Notas iniciais
Quarto e ultimo capitulo da noite ♥ Foi ótimo estar com vocês nessa mini maratona ♥ Agora só amanha ein kkkkk ♥ Segurem seus corações esse capitulo tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e claro tem Hentai, mesmo que bem leve ♥

"A noite chega, e agora começa a minha vigia. Não terminará até a minha morte. Não tomarei esposa, não possuirei terras, não gerarei filhos. Não usarei coroas e não conquistarei glórias. Viverei e morrerei no meu posto. Sou a espada na escuridão. Sou o vigilante nas muralhas. Sou o fogo que arde contra o frio, a luz que traz consigo a alvorada, a trombeta que acorda os que dormem, o escudo que defende os reinos dos homens. Dou a minha vida e a minha honra à Patrulha da Noite, por esta noite e por todas as noites que estão para vir."
Juramento à Patrulha da Noite

Winterfell
Ambos fizeram uma longa descida ate o pátio.
Robb caminhava ao seu lado ajudando-a a se locomover sobre a terra escorregadia, a corte ja havia deixado Winterfell a poucas horas e o choro de Nicéia ja havia abandonado seu rosto. Vento cinzento caminhava ao seu lado, cheirando tudo a sua volta e vez ou outra escondendo o focinho na saia da moça. Ambos pareciam ter se afeiçoado um ao outro, o Lobo não havia deixado o lado da Princesa desde que foram apresentados e sempre que via uma oportunidade a seguia por todos os cantos.
Robb gostava disso.
Enquanto gritava ordens aos homens, observava a noiva ao lado do animal que analisavam tudo com perícia. Nicéia parecia disposta a ajudar em tudo que precisasse, contudo os títulos pesavam sobre seus ombros, querendo ou não os nortenhos ainda a viam como sua princesa e futuramente Senhora. Poucos eram aqueles que lhe dirigiam a palavra sem antes curvarem-se, também eram poucos que Vento Cinzento deixava aproximar-se.
Nicéia abaixou-se afagando atras da orelha peluda do lobo e recebeu uma generosa lambida no rosto, a língua áspera do animal fez cocegas em sua bochecha. Enquanto um riso doce e cristalino deixava seus lábios, Robb despertou quando viu o meio-irmão caminhar pelo patio distraído, o rapaz não parecia te-lo visto.
— Tio Benjen anda a sua procura — ele disse a Jon. — Queria ter partido a uma hora.
— Eu sei — Jon respondeu. — Partir é mais difícil do que eu pensava.
— Imagino que seja — comentou Robb. Afastando um cacho rebelde de seus olhos. — Você o viu?
Jon acenou positivamente os olhos perdidos.
— Bran não vai morrer — disse Nicéia.
A moça apareceu ao lado de Robb com Vento Cinzento em seus calcanhares como uma sombra. Possuía o rosto duro como pedra.
— Acredito que sim — murmurou Jon. — Stark são difíceis de matar.
A voz do rapaz havia saído como um suspiro, algo parecia ter lhe sugado as energias.
— A minha mãe...
Robb arriscou preocupado.
— Ela foi... muito agradável — respondeu o bastardo.
Nicéia sentiu a amargura e duvidou muito das palavras do rapaz. Lady Catelyn era uma boa mulher, contudo não escondia seus pensamentos sobre o Bastardo do marido, todos ali sabiam que ela o odiava.
— Ótimo — sorriu Robb aliviado, acreditando no meio-irmão. — Da próxima vez que nos virmos, estará todo de negro e eu casado.
Jon forçou o sorriso assim como Nicéia, que permanecia calada ao lado do futuro marido.
— Sempre foi a minha cor. Daqui a quanto tempo pensa que isso acontecerá?
— Não muito — prometeu Robb. Puxou Jon para si e lhe deu um forte abraço. —Até a vista, Snow.
Jon devolveu o abraço.
— Até a vista, Stark. Cuide de Bran.
— Cuidarei — disse se afastando.
