Notas iniciais
HEEEY GNTTT VOLTEEEI Dps de 2 anos, aqui estou eu haha!! Eu sei! Eu demorei PRA CARALHO! SORRY! Mas eu escrevi um cap novo q vai ser a introdução de tudo, e eu espero q vcs entendam o desenrolar da história aos pouquinhos kkk. Eu prometooo que vou escrever mais a partir de agr, vou ver se pelo menos posto um cap por semana Fiquem cm esse cap, e curtam a leitura, mores❣ Desculpa mais uma vez

Definitivamente, estava certo de que deveria procurar de imediato um colégio, pois se tivessem a mínima menção de que eu estava sem estudar, provavelmente retornariam-me para a clínica, lugar onde por um bom tempo não gostaria de ver sequer aquela horrível cor da qual seu interior era preenchido.
Apanhei meu laptop, cujo conteúdo era de extrema relevância, e o coloquei de qualquer maneira no fundo de minha mochila na saída da clínica, para pesquisar nomes de colégios nas proximidades. A única escola que realmente me interessei foi a tão tradicional Saint Mary High School. Parecia bem conhecida pelo visto, mas será que era de tão boa origem quanto diziam? Isso era o que eu iria descobrir agora.
Chegando na comentada escola, logo me espantei ao ver o quão antigo era o prédio à minha frente, o que o tornava mais bonito do realmente é. Mas isso não era de grande importância. Afinal, o que era tão considerável ao ponto de me abismar, era como seu método de tamanha rigidez com a estranha capacidade de obrigar os alunos a tirar notas altas. Talvez seja por sua tão vasta imponência, ou até mesmo pelo orgulho indestrutível com o qual o ser humano faz de alicerce para o seu sustento interno.
Convencido a estudar ali, fiz matrícula, e logo uma simpática e rechonchuda senhora de idade, que, suponho eu, seria a respeitável diretora de digníssima educação, me guiou a cada canto do colégio, mostrando-os. Assim, explicou-me que eu começaria segunda feira, ou seja, passados os três dias, estaria estudando. Mal posso esperar.

***

3 dias depois.

Chegado o tão esperado dia, despertei com o alarme para o qual tinha programado noite passada ecoando em meus tímpanos, para não correr o risco de me atrasar. Sonolento aos extremos, levantei cambaleando da cama, me direcionando ao banheiro e preguiçosamente fiz minhas necessidades. Vesti uma calça jeans preta, a primeira camiseta que encontrei em meu guarda-roupa, uma jaqueta de couro preta, a qual se encontrava jogada em minha cadeira do quarto, e meus velhos all stars. Acomodei a mochila em minhas costas e parti às pressas com a chave de meu carro em minha mão, enquanto usava a outra para pegar uma maçã.
Logo dei partida, mas não tinha o menor ânimo de ir em alta velocidade, muito pelo contrário. Pela primeira vez em toda a minha vida, dirigi o mais lento que pude. Talvez, causa da grande má vontade de encarar as aulas totalmente atormentantes aquela hora da manhã contida em mIm. Durante o percurso, liguei a rádio, e surpreendemente tocava uma música na qual certamente me definia por completo. Blood de My Chemical Romance invadiu meu ser de uma maneira extasiante e peculiar, tendo o incrível poder de me deixar completamente anestesiado do mundo. Cantando junto, traguei de minha maçã, degustando dela com todo o fulgor do momento. Mas de nada adiantara minha lentidão, pois devido a pouca distância da qual minha casa se encontrava de minha nova escola, em instantes, deparei-me estacionado em frente à ela. Observei os vários adolescentes igualmente a mim entrando aos montes, apressados, alguns até caçoando uns aos outros.

Grande dia.

