A Filha da Minha Melhor Amiga

22 Sentimentos de uma Mãe


Notas iniciais
Oi gente linda do meu coração ^^ Eu sei que vocês querem arrancar a minha cabeça pelo meu sumiço, me perdoem Y.Y tive que sumir por um tempo devido a minha faculdade, to em época de provas e seminários e nessa última semana tive as minhas duas piores provas, justamente aquelas que me fazem perder o sono tendo que virar madrugadas estudando. Resumo da história, fiz as benditas provas e na quinta fiquei livre da facul já pra curtir o final de semana, mas a primeira coisa que eu fiz foi hibernar (sim gente, estava tão cansada que eu nem dormir, simplesmente hibernei). Na sexta eu passei o dia inteiro passando mal e mesmo assim ainda fui para a Outorga do meu primo que se formou porque ele é uma pessoa próxima e eu não poderia deixar de ir, mesmo estando quase desmaiando de tanta dor de cabeça que me açoitou naquele dia. E no sábado, eu finalmente dei a forra e passei o dia inteiro escrevendo esse capítulo todinho para vocês ^^ Talvez vocês estejam me perguntando: "Gaby o que você mais fez pela gente ao invés de só estudar durante essas semanas de sumiço?" Bem, eu atualizei Quebra de Contrato (caso você ainda não tenha visto a atualização, vai lá dar uma olhadinha porque eu postei o capítulo 2), postei uma nova história chamada Procura-se uma Uchiha (universo alternativo, SasuSaku e temos a nossa linda Sarada entre nós *---*) e por último e não menos importante, eu criei um blog para vocês, mas eu explico melhor essa história nas notas finais... Sobre a fic: Muito obrigada aos novos e antigos acompanhamentos, tive a alegria de ver que temos mais de 200 acompanhamentos no momento, obrigada aos inúmeros comentários (relaxem, vou tomar vergonha na cara e respondê-los assim que possível, aproveitar essa folguinha miníma que a facul me deu antes dos seminários que terei essa semana) e obrigada aos que favoritaram ^^ Hoje eu quero destacar uma pessoa, super, ultra, mega especial que é a Ariri-chan (Ariri)! Sim gente, acertou quem pensou em RECOMENDAÇÃO *---* OMG, vocês querem destroçar meu humilde coraçãozinho x_x eu amo cada recomendação que a fic recebeu, são incrivelmente lindas ^^ mas hoje vou destacar essa leitora que merece A homenagem, não só pela recomendação, mas sim por todo o carinho e atenção que ela me proporciona e PRINCIPALMENTE pela garra em mandar uma recomendação, porque gente, não é brincadeira. A Ariri-chan teve que mandar quase dez vezes a recomendação para ver se o Nyah aceitava, desde o início da fic ela vem tentando e só agora ela conseguiu *o* #chocada Essa pessoa maravilhosa vem me acompanhando desde o terceiro capítulo, mas eu tenho comentário dela desde o segundo capítulo e é uma das muitas pessoas que tive o privilégio de conhecer, rir e comentar pelos comentários dessa fic ^^ É incrível ver como nossos comentários mudam, lá no início eram tímidos e curtos, hoje em dia, "vish, sai de perto que aí vem texto" hahahahah Ownnn linda muito obrigada, fiquei até emocionada lendo a sua recomendação. Mereço todos esses prêmios hein? hahahaha fico eternamente lisonjeada em saber o quanto você gosta dessa fic e que já IMPRIMIU todos os capítulos *o* #chocada² Realmente Ariri-chan, dá aquela alegria e dorzinha no coração toda vez que tem um novo capítulo postado, porque é um a menos de separação com o final Y.Y e já passamos da metade da fic, mas relaxa que ainda falta muita coisa para acontecer nessa fic ^^ Muito obrigada Ariri-chan pela recomendação. Ela é linda e não me canso de lê-la sempre! Obrigada por ser essa pessoa maravilhosa e atenciosa comigo sempre ^^ Por isso o capítulo de hoje será dedicado totalmente à você! Divirtam-se com Sentimentos de uma Mãe...

Importante: Leiam as Notas Finais!

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– Ouvi dizer que o Sasuke-sama e a Sakura-sama estão juntos. Eles até estão morando juntos na casa dele – cochichou um homem para outro.

– Sério? – perguntou surpreso o segundo.

– Sim. Dizem que ela está grávida dele e que em breve se casarão.

Franzi o cenho ouvindo aqueles cochichos no mercadinho que eu estava comprando alguns mantimentos para casa.

Será que aqueles caras não percebiam que mesmo que cochichassem, meu ouvido ninja bem treinado escutaria tudo que falassem?

– Tsc – resmunguei baixo.

Desde que Sakura foi para a minha casa com Mina e a notícia se espalhou por Konoha, não se falava em outra coisa. Muitas histórias e fofocas foram criadas e se espalharam como "verdadeiras" pela Vila.

E a fofoca que mais se escutava era que Sakura estava grávida de mim e que íamos nos casar. Em apenas uma semana que Sakura estava na minha casa, cheguei até a escutar as flores e o bufê que comporiam a festa de casamento pelos fofoqueiros de plantão.

