A Freira e o Prostituto

23 Capítulo 6 - Caindo a ficha ( 2ª Temporada)


Notas iniciais
Olá amores, mais um capitulo para vocês. Depois desse teremos só mais 2 e fim. Sentirei saudades!!!
Bjs e boa leitura o/


É engraçado como a vida da gente pode mudar assim do dia para a noite. Há algumas semanas eu era apenas uma jovem candidata a freira que dava aulas para crianças carentes numa paroquial, tímida e introvertida e de repente me tornei a futura princesa de Mônaco. Depois do pronunciamento oficial do noivado com Edward meu rosto estampava várias capas de jornais e revistas, sem contar os sites da internet. Fui intitulada de “A plebeia americana”, algumas matérias que eu havia lido diziam que o príncipe problemático tinha encontrado seu verdadeiro amor para além das fronteiras europeias, outras eram mais malvadas e diziam que talvez eu fosse uma alpinista social. A questão era que eu já não era mais apenas Isabella Swan, minha vida não pertencia somente a mim e em cada canto que eu ia era seguida por uma série de paparazzis com seus flashes insuportáveis. Felizmente isso me livrou de ir às compras com Alice quase todos os dias, não que eu não adorasse escolher vestidos lindos que me faziam sentir esplendida, mas sinceramente todo aquele glamour não combinava comigo.



Na noite em que aceitei o pedido de Edward resolvemos reunir toda a família para dar a noticia, todos pareceram muito felizes, Esme nos questionou se ainda não estava cedo demais, mas também demonstrou imensa satisfação. Depois de avisar a família Edward fez questão de fazer um pronunciamento real, deu uma entrevista exclusiva para uma revista famosa de Mônaco e logo o país inteiro começou a comentar sobre o casamento. Confesso que toda aquela euforia me deixou um pouquinho assustada, era estranho saber que tanta gente debatia sobre mim, pesquisavam minha vida e publicava coisas de todos os tipos ao meu respeito eu sequer podia ir ao teatro, ao cinema ou à praia sem uma dúzia de seguranças.

Ao longo daquela semana pós noivado tive o prazer de conhecer meu cunhado Albert que ainda permanecia internado. Felizmente ele estava se recuperando e já tinha recobrado a consciência, conseguia conversar e tudo mais, entretanto havia perdido o movimento das pernas e dificilmente um dia poderia voltar a andar, pelo menos os médicos não tinham tanta esperança, o que era uma pena já que ele ainda era tão jovem e não tinha se casado e nem construído sua própria familia. Albert também era um homem muito bonito o que só constatava que beleza era uma herança genética da familia Grimaldi. Nós conversamos pouco já que ele não podia se esforçar demais, mas mesmo assim se mostrou muito contente por ver que o irmão cabeça dura tinha finalmente tomado juízo e agora ele podia ficar tranquilo em relação à politica no país. Eu o assegurei de que Edward estava fazendo um bom trabalho, até mesmo melhor que o dele, mas é claro que deixei essa parte de fora. Ah, eu também conheci Mirella, a irmã caçula de Edward, ela estudava num colégio interno e só visitava a familia duas vezes ao mês. Era uma linda menina de onze anos, muito educada e refinada e bem discreta também, não se parecia em nada com Alice.

–Pensativa?

Edward disse entrando no meu quarto. Eu estava sentada perto da janela olhando o jardim e recordando-me dos ultimos ocorridos do mês e ouvir a voz dele fez meu coração estúpido disparar feito doido. Nós não nos viamos há vários e vários dias, éramos noivos, morávamos no mesmo palácio e ainda sim não conseguiamos nos encontrar. Ele trabalhava demais, estava sempre ocupado e às vezes tinha que viajar para resolver problemas exteriores. Vê-lo ali, todo bem vestido e terrivelmente lindo me encheu de emoção e me lembrei da última vez que nos vimos e do quanto eu estava orgulhosa dele.


