A História De Uma Semi-deusa

12 Roubamos algumas motos.


Capitulo — 12 – Roubamos algumas motos.

Acordei na sala de Apolo.

– O que houve? – perguntei

– Você matou um manticore e desmaiou. – diz Henrique

– Vamos embora – chamei e comecei a me levantar

– Vamos. Vou te ajudar.

Demoramos um pouco para sair da sala.

Quando chegamos vimos Jack e Afrodite sentados esperando.

– Ai meus deuses, o que aconteceu com você?! – exclama Afrodite

– íris matou um manticore, mas ela se feriu e precisa de néctar – dia Henrique buscando um pouco de néctar e me dando um pouco.

– Obrigada – falei – agora podemos voltar, achar Viserys e pegar Iago?

– Iremos para o lado oposto dessas salas. – diz Henrique

– Ok, mas como sair daqui? — pergunta Jack

– Por ali – diz Afrodite apontando para uma porta comum.

Saímos das salas e fomos para o lado oposto.

Chagamos a duas portas.

– Para onde? – perguntei

– A porta da direita diz Afrodite

– Tem certeza? — pergunta Jack

– Claro que sim! – exclama Afrodite abrindo a porta

Lá dentro parecia uma loja de brinquedos. Havia algumas estantes com algumas réplicas de aeronaves. Olhei para Henrique e Jack e eles pareciam impressionados.

No fundo da loja vi um móvel que não se encaixava no local. Ele era de madeira e bronze.

Parei em sua frente e senti uma sensação estranha. Me ajoelhei e abri a ultima gaveta, ela estava vazia, abri duas de cima e também estavam vazia, quando cheguei na primeira ela estava cheia de fotos de minha infância, fotos de todos os meus aniversários.

– Não pode ser... – falei

– O que? – perguntaram Jack, Henrique e Afrodite em união

– Isso – digo apontando para as fotos.

Mais no fundo havia uma foto de meu irmão, ela estava com um X enorme. Procurei mais fotos com X e acabei achando uma de minha mãe, eu ri.

– Ta, — falei – como isso foi parar aqui?

– Não sabemos – diz Jack

Olhei para eles e me voltei para a foto de minha mãe.

– Apenas vamos embora – dia Henrique

Procuramos a saída da sala e achamos uma porta de navio.

– Esse lugar só tem porta? – digo

– É parece que sim – responde Afrodite entediada

Passamos pela porta de navio e logo a frente vimos mais três portas

– Legal – fala Henrique – por onde agora?

‘’Pela porta do meio, filha. Ela te levará para onde você mais deseja ir. Mas, só uma pessoa pura pode abri-la’’

– Pela do meio – falo tentando abri-la mas não consigo

– O que foi? – pergunta Jack

– Eu não posso abri-la – respondo

– Por?

– Porque não sou uma pessoa pura

– Que?! – disseram Henrique e jack

– Algum de vocês tenta abrir a porta. – digo

– Ta! — Diz Jack que não consegue

– Minha vez – diz Henrique que consegue abri-la – agora, o que você quis dizer com ‘’não sou uma pessoa pura?’’

– Quero dizer que, somente quem seja boa, ou seja, pura que para alguma coisa, que tenha boas intenções. – respondi

– Legal – diz Henrique – bom ela já está aberta, vamos entrar?

Henrique foi o primeiro a entrar e entramos logo após ele.

– Uau! – exclama Henrique e Jack

O lugar que estávamos era lindo. O lugar era feito de cristais de gelo e alguns pareciam ter fogo dentro.

– O que irá acontecer agora? – pergunto – vai aparecer outro monstro?

Senti uma brisa gelada e pensei ‘’Viserys’’. Olhei para trás, depois para os lados mas não o vi.

– Vamos por aqui – diz Afrodite

Viramos para a direita depois para a esquerda. Chegamos ao centro da sala, bem no meio havia um enorme lustre e logo abaixo dele tinha vários cristais pequenos.