Por mais que eu quisesse mandar todo mundo pro quinto dos infernos e dizer que a minha vida não tinha nada a ver com eles, eu não poderia dizer nada, então apenas permanecia calado fingindo não escutar nada.

Por mais que não admitíssemos, aquele era um disfarce perfeito. Logo a Vila saberia da gravidez de Sakura, associariam ao ex dela e logo o Tsuchikage saberia que ele tinha mais uma criança para tentar sequestrar, mas se ela estava comigo, eles associariam comigo e quando chegasse a notícia para o kage, ele pensaria que o filho é meu e pensaria duas vezes antes de se meter com ela.

Sorri de canto imaginando a reação do Hiroto ao saber que a Sakura teria um mini Uchiha ao invés de um Yoshito como ele queria.

– Sasuke-sama, aqui estão as suas compras – chamou-me a recepcionista corada que estendia uma sacola na minha direção.

– Hn – fechei a cara estendendo o dinheiro e saindo do local sem me despedir.

Os fofoqueiros me seguiram com o olhar, assim como todos da rua faziam enquanto eu passava por eles.

Desde pequeno eu sempre fui motivo de olhares dos moradores da Vila. Primeiro por ser um membro da família Uchiha, depois por ser o único sobrevivente da chacina, depois por ser um prodígio, após alguns anos fui visto com suspeita por ter voltado para a vila e por último como um devasso, mas que era responsável pela segurança da Vila, alguém tolerável. Agora eu era visto como pai do filho que a Sakura estava esperando e futuro marido da viúva.

Suspirei tentando relaxar, mas os últimos dias que eu vivi não foram os melhores. Minha vida não era um mar de rosas como os moradores de Konoha pintavam em suas fofocas onde eu iria ter um filho e estava planejando o meu casamento onde teria pétalas de cerejeira pelo chão e seria em um campo aberto num final de tarde.

Minha vida atualmente se resumia em ter que cuidar de uma moribunda grávida e de uma criança que mal falava, apenas ficava lendo o livro que Sakura quase morreu tentando pegar na casa dela em Iwagakure, antes de a demolirem sobre nossas cabeças.

No primeiro dia após eu leva-la para a minha casa, eu acordei com alguma coisa caindo no chão. Levantei-me rapidamente da minha cadeira do escritório, onde eu havia acabado dormindo, e fui em busca do que havia caído no corredor. Ao chegar lá, encontrei Sakura sentada no chão sobre as pernas com as mãos espalmadas na parede do seu lado direito tentando se apoiar.

– Sakura – chamei me abaixando ao seu lado para verificar se ela estava bem.

– Eu só fiquei com sede e vim pegar uma água – admitiu envergonhada em um sussurro com a cabeça baixa.

Suspirei.

– Você deveria ter me chamado – falei me aproximando para tirá-la do chão.

– Eu não consigo nem mais pegar um copo de água sem ajuda – sussurrou mais para si do que para mim. Um soluço saiu de sua boca denunciando um choro que se aproximava.

– Shh... – chiei abraçando-a, seu rosto se acomodou em meu peitoral enquanto eu afagava seus cabelos e sua costa com as minhas mãos. Surpreendi-me ao sentir seus braços me envolvendo aproximando-me de si, enquanto se aconchegava ainda mais nos meus braços.

Levantei uma sobrancelha para atitude dela.

Será que é isso que o Naruto chama de hormônios de grávida?, pensei me lembrando do loiro resmungando que sua mulher fica louca de raiva ou amorosa de uma hora para outra durante a gravidez.

Pelo menos a Sakura fica carente e não com raiva, pensei com um pequeno sorriso de canto.

– E você ainda rir da minha situação? – resmungou indignada Sakura olhando para mim.

Fiquei sério, mas não adiantou, seu humor mudou drasticamente e ela me empurrou para se afastar de mim, o problema é que Sakura tem uma super força e eu bem... caí para trás.

– Ai – resmunguei.

A mulher tentou se levantar, mas se desequilibrou e caiu.

Consegui segurá-la antes que ela acertasse o chão.

– Me solta Sasuke – disse raivosa tentando se soltar, mas ignorei-a colocando em meus braços.

– Não sei se você percebeu, mas você não está nem em condições de ficar em pé sozinha – aquilo a fez se calar e cruzar os braços deixando-me carrega-la para a sala onde a deixei sentada no sofá, enquanto pegava um copo de água na cozinha.

– Onde está a minha filha? – perguntou pegando o copo sem agradecer.

Malditos hormônios. Ainda acho que eles vão me enlouquecer!

– Dormindo no meu quarto.

Sakura cuspiu a água que continha em sua boca e me olhou horrorizada.

– Tsc, Sakura. Eu não sou pedófilo.

– Não é isso que me preocupa. Mas sim o fato de você ter colocado a minha filha para dormir no seu "harém" particular. É nojento só imaginar as coisas que você fez lá com outras mulheres e depois ter colocado minha filha para dormir.

– Para a sua informação, eu não levo nenhuma mulher para a minha cama. Existe motel para isso e a casa delas. Não gosto da ideia de pessoas perambulando pela minha casa.

– Nossa Sasuke, eu me senti tão bem recepcionada com as suas palavras! – disse com ironia – Ok, ok, vou fingir que acredito nas suas palavras, mesmo sabendo que são falsas – ela me lançou um olhar significativo e eu entendi que ela se referia ao fato que ocorreu na minha cama do esconderijo ANBU e à algo que ocorreu quando tínhamos 19 anos.

