A Constante da Bad

23 Capítulo 23 - Hard, o tapa e Mau, um amigo do passado.


Notas iniciais
É, depois de um boooooooooom tempo voltei a escrever. Me processa.

Nossa velho, como eu estava cansado. Os dias parecem que passam cada vez mais devagar. Estava literalmente podre na minha cama. Acordei, olhei para o lado, vi o Vinny e apenas sorri. Fiquei contente de vê-lo ao meu lado. Não existe algo mais gostoso ou relaxante do que ter alguém que você realmente gosta contigo. Isso é incrível. Indescritível.

Parei e fiquei apenas observando, os seus olhos, sua boca, nariz, orelhas, sobrancelhas, aquele cabelo desgrenhado que com certeza quando ele acordar ele vai querer pentear, nesse ponto o Vinny é muito organizado, ele odeia que o seu cabelo fique bagunçado e percebi que nós dois estávamos só de cueca.

Ele acorda, olha pra mim, dentro dos meus olhos, e, percebo que com ele eu estou seguro, nada pode me fazer mal, não enquanto eu estiver com ele. Chega ser engraçado isso, porque nunca achei que precisaria de ninguém, sempre tive meus brinquedos, meu videogame, eu nunca quis nem precisei ao menos de alguém.

– Bom dia, anjo.

– Bom dia, amor.

– Dormiu bem? – Ele perguntou – Eu tive um sonho ótimo.

– É mesmo? Com o que foi?

– Eu sonhei que dormia na sua casa, a gente estava agarradinho e quando eu acordei você já tinha acordado, ficávamos nos entreolhando, eu contava de um sonho que tive e depois fazíamos sexo selvagem.

– Mesmo?

– Juro. – Ele fez um gesto com dois dedos – Palavra de escoteiro.

– Bom – Eu disse começando a beijar-lhe – Acho que podemos fazer isso ser realidade, não?

– Eu acho que sim – Vinny disse tentando recuperar o ar já que não conseguia respirar de tanto eu o beijar – Mas a porta tá trancada?

– É lógico, eu sempre tranco.

E então, nós começamos a nos beijar loucamente. Eu o beijava cada vez mais intenso, com mais vontade, com mais desejo, não sei o que deu em mim, àquela hora eu estava loucamente excitado, completamente excitado, eu me sentia praticamente um animal naquele momento.

Eu o beijava de forma cada vez mais intensa. Ele sentou-se na cama e me colocou no colo dele e senti parte por parte do seu duro perto da minha bunda. Gemi baixo, embora ele ainda não tenha me penetrado, agarrei as costas dele deixando várias marcas, arranhões superficiais e outros bem profundos, aproximei minha boca ao pescoço dele e comecei a dar vários chupões nele, ficamos em média uns quinze minutos só nisso, ou seja, um lado do pescoço dele praticamente estava somente roxo.

Eis que ele me jogou sentado na cama e ele no meu colo, começou também a deixar várias marcas, porém, não se limitou ao pescoço, ele foi descendo e deixou um coração de chupões no meu tórax. E foi descendo, descendo, descendo, até chegar à minha cueca, onde mordia o elástico, mordia meu pau sobre a cueca, o beijava, brincava com ele por cima da cueca até que finalmente com a boca ele tirou a cueca e começou a chupar. O boquinha gostosa viu, ele chupava com muita vontade, com sede, chupava como se aquele fosse o último pau que ele fosse ver na vida.

– Amor – Disse eu gemendo – Eu vou gozar.

E ele continuou chupando e com intensidade maior ainda.

– Amor – Disse mais alto – Eu vou gozar.

E ele continuou chupando com mais intensidade.

Eu gozei na cara e na boca dele e gemi meio alto, para ser sincero.

Ele sentou, colocou o pau dele pra fora e disse:

– Chupa.