(Flash back on)



–Não tenho certeza se quero fazer isso – Ele disse suspirando, apertava o volante com força, tanta força que seus dedos estavam perdendo a cor.


–Acalme-se – Falei acariciando a mão dele – Vai dar tudo certo. Você precisa disso para seguir em frente.

–Mas...

–Eu sei que é dificil, mas estou contigo. Nós vamos conseguir eu prometo.

–Ela não deve querer me ver.

–Você precisa do perdão dela e ela precisa te perdoar, só assim vocês dois vão seguir em frente.

–Douglas disse que ela ainda está muito mal... Que nunca mais foi a mesma. Vive trancada dentro de casa numa depressão terrivel...

–Não perca a fé agora meu amor. Converse com ela, talvez assim ela volte a viver.

Com muito custo consegui tirá-lo de dentro do carro. Esme havia conseguido a permissão dos pais de Nathany para que Edward a visitasse, ele queria pedir perdão e quem sabe consertar um pouco do mal que fez a ela. Quando chegamos na entrada da casa os pais da moça já nos aguardavam, a mãe que se chamava Esmeralda era uma senhora muito simpática e sorridente.

–Boa tarde Esmeralda – Edward disse estendendo-lhe a mão hesitante. Me surpreendi por estarem falando em inglês, talvez fosse por minha causa.

–Boa tarde – Ela respondeu apertando a mão dele com gentileza.

–Obrigado por atender ao meu pedido — Coçou a cabeça nervoso e então apontou para mim – Esta é minha noiva Isabella.

–Eu a vi no jornal – Esmeralda disse e me estendeu a mão a qual apertei – Mas, é um prazer conhecer nossa futura princesa pessoalmente.

–O prazer é todo meu senhora.

Ela nos convidou para entrar e em todo momento demonstrou hospitalidade, ao contrário do pai de Nathany que permaneceu quieto na sala assistindo um jogo de futebol sem nos direcionar uma palavra sequer, sem dúvidas fora coagido a aceitar a visita do ex enteado.

–Vamos até o quarto de Nathany – Esmeralda disse tentando disfarçar a fata de educação do marido e também querendo acabar logo com o constrangimento.

Edward segurava minha mão com força e tremia ligeiramente.

–Tem certeza que ela ficará bem com isso? – Ele perguntou à mulher que sorriu largamente. Nossa, ela não parecia se importar com o fato de que meu noivo desgraçou a vida da filha dela.

–Tenho esperança de que isso possa ser a cura para a minha menina.

Então ela girou a maçaneta de uma das portas e estendeu a mão para que entrassemos. Precisei, literalmente arrastar Edward até lá. Eu não queria entrar, talvez minha presença não fosse boa, mas ele não permitiu que eu me afastasse.

Quando entramos no quarto me deparei com uma cena incrivelmente triste. O local era silêncioso, frio e praticamente vazio. Só havia uma cama e um guarda roupa, sem espelhos, quadros ou qualquer enfeite nas paredes brancas. No fundo do quarto, perto de uma janela havia uma mulher sentada numa cadeira de rodas completamente parada. Esmeralda caminhou até ela e cochichou alguma coisa em seu ouvido, no mesmo momento a menina virou a cadeira e olhou espantada para Edward. Havia tanta emoção em seus olhos que eu mal podia descrever todas, raiva, medo, frustração, mágoa, surpresa, alegria, espanto e... Amor. Sim, havia amor, e aquilo me incomodou um pouquinho.

Nathany era bonita, mas o estado deplorável em que se encontrava apagava um pouco dessa beleza. Os cabelos loiros estavam sem vida, secos e mal cortados, o corpo estava bem magro, tinha muitas olheiras, e a expressão em seu rosto era de causar pena no mais frio dos corações. Edward parecia não crer no que via, a expressão era de espanto e terror. O maxilar estava travado e apertava as mãos em punhos. Todos nós ficamos ali por um longo período olhando um ao outro sem dizer nada, até que Esmeralda pigarreou e Edward acordou do transi. Lentamente ele se aproximou de Nathany que permanecia imóvel, sentou-se na cama para ficar da altura dela e então começou a falar.