– Tsc. Não é a mesma cama e sim não levei nenhuma mulher para essa cama ou essa casa e caso você esteja em dúvida para a cama do quarto de visitas que você está, pode ficar tranquila, aquele quarto só é usado pelo Naruto quando ele não está "apresentável" para a Hinata quando saímos juntos.

Ela abriu a boca para rebater, mas fomos interrompidos por batidas leves na porta. Dirigi-me até a porta e abri dando de cara com a loira amiga da Sakura parada me olhando dos pés à cabeça assustada.

Droga, me esqueci que estava sem camisa e Sakura estava usando a minha.

– O que você quer Ino? – perguntei já com raiva por ter gente me perturbando a essa hora da manhã em casa.

– Kakashi-sensei mandou eu vim avaliar a Sakura.

Assenti e dei passagem para que ela entrasse com a mala que carregava possivelmente com as roupas de Sakura e Mina. Assim que a loira entrou e viu as vestes da amiga no sofá me fuzilou com raiva.

– Eu não acredito que você se aproveitou de uma pessoa nesse estado...

– Eu e a Sakura não transamos Ino – "Bem... Não hoje", corrigi-me em pensamento – seja útil e faça logo o que veio fazer ao invés de me perturbar a paciência – disse rude.

Ino virou a cara, ela e as outras pessoas já estavam acostumadas com meu jeito rude e por não gostar que me criticassem, mas Sakura por outro lado me olhou chocada com a minha atitude.

– Ei Sasuke, lava a tua boca antes de falar com a minha amiga. Onde já se viu falar com alguém assim – ralhou.

– Relaxa Sakura, esse é o Sasuke sendo o Sasuke de sempre – comentou Ino parando na frente da amiga – todos nós já estamos acostumados com o jeito ranzinza e mal educado de Sasuke e esse mal humor só vem piorando com o passar dos anos.

Eu ia rebater, mas Sakura foi mais rápida:

– Se você abrir a tua boca para destratar a Ino de novo na minha frente, você vai saber o que é um Shannaro acertando a sua cara – ameaçou-me.

– Tsc – peguei brusco o copo da mão dela e me dirigir à cozinha para deixa-lo na pia.

– Ainda não acredito que o Hogake-sama concordou com essa ideia – resmungou a loira desconfiada me olhando.

– Nem eu – murmurou a rosada de braços cruzados.

– Vocês vão ficar conversando ou a Ino vai avaliar você Sakura? – cortei a conversa entrando na sala novamente.

– É melhor irmos para o quarto onde a Sakura está hospedada – disse Ino – você consegue se levantar sozinha Sakura?

– Não – respondi por ela pegando a rosada nos braços sem ela pedir.

– Não sou uma bonequinha para você sair pegando e carregando a hora que quer Sasuke – resmungou a rosada de braços cruzados e com um bico.

– E eu não sou seu empregadinho para perguntar a hora que eu posso te pegar – rebati.

Nós dois ficamos nos encarando em silêncio até lembrarmos que não estávamos sozinhos. Ino nos encarava confusa e encarava principalmente o símbolo Uchiha nas costas de Sakura, eu sabia no que ela estava pensando, era estranho para uma pessoa ver uma mulher usando a minha blusa e ainda a mesma sendo carregada por mim, eu não era o tipo de pessoa que fazia tal coisa, na verdade eu pouco ligava para os outros e ficava muito furioso quando uma mulher tentava vestir a minha camisa com o símbolo do clã, Ino mesma sabia muito bem qual era a minha atitude quando isso acontecia.

Mas com Sakura era diferente, eu não sentia repulsa ao vê-la vestindo a minha camisa ou em carregá-la, era até divertido ver como ela tinha repulsa de ter que se submeter a tais coisas. Eu não sabia por que, mas gostava de tê-la assim.

– Vai ficar se aproveitando da minha situação debilitada ou vai me levar para o quarto – resmungou baixo a rosada.

– Depende. Qual quarto? – provoquei levando-a em direção aos quartos.

– Pensei que você não levasse mulheres para a sua cama – rebateu balançando uma mão no ar em indiferença, enquanto entrávamos no quarto de visitas.

– Você sabe, sempre há exceções – sussurrei no seu ouvido de maneira provocante enquanto a depositava na cama.

Sakura me fuzilou com o olhar e eu a correspondi com um piscar de olho que a loira não viu.

– Ino me leva contigo para a sua casa? – pediu para a amiga que olhava confusa para o pedido.

– Com medo Sakura? – provoquei.

– De jeito nenhum.

– Não é o que parece – dei de ombros saindo do quarto vitorioso.

Enquanto saia, ainda pude escutar Ino cochichar para a amiga:

– Ele é diferente com você.

Sakura respondeu com um revirar de olhos e um pedido para que começassem os exames logo sem mais perdas de tempo.

No decorrer dos dias a situação de Sakura foi piorando cada vez mais de maneira rápida.

Ela estava enfraquecendo e se continuasse daquela forma não aguentaria muito tempo.

