A História De Uma Semi-deusa
13 Encontramos um conhecido
Encontramos um conhecido
Entramos no aeroporto e fomos comprar nossas passagen.
- Eu não tenho dinheiro – falei
- Nem eu. — disseram Jack, Iago e Henrique em união
- Deixem isso comigo – disse Afrodite entrando na fila – Venham aqui.
Fomos andando. Ela estalou os dedos e nossas roupas mudaram.
Eu estava com um vestido rosa, que era curto e com várias camadas, os garotos estavam com uma roupa social, uma calça azul, camisa branca social, com um blazer azul.
- Ah não! – eu e os garotos exclamamos juntos
- O que foi? – pergunta Afrodite
- Eu odeio vestidos! Principalmente rosa!
- Vocês querem chegar em Roma ou não? – ela diz indignada – Agora se comportem!
- Bom dia, — diz um homem atrás do balcão – o que a senhora deseja?
- Bom dia, eu quero cinco passagens para Roma, por favor.
- Para quando o vôo?
- Hoje, o mais rápido possível.
- Teremos um vôo daqui duas horas, qual classe? – ele diz parecendo encantado com a beleza de Afrodite.
- Primeira.
Eu e os garotos nos olhamos e sorrimos.
- Aqui estão as passagens. – diz o homem sorrindo e entregando as passagens à Afrodite
- Obrigada. Vamos.
- Como você fez aquilo? – pergunta Jack impressionado
- Querido, eu sou a deusa do amor.
- Ah é... – Jack concorda
- Já posso tirar isso de mim? – pergunto
- Pode, mas só quando chegar.
- Eu estou com fome. – reclamou Henrique
- Eu também – diz Iago – vamos comer
Chegamos a praça de alimentação e Henrique e eu fomos pedir algo para comer no Mc Donald’s.
- O que desejam ? – pergunta uma mulher atrás do balcão
- Eu vou querer um Big Mac – disse Henrique
- Dois. – falei e olhei para Henrique que me olhava espantado – o que foi? Parece que não me conhece.
- Ah.. deixa – ele diz – vamos nos sentar
Quando chegamos na mesa só havia Afrodite lá, Jack e Iago foram pedir o que comer.
Os garotos chegaram e logo em seguida chegaram os pedidos, que não demoram muito para ser acabados. Quando todos acabaram de comer, fomos direto para o avião embarcar.
Me sentei ao lado de uma garota vestida totalmente de preto, Henrique, Jack, Iago estavam sentados na fileira do meio, e Afrodite estava sentada junto à um cara na ultima fileira. Me enconstei no banco e relaxei. Acabei dormindo, quando acordei já estávamos quase chegando.
Olhei no relógio e eram exatamente 15:00 horas.
- Atenção senhores passageiros, iremos pousar, por favor coloquem seus cintos. Agradeço pela viajem tranqüila. – avisou o co-piloto
Quando o vôo acabou descemos e Afrodite nos avisou :
- Bom, foi ótimo conhecer vocês, mas me separo de vocês aqui. E Íris, não se esqueça de sua promessa. – ela estalou os dedos e nossas roupas voltaram ao normal.
- Não esquecerei – falei – Vamos continuar a missão?
- Vamos. – eles concordaram
Saímos do aeroporto e pegamos um taxi até o centro da cidade e fomos até o coliseu
- Vamos entrar? – chamou Iago
- Não – recusa Henrique – Além de perder tempo, não estou com um bom pressentimento
- Qual é Henrique vamos! – diz Jack – e você Íris o que acha?
- Eu não acho nada. – falo
Depois de muito tempo discutindo, Henrique acabou cedendo e entramos no coliseu. Ele era lindo mas estava vazio.
- Já entramos aqui, agora podemos ir embora? – pergunta Henrique
- Podem sim, mas só acompanhados a mim. Crianças não deveriam andar sozinhos na rua.- diz uma voz masculina logo atrás de nós.
Nós nos viramos e vimos um homem de meia idade, quero dizer o que era para ser um homem de meia idade, pois ele era na verdade um espectro de alguém que um dia viveu.
- Então teremos de acabar de te matar. – falo
- Você pode até tentar, mas só se você conseguir passar por eles. – eles diz estalando os dedos fazendo surgir do chão um exercito de mortos.
Começamos a lutar contra o exercito, mas nossa força era inútil contra eles, eles não ‘’morriam’’.
- Nós nos rendemos – falei – nos leve com você.
- O que? – pergunta Jack
- Como assim íris? – fala Iago.
- Deixem isso comigo, — falei – se você nos quer nos leve.
- Bom, parece que você é inteligente garota. – espectro fala – peguem esses semideuses e os levem até o mestre.
- Não! – grita uma voz feminina
- Ah, querida Angélica, que bom rever você... Junte-se a nós, levem ela também.
Fomos levados a um caminhão de zoológico juntos com a garota chamada Angélica. Ela tinha olhos negros com um brilho prateado e cabelos tão negros como o ébano.
- Henrique... – diz Angélica – esse nome me é familiar...
- O seu nome também me é familiar... mas de onde eu te conheço?
- Ah, me desculpe, — falei – mas, se seu nome para é familiar e o dele pra você também é, vocês tem que se conhecer.
- Mas eu não me lembro de onde. – diz Henrique
- Mas eu sim, — diz Angélica – nos conhecemos aos 5 anos, fomos capturados por Minos, e trazidos até um deposito abandonado na Espanha, você conseguiu fugir mas eu não, faz dois anos que fujo dele.
- Espera – fala Jack – Minos, o rei Minos?
- Sim – Angélica responde
- Mas como você se lembra disso e eu não? – pergunta Henrique indignado
— Minos tirou sua memória, Henrique , é por isso que você não se lembra. – fala Angélica – ele sabia que você contaria a Quíron quando fosse para o acampamento, por isso, retirou sua memória.
O caminhão parou e um ciclope abriu sua porta para sairmos.
Não estávamos mais em Roma estávamos na Grécia, para ser exata no Parthenon.
- Se comportem crianças. – diz Minos.
- Minos, — falei – como chegamos aqui tão rápido.
- O tempo é nosso aliado, cria de Zeus. – ele me responde. Entramos no Parthenon e vi um homem de cabelos negros e olhos azuis elétricos. – Mestre, trouxe o que o senhor mandou.
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