A Guerra Dos Acampamentos

1 I. Eu luto contra um monstro.


Os dias em que fiquei no acampamento foram longos. Tudo começou no dia 22 de Julho do ano da famosa guerra dos titãs. Eu nunca tinha conhecido meu pai, porém minhamãe disse que ele era alguém bom. Alguém que se preocupava, maspelas circunstâncias que ela nunca me contava, ele teve de nos deixar. Enfim, sempre no dia 22 de julho, minha mãe ia sozinha ao cemitério fazer algo relacionado a ele. Ela havia me jurado que ele não estava morto. Ultimamente eu nãoacreditava nisso. Neste dia, ela demorou muito para voltar, o que medeixava preocupado, afinal ela sempre voltava às 15 horas, em ponto. Fui atras dela, queria saber o que havia acontecido. Na porta do cemitério havia uma carta presa, que dizia:

" Seth, sei que você vai entender. Não poderei voltar, seu caminho não está aqui. Lembre-se dos planetas, do que foi perdido, lembre-se que ele foi desonrado. Você recuperará a honra de seu pai. Lembre-se de que eu te amo."

Eu não entendi nada no momento, porém, logo depois, meu melhor e único amigochegou correndo, gritando:

– Seth!! Você vem comigo.

Eu não tinha para onde ir, e eu realmente confiava nele. Decidi ir com ele, subimos em cavalos que, ahn... Voam? Haviam dois garotos conduzindo os cavalos. Ambos de camisa laranja, escritas palavras em que eu demorei uns 5 minutos para reconhecer. Mas estava escrito: Acampamento Meio-Sangue. O que conduzia o cavalo em que eu estava, se apresentou como Cody. Dissera que era filho de Hermes.Eu não entendi nada. Não sabia se o pai dele era um deus, ou se tinha nome de deus grego. Mas depois de ver um Pegasus, eu acreditava em tudo.

– Segure firme. — Disse Cody com entusiasmo.

E nós levantamos voo. Ver Nova York lá de cima é simplesmente mágico. Todos aqueles prédios... Mas nossa visão começou a ficar turbulenta. Nuvens passavam abaixo de nós. nuvens pesadas em um dia ensolarado. Bem estranho. As nuvens trovejavam.

– Estamos ferrados.- Disse Cody. Eu não entendi nada.

– Cody, vira! AGORA! — Disse o garoto que guiava o outro pegasus. — É pior que imaginavamos. É Tifão.

Então meus olhos se "Abriram" e eu vi um monstro enorme lutando contra algumas pessoas minúsculas comparadas a ele. Eu esperava que o monstro fosse o mocinho da história, mas sabia que não era bem assim. Foi uma manobra arriscada. Descemos as nuvens.

– Dylan! AGORA! — disse Cody, para o garoto que guiava o outro Pegasus.

Dylan pegou um arco em suas costas e atirou uma flecha dourada no monstro, o que só o fez nos notar. Uma rajada de raios saiu de suas mãos enorme contra nós. Foi aí que perdi minha consciência.