Ela passava quase integralmente os dias na cama, Ino e Hanare sempre a visitavam para lhe ajudar na higiene pessoal. Naruto e Kakashi sempre nos visitavam, mais para verificarem se eu estava fazendo alguma coisa errada do que para ver como Sakura estava.

Mesmo com todas as visitas quem passava mais tempo com as duas rosadas era eu.

Transferindo todas as tarefas da ANBU que eu poderia fazer em casa comecei a passar muito tempo entre aquelas paredes.

Era eu que fazia a comida e levava para ela comer no quarto. De certa maneira aquilo não me irritava tanto, mas comecei a me irritar com a situação assim que em uma noite Mina me acordou desesperada por causa de sua mãe. Ao chegar no quarto de Sakura verifiquei que ela estava ardendo de febre e desacordada, tão alta que seria perigoso tomar direto um antitérmico.

Sem pensar levei-a para o chuveiro onde fiquei sentado no chão gélido com ela nos meus braços enquanto as gotas do chuveiro nos acertavam. Apenas o choro baixo de Mina era ouvido de algum lugar daquela casa onde ela havia se escondido.

Foi naquela noite que eu percebi o quanto o estado de Sakura era grave. Foi naquela noite que percebi que a estava perdendo.

Senti tanta raiva de tudo, sabia que era inútil, que ela iria piorar cada vez mais até não aguentar.

E eu só conseguia pensar em como culpados para tudo aquilo, o Tsuchikage e o próprio filho dela.

Suspirei saindo das lembranças e focando o meu olhar na loira que saia do meu prédio.

– Como ela está? – perguntei, mas já sabia a resposta apenas por seu semblante preocupado.

– Ela teve febre, mas já a mediquei e está se normalizando. Mas Sasuke, se continuar assim...

Ela não vai aguentar, completei em pensamento.

Assenti e passei por ela de cara fechada.

– Ela não tem culpa Sasuke – gritou Ino atrás de mim enquanto eu subia as escadas – não discuta ou a estresse, isso só vai piorar o estado dela. E se eu descobrir que você fez algum mal à ela, eu juro Sasuke, que eu venho até aqui e destruo a sua mente com o jutsu secreto da minha família...

– Ótimo, entre na fila, pois Naruto e Kakashi chegaram na frente com as ameaças – gritei de volta entrando na minha casa ignorando a loira.

Olhei ao redor e tudo parecia silencioso como sempre. Àquele horário Mina deveria estar na Academia.

Fui até o quarto de Sakura e encontrei-a dormindo, aproximei-me da cama e vi seu rosto corado pela febre, encostei minha mão em sua testa e percebi que ela ainda estava quente.

Suspirei e me afastei me virando de costas segurando toda a frustração que estava sentindo.

– Sasuke? – ouvi a voz fraca de Sakura me chamando. Assim que focalizei meu olhar nos olhos esmeraldinos semiabertos eu pude ver o quanto ela estava mal. Ino sabia que eu estava prestes a explodir em relação a tudo o que estava acontecendo em relação à Sakura, mas era inevitável, o caroço se formou na minha garganta assim que olhei o esmeraldino.

– Tira – disse o que vinha pensando toda vez que a via naquele estado – tira essa coisa Sakura antes que eu mesmo tire.

Ela me olhou surpresa e horrorizada, dizendo com amargura:

– Essa coisa é o meu filho...

– ESSA COISA TÁ TE MATANDO! – gritei.

– Eu nunca pedi para que me trouxesse para a sua casa, se não aguenta ver, então não deveria ter se oferecido.

– Não ter oferecido para o quê? Para ver você se matar? Sakura, os melhores médicos estão tentando achar um jeito para te ajudar, mas ninguém achou nada, se você continuar assim, não vai demorar muito.

– É o meu filho Sasuke – começou a chorar – não me peça para fazer uma coisa dessas – soluçou.

– A Mina também é a sua filha e o que você está fazendo por ela?

– Eu não vou abortar Sasuke – disse se encolhendo enquanto as lágrimas embargavam a sua voz.

– Ótimo, pois não espere a minha presença em seu velório – disse me virando em direção a porta.

– Não seria nenhuma novidade você não ir, você mesmo não foi para o meu casamento – murmurou enxugando as lágrimas, mas eu não olhei para trás, fiquei paralisado olhando para a minha mão na maçaneta me lembrando do dia em que ela me entregou o convite de casamento. Um bolo se formou em minha garganta e a raiva subiu.

Eu sabia que um dia ainda discutiríamos sobre aquilo, mas agora, naquele lugar, não era o melhor momento.

Saí do quarto sem olhar para trás, apenas querendo distância daquele apartamento.

Caminhei por Konoha sem prestar atenção aonde eu estava indo, só quando cheguei ao local eu percebi que meu subconsciente me levou ao local onde eu sempre ia quando criança, ao cemitério Uchiha.

Aproximei-me do túmulo dos meus pais e do meu irmão Itachi – depois que voltei para Konoha, fiz um em homenagem à ele. Sentei-me de frente para eles e fiquei olhando fixamente para aqueles nomes gravados nas pedras frias.

– Eu só queria que pelo menos um de vocês estivesse aqui comigo agora – murmurei.

Um vento forte veio do leste e acertou as folhas que caiam como uma chuva lenta sobre nós.

