A Enviada

1 Descobertas


Notas iniciais
Espero que gostem, boa leitura!

Ela se encontrava ali imóvel. Despertou do que parecia ser um sono profundo onde havia dormido por semanas, pelo menos essa era a sensação que estava sentido. Tentou abrir os olhos, mas por alguma razão desconhecida a sua tentativa foi em vão. Então focalizou um ponto da sua mente, tentando encontrar alguma força que a fizesse despertar. Finalmente conseguiu. A primeira coisa que enxergou foi o teto, branco e monótono. Começou a explorar o local com a curiosidade aguçada. O lugar assim com o teto, era monótono e sem vida. As paredes eram cinza com algumas manchas de bolor por conta da umidade. Materiais do tipo cirúrgico se encontravam em uma mesinha ao seu lado. Pela primeira vez se perguntou onde estava e o que fazia ali. Levantou da maca e percebeu que não havia uma peça de roupa sobre seu corpo. Mas o que isso significa? Seu subconsciente disparou. Buscou se lembrar dos acontecimentos horas antes ou até dias antes, mas tudo que se passou pela sua cabeça foram borrões que não lhes dizia nada. Tratou de encontra alguma vestimenta para poder sai dali o mais rápido possível e assim poderia ir à busca de respostas. Sim, precisava delas. Enquanto caminhava para o outro canto da sala, passou em frente ao espelho onde congelou quando viu sua imagem refletida. Seu rosto estava pálido, a cor rosada que havia em suas bochechas outrora, desaparecera. Seus lábios estavam roxos e havia um grande machucado em sua testa. Correu depressa para um armário que ficava em um canto próximo ao espelho. Ela o abriu procurando alguma coisa para poder se vestir e tudo que conseguiu foi um jaleco descartável, que havia de servir. Quando já estava vestida, escutou passos atrás da grande porta metálica que parecia estar trancada. Ouviu um "click" e então a porta se abriu. A primeira reação ao ver aquele desconhecido foi entrar em pânico, mas então ela conseguiu se acalmar e pensar até em pedir ajuda. O desconhecido a fitou por um momento e então abriu um sorriso.

– Olá criança, vejo que você acordou. Acho que você tem muitas perguntas para fazer, não é mesmo?

Era como se ele pudesse ler sua mente, isso lhe causou um calafrio.

– Onde estou? – sua voz saiu rouca. Foi tudo o que conseguiu falar.

– Bem, isso você já irá descobrir, mas primeiro, vamos vesti-la corretamente.

Notas finais
Seu comentário é muito importante pra mim, então, não se acanhe :)