A Descendência Da Morte
7 Capítulo 6 - Decisions
Notas iniciais
Então... Foram 10/11 dias, certo? Ultrapassei o limite. O limite é uma semana e meia nos dias normais. Mas nas férias... uma semana, certo? Desculpe pelos dias ultrapassados, até porque as srtas Sofia e Carol já haviam comentando rapidinho e não houve como postar ;-; Love you so much girls. Eu sei vocês não merecem ficar curiosas e esperar.. Mas apenas desculpe :(
Eu não curti muito esse capítulo. Mas isso teria que acontecer pra gente poder continuar. Apenas ficou meio parado. MAS nele também há as explicações de muitas duvidas e logo a história vai começar de verdade! Vai começar! E...
A Carolzita reclamou que cap passado tava muito pequeno u.u E eu sei que estava. Agora repare na barrinha ao lado --------->
Ok. Pode reclamar que ficou grande demais, eu deixo s2
Apenas leiam e nós falamos lá embaixo minhas LLs perfitas que eu amo.
Pov. Cathy
Alguns momentos se passaram e eu só consegui sentir medo. O mais puro medo. Aquele que dói, te desmancha e corroí. Eu só conseguia senti-lo. Algumas vozes se passavam por fora. Vozes distantes. Elas chamavam. Mas eu não queria ir até elas. Elas eram maldosas. Elas que fizeram eu sentir esse medo. Eu estava apavorada.
Não era para eu estar assim. Era pra ser forte. Forte como meu pai sempre me ensinou. Sempre lutar e nunca fugir de meus inimigos. Aniquilar-los e não deixá-los de canto para depois. Precisava ser forte e lutar. Mas lutar não era tão fácil assim. Porque esse medo não deixava. Porque esse medo queria me consumir por inteira.
Esse medo queria me destruir. E quem quer me destruir eu mesma destruirei. Esse medo era causada por todo a magoa que eu guardei nesses anos juntadas há todas essas loucuras dos últimos dias. É muito para qualquer um aguentar. Esse medo seria acabado. Estava cansada. Meu corpo estava cansado, minha mente estava cansada e minha alma estava cansada.
Eu iria enfrentar sim esse medo. Mas antes merecia descansar... Mesmo com as vozes continuando a me chamar.
***
Pov. Dean
Era agonizante a ver assim. Aquela a quem me conquistou nesse tão pouco tempo juntos. Aquela qual que eu amo, verdadeiramente. Cathy estava respirando calmamente, como se estivesse dormindo.
Seria normal se não tivesse a visto desmaiar. E não importava o quanto a chamava. Ela simplesmente não reagia. Sacudir, gritar, chamar. Nada adiantava. Joseph até a acertou com um tapa em seu delicado rosto. Nada adiantou.
Então a deitei na relva macia e apoiei sua cabeça em meu colo. Fiquei um bom tempo assim. Apenas a observando dormir– se é isso mesmo que estava fazendo -. Ela parecia tão delicada e frágil. Seria fácil se enganar que era ela verdadeiramente assim se já não a tivesse assistido em ação com uma concha de ponche matando esqueletos.
Joseph ficou algum tempo tentando a despertar também, mas então apenas se cansou e disse que já voltava. Levou dali aquele Puma lindo e morto consigo. Josh estava há alguns metros, mais fantasmagórico que nunca, sentado na relva escorado em uma árvore nos observando. Os cachorros haviam ficado no pequeno riacho que Joseph encontrou antes bebendo e pegaram alguns esquilos por perto também. Depois iria encontrá-los.
Lembrei que Cathy havia pedido por água e por isso que Joseph chegou ao riacho e consequentemente ao Puma que estava lá. Ele matou o Puma para se alimentar, mas com alguns barulhos. Isso fez que corrêssemos até ele e então Cathy ficou sozinha aqui e quando voltamos para chamá-la ela desmaia. Então Cathy devia estar com sede ainda. Talvez água a ajudaria a acordar.
Me pergunto porque ela desmaiou. Será pela falta de água? Reparei que havia sangue em sua camiseta branca, mas não mexi. O sangue deveria ter secado entre a camiseta e o machucado e se eu a tirasse tiraria a casca e voltaria a sangrar. Poderia ter sido pelo machucado. Será que havia mais machucados? Como será que havia se machucado?
Soltei um suspiro cansado e Josh o ouviu. Ele caminhou até nós devagaramente.