– Tem tanta coisa acontecendo comigo esses últimos tempos que eu não sei nem mais o que eu estou fazendo ou o porquê de tudo isso. – comecei a extravasar o que tanto estava entalado na minha garganta e eu não achava a pessoa certa para contar sobre os meus pensamentos – Tem uma mulher chamada Haruno Sakura, sim, aquela mesma que uma vez há muito tempo vim falar para vocês – balancei a minha cabeça. "Ótimo, era só o que me faltava. Estou falando com pedras como se fossem pessoas", mas era só com as pessoas que representavam essas pedras que eu queria conversar – ela está me enlouquecendo – admitir. – Ela está morrendo e eu não sei mais o que fazer, a nossa única saída ela nunca aceitará e eu não quero estar perto para ver o resultado de tudo, porque... – encarei por alguns instantes as pedras – porque eu não quero perder alguém importante para mim mais uma vez – sussurrei – eu não quero sentir de novo, porque eu sei que não sou a pessoa mais perfeita do mundo, que sou uma pessoa quebrada e remodelada imperfeitamente, mas perder alguém importante mais uma vez é como se me quebrassem novamente e eu não sei se terei forças para juntar os meus cactos mais uma vez, porque eu simplesmente não aguento mais... Eu não aguento mais sofrer. E eu sei, por mais que eu não admita, se eu perder ela, como qualquer outra pessoa do time 7, eu irei sofrer – suspirei – talvez até mais do que se fosse o Naruto e o Kakashi. – sussurrei pensando no que ela me representava quando mais nova. O fato de ser minha droga, a pessoa que me amava apesar de todos os meus defeitos, hoje em dia, porém, nem mais isso eu tinha – E só queria que vocês estivessem aqui – sussurrei mais uma vez me levantando e indo embora.

Como eu não queria ver ninguém, muito menos ir para casa, só me restou um caminho a seguir, o bordel da Senhora Tsuchi.

Poucos meses depois que Sakura foi embora de Konoha, eu comecei a frequentar tal lugar, mesmo sendo na periferia de Konoha – um local banalizado pela sociedade devido aos seus frequentadores – o bordel era um lugar bem estruturado e governado com punho de ferro pela Senhora Tsuchi. Mesmo sendo dona de tal tipo de estabelecimento, era respeitada pelas pessoas do lugar pois todos sabiam como ela era sábia, até Kakashi a respeitava.

Sim caro leitor! Kakashi já frequentou tal lugar antes de se casar com Hanare, mas muito mais para beber e conversar com a Senhora Tsuchi, do que desfrutar dos prazeres carnais como eu sempre fazia com as subordinadas de tal mulher.

No meu íntimo, eu sei que Kakashi nunca reclamou tanto por eu frequentar tal lugar como ele reclamava dos outros pelo simples fato que nesse bordel ele poderia ficar de olho em mim.

Kakashi nunca abandonou sua amizade e respeito pela Senhora Tsuchi e essa mulher sempre ficava de olho em mim, em parte eu sabia que era para informar Kakashi sobre os meus passos e mais intimamente por preocupação, já que ela sempre me viu como um moleque que merecia umas lições, assim como Naruto outro frequentador do bar e não do segundo andar como eu sempre fazia.

Bati três vezes na porta de madeira e fui atendido pelo barman.

– Sasuke-sama, o nosso estabelecimento só abre depois das seis. Ainda são duas da tarde.

– Eu sei muito bem os horários de funcionamento, mas eu quero beber.

– Mas...

– Deixe o Sasuke entrar Tonori – retumbou a voz forte da Senhora Tsuchi de dentro do estabelecimento.

Tonori suspirou e me deu passagem para entrar no local. Como sempre naquele horário, as garotas de programa estavam limpando o local sob a ordem da Senhora Tsuchi. Algumas ao me verem se alegraram. Eu sempre pagava bem, só que nunca repetia a mulher.

– Se você veio atrás de um programa, vai ter que esperar até às 18h. Como você ver as minhas garotas estão ocupadas e eu não abro exceção de horário para nenhum marmanjo de plantão – comentou do balcão do bar, aonde estava sentada bebendo.

– Eu só quero um Sakê, só isso. Não quero um programa – disse e algumas garotas se desapontaram voltando aos seus afazeres.

– Se é assim – abriu um pequeno sorriso batendo no banco ao lado – senta aqui e vamos beber.

Sorri minimamente e sentei ao seu lado, a mulher já enchia um copo para mim.

– Pelo jeito a Haruno está te dando um trato e tanto, nunca te vi chegar aqui e não pedir um programa para acompanhar a bebida.

– Tsc, não estou com cabeça para isso hoje – olhei ao redor, para as mulheres que limpavam o local – e nenhuma delas me chamou a atenção hoje. Pelo jeito o nível do seu bordel está caindo Senhora Tsuchi – comentei irônico.

– HAHAHAHAHA! – gargalhou a mulher – Poupe-me Sasuke! Não é meu estabelecimento que está caindo, mas sim o seu gosto sexual que sempre foi reduzido a uma pessoa em particular, as outras sempre foram passatempos para você.

– Não faço a mínima ideia do que você está falando – comentei dando mais uma golada para terminar o primeiro copo, já indo para o segundo.

