A Chance to Change [HIATUS]

4 Bulgária vs Irlanda


Notas iniciais
Boa leitura e leiam as notas finais.

O entardecer foi chegando e com ele, uma atmosfera de excitação invadiu o acampamento. O crepúsculo no horizonte estava radiante, rasgando o céu em uma infinidade de cores que combinavam.

Inspirei feliz. A longa caminhada de manhã estava sendo compensada.

Agora, ambulantes aparatavam em cada metro a todo instante, empurrando um carrinho recheado de artefatos bastante curiosos. Apenas um terço do que possuía, eu conseguia identificar.

Mais cedo, o Sr. Crouch, grande ídolo de Percy apareceu na tenda, juntamente com Ludo Bagman, um antigo grande batedor da seleção da Inglaterra; além de Chefe da Seção de Jogos e Esportes Mágicos, vieram à nossa tenda. Ludo não era um homem novo e nem tão velho, cabelos louros e uma personalidade imperativa.

Sinceramente? Ludo Bagman aos meus olhos e pensamentos tinha um jeito meio... Retardado? Não sei ao certo.

A cada minuto que se passava minha admiração ao evento apenas crescia. As coisas eram mais incríveis do que as imagens que minha mente criava.

Nunca havia visto tantos bruxos em um mesmo locar, depois do Beco Diagonal e Hogwarts; ainda comparando com a Copa, estes ficam no chinelo.

Outro fato que tenho a comentar é sobre as barracas. Elas eram enfeitiçadas! Pergunto-me como não tinha imaginado isso. Dentro, o espaço equivalia à um apartamento mediano. Sensacional! Amo magia!

Aparatar era fantástico. Claro que para quem sabia; e ver esses vendedores apenas atiçava mais a minha vontade de tentar.

Andávamos a caminho do estádio desviando constantemente de membros do Ministério que afugentavam qualquer vestígio mágico que pudesse chamar a atenção dos nascidos trouxas; sem contar nos ambulantes. Sabem como é, a gente nunca sabe para onde eles vão aparatar.

– Guardei o meu dinheiro todo do verão para o dia de hoje – Rony confessava a nós, enquanto observava indeciso para todos aqueles objetos mirabolantes e chamativos.

No final, acabou que levou um chapéu verde com trevos que se mexiam, uma roseta verde – bem grande – e uma pequena figura de Vitor Krum, apanhador da Bulgária e bem... Este também se mexia.

Logo se arrependeu, pois Harry saiu em disparada para um carrinho logo ao lado, indicando uns binóculos – doidos – com vários botões – doidos. O homem que empurrava o carrinho nos explicou que eles possibilitavam rever os lances em câmera lenta.

– Wow! – exclamei excitada. Como é que uma coisa dessas ficou fora do meu alcance por tanto tempo?

Ofícios de observadora. Imagine quantas coisas poderia comprovar com isto?

Rony praguejou algo sobre ter se precipitado em levar o chapéu escândalo.

– Quatro, por favor – Harry pediu.

– Não... Precisa... – tarde demais Rony. Suas orelhas ficaram vermelhas. Sempre ficava constrangido, pelo fato de Harry possuir muito dinheiro. Muito mais que Hermione, ele e eu junto, apenas constando.

– Ah, eu aceito! – peguei um deles empolgada – Ia levar um desses de qualquer jeito. Harry, este ano o seu presente de natal vai ser gordo! – as palavras saíam da minha boca, enquanto meus olhos estavam fixos ao aparelho.

– Quanto eu, não vou te dar mais nada de natal... – insistindo para que o ruivo pegasse os onióculos, estendendo outro à Hermione, que agradeceu em seu tom usual de educação.

– Eu compro os programas...

– A gente pode dividir, Mione! – vi-a assentir.