‘’ procure direito, filha’’ – diz meu pai. ‘’estou tentando, mas o que na realidade?’’ demorou muito mas ele me respondeu ‘’O que você mais quer nesse momento?’’ ‘’sair daqui com meus amigos, Viserys e Afrodite’’ respondo. ‘’não se preocupe com Viserys, ele não irá voltar, você já está com Jack e Henrique, só falta Iago, então vá atrás dele.’’

– Vamos apenas procurar Iago e vamos sair daqui. – digo

– Mas e Viserys? – pergunta Jack

– Sei que ele está bem e que nos encontrará depois. – respondo

– Mas... – começa Henrique

– Nem mas nem menos – digo contando-o — Vamos

Saímos do centro da sala e começamos a ir para o fundo dela, chegamos a outra porta. Eu a abri e entrei.

Quando passei por ela, cheguei no lugar que havíamos deixado Iago para trás.

Virei-me para o lado e o vi amarrado de cabeça para baixo, e abaixo dele havia um caldeirão, sim um caldeirão borbulhante.

– Iago! – gritei

– Filha de Zeus – diz a esfinge – nem pense em salva-lo !

– Até parece que vou ver meu amigo morrendo e virando jantar de uma esfinge. – digo canalizando raios para minha espada e a ergo em direção a esfinge, mas mudo sua direção e aponto para Iago. Ele me olhou desesperado. Voltei-me a esfinge e atirei um raio em um sua barriga. Corri até Iago e tentei alcançar ele, mas não tinha como era muito alto.

Olhei para trás de Iago e vi uma plataforma. Corri ate ela e pensei como eu iria fazer aquilo.

Olhei em direção a esfinge que lutava com Jack e Henrique. Olhei para Afrodite e ela não fazia nada.

Percebi que tinha um pouco de tempo, mas o que fazer? Lembrei que sou filha de Zeus, pensei se poderia voar. Olhei para baixo e era alto, e, logo abaixo havia um caldeirão. Criei coragem e pulei, fechei o olhos esperando cair e morrer, pensei se morreria rápido. Mas percebi que não estava caindo e que estava voando. Olhei para Iago e depois para a corrente que o segurava. Quebrei a corrente e o abracei impedindo-o de cair. Fui para o chão e o soltei.

– Obrigado – ele agradece

– De nada. Agora vamos! – falo – Jack, Henrique, Afrodite, vamos ou vocês querem ficar?

Henrique e Jack vieram correndo e Afrodite ficou sentada no lugar em que estava.

– Afrodite! – gritou Jack

– Estou indo!

Olhei para a esfinge que se levantava, joguei mais um raio nela, fazendo-a cair novamente no chão.

– Vamos! – gritei – por aqui!

Saímos do deposito e voltamos para a rua. Olhei para trás e vi a esfinge nos seguindo.

– Vamos pegar aquelas motos e dar o fora daqui – falei

Fomos até as motos e as roubamos .

Eram três, fiquei com Henrique em uma, Iago e Jack em outra e Afrodite sozinha em outra.

Antes de fugirmos perguntei:

– Para onde vamos?

– Para o aeroporto – respondeu Afrodite – de lá, pegaremos um avião e seguiremos viajem .

Fomos em direção ao aeroporto. Os donos das motos no seguiram então demoramos um pouco para chegar no aeroporto.

Quando descemos das motos a esfinge ainda nos seguia.

Perto de onde estávamos havia uma fonte. Jack foi em sua direção e ergueu as mãos. A água da fonte começou a flutuar. Corri até ele e ele disse:

– Vou jogar água nela, quando eu jogar você irá fazer o que sabe de melhor.

– Ok – concordei me preparando.

Quando a esfinge se aproximou ele jogou água nela e em seguida joguei uma águia e a mandei em direção da esfinge que explodiu.