A Descendência Da Morte

8 Capítulo 7 - Little Jokes


Notas iniciais
HELLO GIRLS!!!! Como estão? NÃO ESQUEÇAM QUE AMO VCS E NÃO, ISSO NÃO ESTÁ ABANDONADO, AÍ ESTÁ A PROVA! E já ta td resolvido :)) Então, chap, leiam gatas e nós falamos lá embaixo ok LLs? (:
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So... Ali em cima a menininha serelepe que eu chamo de bobalhuda deixou esse recado pra vocês e tudo mais. Estou somente pra desejar uma boa leitura e... se tiver algum erro de português, desculpem-me. Então, é isso. Beijos :*

Pov. Cathy

Acordei com um bocejo. Arg, a noite não foi exatamente uma maravilha, mas ao menos dormimos um pouco. Meu tornozelo latejava e tentei me espreguiçar... Ai. Uma dor aguda veio de onde cortei ao rolar ontem... Estava me irritando com esse puma, mas ele era lindo. Não consegui deixar de escapar uma risada com esse pensamento. Dean estava deitado ao meu lado, a poucos centímetros, me observando.

– Está de bom humor hoje? – me perguntou sorrindo.

– Claro, porque não estaria? – dei de ombros com um sorriso, porém isso foi meio doloroso.

– Nada não... – ele deu um sorriso travesso e levantou em um salto do chão que estava deitado.

Observei-o caminhando e mordi os lábios. Um beijo de bom dia seria tão bom... Aqueles músculos, oh, meus deuses gregos. Aquele corpo colado a roupa era tão irresistível. Aquele cabelinho curto era tão lindo! Aqueles olhos negros, oh! A vontade de agarrá-lo é bem fraca. Percebestes não é? Cof cof cof.

Não fazia ideia de como ele se sentia a respeito a mim. Do meu jeito tosco, mas eu o amava. Eu não gostava de amá-lo, isso é verdade. Eu gostava de ficar perto dele, de seus beijos... Mas o amar? Não, definitivamente isso não é bom. Meu coração insistia em palpitar freneticamente quando ele chegava mais perto, meu cérebro insistia em parar por um segundo só para... me perder, meus olhos só o enxergavam. Eu fico tão boba, não gosto disso. Isso já aconteceu uma vez, há algum tempinho...

*Flashback on*

– Cathy. – disse ele docemente, quase suspirando. Seus lábios estavam a uns centímetros do meu, minha respiração estava desregulada. Ele pegou um cacho de meu cabelo brincando, e logo depois o soltou, me encarando com seus lindos olhos verdes. – Eu te amo, mesmo. – ele segurou minha cintura e iniciou um beijo calmo.

Estávamos à beira da cachoeira, tranquilamente. Resolvemos comemorar nosso um ano de namoro assim, naquela cabana na montanha com aquela cachoeira linda por perto. Foi sim, complicado meu pai deixar sua única filhinha de quinze anos com o namorado sozinha...


(...)


Gargalhei gostosamente enquanto ele corria comigo nos braços em direção á cachoeira. – Seu bobo! –gritei. – Me largaaa!

Ele riu, que maravilhoso. Pléeeeeeeeeeef.

A água me dava uma sensação totalmente gostosa, ainda mais quando se está nos braços do lindo do meu namorado. Se agarrar na água era tão bom...

*Flashback off*

Lágrimas começaram a escorrer de meus olhos. Isso não acontecia há muito tempo. O que está acontecendo comigo? Dean é perfeito, porém... Não dá. Eu o amo muito mesmo, mas não dá. Robert foi demais pra mim, ele me amou, eu o amei, e... bem, nós nos amamos. Isso serviu pra que mesmo? Pra nada. A vida simplesmente é má comigo e não quero que ela me passe outro trote... Ela adora me alegrar me dando algo e me passando uma rasteira logo depois tirando isso de mim. Já chega por aqui... E de qualquer jeito, ele não me ama. Como pode amar alguém como estou agora?! É impossível gostar de alguém frio e ignorante como eu. Mas, droga, eu simplesmente não estou assim agora! Por quê? Pois esse idiota tinha que me fazer sorrir abobada! Tinha que ser lindo e fazer eu o amar! Eu confio nele agora... E isso é uma verdadeira droga. Mas o que me impressiona é que eu não confio apenas nele, mas confio em Joseph também. Agora confio nesses dois. Isso não vai dar certo.