–Ela não vai acordar tão cedo. Mas água talvez ajudasse. -ele disse como sussurrando.
–Eu já pensei nisso. Mas e esse machucado? Preciso esperar Joseph voltar para cuidar dela. Não posso carregá-la porque posso machucá-la mais ainda, se é que não há mais machucados. -eu disse em um tom de voz baixo e cansado.
–Pode ir lá rapaz. Eu cuido dela. -ele falou novamente como um sussurro e eu levantei um sobrancelha duvidando -Juro pelo rio Estige que não a machucarei.
Um raio retumbou no céu. Poderia confiar nele. N.A.: vocês sabem que quando se jura pelo rio Estige e descumpri a promessa morre, certo?
Delicadamente tirei sua cabeça de meu colo e a coloquei por completa na relva macia. Deixei um selinho em seus lábios e me levantei.
–Já volto. Cuidado. -disse calmamente e me afastei alguns passos antes de sair correndo em direção ao riacho.
Os cachorros correram em minha direção assim que cheguei lá. Mas suas tentativas de me derrubar foram nulas.
Peguei o canivete que estava escondido em minha calça e comecei a trabalhar em uma árvore até conseguir tirar uma forte casca. Peguei folhas das árvores também e trabalhei no mesmo projeto até conseguir fazer um recipiente para colocar um pouco de água.
Fui até a beira do riacho, enchi, tomei a água e enchi novamente para levar a Cathy. Os cachorros me seguiram desta vez, e já estavam alimentados com os esquilos e hidratados com a água do riacho.
Chegando lá encontrei Josh sentado perto de Cathy, a observando. Ele parecia cada vez mais estranho. Concentrei-me na tarefa de dar água a Cathy.
Coloquei o improvisado recipiente no chão e arrumei a cabeça de Cathy no meu colo novamente. Depois disso cuidadosamente abri sua boca e coloquei a água lá dentro.
Ela acordou tossindo.
***
Pov Cathy
Eu acordei tossindo.
No pouco tempo que fiquei desmaiada descansando pensei em uma solução pro meu problema. E consegui vencer meu inimigo também. Restou em mim apenas minha determinação.
Dean me encarava com um olhar preocupado. Sorri delicadamente para ele. Minha mão instantaneamente foi para seu rosto, o acariciando. Dean me pegou nos braços, enquanto ainda estávamos no chão, me roubando um abraço apertado. Era tão lindo e puro o que sentia por ele. Por mais dúvidas e desconfianças nunca ousaria desconfiar do que sentia por ele.
–Agora me diga, por favor, qual o motivo do desmaio e porque você está sangrando? -Dean disse calmamente.
No momento que as palavras foram pronunciadas que me lembrei de meus machucados. Olhei para minha barriga e o sangue jorrava. Meu tornozelo latejava de dor.
–Merda! -soltei. -Pegue algo para imobilizar meu tornozelo e umas folhas e água o mais rápido possível. -pedi encarando aqueles lindos olhos negros.
Ele apenas levantou uma sobrancelha e tirou o enorme casaco dele e depois uma camiseta vermelha de gola V. Ele vestiu o casaco novamente e me estendeu a camiseta.
–Não dá pra limpar isso agora linda. -Dean disse com uma voz preocupada.
Dean me surpreendeu. Ele me pegou calmamente e me deitou novamente na relva.
–Fica quietinha tá? Temos que parar esse sangramento. -Dean disse, com a mesma voz preocupada, porém sábio.
–Eu torci meu tornozelo também. -reclamei.
–Ok. -ele falou rapidamente.
Dean começou a observar primeiramente meu corte que ainda escorria sangue. Ele levantou um pouco a camiseta...
–Se importa?
Balancei a cabeça devagar em negativa e ele puxou a camiseta até a altura do final do corte, que acabava em baixo de meu peito esquerdo. Ele cortou sua camiseta em duas e primeiro molhou um pouco uma parte no recipiente improvisado — que estava no chão ao lado -, e passou na volta e depois em cima do corte. A dor que eu senti foi algo insuportável, mas mesmo assim permaneci calada. Depois ele pegou a outra parte da camiseta seca e amarrou, fazendo a volta em minha cintura. Ajudou um pouco o sangue a parar.
–Melhorou? -ele perguntou delicadamente, chegando perto de meu rosto e deixando um beijinho em minha testa.
–Um pouquinho. -disse baixinho.
Ele sorriu para mim. Logo seu rosto voltou com a estampa 'preocupado'.