Nicéia abriu a boca contudo as palavras lhe fugiram, sem acreditar que aquela seria possivelmente a ultima vez que o veria em um longo espaço de tempo.
— Espero que faça uma boa viajem, Jon Snow — murmurou piscando freneticamente. — Contaram-me que A Muralha é cruel, mas acredito que seja corajoso o suficiente para estar lá.
— Obrigada, princesa — agradeceu baixando os olhos.
— Não sei se deveria, mas... — murmurou antes de aproximar-se o suficiente para abraça-lo suavemente.
Nicéia não viu, mas o rapaz olhou sobre os ombros buscando autorização nos olhos de Robb que sorria. Por fim devolveu o abraço rapidamente, aquecendo-se com o calor que o corpo dela proporcionava, aproveitou cada instante pois aquela seria a ultima vez.
— Eu te amo, Jon Snow — sussurrou tão baixo que ate mesmo ele teve dificuldades de escutar.
Antes que pudesse responde-la a princesa se afastou, caminhando ate Robb e pegando-lhe a mão apertando junto a sua. Aquele abraço o aqueceria por toda a viagem e depois por seus dias na Muralha.
— Tio Benjen disse que se o visse para manda-lo aos estábulos — disse Robb por fim.
— Tenho mais uma despedida a fazer — informou Jon.
— Então não o vi — respondeu Robb simplesmente.
— Vento Cinzento — chamou Nicéia com doçura.
O lobo prontamente atendeu o chamado caminhando ao seu lado em direção ao grande salão.
— Gostei do que fez lá fora — disse Robb ainda sorrindo.
— Ele é seu irmão, Robb. Sendo um Bastardo ou não.
A ultima coisa que Nicéia viu antes de se virar foi o sorriso orgulhoso de Robb, o que a fez se sentir culpada. Pobre Robb que jamais saberia das noites de amor que ela tivera com seu irmão bastardo.


[...]


A noite ja havia caído sobre a fortaleza e Nicéia suspirou ao ver Eve andando rapidamente pelo patio, o que de forma estranha lhe passou foi o motivo para a jovem estar tão tarde próximo aos estábulos. A princesa fechou a janela rapidamente e se afastou calmamente, olhou o bordado imperfeito sobre sua cama e com um tapa o jogou longe.
— Sete infernos — resmungou sentando-se a beirada da cama. Contudo logo se ergueu quando gritos do lado de fora a colocaram em alerta.
Correu pelo quarto em busca de algo que pudesse se defender encontrando a adaga de aço Valiryano, um presente de sua mãe, que alegara que uma moça sempre deve se defender quando sozinha. Agarrou o cabo e partiu porta a fora, encostando-se na parede de pedra olhando os dois lados do corredor. Um barulho de coisas caindo ao fim do corredor chamou-lhe a atenção e a passos rápidos e o mais silenciosos que conseguia, Nicéia alcançou o quarto onde Lady Catelyn cuidava do filho. A cena que se seguia a fez arregalar os olhos, um homem desconhecido e mau vestido agarrava Lady Stark pelo pescoço tentando rasgar-lhe a garganta, contudo as mãos da corajosa mulher seguravam-na mantendo a lamina longe de sua pele.
Nicéia agiu com rapidez e frieza, assim como havia aprendido. Segurou firme o cabo da adaga e se jogou sobre o corpo do homem, afundando a lamina na lateral de seu corpo. Ele urrou de dor soltando Cat enquanto Nicéia girava a lamina entre os ossos do homem, mesmo que não fosse o suficiente para mata-lo o deixaria impossibilitado de se defender. Com os dedos manchados de sangue, a princesa puxou o objeto cortante de volta, vendo o homem despencar sobre os joelho. Contudo não fora o suficiente para mante-lo daquela forma.
— Você não deveria estar aqui — murmurou olhando-a nos olhos. — Nenhuma de vocês deveria estar aqui.
