A Dama Solitária

5 Capítulo 5 - Que comece a verdadeira iniciação!


Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS

PS: Esse capítulo voltará a ser narrado pela terceira pessoa.

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Gabriela não havia conseguido dormir bem, em parte porque seu sono foi recheado de pesadelos sobre a noite passado, mas em parte porque Diana havia lhe enfeitiçado para dormir um longo tempo. Então depois de dois dias, Gabriela acordou. Sua cabeça já não doía mais, mas em vez de se sentir melhor, ela se sentia confusa, como se alguma coisa lhe faltasse á memória. De fato ela desconfiou de que alguém pudesse ter-lhe apagado algo, mas sabendo dos poderes que as Damas tinham, concluiu que de nada valeria se desgastar para tentar ter a memória de volta.

– Hey... — uma voz a chamou — Não já dormiu o bastante?

Era Angelo. Ele estava ao seu lado no sofá, e acariciava o rosto de Gabriela delicadamente.

– Que horas são? — ela perguntou, mas rapidamente lembrou do problema com o tempo em Cineres.

– Provavelmente são dez da manhã. Não que seja realmente essa hora lá em cima. — Angelo brincou. — Você está bem?

– Acho que sim, — Gabriela se sentou — me sinto... Mole.

– Você dormiu por dois dias. — ele comentou. — Então não a culpo. — Angelo riu.

– Olha, eu sei que apagaram minha mente. Mas vou fingir que não ligo, já que não tenho exatamente nada com o qual lutar contra isso. — Gabriela resmungou.

– Ah, bem... Quanto á isso, eu tenho uma boa notícia: — ele abriu um sorriso malicioso — sua iniciação será hoje.

Gabriela franziu a testa, desconfiada, pois tudo o que ela sabia sobre "iniciação" fora baseado em coisas como rituais de magia negra, seitas e coisas do tipo.

– Relaxa! — Angelo disse. — Não é nada que você esteja pensando, acredite, também fiquei assustado no dia. Mas acho que tem uma pessoa que vai te ajudar mais do que eu, — ele falou, e então ela apareceu. — Serena.

Serena surgiu do nada no pavilhão, e estava vestida com calça jeans e um suéter bege que realçava seus cabelos loiros. Serena tinha olhos azuis, era uma loira alta e realmente muito bonita, parecia com aquelas modelos que de temporadas em temporadas apareciam em desfiles de Nova Iorque para a Victoria Secrets'. Ela sorria, parecendo muito animada, e estendeu a mão para Gabriela:

– Que tal um dia de garotas? — Serena perguntou.

– Em Cineres? — Gabriela riu, mas acabou cedendo.

***

Serena já estava deixando Gabriela doida.

A tal iniciação da qual Angelo falara anteriormente começou a parecer um dos eventos mais prestigiados da elite americana, e não de Cineres. Serena dissera milhões de coisas, desde como falar, como se movimentar e como olhar até a roupa que deveria usar. Serena levou Gabriela a uma espécie de "shopping", mesmo que toda aquela rotina adolescente parecesse muito inconveniente num lugar como aqueles. Pelo visto, o castelo onde os Bellators ficavam era muito mais que isso, era uma parte da vida que eles haviam deixado para trás ao cair sem volta em Cineres. No pavilhão subterrâneo, onde Gabriela imaginara um porão ou arsenal, havia algo totalmente inusitado: uma réplica de um shopping, com lojas de marca e tudo o mais. Só o que faltava eram as pessoas, o que tornava aquilo tudo vazio, mas divertido. Elas fizeram a festa, até que o dia foi chegando ao fim de acordo com o relógio que usavam em Cineres, e elas tiveram de voltar. Mas não antes de Serena tocar em um assunto delicado.

– Gabriela, sei que sente falta de tudo. — ela disse,se sentando ao lado da novata. — Eu também sinto muita falta, acredite.

– Não é difícil de imaginar, você parece ter saído de "As Patricinhas de Beverly Hills". — as duas riram.