–Que foi que aconteceu Dean? -perguntei.
–Bem, estamos bem ferrados princesa. Com você assim nós não podemos caminhar até a cidade. Então teríamos que trazer algo pra te levar. Mas como estamos no meio da floresta não há como, e você teria que caminhar no mínimo até a estrada. Então considerando a probabilidade de você conseguir teríamos que assaltar um carro. E, hum, a policia está atrás de nós. E mesmo que conseguíssemos você precisa ir até um hospital rapidamente, e para roubar um carro vai demorar no mínimo uns dois dias, sabe? -Dean tentou parecer positivo, mas não deu.
–É simples. Vocês fogem e eu fico aqui até os policiais aparecerem, o que não vai demorar nadinha porque há um presídio há alguns metros daqui. Eu sou presa e eles vão me levar ao hospital. Não é fácil? -argumentei.
–Não. Porque se você não sabe, depois de você estar boa eles irão te prender. -ele piscou pra mim.
–E daí? Vocês acham que a gente vai fugir pra sempre? -perguntei realista.
–Nós vamos até A Escola e lá eles dão um jeito. Como sempre.
–De novo essa Escola? -suspirei pesadamente.
–Cathy para com isso. Vou pegar algo pra imobilizar seu pé e depois procurar Joseph. Eu já volto, e depois vamos resolver isso tá? -ele disse como se fosse a coisa mais simples do mundo e não esperou resposta. -Cuida dela pra mim? -perguntou se direcionando á Josh.
Josh afirmou com a cabeça e eu simplesmente bufei.
–Volta aqui. Pra quê se importar comigo? Eu deixei vocês lá! É só me deixar aqui também. -disse braba.
–Para Cathy. Não é assim não. Você não nos deixou bobinha, não foi você que bateu em uns policiais pra aparecer com armas? -ele piscou e saiu correndo pelo meio da floresta.
Suspirei. Não havia jeito. Teria sorte se aquele Puma descesse daquela árvore logo e me matasse. Ainda iria me resolver com Joseph por matar a mãe daquele pobre animal.
Após vários minutos pesados Josh falou.
–Garota você é muito tola.
–Obrigado, eu já sei. -apenas disse e revirei os olhos.
Me sentia muito vulnerável deitada na relva sem poder me mexer.
–Dean te ama. E isso está obvio. -ele disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
Ele que era o tolo agora. Ele não está na mente de Dean para saber isso. Eu simplesmente fiquei calada e esperei pelo Puma. Mas para a minha pouca sorte ele continuou parado na árvore nos observando.
Então após algum tempo agonizante Dean chegou com Joseph ao seu lado e algumas coisas em sua mão.
–Acalme-se mocinha. –disse Joseph sorrindo abertamente numa voz tranquila, sentando ao meu lado.
–Não dá. Temos que ir. Estou machucada, faminta e sedenta. Me deixem. –gemi.
–Fique quietinha um segundo. –disse Dean e me alcançou o engembrado¹ de água.
Bebi a água deixando um pouco escorrer pelo meu rosto. Percebi Dean mexendo em minha calça e bota, porém a dor era demais. Mordi os lábios e Joseph pegou minha mão. Não me senti incomodada com o gesto, ao contrário, me senti confortada. Josh estava há um espaço nos observando, apontei fracamente com a outra mão livre para ele.
Então Joseph apenas se virou para ele e lhe pediu para ele ir tomar água e pegar alguma fruta ou animal.
A dor aliviou um pouco, mas mesmo assim... Ai.
Joseph e Dean ficaram ao meu lado, me observando cuidadosamente.
Então Joseph arriscou palavras ‘Está melhor?’ e eu afirmei levemente com a cabeça. Depois disso Dean me deu um beijo na bochecha e pediu para tentar dormir um pouco, eu não neguei.
~*~
Estalidos de madeira estralando com o fogo me acordaram. Eles haviam feito uma fogueira. Oh, estava tão quentinho. Ganhei um sorriso de Dean que estava sentado ao meu lado, perto da fogueira também. Joseph estava ao seu lado observando a fogueira. Josh, como sempre, estava afastado. As estrelas estavam brilhantes no céu.
–Cathy como você foi se machucar nos minutos que saímos daqui? -Joseph perguntou, interrompendo o silêncio.
–Primeiro eu tenho algumas perguntas, por favor. -disse calmamente, mesmo ainda me sentindo totalmente impotente deitada na relva.