Alguns passos mais, acabamos encontrando todo o pessoal, no mesmo instante que um gongo de matar os pobres ouvidos de qualquer um soou perto da floresta. Incontáveis lanternas coloridas foram acesas dentre as árvores, iluminando certa trilha, que suponho que nos levaria ao local do tão esperado jogo.

– Está na hora! – o Sr. Weasley anunciou.

Exceto Fred e Jorge, todos tinham comprado algo para torcer.

A partida estava colocando muita coisa em jogo, além do troféu para a seleção vencedora, havia todo o dinheiro que os gêmeos haviam apostado com Bagman mais cedo. Era tudo que eles tinham e por céus, eu torcia mesmo para que eles não perdessem tudo. Eu sentiria demais; eles não mereciam. Eles disseram que Krum apanharia o pomo, mas a Irlanda venceria... Que Merlin os ouça!

Atravessamos a trilha, dando de cara com uma arena de paredes douradas que cercavam o campo. Acho que ali caberia uma nação inteira.

O Sr. Weasley entregou as entradas para uma mulher do Ministério que gritava logo na entrada.

Estava tudo um luxo!

E num empurra-empurra irritante, as pessoas foram se dispersando para os vários níveis de arquibancadas. Os nossos lugares eram no ponto mais alto.

Sentia meu sangue vibrar em cada veia. Quando alcançamos o mais alto, permiti-me fitar o estádio que aos poucos ia sendo preenchido por mais e mais torcedores.

Toda essa aura mágica envolvendo o estádio era maravilhosa. Um arrepio passou enquanto continuava a observar todas as pessoas que se locomoviam pelas arquibancadas.

Havia um telão que no momento exibia anúncios um tanto que... Inusitados, já que ninguém estava em campo ainda.

– Dobby? – a fala incrédula de Harry nos chamou atenção.

Olhei para a mesma direção que ele, encontrando uma figura extremamente fofa. Porém não era Dobby; tinha olhos castanhos e o nariz quase no tamanho de um tomate e pelo que Harry havia descrito, os olhos de Dobby eram verdes, como duas bolas de tênis. Parecia uma garota, em forma de elfo, é claro.

– O senhor me chamou de Dobby? – sua voz com certeza também era diferente. Era aguda, de arranhar os tímpanos – Não sou Dobby, mas conheço Dobby, meu senhor!

Então era assim que um elfo era. Olhar a não-sou-Dobby me dava uma vontade assassina de a apertar e cutucar infinitamente.

– Meu nome é Winky, meu senhor... E o senhor, Harry Potter. Dobby fala do senhor sempre.

– E como vai ele? Bem?

– A liberdade está subindo a cabeça dele – revelava triste – Está exigindo pagamento pelo trabalho, meu senhor!

– E daí? Qualquer um faz isso – abri a boca sem querer.

– Elfos domésticos não recebem pagamento, senhora. Elfos não nasceram para se divertir. Elfos fazem o que são mandados a fazer e... E... – seus olhos castanhos mudaram de foco para todas as direções – Eu não gosto de altura. Meu dono... Meu dono quer que eu guarde um lugar a ele, Harry Potter e Winky é um bom elfo! – sua vozinha fina exalava determinação.

– Esquisitos não?

– Dobby era mais estranho ainda.

– Eu acho fofo! – confessei.

Hermione lia o programa, enquanto permanecíamos desvendando os mistérios dos onióculos. E o camarote apenas ia se enchendo mais. O Sr. Weasley apertava a mão de vários bruxos, que creio serem de grande influência; Percy se levantava todas às vezes em um pulo para fazer o mesmo.

Quando o Ministro da Magia, Cornélio Fudge apareceu acompanhado de um búlgaro, Percy exagerou tanto que seus óculos quebraram-se em dois. Tive que mudar meu olhar de direção para que uma gargalhada escandalosa se apossasse de mim.

Não garantia que iria parar depressa.

Fudge tentava a todo custo situar o outro homem de que o garoto que estava à sua frente era Harry Potter. Utilizava de todos os termos chaves possíveis como: “O menino que sobreviveu”; “Você-Sabe-Quem atacou”, contudo ele só foi perceber quando a cicatriz em forma de raio se tornou visível.