– Hey, hey, não fica assim... – Joseph apareceu ao meu lado do nada.Tentei prender o soluço, porcaria! Por que eu tenho que estragar tudo? Comecei a chorar de vez.

– Para, por favor, vem cá. – ele começou a me puxar, alisando meu cabelo. – Cathy, por favor, para de chorar, linda. Você me deixa mal, assim... – ele fez beicinho (por favor, isso é possível?) e carinha de lindo.

Eu solucei e ri ao mesmo tempo, de sua cara e seus pedidos desesperados. Então me lembrei da situação atual.

– Por que se importa? –falei soluçando.

– Porque me importo com você, Cathy. Você é minha amiga, não fica triste, vai. – ele começou a mexer no meu cabelo e fazer gracinha. –Own, isso, sorri. Seu sorriso é tão lindo, sorri, vai.

Fiquei totalmente sem graça. Por que Joe estava sendo tão amor comigo? Cadê aquele rabugento lindo que queria mandar em mim? O encarei confusa, estava com o nariz ainda vermelho do choro, provavelmente.

– Dean foi atrás de água, ele já volta. Não precisa chorar, tá? — ele disse, sorrindo r brincando, como se fosse por isso que eu estivesse chorando. – Ah Cathy, você fica tão linda sorrindo, devia sorrir mais. – ele piscou pra mim.

Ergui uma sobrancelha.

– Qual é o seu atual problema Joseph? Você é bipolar?

Ele gargalhou, gostosamente.

– Se fosse isso estaria tudo bem. – ele ficou sério de repente, e então fez uma carinha de dar pena. Me lembrei de quando fugi da loja que ‘arrombamos’, ele estava... chorando? Estava sim, agora me lembro com clareza. Era efeito da bebida, talvez? Mas eu me lembro de estar conversando com Dean nos fundos da loja e de sair de lá e ver Joseph chorando com um colar na mão.

– Joe. – chamei-o, despertando sua atenção. – Posso perguntar por que estava chorando aquele dia na loja?

Ele ficou com um olhar triste e ao mesmo tempo uma face raivosa. – Eu não estava...

– Af, por favor, não se faça de macho. Você estava chorando, sim. – o cortei.

Ele bufou.

– Não vou dizer Cathy, desculpe-me.

– Ah vai, Joe, por favor... Dá um sorriso, seu sorriso é tão lindo. Lá lá lá lá¹. Diz, vai, diiiiz. – o imitei sendo irritante tentando arrancar um sorriso. Que diabos está acontecendo comigo?

– Só se você parar de me chamar de Joe. Af, Joe, que bobo. Meu nome é Joseph, ok? – ele disse mandão, e eu sorri concordando. – Ahm, você vai me contar também o motivo de você estar chorando?

Revirei a boca pra lá e pra cá, indecisa e ele começou a fazer cosquinhas em meu pescoço, pois quando foi em direção á minha barriga enxergou meu feio machucado.

– Ai... –comecei a soluçar com ‘ais’ e não conseguir respirar diretor com minhas gargalhadas, Joseph era o rei das cócegas, por favor. – Pára, pára! – consegui pronunciar, com falta de ar.

Esse malvado não parava! As cócegas já estavam me matando, minha barriga sangrava por me remexer, e quando enfim ele parou e ficou me encarando com seus lindos olhos verdes.

Seus lindos olhos verdes. Aqueles olhos me fizeram ficar pasma o encarando.

– Qual é, perdeu o fôlego, Catheryna? – me acordou de meus pensamentos, ele sorrindo, com seus dentes afiados a mostra.

– Cuidado pra não morder ta? – falei brincando, o que o fez partir pra cima de mim com aquelas presas.

O fuzilei com o olhar e ele, bobinho, deixou um beijo em meu pescoço, e logo depois se jogando para o chão ao meu lado.

– Depois de ter abusado de mim, seu idiota, o mínimo que pode fazer é me contar, come on. – exigi.

Ele estava tranquilamente olhando para o céu deitado ao meu lado. De repente ele virou para mim e olhou em meus olhos.

– Cathy, vou lhe contar se você jurar nunca contar pra ninguém. – Disse ele, totalmente sério.