E ao fim da frase avançou sobre o corpo de Nicéia, que estava mais próximo dele. O grito fora inevitável quando ele lhe agarra-rá as pernas fazendo-a cair, mas a jovem não desistiria, olhou rapidamente para Catelyn que parecia em choque com os olhos arregalados observando a ferida em suas mãos. O momento de distração a deixou vulnerável, seus cabelos foram puxados pelo couro e a adaga lhe escapou por entre os dedos. Gritou uma segunda vez quando sentiu a lamina fria bem próxima a seu pescoço, pensou ser o fim e em um ato desesperado afundou os dedos na ferida aberta do desconhecido, puxando a carne dobrando buraco de tamanho. O homem novamente a soltou enquanto ela se arrastava para longe, voltando a pegar a adaga entre as mãos ensanguentadas.
Como um vento, o lobo castanho de Bran, pulou sobre seus ombros abocanhando a jugular do agressor, estraçalhando-a sem piedade, os gritos dele se tornaram ainda mais baixos a medida em que se afogava com o proprio sangue. O sangue dele foi como chuva quente, quando se espalhou pelo rosto de Nicéia e Catelyn, o lobo as olhou com seus enormes olhos dourados, a boca vermelha e úmida.
— Obrigado — escutou Catelyn agradecer a ambos.
Ao fim, o lobo contornou o corpo como se para ter certeza que o matara e depois pulou sobre a cama, cheirando o dono doente e deitando-se sobre as patas ao seu lado. Nicéia permaneceu sentado no chão frio de pedra encarando o corpo caído a poucos passos dela, seu coração batia rápido e a respiração era irregular. Estava assustada, contudo ficara ainda mais quando o riso histérico deixou os lábios de Lady Catelyn.
Foi assim que os encontraram, quando Robb, Meistre Luwin e Sor Rodrick entraram em um rompante no quarto, com metade dos guardas de Winterfell, as espadas em punho. Ao encontrar os olhos azuis de Robb, a princesa desmoronou, soluços altos deixaram sua garganta enquanto era abraçada por ele. As mãos vermelhas pelo sangue e o medo por ter encarado a morte tão de perto, a deixaram tremula e frágil. O riso de Catelyn ainda era alto quase sobrepondo as lagrimas de Nicéia.
— Esta tudo bem, minha Princesa — murmurou Robb. — Solte a adaga, estou aqui.
A segurança em seu tom de voz a fez soltar quase que de imediato o objeto.
— Leve a princesa daqui, Senhor — disse Meistre a Robb. — Cuidarei de Lady Catelyn, não se preocupe.
Sentiu os braços fortes de Robb lhe erguerem do chão e logo o som de seus passos ecoavam pelo corredor de pedra. Adentraram o quarto do rapaz onde ele a depositou sobre a cama.
Nicéia olhou ao redor, sendo aquela a primeira vez em que entrava, percebeu que uma grande banheira fumegante estava disposta no centro do quarto. Robb a olhou atentamente antes de deixa-la sozinha para buscar um pequeno tacho de água fresca e um pano úmida e macio. Com delicadeza ele esfregou o pano no rosto e nas mãos tremulas da jovem, tirando todo o sangue.
As lagrimas não deixavam seu rosto pálido.
Quando enfim terminou o trabalhou agarrou-lhe pelos ombros suavemente e tentou se afastar.
— Vou chamar Eve para ajuda-la no banho — informou suave. — Ja volto.
— Não — sussurrou segurando-o com mais força. —, fique.
Não dando tempo para Robb responde-la, soltou-lhe a mão desprendendo o broche da capa azul, vendo-a cair sobre a cama. O vestido no mesmo tom possuía uma sequencia curta de botões perolados na parte de trás. A jovem levou as mãos limpas naquela direção os desfazendo habilidosamente, logo seus ombros magros foram expostos e com a ajuda de Robb ficou com o colo nu, quando os dedos trêmulos do rapaz ajudaram o tecido fino a deslizar sobre os braços dela.
