acostumada com o tipo de beijo dela, lento, explorador e sensual e, ela não se esquecia das mãos, que na hora subiram pelas minhas pernas como se analisasse a textura de um tecido. Ela parou o beijo para Ino tirar sua blusa, em seguida se beijando promiscuamente. Okay, vou confessar, estava começando a gostar. Me agachei juntos a ela e Ino pegou minha cabeça e juntou com a dela de Hinata, unindo nossas bocas. Não sabia qual das duas eu beijava, não sabia qual das duas me beijava, aquilo era uma loucura, uma novidade. Não sabia se estava fazendo direito, mas se a finalidade era deixar-nos excitada, acho que estava funcionando.

Tirei minha blusa e me deitei, Ino foi tirando minha calcinha (com a boca) e Hinata montou em cima de mim, começou me beijar mais rápido e usar as mãos para massagear meus seios médios, pequenos perto dos de Ino e Hinata que pareciam um par de melões.

-Você estava tão relutante, agora quer ser a primeira... –Sussurrou entre risos descarados. Arqueei minha coluna para que ela desabotoasse meu sutiã, assim fez, o jogou em um canto qualquer que não me interessei em certificar. Desceu sua boca pelo meu pescoço e tórax, distribuindo leves beijos, pelo tórax e parou nos meus seus. Com a ponta da língua, brincou com a parte mais elevada massageando o outro seio com os dedos. Estremeci. Ela sabia mesmo fazer. Ino veio por cima dela e prendeu seus longos cabelos negros fazendo um coque, prendendo com o hashi e aproveitando o capricho para atiçá-la, beijando suas costas, lambendo, dando leves tapas em sua bunda a fazendo gemer.

Eu me reprimia com leves suspiros, mas quando ela abocanhou todo meu seio e Ino tomou meus lábios, não pude evitar. Ino me beijou. Ino nunca havia dado mais de um selinho nela. Aquilo era estranho. Sua língua era tão boa... parecia casar perfeitamente com a minha boca, um beijo ideal, o meu tipo de beijo. Era como se eu competisse com minha própria boca.

-Vou esquentar mais as coisas... –Disse lambendo os lábios. Hinata saiu de cima de mim e ficou no canto da cama, com o redor da boca avermelhado e um sorriso travesso. Ino percorreu minha barriga com a língua e foi descendo, sim, para a zona proibida. Levantei a cabeça com receio, não tinha certeza se queria que elas me tocassem além do seio. Na verdade, fui a primeira só para acender o fogo delas e cair fora, porque se pegar a parte final da peça, sei que ia pegar as partes mais... digamos... violentas! –Calma! –Sussurrou me olhando com sua íris cristalina cheia de desejo.

Pegou minhas coxas e flexionou para frente, deixando minha intimidade mais exposta. Lançou seu olhar turquesa e provocante para mim novamente e tocou com a boca meu clitóris, joguei minha cabeça para trás de tanto tensão e ela continuou com os movimentos circulares naquela região, mãos fincadas nas minhas coxas e seus cabelos louros e brilhantes caídos pelo rosto. Aquilo estava muito excitante, esqueci meu orgulho e vergonha e gemi a medida que ela acelerava os movimentos. De repente parou, afastando a boca e soltando um sussurro em meio a um sorriso de prazer.

-Você não perde tempo! –Levantei a cabeça e pude ver Ino de quatro e Hinata agachada aos pés da cama, penetrando o brinquedo pervertido da loura em sua própria intimidade, aquilo me estimulou. Fechei os olhos e comecei me tocar, mas Ino tirou minha mão e se apossou de mim, mais rápido do antes, mais gostoso. Nós duas trocávamos gemidos, hora baixos, hora autos, nos entregando uma para outra.

Aquilo não era suficiente, precisava de algo dentro de mim e comecei achar a idéia do pênis de brinquedo da Ino bem vinda, mas a mesma estava muito contente com ele dentro dela, cada vez mais rápido e profundo, tirando gemidos... Seria como tirar o doce da criança e cá entre nós, eu estava sendo a mais mimada das três.

Sua boca deu lugar aos seus dedos, nesse momento pensei que ela estivesse lendo meus pensamentos. Começou fazer em mim os mesmos movimentos que Hinata fazia nela, claro que com menos intensidade, menos volume e tamanho. Haha Nossa! Estou ficando uma pervertida. Uma pervertida lésbica! Preciso me tratar! No meio do vai e vem de dedos, dos gemidos da loura e meus, do calor, do tabu, de tudo, senti meu ápice me atravessar como uma bala, o clímax mais estranho, como uma nova espécie de orgasmo! Gemi, me debati com os espasmos de prazer intenso, quando a onda de êxtase cessou, respirei fundo com um sorriso tímido no rosto e olhei Ino que estava com uma cara que... meu Deus! Por si só era hilária! Nós três rimos e me recompus, encabulada.

-Sua vez Hina! –Disse Ino.

Notas finais
Então...
kkkkk
estou um pouco envergonhada, mas particularmente eu gosto desse capítulo.
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