– Eu era uma garota popular na escola, então o resto você já sabe. Festas, dinheiro, compras, amigas e namorados. Mas tive que deixar tudo pra trás ao cair aqui, e eu nem mesmo sei porquê. Raramente reclamei de minha vida. Apesar de tudo, acabei gostando daqui, porque pertencer aos Bellators foi a melhor coisa que já me aconteceu. — Serena suspirou, sorridente. — Eu realmente espero que também se sinta assim.

***

– A hora chegou. — Serena avisou, com um sorriso de orelha á orelha que não dava trégua. Gabriela estava pronta, com um vestido preto de tirar o fôlego.

Então as duas saíram do quarto gigante de Serena (sim, era um quarto de princesa) e foram em direção ao pavilhão superior, subindo duas escadas. Logo chegaram ao lugar, que estava porém vazio. Gabriela franziu a testa confusa, mas Serena logo explicou que, como boa parte do castelo existia magicamente, rapidamente a sala iria aparecer e revelar o que lhe aguardava para sua iniciação.

E foi o que aconteceu. De repente, um cenário surgiu no pavilhão. Era, sinceramente, obscuro, mas não deixou Gabriela com medo, pelo contrário, ela só ficou surpresa. Havia um pequeno andar acima, e um tapete vermelho indicava todo o caminho. Curiosamente, porém, esse caminho indicava uma curva, que ultrapassava as paredes do pavilhão. Logo as pessoas também foram aparecendo, mas estas se resumiam á no máximo oito. Dois cavalheiros que Gabriela não identificou estavam de terno, um ao lado do outro, e sorriam para ela amigavelmente, porém ela logo os reconheceu como os dois caras de branco que estavam com Diana dias atrás. Seriam seus irmãos? E onde estava Diana?

– Bem vinda, Gabriela. — Diana surgiu no salão, vestindo um vestido longo branco de pedrarias arroxeadas. Seus grandes cabelos negros desciam até o final das costas em cascata, e seus grandes olhos azuis a olhavam com um mistério ilegível. — Podemos começar. Obrigada, Serena. Assumirei daqui.

Serena deu uma reverência e desapareceu no ar no mesmo momento, deixando Gabriela meio assustada. Mas então se lembrou das palavras da amiga: Estarei olhando por você, bem ao seu lado. Cada vez que pensava nisso, se sentia melhor.

– Hoje será sua iniciação. A iniciação é onde descobrirá se será uma Bellator, como Serena e Logan, uma Guerreira, como Tevon, — Diana ergueu a mão para um dos cavalheiros de terno — uma Mentalista, como James — ela apontou para o outro — ou... Uma Anjo, como... Angelo. — Diana apontou para o lado esquerdo do salão, e Angelo surgiu.

– Angelo. — Gabriela falou, se acostumando á vê-los aparecer do nada. — Ele é um anjo?

– Sim, — Diana respondeu — e é uma coincidência que ele tenha esse nome. Presumo que você já saiba os poderes dele, mas não se engane, ser um anjo não é como você imagina. Só existem dois anjos em Cineres, um deles é Angelo, e o outro é... Um servo das sombras.

"Um o quê?" Gabriela pensou, mas Diana prosseguiu.

– Seja lá o que você descobrir que é, Bellator, Guerreira, Mentalista ou Anjo, estarei aqui para ajudá-la. — Diana sorriu, e então ofereceu á mão para Gabriela. Antes de dar sua mão, porém, Gabriela sentiu alguma coisa passar sua cabeça, e de repente Angelo lhe apareceu.