–Diga, temos todo o tempo do mundo, só que não. -Joseph disse brincando, tentando me arrancar um sorriso.
–Nossa, que engraçado. Agora só me diga que você não se alimenta de pessoas. -soltei tudo rápido, como se fosse um assunto banal.
Dean ficou calado. Joseph abriu um largo sorriso.
–Ah, claro. Vou te matar tirando todo o sangue do seu corpo.
Numa fração de segundos Joseph conseguiu sair de seu lugar e correr até mim, parando em minha frente. Só consegui o enxergar parado a minha frente, de tão rápido.
–Bobinha. Eu ia fazer cosquinha, mas esses machucados... -ele fez uma careta indignada.
Ok, não houve como não rir de sua careta. Logo ele se jogou no chão ao meu lado.
–Claro que eu não mato humanos, doce Cathy. Sou um vampiro bem antigo e controlado. Não te machucarei. Aquele puma, bom... Foi um descuido. Estava há dias sem comer. E então simplesmente o matei para me alimentar, e esqueci-me de vir avisar vocês que era apenas eu matando um puma o motivo do barulho e... -ele fez um gesto enrolado com as mãos- ele estava bebendo água no rio. -disse ele sorrindo lindamente.
–Ah, tudo bem. Você precisa de comida, entendi. Agora, o que faremos com o filhote? -falei.
–Filhote? -perguntou ele com uma sobrancelha erguida.
–Não, por favor, não o mate. Ele é um lindo puma jovem, que certamente era filhote da...
–Pare. Não precisa se preocupar com ele, ele consegue viver bem. Os pumas vivem com suas mães por volta de até um ano.
–Ahmm. -apontei para a árvore acima. -Ele estava ali.
–O barulho que aconteceu antes deve ter sido ele se assustando com o fogo, então. Tudo bem. Agora conte como se machucou. Foi ele? -falou Dean, entrando na conversa.
–Eu estava na árvore e ele pulou no galho, o quebrando. E então machuquei o tornozelo tentando cair de pé na queda e depois rolei e fiz o rasgo na barriga com os galhos e..
–Tudo bem. Não precisa lembrar. -Joseph disse.
Sorri.
–Tenho um assunto delicado para discutir com vocês. -pronunciei cuidadosamente e mordi o lábio.
–Fale. -disse Dean brincando com um sorriso no rosto.
–Ok. Expliquem-me porque querem tanto que eu vá para essa tal de Escola. -soltei em um já as palavras, que fluíram rapidamente depois de tantas frustrações pelas mesmas.
Dean e Joseph trocaram olhares frustrados. Joseph sacudiu os ombros e Dean balançou a cabeça.
–Ok. Juro solenemente por nós dois que Dean irá falar somente a verdade. -Joseph disse com um sorriso bobão.
Sorri simplesmente e Dean começou.
–Estávamos calmamente na Escola... Enfim, não tão calmamente. Mas estavamos lá e então Zeus apareceu pela porta e disse para a diretora que nós pegaria emprestado. Então nos levou ao Olimpo e nos ordenou que levássemos você -apontou para mim- a filha de Hades, destruidora, etc, -os dois reviraram os olhos- para a Escola. E então nos transportou para a festa que você estava com o sedativo no paninho, caso necessário. Rapidamente reconhecemos você, Deusa, pelo cheiro. Então você sabe, mas depois com toda essa confusão acho que erraram e você não é a filha de Hades, afinal. Até porque não nos matou até agora. -Dean suspirou.
–Ah, sim. Me confundiram. Eu tinha a absoluta certeza que isso teria acontecido... Mas Afrodite... -era a minha vez de suspirar. -Porque você me chama de deusa?
–Porque você é filha de um deles. -Dean disse, simplesmente.
–Mas... -comecei rabugenta.
–Com toda a certeza a missão de encontrar essa filha de Hades encrenqueira vai sobrar pra nós novamente. -Joseph me interrompeu com expressão cansada.
–Afinal, quem é essa filha de Hades? -perguntei.
–Essa história é confusa. Rolam boatos dessa garota há bastante tempo na Escola. Dizem que ela já causou muitas mortes. Ela é amaldiçoada. -disse Dean cabisbaixo.
–Dean você realmente acredita nessa história? — perguntou Joseph com um olhar irônico — Os professores estão todos cientes da história. É apenas uma filha de Hades muito poderosa. E, portanto perigosa. Os deuses estão todos brigando e discutindo por causa dela. Ela precisa ficar... — a expressão preocupada voltou ao seu rosto — Não sei. Mas algo precisa ser feito. Zeus está louco com tudo isso também.