–Oi Nath – Suspirou – Eu... Eu realmente não sei o que te dizer... Só quero que saiba que eu sinto muito... Sinto muito mesmo. Eu fui um idiota por ter te abandonado daquela forma e por .... – Ele começou a chorar – Por ter feito isso com você... Sei que não mereço seu perdão... Mas, queria que soubesse como me sinto, estou arrependido e se pudesse voltar no tempo eu mudaria tudo.

A menina olhava para ele incrédula, mas os olhos também estavam repletos de lágrimas.

–E-Eu sempre sonhei com esse dia – Ela disse com a voz quase sussurrada, a mãe levou um susto ao ouvi-la.

–Meu Deus – Esmeralda exclamou com a mão no peito – Ela está falando!

–Não chora – Ela acariciou o rosto de Edward. Ela ainda o amava, amava muito e sem dúvidas vê-lo era o que bastava para que ela recuperasse um pouco do juizo.

–V-Você me perdoa.

–Sim eu perdoo Ed. Você sabe que eu sempre o perdoaria por tudo... Eu só queria te ver de novo... Queria.

–Prometo que vou visitá-la sempre que puder até que esteja forte o suficiente para retomar sua vida. Vou consertar essa bagunça que eu fiz, juro para você.

Ele se inclinou e abraçou. Havia algo de tão... Íntimo naquela cena que alguma coisa dentro de mim latejava, é acho que era ciúmes. Nathany ainda amava Edward e ele também gostava dela, só fora covarde por muito tempo e tivera medo de procurá-la.

A tarde que passamos com Nathany foi bem agradável. Ela ficou um tanto arisca comigo quando soube que ia me casar com Edward, mas tirando isso tudo ocorreu melhor do que eu esperava. Ela ainda precisaria de muitos anos de terapia para se curar completamente da depressão, mas com o tempo conseguiria. Edward também parecia muito satisfeito consigo mesmo enquanto voltávamos para casa e eu morria de orgulho dele.

–Me sinto aliviado – Ele disse sorrindo.

–Eu sei o perdão renova. Por isso Jesus Cristo nos ensinou a perdoar.

–Obrigado amor – Ele segurou minha mão – Sem você eu não teria conseguido.

–Estou feliz que tenha se libertado desse seu fantasma do passado.

–Agora sim estou completamente livre para me casar com a mulher da minha vida e torná-la a princesa mais feliz de todo o mundo.

–Mal posso esperar – Respondi sorrindo beijando meu anel.


(Flash Back off)



Depois daquele dia Edward assumiu oficialmente o cargo de príncipe soberano e então passou a ter noventa por cento do tempo ocupado por assuntos da coroa.


–Vai só ficar ai parada me olhando? – Ele disse sorrindo abrindo os braços para mim.

Imediatamente me levantei da cadeira e corri até ele jogando-me em seus braços, inspirei profundamente seu perfume, senti o calor de seu corpo... Ah meu peito ardia de saudade.

–Meu amor – Falei com a voz embargada querendo chorar, droga desde quando eu havia me tornado tão sentimental?

–Olá minha linda – Ele ergueu meu rosto e me deu um delicioso e demorado beijo – Senti tanto sua falta meu amor...

–Eu também!

–Desculpe por quase não ficar aqui... Eu tenho tantos assuntos para resolver, tantas reuniões e tantas atividades.

–Eu entendo.

Olhei para ele e acariciei seu rosto, havia uma sombra de dor, alívio e insegurança em seus olhos. Segurei sua mão e o levei até a cama para nos sentarmos.

–Aconteceu alguma coisa? – Perguntei preocupada.

–Eu estava morrendo de medo de que você fosse embora...

–O-O quê? Eu jamais iria embora!

–Nós quase não nos vemos mais, eu estou sempre ocupado. Temi que isso chateasse você...