"Cuidado, Gabriela, apesar de Diana ser boa, ela pode se sair cruel nesta noite. Você será testada e terá de passar por algumas provas, mas não se deixe enganar por Diana, ela está apenas testando suas habilidades. Se você falhar, poderá morrer. Eu e Serena estamos a olhando, e de vez em quando vamos falar com você telepaticamente, apenas não deixe Diana saber que estamos ao seu lado. Seja forte. Sei que você é forte." Angelo disse essas palavras e, ao dizer sua última frase, fez um flashback passar na mente dela de quando ela caíra e foi visivelmente forte ao enfrentar a Voz. Angelo deu um breve sorriso, ainda em sua mente. "Ah, e você está deslumbrante." E então sumiu.

Literalmente, pois num piscar de olhos Gabriela se encontrou numa espécie de arena. Tudo era branco, e não havia mais ninguém por ali. Um trono surgiu acima da arena e revelou Diana em seu vestido e capa brancos, seus olhos assumiram a cor dourada, e então outros quatro tronos foram surgindo ao lado do dela, que estava no meio. Duas garotas á esquerda, e duas á direita. Eram as cinco damas de branco, todas ditas como irmãs. Gabriela foi tentada á admirar a beleza indescritível e cruel de cada uma, mas a voz firme de Angelo martelava em sua cabeça, alertando-a para ser cautelosa.

– Que comece a iniciação. — Diana se levantou e falou numa voz alta e firme, e no mesmo momento uma rajada de vento desceu sobre os tronos. Os cabelos negros de Diana esvoaçaram pelo vendaval, e seus olhos transpareceram do dourado para o violeta. A garota sentada ao trono, a última do lado esquerdo, se levantou, e suas vestes, que eram antes um vestido branco, transformaram-se em azul. A garota parecia estar vestida pelo mar, pois sua roupa adquirira um tom marítimo que transparecia, parecendo não ter início nem fim. Seus olhos eram azuis e vivos, e seus cabelos tão loiros que eram quase brancos.

– Sua primeira prova será a água. — a garota disse, e de repente um pensamento invadiu a cabeça de Gabriela. "Ela é uma das damas, irmã mais nova de Diana. Seu nome é Ashley, ela é muito bonita, mas também cruel e poderosa. Cuidado dobrado com essa aí!" Era Serena. — Você terá apenas uma chance, se errar, está fora.

– Ashley, não... — uma de suas irmãs ao seu lado tentou contrariá-la, mas Ashley lhe lançou um olhar desafiador e então essa se calou. Diana apenas observava.

E de repente, todas elas sumiram. A arena inteira se desintegrou e Gabriela se viu num mar que não acabava mais. E até que estaria tudo bem, se esse mar tivesse um céu e ar para respirar, mas ao invés disso havia um céu negro que cobria todo o horizonte no qual ela pudesse se situar. A água era pesada e salgada, então ela fez o que lhe veio á cabeça: nadar. Depois de alguns segundo nadando e achando que vencera a prova, Gabriela começou a se cansar, e quando tentou boiar de repente uma onda gigante começou a surgir á sua frente. A onda era muito grande, com mais de cinco metros de altura, e só aumentava. Gabriela se desesperou, esperando alguma ajuda de Angelo ou Serena, quando de repente foi jogada de cabeça no fundo do mar.

Por mais que tentasse, não conseguia subir. O ar foi acabando, e o desespero foi tomando conta de seu corpo. Quando Gabriela começou a fechar os olhos, começou a voltar para a arena e viu de relance Ashley sorrindo, vitoriosa. Então abriu os olhos e decidiu que venceria a prova.

Em vez de tentar subir á tona, Gabriela se concentrou na água. Sabia que não era real, e sabia que não poderia morrer, mas não tinha certeza se conseguia respirar, então seu primeiro passo foi, aos poucos, inspirar, bem aos poucos mesmo. E logo ela estava respirando normalmente, como se a água não fosse mais nada. Convencida de que vencera, porém, uma surpresa lhe era guardada: um gigante tubarão branco surgiu nas águas. Gabriela arregalou os olhos e desesperou-se, certa de que aquela Ashley não era muito normal da cabeça, e começou a nadar para o lado oposto. Por mais que tentasse, porém, o tubarão a alcançava.

