Notas iniciais
Mil desculpas, semana de prova, terminei o capítulo agora.

Espero que gostem.

Bjs ;*

POV ANNABELLE

Estava zonza de dor e só havia se passado um dia. Á essa altura do campeonato já estava achando que eu morreria ali mesmo. As correntes machucavam meus pulsos e havia um corte muito fundo em minha barriga. Meu corpo inteiro doía.

Ouvi o barulho dá porta de abrindo, Rebekah entrou trazendo água e comida.

- Quer me alimentar para depois me torturar? — Ergui uma sobrancelha.



- Não reclama, se não te deixou morrer de fome.

Ela pegou á garrafa d’água e despejou parte do conteúdo no copo, tirou á corrente de uma de minhas mãos e deu-me a água. Bebi rapidamente, estava com sede. Rebekah pegou um pão e deu-me. Comi em pouco tempo.

- Estava com fome ein. — Ela debochou.



- Me deixa em paz vadia.

- Olha á boca.

- Não tenho medo de você. — Falei seca.

- Olha aqui garota. – Ela segurou meu rosto com força. – Estou perdendo minha paciência com você.

- Pode me bater o quanto quiser. – Cuspi as palavras. – Mas eu nunca vou me calar, você é uma vadia Rebekah e me dá nojo.

Rebekah largou meu rosto com força e depois me deu uma forte tapa.

- Se não se cala por bem. – Falou. – Vai ser por mal.

Ela saiu e fiquei sozinha. Escutei meu celular vibrar em uma mesa no canto da sala e Rebekah havia deixado uma mão minha livre. Tentei me esticar, mas não consegui. Tentei mais uma vez, mas dessa vez Rebekah abriu á porta e viu tudo. Ela olhou-me e eu gelei.

- Tentando se comunicar não é espertinha? – Ela sorriu. – Suas amiguinhas vadias deixaram vários torpedos, pena que você ainda vai ficar mais um tempinho por aqui.

POV NINA

Já havia passado-se um dia desde o desaparecimento da Anna, já havíamos comunicado a todos, até a xerife Forbes mãe da Caroline. Á essa altura do campeonato eu estava enlouquecendo.

Então minha mãe saiu da cozinha com uma bandeja, tirando de meus devaneios.

- Aqui seu chá. – Ela falou entregando-me a xícara.



- Mãe, não estou com cabeça.

- Come só um biscoito filha, você não come nada desde ontem.

- Como eu vou conseguir comer? – Perguntei com a voz chorosa. – Minha melhor amiga pode estar correndo risco de vida.

Ela apenas suspirou e pôs á bandeja no criado-mudo ao lado da cama.

- Vem cá. – Ela pôs uma almofada em seu colo e eu deitei. – Querida, nós vamos achá-la.



- E se não acharmos? – Falei com meus olhos enchendo d’água.

K- Não pense assim. – Ela disse acariciando meus cabelos. – Olha, eu vou precisar sair.

- Aonde vai?

- Falar com um amigo que pode ajudar.

Ela levantou-se pegou sua bolsa e saiu.

Minha vida estava de cabeça para baixo e ficar trancada dentro de um quarto não iria adiantar.

Levantei-me da cama e fui tomar um banho, eu iria até os confins da terra para achar minha amiga.Tomei banho, vesti-me e saí desenfreada. Minha mãe vai me matar, ela disse para eu não sair – não sei por que – enfim, mas se eu achar minha amiga vai ter realmente valido á pena levar uma bronca.

POV ELIJAH

Katerina veio procurar-me avisando-me do desaparecimento de uma amiga da Nina e que ela não sairia da cidade até acha-la.

- Então Elijah, oque vamos fazer? — Ela perguntou;



- Como é o nome dessa garota que está desaparecida?

- Annabelle ou Anna, como todos a chamam. — Ela respondeu.

- Conheci uma Annabelle, sua mãe chamava-se Pearl, só que não pode ser, ambas estão mortas.

- Pearl era minha amiga e ela está morta, já Anna foi trazida á vida por uma bruxa e ela desapareceu.

- Conheço Annabelle, ela e sua mãe Pearl eram boas, só uma pessoa que tinha não gostava delas.

- Quem?

- Rebekah. — Respondi com medo, minha irmã caçula conseguia ser bem cruel quando queria.

- Mas não pode ter sido ela. – Ela disse – Rebekah não sabe que Anna está vida, sabe?

- É isso que vamos descobrir.

POV JEREMY

- Jeremy, levanta. — Elena disse puxando minhas cobertas.


- Não. — Resmunguei.

Tentei inutilmente puxar minhas cobertas das mãos de Elena, o que foi em vão, pois ela é duas vezes mais forte que eu.

- Anda Jer. – Ela jogou as cobertas no chão impaciente. – Temos aula e vamos nos atrasar.



- Só mais cinco minutos? — Pedi fazendo cara de inocente.

- Nem mais um, vai tomar banho e se vestir. – Ela falou. – Seu café está quase pronto.

Sorri quando Elena desceu as escadas, mesmo ela pegando muito no meu pé. Elena amadureceu muito rápido, desde á morte de nossos pais, tia Jenna e Alaric, ela têm cuidado de mim. E até mesmo antes disso, ela sempre cuidou de mim, mas teve que amadurecer tão rápido.

Invés de uma adolescente de dezoito anos qualquer que vai á festas ou fica horas no shopping com as amigas, ela lidou com morte de pessoas queridas, vampiros e outras criaturas, transformação e um irmão adolescente.

Minha irmã realmente é admirável.

Saí de meus devaneios e fui tomar banho. Tomei um banho rápido, vesti uma calça jeans escura, blusa branca e casaco moletom preto, calcei meus tênis e desci.

Na cozinha deparei-me com Elena bebendo uma garrafa de sangue distraidamente, quando me viu jogou-a no lixo rapidamente. Ela detestava se alimentar na minha frente.

- Não precisa ter vergonha. — Falei.



- De quê? — Ela se fez de desentendida.

- De se alimentar na minha frente.

- Tenho vergonha de que você veja quem eu realmente sou.

- É sua natureza Elena, não precisa se envergonhar disso.

- Obrigado Jer. – Ela esboçou um sorriso. – Seu café ta na mesa, comi antes que esfrie.

Sentei-me e comi rapidamente.

Quase caí da cadeira com o estrondo da porta sendo quase arrombada por Damon – Muito nervoso – Stefan e Nina.

- Para que serve á porta se você não bate? — Perguntei ironicamente.



- Cala a boca seu emo. – Damon falou. – Tenho uma notícia péssima para você.

- Oque houve? — Levantei-me.

- Sua ex vampira, que agora é humana desapareceu. — Damon respondeu.

- ANNA? — Assustei-me.

- Sim Jeremy, ela sumiu desde ontem. – Nina falou com um tom nervoso e preocupado. – Eu, Claire e minha mãe já rodamos Mystic Falls inteira e nada. – Disse. – Pedimos á ajuda até da xerife.

- E onde está a Claire e os outros? — Elena perguntou.

- Claire e Matt estão procurando-a na floresta, Caroline e a mãe estão nos arredores da cidade, minha mãe foi atrás de um amigo que pode ajudar e a Bonnie ainda não sabe. — Nina respondeu.

- Ok, vamos fazer assim, eu, Elena e Damon vasculhamos o resto da cidade. – Stefan falou. – Nina e Jeremy vão avisar a Bonnie para ver se ela faz um serviço.

Todos seguiram o combinado, eu sabia que Bonnie era uma das únicas esperanças.



Notas finais
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