–Amor, você agora é o príncipe soberano o país precisa de você. Eu entendo que seja ocupado...

–Eu sei só que – Ele suspirou – Só que governar um país não significa nada se eu te perder.

–Você não vai me perder, não seja bobo!

–Bella se tudo isso for pesado demais para você... Se não estiver aguentando mais...

–Nem ouse terminar essa frase!

Ele sorriu cansado.

–Eu só quero que seja feliz. Você tem os seus sonhos e não quero interrompê-los.

–Sim eu tenho. Mas, do mesmo jeito que governar um país sem mim não signigica nada para você, meus sonhos também não significarão nada se não ter meu príncipe do meu lado.

–É tão bom ouvir isso... Jure para mim que não vai embora...

–É claro que eu juro. O que eu tenho que fazer para colocar nessa sua cabeça grande que eu não vou a lugar algum hein?

Ele me olhou arqueando a sobrancelha, a preocupação se esvaindo e em seu lugar surgindo um brilho divertido de brincadeira.

–Está insultando o seu príncipe soberano? Posso prendê-la.

–Não – Sorri enlaçando seu pescoço – Estou insultando meu noivo teimoso e idiota, mas que amo de coração. E eu adoraria ser presa num lugar em que pudessemos ficar sozinhos.

–Como aqui por exemplo?

Mordi o lábio, meu estômago gelando.

–Sim...

Edward sorriu torto, o típico sorriso cafajeste que eu amava. Inclinou-se sobre mim e beijou meu pescoço, aos poucos fui ficando molenga e quando dei por mim estava deitada na cama, com ele sobre mim tecendo beijos calorosos por pescoço, meus ombros, seios... As mãos passeando em minhas pernas levantando meu vestido.

–Edward – O censurei ofegante.

–Ok – Ele sorriu e me deu um selinho voltando a sentar-se.

–Desculpe – Falei abaixando a cabeça e me sentando também.

–Hei – Ele ergueu meu queixo para olhá-lo – Está tudo bem. Nós combinados que sexo só depois do casamento, não tem problema. Eu posso esperar.

–Obrigada. Eu desisti de ser freira, mas a minha fé e tudo aquilo em que acredito ainda faz parte de mim e isso é muito importante.

–Eu sei – Ele beijou minha testa e segurou minha mão – Você será minha daqui a três noites, posso esperar até lá.

–Nem acredito que finalmente vamos nos casar.

–Eu também não. Pensei que chegaria aqui hoje e você tivesse me deixado.

–E perder a chance de dar um golpe do baú no melhor partido de Mônaco? Nem pensar!

Gargalhamos.

–Eu te amo sabia?

–Também te amo, Edward. Muito.

–Tenho um presente para você.

–Hmmm. O que é?

Ele sorriu e tirou de um envelope de dentro do paletó e me entregou.

–Outra estrela? – Arqueei a sobrancelha.

–Não, você queria uma?

Balancei a cabeça.

–Já tenho a minha e ela me fez companhia esse tempo que você esteve fora. Todos os dias eu ia até a sacada para vê-la e te sentia perto de mim.

–Essa era a intenção quando registrei, fico feliz que tenha dado certo, mas vamos abra o envelope.

Obedeci imediatamente. Lá dentro havia um papel, na verdade um documento sobre um lugar chamado “Escola beneficente para crianças carentes Isabella Swan”. Olhei pasma para ele.

–V-Você deu meu nome para uma escola?

–Sim. Eu já tinha esse projeto em mente, aqui na capital temos muitas crianças carentes que não tem condições de pagar uma boa escola então dedici junto a alguns parceiros criar uma. Sei que sente saudades de lecionar, infelizmente depois que nos casarmos não poderá mais fazer isso, mas quero que se lembre que graças a você e ao que me ensinou hoje essas crianças terão um lugar digno para estudar. A escola conta com os melhores professores do país, com laboratórios de última geração e uma biblioteca fantástica com os melhores livros e autores. Todos que estudarem na EBPCC Isabella Swan terão tudo do bom e do melhor. E embora eu te ame mais que tudo na vida não criei a escola só por você, realmente me vi na obrigação de melhorar o ensino dos nossos futuros jovens, mas achei perfeito homenagear a pessoa que me ajudou a chegar ao poder.