– Juro, baby. – disse, séria, mas com um sorriso no rosto, feliz por ele confiar em mim.

Joseph deitou de lado e ficou me olhando, pensando em algo por algum tempinho e logo depois desabou.

– Eu era casado. Eu... Oh, Catheryna, essa história não tem um final muito feliz. – Joseph disse, com ar triste.

– Não importa. – disse, e logo me xinguei mentalmente. – Ou melhor, importa sim, eu sinto muito. Mas me conte, você pode dividir comigo.

– Ok. Isso se passou pelo ano de 1837 e eu era jovem e feliz com minha Elisabeth. Havíamos acabado de nos casar e comprar uma cabana bonitinha para passar os dias. Perto de lá, havia uma cachoeira em que adorávamos nadar. – Joseph contava tudo isso sorrindo, com uma expressão de saudade. A minha era de total incredulidade. – Então em um dia eu acordei e eu estava totalmente fraco na cama de um hospital com marcas de mordidas e minha Elisabeth havia sumido.

Cabana bonitinha, cachoeira em que nós adorávamos nadar. Aquelas palavras retumbavam em meu pensamento.

– Mas... Ela era uma vampira? – perguntei, curiosa, mesmo com o choque.

– Não, é claro que não. Se ela fosse... Bom, eu nunca comprovei o que aconteceu com ela. Mas é bem óbvio que um vampiro ou vampira nos atacou. Porque me deixou ser transformado, ou porque a levou eu não faço ideia. Mas também é provável que tenha achado que eu estava morto e tenha me deixado, mas eu não estava. Então, o veneno que entrou em meu sangue, quando ele me mordeu, entrou em minha corrente sanguínea e eu me transformei em vampiro. Não sei como me encontraram também, mas o hospital disse que recebeu denuncias dos vizinhos. E Elisabeth? Nunca mais a encontrei. – Ele acabou a história com um suspiro cansado.

– Oh, Joseph... – eu não aguentei e, mesmo machucada, tentei levantar para dar a ele um abraço. Ele me interrompeu fortemente me prendendo ao chão com o braço, e eu protestei.

– Pára. – pediu ele.

– Tá, mas me dê um abraço. – minha vez de pedir, e ainda mais com cara fofa.

Ele, meio que protestando, me deu um abraço, quase sem me tocar, pelos meus machucados. Mas mesmo assim... Um abraço de amigo, um bom abraço carinhoso. Eu vi uma lágrima escorrendo de seu rosto.

– Joseph, simplesmente... Não era pra ser. Nem tudo é como a gente imagina, sabe. – tentei acalmá-lo, mesmo comigo nervosa.

– É, você tem razão. – ele disse, meio receoso. – Agora é a sua vez, ãhn?

– Mas... – ele me fuzilou com os olhos. Chega! Vou falar e esquecer as semelhanças dos/do lugares/lugar... Ignore, Catheryna! – Ok, ok. É que eu tinha meu pai, estudava numa escola legal e também tinha um namorado. E bem, resumindo, meu pai morreu na guerra... Eu me mudei para o Canadá, para viver com meu suposto tio. Que pra mim, é meu padrasto – balancei os ombros — e com sua filha. Lá havia curso militar também, no que foquei muito. Então, mudando de colégio e casa, perdi minhas amigas e meu namorado. Acabei me afastando deles também. Nesse novo colégio, tenho algumas colegas com que faço trabalhos e tal, mas... Enfim, estava lembrando-me dele e de como ele era o único garoto que amei de verdade.

– Até Dean chegar. – Joseph disse com um pequeno sorriso no rosto.

Corei.

– É, bom... – me enrolei nas palavras e soltei um ‘arg’ frustrado – Eu não quero amar mais ninguém, sabe? Eu fechei meu coração. Pra amigos, namorados, etc. Mas daí Dean apareceu com aquele sorriso bobo e você todo certinho e adivinha? Agora confio em vocêsm e isso é uma merda. – reclamei.

Joseph não se deteve e sorriu largamente.

– Acho que está na hora de o chamarmos, não? Que demora pra buscar água! Temos que chegar logo na Escola.