Nicéia se levantou deixando que o vestido caísse aos seus pés, ficando completamente nua a frente do homem que em poucos semanas seria seu marido. Robb a olhou desde os pés cobertos pelo vestido ate os cabelos bagunçados, os cachos negros caiam sobre os ombros contornando os braços brancos da princesa. Com calma ela levou os dedos aos cabelos dele, aproximando seus rosto e o beijando sem culpa. Enquanto saboreavam o gosto um do outro, os dedos habilidosos de Nicéia o despiam, antes de entrarem juntos na banheira de água quente.
Ajoelhou-se a frente do corpo de Robb deixando que o mesmo tocasse a pele morna de seu corpo e lhe causando calafrios. Desceu os beijos pelo rosto sentindo a barba por fazer, ate chegar aos pescoço sensível. Deslizou a ponta de seu nariz ate bem próximo a orelha e soltou um suspiro longo quando os dedos de Robb afundaram-se na carne de sua cintura. Ergueu-se apenas o suficiente para abrir as pernas e sentar-se sobre o colo do rapaz, sentindo a rigidez entre elas tocando-a de forma tão intima.
— Nicéia nós... — disse Robb antes de ser interrompido pelos lábios da jovem.
Nicéia o beijou com ardor calando-o imediatamente, embrenhando as mãos nos cachos arruivados e fazendo movimentos circulares com o quadril, aumentando gradativamente a velocidade e sentindo a pressão em seu interior comprimir seu estomago em expectativa.
— Robb — suspirou jogando a cabeça para traz entre abrindo os lábios em busca de ar.
Os lábios quentes de Robb atacaram-lhe o pescoço, mordendo e chupando com fome a medida em que o desejo lhe corroía por dentro, apertou os quadris puxando-os em direção a sua intimidade em busca de mais contato, ao mesmo tempo em que um gemido rouco lhe deixava a garganta. O ritmo se tornou luxurioso, a água formava moinhos e escorria pelas laterais da banheira. Seus corações batiam no mesmo compasso enquanto seus olhos se conectavam, os verdes furiosos de Nicéia estavam brilhantes, assim como os azuis de Robb. Mais um gemido rasgou-lhe a garganta quando o prazer sublime apossou-se de seus corpos, Nicéia fechou os olhos suspirando. Enterrou o rosto no pescoço úmido de Robb respirando profundamente.
— Quero que seja minha, Nicéia — disse com a voz rouca.
— Então me faça sua, Robb — sussurrou ao pé de seu ouvido.
As palavras sussurradas arrepiaram a pele do herdeiro, o fazendo sentir calafrios mesmo que submerso em água quente. Antes de toma-la inteiramente para si, Robb afogou-se nos lábios rosados como flores da Princesa, tirando-lhe todo o ar enquanto afundava-se no vale macio entre suas pernas. Um suspiro longo e profundo deixou os lábios entre abertos da moça, que curvou as costas levemente, as mãos nos ombros do rapaz em busca de apoio para iniciar seus movimentos. No inicio era lento, fazendo com que um formigamento se alastrasse por seu corpo a medida em que a banheira parecia mais quente. Os músculos de Robb endureceram quando os quadris da jovem desenharam um meio circulo em seu colo enquanto um rosnado lhe abandonava a garganta.
Robb não soube descrever a sensação de te-la apenas para si, a confusão de sentimentos o deixava tão abobado quanto a imagem dos seios fartos dela se movendo a frente de seu rosto.


[...]


A princesa foi a primeira a despertar.
O corpo nu coberto pelas grossas peles de animal, aquecendo-os naquele dia particularmente frio, iguais a muitos outros antes dele. Moveu-se na cama esticando o corpo e respirando profundamente e o homem ao seu lado se quer resmungou, Robb parecia ter o sono pesado ou talvez a noite anterior tenha sido cansativa de mais. Riu com o pensamento e girou sobre os tecidos ficando de lado, encarou o rosto masculino e bem desenhado com a barba por fazer contornando todo o queixo. Com delicadeza acarinhou os cabelos avermelhados e sorriu quando ele suspirou.