Chorando de emoção me joguei nos braços dele beijando cada pedacinho do seu rosto.

–Você é incrivel – Falei marcando-o de beijos.

–Hei mocinha vai devagar ainda tenho uma reunião hoje.

–Ah, jura? – Fiz biquinho.

–Sim – Ele olhou no relógio – E eu já estou atrasado.

Ele se levantou da cama.

–Que pena, ainda nem matei a saudade.

–Venha – Ele me estendeu a mão.

–O quê?

–Quero que venha comigo na reunião.

–Edward... Da ultima vez isso não deu muito certo.

–Não seja teimosa – Me arrastou da cama – Vamos que estão nos esperando.

Encabulada o segui até a biblioteca. Droga, Edward estava maluco? Como eu ia a uma reunião usando short jeans e camiseta regata? Havia alguma coisa traquinas em sua expressão, algo me dizia que ele estava aprontando alguma.

Quando chegamos à biblioteca ele abriu a porta e deixou que eu entrasse primeiro. Meu coração quase parou quando entrei lá... Toda minha família estava reunida ali... Todos. Mamãe, papai, vovó, minha irmã Angela, meu irmão Mike, minha cunhada Bree, minha melhor amiga e irmã portiça Tanya, minha sobrinha Anne, meu amigo Pablito e até mesmo minha prima Rosalie, que mal continha sua cara de inveja e descrença, e seu noivo Emmett com cara de paspalho também.

Todos eles me abraçaram contentes dizendo o quanto estavam com saudade. Nós não nos viamos há meses, desde que eu voltara da Califórnia para o Brooklyn e então eu voei para Mônaco e isso me deixou ainda mais distante deles. Ta certo que minha familia é rica, mas todos tem ocupações demais para fazerem uma viagem internacional e me visitar na Europa.

–Ai mona – Pablito disse se abanando – Eu estou bege de inveja... Juro! Menina você está morando num palácio! Nem acredito que minha lagartinha vai virar uma linda princesa! Você está tão linda e veja só esse lugar... Eu quase tive um treco quando soube que o Ed era um príncipe fujão.

Todos riram.

–Estou feliz que estejam aqui. Senti tanta falta de vocês!

–Mesmo nos falando por telefone todos os dias eu não me aguentava de vontade de ver essa sua cara feia – Tanya disse me abraçando de novo.

–Também senti muito a sua falta.

–Eu fui solicitada para organizar o seu casamento – Pablito disse com a mão no peito – Acho que vou infartar!

–Nem pense nisso – Edward disse rindo – Bella precisa da sua ajuda, ela sequer escolheu o vestido.

–Ai – Ele colocou a mão na testa dramatizando – Não acredito que vou ajudar a vestir uma princesa... Literalmente. Céus que Deus me ajude...

–Vai dar tudo certo – Segurei a mão dele – Você é incrivel.

–Prometo que terá o casamento dos sonhos minha linda e a primeira coisa que faremos será escolher seu vestido. O que acha de algo parecido com hum... Cinderela?

Sorri e suspirei... Meu conto de fadas realmente era real, com minha louca família ali presente finalmente a ficha caiu. Eu ia mesmo me casar com Edward e se dependesse de Pablito seria algo no estilo Walt Disney e nem adiantava querer fugir...

Notas finais
O que acharam? A família do barulho está de volta kkk Respondendo a pergunta de vocês: Sim, a Bella é virgem. Mas, nosso príncipe irá resolver isso na noite de núpcias e pode deixar que vou contar tudinho para vocês kkkk
Vejo vocês no próximo em : O casamento real.
Bjks até o/