– Mas quem sabe agora que ela está em Konoha eu não faça uma proposta tentadora e a convença de participar do meu bordel. Aposto que se a tivesse no meu quadro, você compraria todos os programas só para que ninguém ousasse tocá-la. Eu iria ganhar muito dinheiro com esse negócio – pensou sonhadora.

– A Sakura nunca aceitaria participar desse negócio, isso – apontei ao meu redor – não faz o estilo dela – soltei sem pensar.

Voltei ao meu Sakê, enchendo o terceiro copo.

– Eu nunca disse que era a Sakura a sua predileta – a Senhora sussurrou em meu ouvido.

Virei-me confuso e vi seus lábios em um formato de um largo sorriso vitorioso.

– Ah, Sasuke! Eu sempre consigo tirar as melhores declarações de você. Se eu contasse tudo o que eu já ouvi você falar com a técnica velha: "Jogar verde para colher maduro"; você iria se surpreender consigo mesmo, principalmente quando está bêbado.

– Tsc, você deu a entender que estava falando sobre ela – tentei me defender.

– Mas eu não disse o nome – defendeu-se com as mãos espalmadas no ar.

– Tsc – virei a cara e voltei à minha bebida.

– Então a Sakura é sua predileta e única mulher que não é passatempo para você. Bem, isso já é fato velho para mim – abanou a mão em indiferença enquanto falava, mas eu a olhei surpreso.

– Ela não é para mim tudo isso que você falou.

– Tente enganar outro, não a mim – disse convicta – eu sou uma das poucas pessoas que te conhecem de verdade. Você mudou quando ela foi embora e está mudando agora que ela voltou.

– Isso não é verdade...

– E eu aposto o meu bordel que você veio beber aqui por alguma coisa que aconteceu com a Sakura – parei no meio do gole e olhei a minha bebida – isso também não é verdade, Sasuke?

– É verdade – murmurei ainda olhando o líquido claro.

– Você quer me contar o que aconteceu?

Suspirei. Eu não tinha mais ninguém para falar sobre e a Senhora Tsuchi sempre foi uma boa ouvinte, nunca foi o tipo de pessoa que sai espalhando o que seus clientes lhe contam, por isso resolvi contar tudo que estava acontecendo, a verdadeira situação de saúde de Sakura e sobre a verdadeira paternidade do filho. Contei-lhe tudo, até da nossa última discussão. A Senhora Tsuchi ouviu tudo calada e não interrompeu nenhuma vez.

– Nossa, que complicado essa história de vocês! – exclamou assim que terminei a história – Mas você está errado Sasuke!

– O QUÊ? Como assim eu estou errado?

– Você não deveria ter dito para a Sakura abortar.

– E você queria que eu fizesse o quê? Passasse a mão na cabeça dela e dissesse que está tudo bem?

A mulher suspirou profundamente antes de focar o olhar duro em mim.

– Vocês homens, sinceramente, parece que nunca aprendem – resmungou batendo com força no balcão – onde já se viu Sasuke, mandar uma mulher abortar! – disse com raiva – nunca mais repita isso Sasuke, jamais!

Olhei confuso. Senhora Tsuchi sempre foi uma mulher muito calma e séria, mas de repente ela ficou exaltada com o assunto.

– Desculpe-me – pediu se acalmando – eu me exaltei – disse tomando um gole de sua bebida – é só que...

– É só que? – estimulei.

O olhar sempre duro e imbatível da mulher fraquejou e se pôs sobre mim.

– Minha história não é um mar de flores Sasuke – suspirou tomando mais um gole olhando ao redor, tendo a certeza que estávamos sozinhos, já que todos estavam limpando o andar superior – quando eu tinha 18 anos eu conheci um moço muito bonito e como toda garota boba eu me apaixonei. Eu vivia com os meus pais em uma pequena Vila, tão pequena que não tínhamos recursos para termos ninjas. Era pacato o local e vivíamos bem. Esse moço pelo qual eu me apaixonei aparecia as vezes no local e acabamos nos envolvendo, mas a Grande Guerra Ninja veio e com ela a destruição da minha vila e de toda a minha família. Eu consegui sobreviver porque eu fugi e fui em busca do meu amado, quando eu o encontrei na estrada eu me senti aliviada e contei-lhe que eu estava grávida – olhei-a surpreso. Senhora Tsuchi grávida, isso era novidade – eu percebi que ele ficou tenso, mas depois disse que estava feliz, que me levaria para um lugar seguro e eu acreditei, seguindo-o para onde ele me levasse. Eu já imaginava a minha vida ao lado dele e de meu filho em uma vila tranquila qualquer, mas não foi isso que aconteceu. Depois de dois dias de caminhada, enquanto estávamos em uma floresta, dois homens nos abordaram e me seguraram pelo braço, me impedindo que eu fugisse, nenhum dos caras segurou o homem que eu dizia que amava e eu perguntei o porquê, foi quando ele me disse a verdade, que na verdade só estava se divertindo comigo e que não queria nada comigo, que na posição social dele ele não poderia arriscar tendo uma "qualquer" grávida dele. Até hoje eu não acredito que aquele homem é hoje um dos Senhores Feudais. – fiquei boquiaberto ao saber a posição que um homem tão baixo obtinha – Eu não entendi o que ele queria dizer com aquilo na hora, mas eu entendi assim que os capangas me levarem embora para longe. Eu me debatia, mas era inútil, eu nunca fiquei tão desesperada do que naquela hora, só quando entramos na cabana decrépita eu vi o que eles iriam fazer comigo. Eles iriam arrancar o meu filho de mim. Eu chorei, implorei, lutei e me humilhei, mas nada adiantou, eles o tiraram de mim comigo ainda consciente – a senhora abaixou o olhar triste para o copo sobre o balcão – foram as piores horas da minha vida Sasuke – admitiu olhando para mim.

