A Filha De Katherine Pierce
12 Encontrada
Notas iniciais
Bjs
POV JEREMY
Eu estava enlouquecendo, Bonnie demorava demais com o feitiço e isso só me deixava mas aflito.
–DEU CERTO. — Bonnie anunciou.
–Onde ela está? — Nina perguntou levantando-se rapidamente.
–Na casa dos Mikaelson. — Bonnie respondeu.
–Oque Anna foi fazer lá? — Perguntei.
– Rebekah. — Nina e Claire murmuraram.
– Oque tem ela? — Matt primo do Damon perguntou.
– Elas se odeiam á séculos. — Claire falou.
– Ela vai matá-la. — Nina disse desaparecendo numa velocidade sobrenatural.
Antes que alguém dissesse algo corri para meu carro e fui em direção á casa dos Mikaelson. Chegando na entrada deparei-me com Nina, estacionei o carro longe dali e corri para onde Nina estava escondida.
– Oque faz aqui? — Ela perguntou em voz muito baixa. — Só vai atrapalhar tudo.
– Me deixe ajudar, Anna é muito importante pra mim. — Supliquei.
– Tudo bem, agora cale-se antes que alguém nos escute. — Ela falou e calei-me.
Nina levantou-se e puxou-me pelo braço, em menos de um minuto já estávamos na mansão. Quando eu ia falar algo ela fez sinal com um dedo para eu me calar. Vimos um híbrido passando e pulamos uma janela que estava aberta. Ficamos do lado de fora, embaixo da janela escondidos em um arbusto. O Híbrido colocou a cabeça para fora da janela, estávamos em baixo dele. Nina tapou minha boca e a dela.
Ela não percebeu nossa presença e saiu. Entramos novamente pela janela e subimos á escada que dava para o segundo andar. Vasculhamos todos os quartos do segundo andar, quando estávamos descendo ouvimos uma conversa.
Seguimos as vozes, chegamos á uma sala, uma espécie de escritório, a porta estava entreaberta e lá dentro estavam Rebekah e KLAUS? COMO KLAUS ESTA VIVO?
Continuamos a escutar a conversa.
– Livre-se dela, mate-a de uma vez ou devolva-a, todos estão atrás dela. — Klaus falou.
– Nikki não se meta. — Rebekah falou irritada.
– A CIDADE INTEIRA ESTÁ ATRÁS DELA. — Klaus falou alterado. — Isso nos poe em risco a segurança dos meus híbridos, logo vão descobrir que ela está aqui e viram atrás, então livre-se dela o quanto antes.
Rebekah apenas assentiu e saiu do quarto, entramos em outra sala para ela não nos ver.
– Klaus não pode estar vivo. — Falei baixo.
– Mas está, resolvemos isso depois, vamos atrás da Anna. — Nina disse encerrando á conversa.
Esperamos á melhor oportunidade sairmos dali, observamos pela janela Rebekah sair de carro e logo depois Klaus. Á casa estava quase vazia, mas ainda tinha os híbridos.
– Temos pouco tempo. — Nina falou. — Se eu falar para você ir embora e me deixar você vai, entendido?
– Sim. — Respondi de contragosto.
Descemos correndo e chegamos á sala de estar, vimos um híbrido passando e rapidamente saímos pela janela que estava aberta. Escondemos-nos em arbusto que haviam embaixo dela, ele escutou o barulho e veio para a janela. Nina tapou minha boca e a dela com as mãos, o híbrido não percebeu nossa presença e saiu.
Entramos novamente e seguimos por uma direção, chegamos a uma parte meio afastada e nos deparamos com uma porta de madeira. Tentei abrir, mas estava trancada. Minha segunda idéia foi arrombar á porta, mas parece que Nina pensou o mesmo, pois em menos de dois minutos á porta estava sendo derrubada no chão e causando um barulho enorme.
Então em uma velocidade sobrenatural apareceram dois híbridos, um deles pulou em cima de Nina e começou á enforcá-la.
– Corra. – Ela disse num fio de voz.
Fiquei desesperado ao ver o híbrido em cima dela á enforcando. Corri até o carro – pois havíamos trazidos algumas armas – peguei a bolsa marrom e voltei o mas rápido que pude. Chegando lá um dos híbridos estava em cima dela e o outro segurando seus braços para que não se soltasse.
O que estava em cima dela estava prestes á arrancar seu coração, com um movimento rápido tirei uma estaca da bolsa e enfiei em suas costas. Ele saiu de cima dela e veio até mim com fúria. Pegou-me pelo pescoço e lançou-me contra á parede.
Foi tempo o bastante para Nina soltar-se e arrancar o coração do híbrido que lhe segurava. Em um movimento rápido o outro híbrido segurou-me novamente pelo pescoço e levantou-me. Nina veio rapidamente até nós e ficou atrás dele, em um movimento ágil ela arrancou seu coração por trás. Ele caiu morto e Nina ajudou-me a levantar-me.
– Você está bem? – Ela perguntou e eu afirmei com a cabeça recuperando o fôlego.
Depois que eu me recuperei entramos no quarto onde á porta dava, lá havia mas uma porta e Nina derrubou-a mas uma vez. Entramos em uma sala escura e abafada.
Fiquei chocado com á imagem que vi fez meu coração quase parar. Era Anna, estava com sua blusa e short rasgados, seu corpo estava repleto de hematomas roxos e vermelhos, tinha vários ferimentos abertos e sangrando muito. Aquilo me deixou desesperado e Nina também.
– Anna. – Sussurrei com á voz embargada.
– Oque fizeram com você? – Nina falou se aproximando dela e levantando seu rosto cabisbaixo com as mãos.
– Rebekah. – Ela disse num fio de voz e desmaiou.
Eu e Nina conseguimos quebrar as correntes que prendiam suas mãos e logo depois as que prendiam seus pés. Peguei-a no colo antes que caísse no chão. Seus pés e pulsos estavam feridos por conta das correntes, até em seu rosto haviam marcas de tapas e arranhões, até algumas feridas abertas e ensanguentadas.
– Vai ficar tudo bem, eu prometo. – Falei depositando um beijo em sua testa.
– Temos que tirá-la daqui. – Nina disse nervosa. – Agora.
Quando chegamos á saída da casa três híbridos entraram em nossa frente. Um pulou em cima de Nina e ela torceu o pescoço dele, o híbrido caiu no chão desmaiado.
– Corra e não volte. – Ela falou e outro híbrido pulou em suas costas fazendo-a cair no chão.
Corri com Anna em meus braços para o carro, ela ainda estava desmaiada e coloquei-a no banco de traseiro.
Tirei uma estaca do meu casaco e voltei para aquela casa. Nina querendo ou não eu ia ajudá-la, nem que isso custasse a minha vida.
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