Aguardei longos minutos com o objetivo de esperar todo aquele pessoal entrar, e em um pulo, estava fora do carro. Dei mais alguns passos adiante e, enfim, entrei adentro do portão de ferro, barreirado por dois inspetores nos quais pareciam ter sidos originados de alguma boate, compostos por elegantes ternos impecavelmente pretos, vigiando e monitorando cada um no qual passava por aquela entrada.
Mais confiante do que nunca, andei em passos consideravelmente largos, avistando de primeira outro funcionário nos mesmos trajes dos anteriores, assim como todos daquele recinto. Então logo tratei de pedir informações sobre minha sala, e ele me indicou o caminho por onde eu chegaria. Virei em uma curva a direita, logo passando por um longo corredor, sem um fim aparente, ficando assim, frente a frente à porta que seria minha passagem gratuita ao inferno que viveria por um bom tempo. Matando-me de estudar até o fim do ano... isso se eu não ficasse de recuperação. Merda de vida! Porque o miserável desse médico não me deu o prazer de me ver livre de tudo? E quando eu digo “tudo”, também me refiro às péssimas circunstâncias medidas por esse sem noção. Tenho que descarregar esse ódio em alguém. Antes disso não me virar saudável. Girei lentamente a maçaneta da mesma. Passagem esta que dividia o meu mundo de diversos outros. A professora já estava em classe. Não poderia ficar mais interessante...
— Com licença – disse em alto e claro som para todos presentes da classe. Infelizmente, se quisesse fazer o que bem entendesse, teria que conquistar a confiança e simpatia das pessoas, principalmente da professora, e aparentar ser como qualquer um dali. Sentei-me em um dos primeiros lugares da terceira fileira, podendo sentir olhares curiosos sobre mim.
Tolos.
— Bom dia senhor... – uma jovem e, digamos bela, garota procurava em sua ficha o meu provável nome completo – Andrew Evans, não é mesmo?
— Isso mesmo, ao seu dispor! – disse galanteador, piscando discretamente para ela, escondendo todo o meu desgosto de estar ali atrás de minha infalível máscara de bom garoto, charmoso e conquistador. Rapidamente, lançou-me um olhar lascivo, cheio de segundas intenções.
1 ponto ao meu favor.
As horas pareciam não passar, e isso já estava exaurindo meus pobres neurônios. Quando de repente, meus olhos avistaram uma pessoa a qual eu pensara não poder nunca mais reconhecer de perto. Eu diferenciaria aquele olhar frágil, a maneira sensível de ser, os cabelos acobreados como fogo e o rosto de feições angelicais, de quaisquer outros sem a menor dificuldade. Era ela... minha irmã! Os delicados traços denunciavam sua verdadeira identidade. Uma insuportável pontada no peito surgiu em mim repentinamente, e meu maior desejo no momento, era simplesmente tê-la em meus braços, reconfortá-la, e pedir perdão por de uma forma ou de outra não ter conseguido salvá-la daquele monstro.
Mas me contive.
Uma ligeira impressão de que poderia ser somente um engano se apossou das minhas entranhas. No entanto, era porcerto improvável de ser realmente ela, tendo em vista que April morreu em meus braços... Por esse e outro motivos resolvi me aquietar enquanto era tempo, tomaria as devidas providências e tiraria isso a limpo mais tarde.
Após um tempo interminal e decerto agonizante naquele local, pude enfim, ir para o intervalo das aulas. A escola era demasiado grande comparada as que eu habituava a frequentar antes de toda a tragédia, motivo esse, de eu ter dificuldade de me locomover sem acabar perdido. A quadra era bem ampla e espaçosa, e era onde se encontrava arquibancadas onde pude me sentar sem ser incomodado por terceiros. Estava prestes a colocar meu fone de ouvido, quando eu a vi pela segunda vez. Como eu, ela também tinha se isolado do resto do mundo, não havia ninguém ao seu lado, suponho eu, que seja por motivo pessoal ou apenas porque não esteja afim de se enturmar ou ter qualquer tipo de contato com os alunos, o que eu achei estranho, levando em conta de como ela era bela e com uma aparência meiga.
A partir daquele momento, tomei uma decisão definitiva que levaria-me ao óbito, mas mesmo assim, não deixaria de cumprir. Faria de tudo para exterminar aquela menina. Tinha que fazer isso não só por mim, mas por ter uma necessidade extrema de aliviar minha dor, e como sempre, tirar vidas e extrair toda a esperança das pessoas era um prazer único, decerto minha principal distração. Acabar com as vidinhas de todos aqueles hipócritas seria realmente um alívio para a minha alma, mas infelizmente, não poderia arriscar ser internado novamente. Apesar de não ter cometido muitos assassinatos, — somente alguns no manicômio que jamais foram e serão descobertos — tive a chance de absorver características próprias de uma pessoa cruel e sem escrúpulos nessa temporada. Tinha consciência de que esse desejo de ver o sangue rubro derramado, era por conta do meu infeliz trauma ocorrido na infância. Mas para falar a verdade, não dava relevância a tal fato. Eu ter me tornado um indivíduo sádico e perverso foi uma grande bênção para mim. Assim, meu ego interior não se manifestaria mais com situações como essa. Meu coração já não batia como antes, era frio, e minha essência fora arrancada sem piedade e sugada por um sentimento vil.
O resquício da minha humanidade simplesmente secara.