– E-eu não sabia – sussurrei chocado.

– Ninguém sabe – sorriu fracamente tomando mais um gole – depois eles me espancaram até acharem que eu estava morta, o que eles não sabiam era que eu estava só inconsciente. Jogada no meio da floresta eu tive a sorte da minha mestra me encontrar e cuidar de mim, a antiga dona desse estabelecimento. Após contar a minha vida, ela me adotou, claro que tive que trabalhar para ajudá-la, mas no fim ela me treinou para ser a sua sucessora. Eu aceitei, não havia outro rumo, me acostumei àquela vida, a única que eu conseguia conhecer naqueles tempos de guerra. Após descobrir que estava estéril devido ao aborto mal feito, eu aceitei sua proteção de bom grado.

– Isso explica porque você veio parar aqui. Sempre me perguntei porque você era dona de bordel, até o próprio Kakashi sempre disse que você era bem mais sábia do que muitos conselheiros que Konoha já teve.

Ela riu.

– Kakashi é modesto! Mas sabe Sasuke, o pior de tudo não foi ser enganada, espancada ou violentada, o pior foi perder o meu filho. Até hoje eu tenho pesadelos com aqueles dias, até hoje eu imagino o meu filho como ele seria ou o que seria. Com certeza ele já teria filhos e eu moraria em uma casa simples rodeada de netos, mas nada disso aconteceu – suspirou abaixando o olhar – nem lágrimas mais eu tenho para derramar por ele.

– Sinto muito – murmurei olhando para o meu copo.

– Sempre quando eu olho para você eu penso nele.

– Eu?

– Sabe como é! Filhos sempre são problemáticos, aprontam, mas sempre voltam para a casa dos pais para chorar pelo leite derramado, levam broncas, mas no fim sempre damos conselhos. É sempre assim com você também Sasuke, você sempre erra com a Sakura ou com qualquer um dos seus amigos, mas sempre você vem aqui, bebemos, você me conta tudo e eu te dou um belo puxão de orelha, por mais que as vezes você finja não me escutar, eu sei que você escuta. Por isso aceite o meu conselho, volte para casa, peça desculpas para a Sakura e aceite as escolhas dela. Você não está ajudando em nada criticando, dê o seu apoio, o seu ombro, o seu colo para a pessoa que mais está precisando de você agora e que eu sei que você também quer ajudar. Volte para Sakura e cuide dela.

– Mas ela está morrendo – murmurei olhando para o meu copo quase vazio.

– Então aproveite o tempo que lhe resta, não perca mais tempo do que você já perdeu até agora, mas sabe às vezes milagres acontecem!

– Não acredito em milagres, mas vou tentar seguir o seu primeiro conselho – sorri de canto me levantando.

– Já é um avanço – falou irônica.

– Eu preciso ir indo. Já está ficando tarde e acabei deixando a Sakura sozinha em casa – recebi um olhar de reprovação da Senhora Tsuchi.

– Sabe Sasuke, você é problemático, mas eu tenho certeza que seus pais teriam orgulho ao verem o homem que você está se tornando – ergueu o copo em minha direção como em um brinde.

Sorri minimamente e me retirei do estabelecimento agradecido da conversa que havia tido com a Senhora Tsuchi. A única coisa que eu tinha em mente era ir para casa e me encontrar com Sakura, mas como se tudo tivesse contra mim, um ANBU pousou na minha frente quando eu estava chegando em casa.

– Estou ocupado agora, perturbe-me depois – cortei ele antes que começasse a falar.

– Mas o Hokage-sama o chama em sua sala e é urgente.

Droga, resmunguei em pensamento.

Assenti concordando ao ANBU que desapareceu.

Espero que seja estritamente importante ou o Kakashi conhecerá a minha fúria.

Cheguei pisando duro no prédio principal e entrei na sala do Kage sem permissão.

– O que aconteceu dessa vez Kakashi? – perguntei. Só então notei a presença de Naruto, Ino e... Mina?

O que essa garota estava fazendo na sala do Kage carregando o livro gigante da mãe?

– Acho que você deveria perguntar isso a ela Sasuke – falou o Kage se referindo à criança – foi ela quem convocou vocês três.

– O quê? – perguntou o Naruto.

– Porque? – perguntou Ino.

– Nesse livro tem a cura para a minha mãe ou melhor dizendo, a chance dela sobreviver à essa gravidez.

Talvez milagres realmente possam acontecer...

– Mas a erva que vamos precisar é rara e só em uma Vila próxima de Konoha iremos encontrá-la.

– Diga qual é e nós vamos buscar – disse Naruto convicto e nós concordamos com ele.