– Preciso do Bartô, não sou especializado em tantas línguas como ele, sabem... – murmurava – Aí vem Lúcio! – seu tom aumentou.

Todos nos viramos em direção ao homem que avançava a caminho dos lugares vazios, logo atrás do Sr. Weasley. Junto dele, estavam Draco e uma mulher bem bonita – aos meus olhos – que julgo ser a mãe do Malfoy.

Meu estômago se embrulhou. Até aqui ele nos perseguia. Nossos olhares se cruzaram rapidamente, causando-me um desconforto. De súbito, toda a magia envolvente no ar parecia ter sumido.

Lúcio iniciou uma cena de exibição patética com o Ministro ao mesmo tempo em que apresentava sua família. Então a mulher era sua esposa. Pobre criatura.

– ... Conhece Arthur, Weasley, suponho?

Os homens mais velhos trocaram olhares significantes e a atmosfera se tornou tensa.

Não os julgo mal, a última vez que se encontraram fora na: Floreios e Borrões, onde as coisas não terminaram civilizadas. A quem eu quero enganar... A briga foi excelente! Ficava um pouco empolgada só em lembrar como o Sr. Weasley havia jogado Lúcio contra uma das estantes da livraria.

Está aí uma lembrança a qual valia a pena recordar vivamente.

Os olhos azuis acinzentados tão conhecidos pararam para analisar frivolamente.

– O que você vendeu para conseguir esses lugares, Arthur – disse baixo – Sua barraca não daria pra tudo isso.

– Lúcio acaba de fazer uma doação generosa ao St. Mungus e está aqui como meu convidado – comentava Fudge distraído.

– Que ótimo – o Sr. Weasley disse com um sorriso forçado e o rosto corado, da mesma maneira que Rony ficava em relação à herança de Harry.

Os olhos de Lúcio pairaram sobre mim, alternando o olhar gélido e de nojo para Hermione também. Devolvi de maneira petulante e de soslaio, percebi que Hermione estava um pouco acanhada e nem por isso piscava também.

Esse olhar dele eu conhecia bem, era o mesmo que o filho fazia questão de direcionar à nós duas toda vez que trombávamos em Hogwarts.

Ter sangue-puro não os tornava superiores, nem aqui e nem em Azkaban.

– Potter... Weasley... Granger e... Cattleford – cuspiu o meu sobrenome.

Eu sei bem do que ele realmente queria me chamar, porém na frente do Ministro não.

– Malfoy – devolvi com a mesma entonação – Sr. e Sra. Malfoy – cumprimentei-os com um sorriso escárnio.

Lúcio quase teve um ataque com a minha ousadia de me dirigir a ele sem permissão.

Harriet 1 x 0 Malfoy’s

Quem estava vermelho agora era ele. A mulher permaneceu inexpressiva; que exibida. Por um momento achei que ela tinha sorrido pra mim, que baboseira.

O pai de Malfoy avançou para seus respectivos lugares com a rapidez de uma cobra e poucos segundos depois, Ludo Bagman surgia no camarote.

– Podemos começar? – o mesmo perguntou, obtendo respostas positivas – Sonorus! – proferiu com a varinha apontada pra sua própria garganta e sua voz ecoou por cada pedaço do estádio.

O local que se encontrava em uma bagunça, foi se aquietando assim que todos os telespectadores perceberam que o evento estava para começar. Bagman introduziu com palavras motivadoras, deixando os torcedores ainda mais alucinados.

– Bulgária: zero; Irlanda: zero – o vozeirão ressoava de todos os cantos – Agora, sem mais delongas, com vocês: mascotes do time búlgaro!

Os torcedores da Bulgária vibraram em aprovação.

– Oh! – tapei minha boca com uma das mãos, retirando-a logo em seguida – São veela.