–Quem não estaria louco? -Dean disse. -Afinal, como os professores têm tanta noção do que está acontecendo? Talvez até mesmo Zeus...
Joseph bufa.
–Como encobrem isso? Pois se ela já matou mortais, eles não tão estúpidos assim. -perguntei intrigada. -E como vocês escondem toda essa coisa de semideuses, lobisomens, vampiros, bruxos... Enfim, esse mundo?
–Tantas perguntas sem respostas. É tudo meio secreto, mesmo fazendo parte deste mundo você tem que encarar dúvidas. Mas ao menos você sabe que elas existem... -Joseph fala cansado.
Resmungo um 'hum' e me calo. O silêncio para por um tempo.
–Então já está decidido. Quando vocês partem?
Dean bufa.
–De que lorotas você está falando? -Joseph pergunta.
–Cathy está com a ideia ridícula de que devemos ir embora e deixá-la aqui.
–Ah, mas claro! Essa é uma ideia maravilhosa. -Joseph diz irônico com uma expressão que certamente achava que eu era idiota de ao menos de eu poder ter formulado a simples possibilidade.
É minha vez de bufar. -Isto também está claro, mas não é disso que me refiro. Está claro que está na hora de tomarmos rumos diferentes. Está até mais que claro.
Dean me encara com olhos inocentes. Joseph me encara irritadiço.
–Claro! E tudo isso pra nada?!
–Joe, você sabe que não é bem assim... -começo delicadamente.
–Ah, não Catheryna?!? É como então, me explique porque está difícil de compreender seu raciocínio.
–Eu... –minha fala estava tremida. –tenho coisas pra fazer. Preciso esclarecer dúvidas com meus avós e devo explicações á meu padrasto. E depois disso, o que tenho a ganhar nessa Escola? Eu não faço parte disso.
–Faz sim. Você faz parte da Escola, você faz parte disso. Você é tem sangue mágico Cathy, por favor. Afrodite em pessoa falou com você, e você simplesmente ignora isso. –Dean disse calmamente.
–Tudo bem. Mas eu vou chegar nessa Escola como?! Vão me ver como tal que não sou e ainda por cima se fosse de meu destino ir pra essa Escola eu simplesmente teria ido, como Joe falou. Instinto. E pra quê?
Ocultei o fato de que sempre tive paixão por viajar para o Sul. Eu me sentia melhor, como se estivesse indo para o lugar certo. Claro, eu não revelaria isso. Estava me sentindo receosa com esse lugar.
–Nós daremos um empurrãozinho ao destino então. E quando as pessoas, ou não pessoas, simplesmente não ligue. Elas julgam a todos, mesmo a si mesmas. Esqueça-as, terá nós. E pra quê? Para estudar e participar do seu mundo.–um sorriso brincou no rosto de Dean ao ver minha reação de dúvida á suas palavras.
Não faria mal conhecer um lugar novo, talvez.
–Vamos experimentar. –disse com um sorriso.
Descobri que os garotos haviam juntado suprimentos, como folhas para deitarmos, galhos para fogueira, frutas e alguns vegetais para comer. E ainda mais uma surpresa, desmaiado dois policias que estavam à procura dos fugitivos perto dali. Conversamos um pouco e brincamos na volta da fogueira, sem sono. Estava confusa sobre o que estava acontecendo entre mim e Dean. Queria-o pra mim, mas ele queria o mesmo? Eu não sei se era apenas umas ficadas, e ele não se mostrou mais que um amigo depois que... No dia seguinte começaríamos a procurar o caminho da estrada, porém a contrária do presídio e roubaríamos um carro para chegar o mais rápido possível no aeroporto, onde nos direcinaríamos para a ‘Escola’, que ficava na França.
Notas finais
EU NÃO PAREI EM MOMENTO CRÍTICO! Me agradeçam por isso 4ever.
Houve demasiada conversa nesse capítulo e pouca ação. Luana não gostar disso, por isso não gostei do cap. Desculpem...
Nós estamos na seca, né? Demora pra postar e ainda fica uma porcaria o capítulo. Eu simplesmente não tive como... Prometo recompensar capítulo que vem! :3
Eu preciso assistir ao filme da Katy Perry, apenas. SJBNJSNKJAK Luana e seus assuntos repentinos.
Awn ok lindas, bye, deixem reviews pfvr, beijos ;*
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