Pov Dean

Os galhos arranhavam meu rosto e as lágrimas quase me cegavam enquanto corria veloz e quase silenciosamente pela mata. Mas eu não me importava com isso. A dor me tomava por inteiro. Seu idiota, pra quê tudo isso? Ela não me pertencia, eu não posso me sentir assim. Posso sentir raiva de Joseph, sim, ele é meu melhor amigo, merda. Nunca tive compromisso nenhum com Cathy... Mas claro, nem houve tempo de ele surgir com apenas esse pouco tempo! Acho que... nunca senti algo por alguém de um jeito tão forte com sinto por Cathy. Isso me preocupa, demais.


(...)


Acabava de chegar caminhando silenciosamente, pensando que Cathy poderia ter pego novamente no sono. Abri um pouco dos galhos e... Meus olhos não acreditavam no que viam. Joseph estava sobre Cathy, apoiado em um dos braços e com o outro fazendo cócegas em seu pescoço. Ela começou a gemer ‘ais’, mas ele apenas parou quando seu corte começou a sangrar por ficar se remexendo e esfregando seu corpo junto ao dele. Então ele parou e saiu de cima e se jogou na grama ao lado, mas com os rostos a centímetros de distância (com os lábios quase se tocando), apenas olhando-se. Então eles se sussurram algo que não pude ouvir de longe. Inesperadamente Joseph foi em direção ao pescoço de Cathy, e sorriu mostrando os caninos afiados de vampiro, então deixou um selinho...


(...)


Aquilo me feriu, correndo por dentro. Não pude fazer nada além de transformar-me em lobo e correr dali, antes que me descontrolasse. Agora estava no meio da floresta, cansado, com o coração –literalmente- partido.

Notas finais
¹ Nem lembrei de você Sof, imagina :33 (minha Lá Lá Lá linda s2)
Então, vocês devem estar totalmente confusas, tipo what?!? O carro não estava caindo em direção ao chão de Portugal? É, aham. Deu MÓ CONFUSÃO! E sabe pq isso acontece? Porque o >WESLEY< não me manda os chaps antes de postar, é.
E a demora? É, eu devo desculpas )): Primeiramente eu estava tentando pensar em uma solução... Então, bem, pensei nessa e.e Então, saibam que o capítulo passado será usado e os reviews de vocês estão SALVOS e irei enviar pra vcs, assim que necessário ok? Bem, vocês entenderam... Assim se resolve a solução do pequeno problema com enredo e o probleminha que aconteceu chap passado que ele não estava batendo com os outros chaps. Vou dar exemplo pra não deixarem vcs confusas: Se Afrodite falou pra Cathy como se matava Lobo e Vampiro pq Cathy iria perguntar pra Dean e Dean ainda dar uma resposta diferente? É, isso foi mal ): Depois das confusões resolvidas eu resolvi parar >um pouquinho< para me att em Efeito Bumerangue (: Quem não lê, leia, é perfeita.
Então, nós temos uma grande revelação pra vocês gatas... Não tava batendo as escritas :// Vocês devem ter percebido isso. Então, a única solução possível foi a seguinte: eu e Wesley montamos o enredo da fic juntos, ok? Só que basicamente era eu que estava escrevendo, e agora vai ser definitivamente só eu escrevendo, mas ele vai betar. Entenderam? É o único jeito de continuar com a fic, que eu to amando, espero que vocês compreendam.
Mas, escutem::: ENREDO COMEÇOU!!! Cláp cláp cláp gostaram do ciúmes de Dean? Saushauhsuahsua Acho que não, já que vcs gostavam deles sendo fofos um com o outro... E o pov. dele? Hihi :P Gente, não sintam raiva de Joseph e Cathy, eles são meus fofos e estavam brincando como amigos, tá? ♥ Enfim, e a história da Cathy? Tá quase bem clara aqui... Porém >quase<... Prestem atenção que há mistérios atrás disso! E também há mistérios atrás de Joseph e Elisabeth, ãhm... E a garota filha de Hades? Ainda lembram? AI, CHEGAAAAAAAA DE SPOILER!!!!!!!!! TCHAU, BJS, AMO VCS, COMENTEM ;****
ps: Próximo capítulo vem rapidinho, só vou dar um tempinho pras vcs comentarem :33
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Mesmo esquema lá de cima, Luana em cima, Wesley embaixo. So... o que acharam do capítulo? E esse Dean ciumento, não ficou super fofo?
É, acho que é isso, meninas. Esperando o review de vocês, hein. Beijõs ♥