Gabriela virou-se para ele, e já sem forças para nadar, concluiu que sua única tática seria lutar. O tubarão lhe arreganhou os dentes, e então ela deu o bote: colocou os dois dedos nos olhos do animal o cegando, e em seguida deu a cotovelada mais forte que pôde em sua cabeça. Ela duvidou se fora forte o bastante, mas o tubarão logo foi afundando, com o crânio rachado e sangue saindo de seus olhos. Gabriela quase pôde ouvir comentários de Angelo e Serena sobre os golpes, mas decidiu se focar no que veria a seguir, pois uma sombra ao longe logo se identificou como um ser abissal assassino: uma lula colossal.

"Cacete!Ashley está abusando, não foi assim com ninguém antes!" Era Serena, enfurecida.

"Gabriela, sua força não será o bastante. Eu acho que essa é a hora de usar a mente.Boa sorte." A voz de Angelo soou fraquejada, como se ele estivesse sofrendo por ela.

A lula colossal era gigantesca, com tentáculos vermelhos cheios de veneno. Gabriela esperou que a criatura se aproximasse mais, e então se arrependeu amargamente de ter deixado o tubarão cair. Por sorte ele ainda estava afundando devagar, então ela nadou mais embaixo e o agarrou o tanto que pôde. Quando a lula se aproximou, com seus olhos gigantes e sanguinários, Gabriela deu o melhor sorriso que pôde e ergueu o grande tubarão nas mãos, o oferecendo ao ser abissal. A lula olhou sem uma expressão ao certo, e subitamente seus tentáculos agarraram o tubarão branco, e em seguida a lula sumiu no mar.

De repente o cenário marinho mudou, e Gabriela foi jogada no chão da arena. As cinco damas estavam lá, e Diana deu um breve sorriso, enquanto Ashley encarava a iniciante com uma sobrancelha. Sem dar nenhuma palavra, Ashley se sentou e tudo ficou mais calmo.

– Parabéns, Gabriela, você passou pelo teste da água. — a irmã á esquerda de Ashley se levantou. Essa tinha uma aparência mais calma, possuía cabelos ruivos e olhos verdes que expressavam paz. — Agora é a vez da Terra. Você terá duas chances, se errar, porém, estará fora. Boa sorte.

Gabriela ouviu as instruções e fechou os olhos, esperando para cair de cara numa montanha, buraco de terra ou algo assim. E num piscar de olhos ela caiu, mas de forma maciça, numa grande floresta. O lugar lhe cheirava bem, e ela pôde enfim ter a chance de respirar profundamente pois o céu ali era tão real quanto o ar. Ela começou a andar, cautelosa, e de repente uma cobra surgiu em seu ombro. Gabriela entrou em pânico, mas rapidamente a cobra passou por ela e foi embora. Continuou andando, ofegando e com medo, e quando ouviu rugidos ao longe decidiu subir na árvore e construir alguma coisa pontiaguda o bastante que pudesse matar o bichano das redondezas, e logo havia construído uma lança de madeira. Foi quando uma pantera negra surgiu por entre a mata, e Gabriela se encolheu no galho no meio do árvore para se camuflar. Porém o animal a viu, e começou a tentar subir a árvore. Assustada, Gabriela não hesitou e quando a pantera quase a alcançou, lhe enfiou a lança. O animal se desintegrou e virou pó, se misturando á terra de forma misteriosa.

O dia foi escurecendo, e ela permanecia em cima do galho, até que vencida pelo cansaço, fechou os olhos e dormiu.

"Ei, o que você tá fazendo, minha filha?Acorda!Acorda, agora! Gabriela, é uma ordem! ACORDA!" Serena gritava em sua mente, mas para Gabriela tudo parecia se misturar á um pesadelo. "Angelo, faz alguma coisa!"