– Mesmo que eu explique vocês não conseguirão encontrar, pois há mais duas espécies semelhantes na região – disse mostrando as imagens no livro e sinceramente achei todas iguais – eu tenho que ir pessoalmente procurá-la.

– E como saberemos que você vai encontrar a correta? – perguntou Ino – Mina você é só uma criança...

– Porque eu fui treinada pela minha mãe – explicou-se a pequena – desde que eu me conheço por gente minha mãe me treina escondida de Iwagakure no Sato para ser ninja médica, para aprender jutsus de esconder a presença e ninjutsus medicinais. Eu sei sobre a questão política e sei porque tive que vim para Konoha – suspirou – é por tudo isso que ela me treina, para me ensinar a me proteger. Esse livro tem todos os conhecimentos medicinais que a minha mãe adquiriu durante todos esses anos e nele fala sobre essa erva que pode melhorar seu estado de saúde e ajudá-la a passar por essa fase.

– O que essa erva faz? – perguntou Ino.

– Estabiliza o chakra. Ela não poderá usar seu poder máximo, mas ficará bem, precisará ainda de cuidados, mas será mais independente e aguentará até o final da gravidez se tomar sempre o chá dessa erva.

– Precisaremos avaliar essa erva...

– Eu sei tia Ino, mas precisamos pegá-la o quanto antes, você mesmo sabe que minha mãe não tem muito tempo. Se eu pegá-la, você pode analisá-la e plantar na Floricultura Yamanaka para que tenhamos o suficiente para até o final desses meses que ainda faltam.

Nos calamos. Sabíamos que Kakashi não concordaria com a ideia de uma criança de sete anos se não tivesse certeza que essa ideia tivesse fundamento.

– Precisamos de alguém para acompanhar a Mina para pegar a erva – disse o kage.

Vi Naruto se remexendo pronto para se voluntariar, mas eu fui mais rápido.

– Eu vou.

A pequena rosada olhou na minha direção com olhos brilhantes de esperança e sorriu.

Não importa o que acontecesse, não importa o que falassem, eu ia nessa missão com Mina, mesmo sabendo que estão atrás dela, e traria essa erva para Sakura, custe o que custasse.

Essa era a minha chance, o meu milagre e eu não iria perdê-lo...

Continua...

Notas finais
UMA LUZ SURGIU NO FINAL DO TÚNEL!!! Muitos já estavam preocupados com a Sakura e como ela ia lidar com a gravidez nesse estado. Bem pelo que deu a entender, a Mina passou os últimos dias empenhada em encontrar uma solução e claro "Filha de diva, divinha é!" hahahaha A pergunta que fica no ar, será que essa erva que nossa pequena prodígio encontrou irá salvar nossa diva??? O.o Esperamos que sim! Sobre o capítulo de hoje, acho que vocês devem estar pensando. "Porque a Gaby falou de aborto?" Bem gente, vocês se lembram que o Sasuke mandou a Karin abortar e deu toda enrolação com o Nisuke, pois é, a solução que tinha para a Sakura era o aborto e Sasuke vendo a saída disse para ela fazer tal coisa, mas ele não pensou em como ela se sentiria em relação a tal ato (ele sabia que ela não ia querer fazer), ele pensou em si, pois se ela fizesse, ele não a perderia. Como estamos na fase de "remição dos pecados" de Sasuke, um dos temas que tínhamos que abordar era sobre Sasuke em relação aos sentimentos de uma mãe, no caso a Senhora Tsuchi, que é uma personagem que eu tenho carinho e tem importância na história e posso dizer que ela é praticamente uma SasuSaku hehehe foi através dela que ele pode ver a dor de uma mãe, que ele pôde repensar nas suas atitudes, não pensando em si mesmo, mas na Sakura. É isso gente! E aí gostaram? Espero que sim! Mereço review? IMPORTANTE! Um problema que eu venho tendo é que eu ando demorando para atualizar as fics e do nada eu sumo, sem explicar o porque e vocês ficam "Cadê a Gaby gente?" Eu até recebo mensagens privadas super fofas de leitores perguntando se eu estou bem (Muito obrigada pela preocupação pessoal!) e eu sempre explico o porque do meu sumiço, eu andei conversando com as minhas amigas próximas sobre como eu poderia comunicá-los sobre as postagens se haverá ou não, pois as vezes eu digo "Semana que vem eu posto" e no final as vezes não dar para mim. Eu me coloco muito no lugar de vocês e me sinto muito mal em não podê-los comunicar com antecedência caso eu não vá conseguir postar. Eu não sei se vocês querem, mas uma amiga me deu a ideia de criar um blog para comunicar sobre a atualização das fics. Depois de pensar muito na ideia que a minha amiga me disse, eu resolvi criar o blog e colocar para vocês analisarem! Vai depender da opinião de vocês. Por favor me digam se: a- Vocês querem o blog para se manterem atualizados b- Não querem e está bom como está c- Preferem comunicação de outra maneira, se preferirem qual? Me respondam please! No blog até tem uma enquete do que você acha de A Filha da Minha Melhor Amiga. O link é: http://gabyuchihafanfiction.blogspot.com.br/ OBS: Tem um hiperlink no meu perfil também! É isso gente. Boa noite! Nova fic: Procura-se uma Uchiha http://fanfiction.com.br/historia/600560/Procura-se_uma_Uchiha/