Eram criaturas femininas com poderes de enfeitiçar qualquer homem pela beleza. Têm um temperamento explosivo e às vezes, conseguem lançar bolas de fogo.

Elas iniciaram um número de dança, levando a atenção de quase toda população masculina, deixando todos meio... Lesados, distantes.

– Harry! – gritei assim que o vi com uma das pernas tentando passar por cima da borda do camarote – O que pensa que está fazendo?

A música terminou e tanto ele quanto Rony aparentava sair do transe. Porém, vejo que me precipitei. Rony tinha o chapéu em mãos, arrancando os trevos.

– Você vai querer isso quando a Irlanda for anunciada – Hermione o segurou, entretanto, eles continuavam no mesmo estado de transe.

Empurramo-los para os bancos, ficando de frente.

– Vocês são dois fracotes! – acusei irritada.

– E agora... Vez da Irlanda!

Um cometa verde surgiu no estádio, locomovendo-se com voltas por todo o campo, indo em direção às balizas, criando depois um arco-íris.

A torcida exclamava eufórica.

O show de cores do arco-íris foi sumindo, suas extremidades cada vez mais curtas e próximas, dando lugar a um grande trevo que voou mais alto ainda, lançando uma espécie de chuva de moedas.

Rony iniciou um berreiro de tão contente, ainda assim não era o único.

– Toma aqui, Harry, pelo onióculos... Agora vai ter que me dar presente de natal – gargalhou.

De relance, vi Malfoy cruzar os braços, com uma expressão enfezada.

Essa foi a última coisa que fez sentido até o time da Bulgária entrar.

Gritos ensurdecedores dos fãs. A cada nome pronunciado, meu rosto se retorcia ainda mais em uma careta. Como é que eles lembram-se de todos esses ‘’ova” e “sky” e sei lá mais o quê? Por último vinha Krum... O mais fácil de decorar.

Tinha uma postura rígida, era magro e bem... Suas sobrancelhas me assustavam, davam-lhe certo ar de tenebroso.

Rony era apenas mais um dos loucos nessa multidão fascinados com o apanhador búlgado.

– Agora com vocês...Vamos saudar a equipe nacional de quadribol da Irlanda!

Um por um, foram surgindo sobre suas vassouras na mesma sequencia em que os nomes eram chamados e... Novamente, eu sabia apenas o nome do apanhador, Lynch.

Em seguida, ainda do alto, um homem de estatura baixa e pequena tomou palavra dando início à partida.

– É Muiler! Troy! Moran! Dimirrov! De volta Muiler! Troy! Levski! Moran!

Meus olhos iam de lá pra cá, apenas acompanhando a goles, já que não fazia ideia de quem era quem ao certo.

De repente, senti algo roçar em meu braço, olhei para o lado e só vi uma Hermione mordendo a boca, apreensiva. Balancei a cabeça em sinal de negação e tentei me concentrar no jogo novamente, mas o roçar veio de novo e mais intenso.

Olhei para os lados, confusa, não tinha nada e muito menos ninguém se encostando a mim. Mas o que estava acontecendo? Isso é o sono?

Enquanto houver luz, não haverá trevas...

Virei minha cabeça para todas as direções possíveis.

– Vocês escutaram isso? – perguntei assustada.

– O quê? – Rony rebateu divertido – Os gritos dos torcedores? Que não iria? Irlanda é o máximo! – virou-se de volta para o jogo.

– Você está bem, Harriet? – Hermione me encarou preocupada. Apenas assenti.

Você precisa agir...

Mirei todas as pessoas ao meu redor, procurando pelo causador e nada. Todos estavam distraídos demais; além disso, a voz vinha de dentro da minha mente.

Antes que seja tarde demais...

AVADA KEDRAVA!

– Ah! – gemi, sentindo meus joelhos fraquejarem.

Um flash verde passou pela minha cabeça, causando-me uma dor oscilante.