Caminhei em passos lentos, porém determinados até meu próximo alvo. Teria que me esforçar para convencê-la a se entregar para mim, ficando vulnerável o suficiente para poder eliminá-la. Mas não sem antes aproveitar um pouco do seu corpo que era senão originado de um anjo, era de um demônio. Suas curvas eram sinuosas, sua cintura esbelta e suas coxas torneadas; sua pele cor de alabastro, aparentava uma maciez sem igual; e não poderia deixar de notar sua característica crucial da qual não me restou dúvidas de que sua aparência era da mais verossímil semelhança com a de April; seus fios carmim e brilhantes, de uma intenso tão vivaz como um dia meu passado já fora.
Detive-me em sua frente, e permanecia estagnado até que a mesma me reparasse. Inclinou sua cabeça, juntamente com seu tronco e direcionou seu olhar para o meu, e pude constatar de perto pela primeira vez , como sua expressão curiosa me assombrava. Ficamos nos encarando por alguns segundo que pareceram séculos, até que senti meus lábios se curvarem automaticamente em um sorriso sedutor, fazendo a até então desconhecida arquear uma sobrancelha.
— Olá, é um grande prazer conhecê-la, senhorita. – peguei sua mão e repousei meus lábios levemente na pele alva e sedosa. Suas maçãs do rosto ruborizaram antes mesmo de eu terminar de me apresentar, resultando em um rosado natural e adorável que causou-me um atordoamento e me fizera quase cair em tentação. Quase. — Meu nome é Andrew, espero não estar incomodando seu horário vago.
— O prazer é todo meu, senhor Andrew! Meu nome é Sophia. Posso certificar a você que não está de forma alguma incomodando. – ela sorriu inocentemente, expondo seus dentes completamente alinhados e perolados. Ela tinha uma aura iluminada e deliciosamente ingênua. Pobre moça... mal sabia com quem estava lidando. Iria ser mais fácil do que o esperado.
Começamos a conversar, enquanto a todo o instante insinuações eram feitas por minha parte, deixando-a sem graça e confusa. Era tão cômico vê-la tão desnorteada e deslumbrada como uma mosca presa na teia de uma aranha, sem saber do perigo próximo. Gargalhei com escárnio por dentro com minha rápida relação. Aproveitei a proximidade, e tirei uma mecha de cabelo rebelde do seu rosto e a coloquei atrás de sua orelha, Sophia se afastou em um impulso, parecendo se incomodar com tamanha ousadia, o que me deixou mais encantado com minha mais nova vítima. Ela era tão doce e gentil, exalava uma fragrância que inebriava-me por completo. Estava ensandecido por aquela mulher. Aos poucos, tinha certeza de que iria adquirir sua segurança. Já havia caído em minha armadilha, e não deixaria de modo nenhum escapar do meu objetivo. Pois no fim das contas, iria tê-la por bem, ou por mal.

Notas finais
MEEEU, OQ SERÁ Q ESSE ANDREW VAI FZR KKK Eu sei, dei um toque mais apimentado na história ♤♤ Me baseei em muitos livros e fanfics que eu leio de assassinos e essas coisas, bom, me esforçei ao máximo para ele parecer REALMENTE um insano kkkk. Mas dps vcs vão começar a entender pq ele ficou assim e a outra versão da hist kkkk OPS FALEI D+!! Espero q tenham se amarrado aí cm o novo casal kkk, eu shippo ♡ Bjuu e até o próx cap ♡♡♡