Como não nego nada que me oferecem, fiquei de quatro e comecei a chupar o pau dele, da mesma forma que ele me chupou, muito intenso e com um desejo muito forte, eu queria muito aquele pau e queria sentir o gozo dele na minha boca. Então eu chupei forte, muito forte (tomando cuidado com meus dentes, lógico), e continuei, continuei, continuei durante um loooooooongo tempo, até achei estranho que ele não gozou no período que geralmente goza. Quando senti que ele estava próximo de gozar, que comecei a chupar de uma forma muito mais forte, ele me puxou forte pelo cabelo e disse:

– Deixa eu fuder essa bundinha.

Virei-me ao lado oposto que estava, com a bundinha empinada, pronta pra ele meter, quando ele soltou um tapa que eu não estava esperando. Ele carregou o máximo que pode da mão, preparou e deu o tapa, fazendo com que eu gemesse bem alto. Novamente ele deu outro tapa, com a outra mão. Assim repetindo, na minha contagem, foram 18 tapas até ele realmente colocar o pau grosso dele em mim. Ele encaixou o pau dele na minha bunda e fez pressão bem forte, pra que entrasse tudo de uma vez e gemi bem alto. Metia forte e aumentando cada vez mais, puxando meu cabelo, quando mais forte ele metia, mas forte ele puxava meu cabelo. Ele fodia com tanta força que tive que morder a fronha do travesseiro pra aguentar a força que ele estava colocando.

– Isso, ah. Que delicia. Que cuzinho gostoso. – Ele dizia enquanto metia.

Preciso confessar, ele socou com tanta força, que até chegou a escorrer uma gota de sangue, mas ignorei porque estava muito prazeroso, até que ele gozou. Ele puxou meu cabelo tão forte que até achei que ia arrancar cabelo da minha cabeça. Senti o gozo dele escorrendo pela minha bunda enquanto ainda o ouvia gemer levemente atrás de mim.

A campainha tocou e tanto eu quanto o Vinny paramos pra ouvir. (Sim, ele ainda estava com o pau dele na minha bunda).

– Oi Mau! Quanto tempo – Ouvi minha mãe dizendo – Não sei se o Gan tá acordado, espera um minutinho tá? Quer entrar? – Não deu pra ouvir a resposta dele – Espera aqui tá? Senta ai, pode ligar a TV se quiser.

Ouvi-a subindo as escadas chegando cada vez mais perto do quarto. Eu e o Vinny demos um último beijo, ele saiu correndo pra colocar a roupa de um lado e eu corri pro outro. Trocamos-nos em segundos. Toc Toc Toc na porta.

– FALA! – Gritei.

– Olha como tu fala comigo, seu filho da puta. Vim avisar que o Maurício ta ai querendo falar com você. Vai lá atender o menino.

– TO DESCENDO.

Terminei de me trocar e corri lá pra baixo.

– Mau! Quanto tempo! Que saudade sua, viado!

– G! Minha bixinha favorita! – Ele viu o Vinny – Quem é o bofe?

– Ah, Mau, esse é o Vinny, meu namorado.

– Ah sim, oi Vinny, prazer – e eles apertaram as mãos – prazer em te conhecer. Mas acho que quem te da prazer na verdade é o Gan.

Vi o Vinny corar.

– Na verdade a gente acabou de transar.

Vi que o Vinny ficou sem reação e muito vermelho; eu e o Mau começamos a rir simultaneamente e muito alto.

– Você é foda, G. Tinha esquecido isso.

– Também, você nunca mais aparece aqui.

– Então, tenho que te apresentar meu namorado também, tava esperando você descer pra eu te apresentar ele.

– E onde ele tá? – Perguntei.

– Lá fora, posso ir chamar ele?

– Claro que sim, vai lá.

Ele foi até a porta, colocou a cara pra fora e chamou alguém, e quando entrou, eu e o Vinny ficamos sem chão, chocados com a situação.

– Oi gente. Oi brother.

Era o Math. O MEU ANTIGO BFF TÁ NAMORANDO O IRMÃO DO MEU NAMORADO.

Notas finais
Peço o favor que entre em contato comigo para que eu saiba se devo continuar a história ou não . Facebook: Vinícius André Junqueira Email: viihzin@hotmail.com, eu ficaria muito grato. De verdade.