Uma cena começou a se passar na mente de Gabriela, mas dessa vez era genuinamente real. O lugar era um descampado, e o sol estava brilhando forte no horizonte, quando de repente Angelo apareceu á Gabriela, sentou-se ao seu lado e olhou no fundo de seus olhos. "Olha, estamos dividindo o mesmo sonho? Acredita que eu quase achei que aquele mundo era mesmo real? Amanhã é ano novo..." Gabriela falou, serena. Angelo, ao ouvir aquilo, sentiu seu coração partir-se ao meio, pois Gabriela estava realmente desejando aquele sonho. Mas ele teve de acordá-la. "Gabriela, esse mundo é real. E nesse exato momento, você está passando pelo teste da terra, se você dormir, vai perder. Por favor, se lembre! Se lembre de ter caído, lembre da voz, lembre-se do parapeito, de quase ter morrido... Se lembre de mim." Angelo falou, e depois se retirou da mente dela com lágrimas nos olhos. Era horrível vê-la obrigada á passar por aquilo tudo.

Gabriela abriu os olhos subitamente, mas mal teve tempo de pensar, porque no momento em que acordou havia um furacão de terra se aproximando. Ela já não podia ficar ali, então desceu da árvore rapidamente e correu o máximo que pôde, mas o furacão a alcançou e ela foi levada aos ares. Sem saber o que fazer e completamente cega pela terra, Gabriela tentou pensar, mas nada lhe vinha e cabeça, nem uma ideia.

O furacão a levou até um grande buraco no chão, e ela estava prestes a cair quando fechou os olhos, encheu os pulmões e gritou o mais alto e firme que pôde. "PARE AGORA!".

E o furacão de terra parou, jogando-na no chão. Raízes de árvores grossas e negras saíram da terra e agarraram Gabriela, mas ela já estava brava o suficiente para seguir seu instinto. Uma das raízes possuía a extremidade pontiaguda, e Gabriela se atentou á ela para tentar sair dali. Com toda a força que tinha, quebrou aquela raiz e com a sua ponta partiu as outras.

Já ao chão, várias cobras começaram a cercar a garota, que ainda ofegava pelos ataques repentinos. As cobras tinham chocalhos nos rabos, indicando que eram venenosas, mas a primeira que abriu a boca para dar o bote levou um soco, sendo jogado ao longe. Mas as outras vinham e vinham, e Gabriela só tinha uma escolha: matá-las. Com a única arma que tinha em mãos, segurou com firmeza o pedaço de raiz pontiagudo e enfiou na cabeça de uma das cobras. Todas as outras morreram simultaneamente, como se estivessem ligadas, e num piscar de olhos o cenário se desfez novamente e Gabriela caiu na arena onde estavam as damas de branco.

– Ela conseguiu passar no seu teste, irmã. — uma das damas dizia. — E ela não seguiu nenhum dos métodos que os outros usaram!

– E se ela for uma serva das sombras? Diana, você tem certeza de que é seguro? Gabriela se saiu tão bem como se fosse... Como se fosse... — outra dama tentava falar.

– Como se fosse a escolhida. Diga a palavra, irmã! — Ashley revirou os olhos.

– Silêncio! — Diana ordenou, vendo que Gabriela estava assistindo tudo. Acidentalmente, ela havia terminado o teste rápido demais e caíra na arena antes que as irmãs se preparassem para sua volta. Diana a olhou com uma expressão firme e suspirou profundamente. — Parece que teremos de deixar as coisas mais difíceis.

Ashley deu um sorriso malicioso enquanto a dama da terra, Maya, balançava a cabeça visivelmente preocupada.

– Isso será divertido. — Ashley disse. — Que continue... a Iniciação de verdade!

Notas finais
Hey, gente u_u Sei que esse capítulo está GIGANTE, mas juro que serão só esse e mais outros dois, no máximo, porque serão os capítulos da iniciação de Gabriela, e os testes não vão ser moleza, então aproveitem!!! As vagas pras damas de branco já estão feitas, beijinhos para todos, e falem dessa fic para outros leitores, eu agradeço haha *------* Alice