Notas iniciais
A DARK VOLTOU!!!! Sentiram minha falta? Chip: Você fez a prova e morreu? Eu sei que vcs podem estar se perguntando o que diabos aconteceu comigo e bem... Entre bloqueio de escrita, falta de tempo, estresse e desânimo, qual vcs preferem? ^^' kkkkkkk Na verdade a minha desculpa maior é que estou enrolada com uma fic de outra categoria e a cada vez que eu escrevo, ela fica maior e maior. Acabei de chegar na metade em 2 meses e olha que é uma oneshot. Chip: Progresso de tartaruga, hahaha. Então pessoinhas lindas, ultimamente essas semanas eu tenho focado pra terminar essa fanfic logo e poder fazer as outras de IE que eu quero escrever há tempos, mas pra isso preciso organizar melhor meu tempo porque sempre que pego a caneta na mão tenho minhas obrigações da vida pra resolver, tá osso .-. Chip: Se não fosse enrolada feito uma cobra e não acumulasse tudo... Contudo! Em Dezembro e Janeiro eu prometo algumas novidades e ajudar a animar mais a categoria de IE. Somente no fim desse mês que infelizmente eu não vou passar as festas online com vcs porque pretendo viajar (que chato, justamente perto do aniversário de A Chance For You :/ ). Mas eu dou um jeito ^^ Chega de enrolar e vou me DESDOBRAR. Estou determinada. Chip: CHEGA DE UNDERTALE! Você já jogou aquilo um monte de vezes! Por hora gente eu postarei esse capítulo curtinho só pra vcs saberem que eu tô viva xP Mais tarde lá pelas onze ou meia noite eu solto uma outra coisa. Chip: Ela ainda vai ver o que postar. Tradução do capítulo: Sorrisos. Chip: Ela me ignorou ;-; Dark: Calma criatura, eu também tenho planos pra vc. Fica quietinho aí na minha mente porque já tenho um monte de coisa pra pensar e fazer ¬¬' Chip: Okay '-'

Aquele albino idiota. Tão pálido que mais parecia um vampiro dos olhos cinzentos e frios como um robô. E o sorrisinho típico e imensurável que possui. Todo o conjunto que atende pelo nome Gamma, te provoca ódio.

Duvidava que existisse uma só criatura que pudesse gostar, ou que até mesmo o infeliz tivesse afeto. E de tudo o que mais tem para desagradar, o sorriso é o pior. Em todo lugar, a todo tempo, ele surgia e te aborrecia. Se Gamma não tivesse boca seria muito mais fácil tolerá-lo.

Mas não... Tinha que nascer com aquele sorriso quase maior que o seu ego. Impossível saber como conseguia expressar tanto sentimento, a maioria ruim em sua opinião; com este simples gesto.

Um exemplo, ele sempre aparecia debochando de suas fraquezas, te deixando doida para esganá-lo.

O sorriso sádico te acertava como uma flecha por trás. Parece que estava pronto para te machucar, causando-lhe arrepios de medo.

Provocação era o que mais irritava, semelhante ao de deboche. Mas a diferença é que junto do olhar, dizia: Você vale alguma coisa? Mostre pra mim que estou errado.

Por mais que detestasse admitir, o sorriso sexy lhe atiçava a ponto de perder a compostura e se humilhar para ele.

Era assim e jamais mudava. De dia, na frente de todos, o albino e você travavam uma guerra fria. O orgulho sempre de pé, os mistérios muito bem escondidos debaixo de sete chaves, ninguém sabia de nada. À luz do sol, ambos combinavam de se esconder com máscaras.

Agora...

Na calada da noite trazida pelo crepúsculo, você aguardava deitada na cama, a cabeça apoiada na mão. Ele estava atrasado. Na verdade fazia questão disso só para deixá-la irada.

— Esperando muito tempo, amor?

O cara de pau aparece na porta fazendo pose. Sorriso sacana, pervertido, com direito a lambidinha nos próprios lábios. Felizmente nessas horas não há conversa ou enrolação, nada existe. Provocação virava beijos quentes, arrogância dava lugar às palavras doces e ambos perdiam os escrúpulos.

Entre quatro paredes de concreto, onde só a lua era testemunha, você e ele se entregavam aos delírios do prazer, ignorando as máscaras diárias. Não tinha mais segredos. Ambos se revelavam um ao outro e a verdade que tanto ocultavam dos outros, aparecia ali, nua e crua.

As palavras rudes e orgulhosas se transformavam em sussurros carinhosos ao pé do ouvido, que te arrepiam com o toque da respiração dele em seu lóbulo. Os gestos variam entre tocar, mordiscar, lamber. Com intensidades tão diferentes, que não conseguia conter seus próprios gemidos. Às vezes suaves e outras, selvagem, ou até uma mistura dos dois.

Você também procura não ficar para trás. Gostava de apertar com força a pele alva dele só para ter o deleite de vê-lo com suas marcas, sejam chupões ou arranhões. Mas acima de tudo, preferia bancar a dominadora. Provar que não tinha que ficar só a mercê do albino nessa brincadeira de bagunçar a cama.

E aquele sorriso que tanto detestava, estava ali presente, mas com o intuito de apimentar e não de irritar, de dar amor. A noite agitada é finalizada quando a aurora intrometida dá as caras. Apenas um dos dois permanece deitado contemplando o espaço vazio. Hora de recolocar as máscaras, a diversão viria de novo daqui há algumas horas. Enquanto isso, à luz do dia, vocês se comunicam entre tapas de desprezo.

No entanto, algo inusitado aconteceu. Você tem a cintura enlaçada por uma mão firme. Seu corpo é virado para que seus olhos encontrem duas orbes cinza grafite, qual você conhece como ninguém. Curiosa e confusa, decide encará-lo como se o albino estivesse louco. Rapidamente pensou que se tratava de uma competição de olhares.

Porém após um tempo, você indaga aquilo que poderia ser mais plausível.

— Você bebeu?

— Estou mais sóbrio do que nunca.

— Não quero saber dos seus joguinhos, Gamma. Não aqui, não agora e não desse jeito. — Você deus ênfase na última palavra. Isso é para a noite, de dia ambos precisam manter sigilo.

— Apenas vim dizer algo que esqueci noite passada.

Sua boca se encontra se encaixando obrigatoriamente na dele. Foi bem repentino e por isso teve que se virar para alcançar o ritmo daquele beijo surpresa; se adaptar melhor. Diferente do habitual, quase sempre voraz e faminto, este se manteve doce e gentil o tempo todo. Fato estranho. Não faz o tipo dele ser assim.

Ao se separar, se perguntou o que Gamma pretendia quebrando a regra dos dois em público. A resposta não tardou a vir.

— Eu te amo.

O timbre da voz dele não possuía resquício algum de intenções ruins. Era impossível detectar deboche ou falsidade. Soou o mais claro e verídico que podia expressar. E se não fosse pelo sorriso humilde que o rapaz dedicava só a você, jamais acreditaria nas três palavrinhas que na realidade não a surpreenderam muito, pois inconscientemente, você já suspeitava deste sentimento.

Mas se aquele sorrisinho não existisse...

Notas finais
Até a madrugada Minna ^^' 'Indo comentar fanfics'