Ainda que imerso no mundo dos sonhos, Nicéia não o deixaria ali por muito tempo, devagar moveu uma de suas pernas contornando a cintura de Robb enquanto esfregava seu corpo ao dele de maneira intima. Curvou-se sobre o peito arrastando os lábios desde a base de seu pescoço ate os lábios, naquela manhã Robb acordou com um sorriso nos lábios antes mesmo de abrir os olhos. As lembranças da noite anterior inundaram seu corpo e mente.
— Posso me acostumar com tanto carinho pela manhã — disse Robb. Abrindo os olhos lentamente, apreciando o brilho e o sorriso de Nicéia.
— Temos a vida toda para apreciar nossas manhãs — sussurrou maliciosa.
Curvou os lábios e os mordeu provocando-o.
— E as longas noites também — sorrio.
Em um movimento rápido o herdeiro do Norte virou-se na cama levando o corpo magro de Nicéia junto ao seu, prendeu-lhe as mãos sobre a cabeça e escutou a leve e cristalina gargalhada da mulher. O sorriso era bonito, assim como o brilho pálido em seus olhos verdes de Leão.
— Estive pensando — murmurou quando os dedos longos de Robb a soltaram, mas ainda permaneceu sobre seu corpo.
— Em que, minha princesa? — disse ele sorrindo.
— Gostaria que adiássemos nosso casamento — informou vendo os olhos de Robb se endurecerem e o rosto se tornar serio. — Não posso me sentir feliz sabendo que Bran permanece imóvel sobre aquela cama e sua mãe ao menos sairá do quarto. Quero que todos estejam tão felizes quanto eu e você.
O sorriso voltou ao seu lábios apos tal explicação, com ainda mais brilho e orgulho.
— Se assim desejar, podemos adia-lo em algumas semanas — concordou aproximando seus rosto. — Falarei com minha mãe e tenho certeza de que ele apreciara suas palavras.
Robb sorriu observando o brilho pálido nos olhos de Nicéia, que se erguera da cama e passara a caminhar pelos aposentos vestindo uma fina túnica azul, que encontrara próximo a porta.
— Esta quieto — murmurou.
O homem sorriu negando com a cabeça.
— Só pensando.
— Em que?
— Nada muito importante — mentiu virando-se na cama.
— É sobre ontem mais cedo? — perguntou acanhada, sentindo o arrepio frio subir-lhe pela coluna desnuda.
— Ele poderia te-las matado — rosnou entre dentes, apertando os olhos enquanto tentava expulsar as imagens de sua mãe e Nicéia cobertas pelo sangue daquele homem, a coragem que ambas tiveram em defender as próprias vidas e a de Bran. — Jamais me perdoaria.
— Não se martirize, nada aconteceu — sussurrou engatinhando sobre a cama antes de abraçar-lhe as costas quente. — Estou bem, assim como Lady Catelyn e Bran.
Robb suspirou entrelaçando seus dedos aos de Nicéia.
— Preciso ver Bran — murmurou fechando os olhos. Sentindo os dedos quentes da noiva acariciarem os seus. —, depois ir me encontrar com Meistre para revermos os números e mais um infinidade de obrigações.
— Vá ver Bran, eu resolvo todas as pendencias com Meistre Luwin — disse Nicéia. — Reorganize Winterfell e eu tomo conta do resto. Não se preocupe tanto.
— Não posso lhe pedir tanto...
— Robb, você é o Lorde de Winterfell e Senhor do Norte na ausência de seu pai — Nicéia contornou o corpo do rapaz sentando-se sobre os joelhos e lhe encarando os olhos azuis. — Sou sua futura esposa, Lady de Winterfell e Senhora do Norte, julgo melhor ir me acostumando com as obrigações que terei de tomar em pouco tempo.
— É o seu desejo?
— Sim é o meu desejo.

Notas finais
E essa será a ultima vez que Nicéia e Jon vão se ver e muuuuitos anos ♥ Por favor não julguem Nicéia, ela só quer fazer tudo dar certo ♥