– Harriet! – Hermione me chamou, fazendo com que Harry e Rony desgrudassem os olhos da partida.

Estava apoiada na barra do camarote, ofegante e levemente suada.

– O que houve?

– H-h-havia alguém falando comigo – contei trêmula.

– Bobagem!

– Rony!

– Deixa, Mione, estou bem. Rony tem razão.

– Tem certeza, Harriet?

– Tenho, Harry. Vou... Vou pra fora respirar um ar, toda essa gente está me sufocando.

– Tudo bem – concordaram de imediato.

Senti o olhar de Hermione me seguir com uma feição preocupada. Não podia contar tudo.

Avada Kedrava. Uma das três Maldições Imperdoáveis. O que isso queria dizer? Alguém... Morreria? NÃO! Não poderia ser.

Chegando à parte de fora do estádio, permiti-me respirar e inspirar fundo. Os berros de comemoração ainda podiam ser ouvidos.

Irlanda liderava por muito. Sinal de que as apostas de Fred e Jorge estavam nos eixos. Faltava o Krum apanhar o pomo e eles ganhariam de Ludo.

– Pelo menos isso... – sussurrei cansada, com os olhos fechados e apenas uma pequena parte do corpo encostada contra a parede dourada.

– O que foi Sangue-ruim? Coisa demais para uma nojentinha como você aguentar? – aquela voz tipicamente fria invadiu os meus ouvidos.

Dei um pulo para o alto, novamente com o coração batendo descompassadamente.

– Desde quando você está aí, Malfoy? Como veio para aqui, a propósito? – questionei ainda com o coração na mão.

– Não te interessa, Cattleford – o tom arrogante certamente assustaria qualquer outra pessoa, mas não a mim – Vim parar aqui com as pernas é claro – de arrogante à sarcástico.

– Há! Há! Há! Já pode virar palhaço em tempo integral, Malfoy.

Depressa!

– Uh! – apoiei-me em minhas pernas, mordendo minha boca com força.

– Mas o que você tem, Sangue-ruim?

– Não te interessa, Malfoy – respondi de maneira impertinente, assim como ele fez comigo.

– Cattleford, Cattleford... Quantas vezes vou ter que te dizer que não se deve falar assim com um Malfoy? – seu tom era ameaçador.

Podia ouvir seus passos agora, estava se aproximando.

– Quantas vezes vou ter que te dizer que me orgulho dos pais que eu tenho, diferente de você? – o atrevimento surgiu assim que me recompus.

– O que você quis dizer com isso? – cerrou os olhos, dando mais um passo adiante.

– Prefiro ter pais que não possuem nenhum elo mágico no sangue à um bandido como o seu pai – cuspi.

O que veio a seguir foi muito rápido. Nem eu sabia o que havia acontecido, até uma dor invadir as minhas costas.

Havia sido jogada contra a parede, chocando minhas costas nas douradas paredes com violência.

– Além de sonserino desprezível é um covarde também? – franzi o cenho, irritada – Como você ousa fazer isso com...

– Cala a boca, Cattleford! – havia um percentual de nervosismo na fala.

Vi ele alisar os cabelos com a mão, saindo em seguida.

– Cabeça de bagre... Loira aguada... – arfei, ainda sentindo as consequências do choque.

Esperei que mais alguns minutos se passassem para regressar ao jogo.

Avada Kedrava. Isso era um sinal. Alguém iria morrer e... Essa é a minha missão, então? Salvar alguém da morte? Quem?

Notas finais
Gente, esse capítulo foi bem mais compridinho, então me amem loucamente -n Pelo amor de Merlin, meu povo! Por quê vocês fazem isso comigo? Não comentam, deixam a minha pessoa no vácuo :c Não se deseja isso nem ao seu pior inimigo! Comentem nem que seja um "Li"; "Oi"; "Bu"... Tudo serve, pra vocês verem o desespero do ser aqui. É só isso, hasta la vista, baby