A Cat In My Life

21 20 — Um acordar delicioso


Notas iniciais
NÃO ME MATEM! Eu sei que devem estar com ódio de minha pessoa, mas fiquei com um bloqueio terrível para CML, sinto muitíssimo. :( Não recebi recomendações novas, porém ganhei bastantes favoritos. Obrigada a todos e espero chegar aos 100 alguma dia, haha ♥ Enfim, eu não gostei muito desse capítulo, até porque fiz quase tudo ontem à noite e deve ter ficado uma bosta. :( Juro que faço um ótimo capítulo no próximo, até porque as tretas vão começar a voltar KKKKKKKK Já viram minha nova fanfic Gale? Sim, eu comecei outra *-* Aqui está: http://fanfiction.com.br/historia/530096/Dear_Butler/ Quem gostou de ABEOM, vai gostar dessa. ♥ Vamos voltar à ativa, pelo amor de Deus KKKKKK Eu mereço as facadas de vocês, venham. Terá um pequeno "hentai" no final, então quem não gosta, não lê KKKK ♥ Boa leitura e aproveitem ♥

20

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“Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós.” (Clarice Lispector)

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Dois corpos colados dormiam de um modo pacífico, respirando em uníssono, enquanto filetes de luz atravessavam as venezianas do quarto de Natsu. Lucy sonhava com a noite que tiveram, perfeita, como ela sempre sonhara desde o início do relacionamento deles.

Natsu prensava seu corpo nu ao dela, em conchinha, uma posição calma e romântica. Enquanto fazia amor com ela, nunca pensou que poderia ser real. Tinha sido a melhor noite de sua vida, com toda certeza. O sexo com a pessoa que amava era milhões de vezes melhor, sem dúvida alguma.

Ele tinha que admitir que não estava acostumado a ser tão atencioso como fora naquela noite. Nunca tinha sido violento, porém não era paciente com as mulheres que saía no passado. Era como se tivesse sido sua primeira noite, literalmente.

Lucy se remexeu um pouco e Natsu acordou. Seu corpo se arrepiou de imediato ao perceber que seu traseiro relaxava bem no meio de suas pernas: mau sinal. Cada célula reagiu, deixando-o ligeiramente excitado.

Estava com fome, entretanto, não iria acordá-la por causa de seu estômago. Ver Lucy ali, dormindo e bem próxima do seu corpo o deixou inapto a se mover algum músculo — apenas um ”lugar” em especial.

Esperou alguns minutos até não aguentar e chamá-la.

— Amor? Está na hora de acordar, querida. — sussurrou alisando seu braço macio, em tom de brincadeira.

Gemendo, ela acordou, olhando para trás lentamente e o encarando.

— Natsu — murmurou. —, que horas são?

Natsu olhou o relógio de mesa atrás de si, sorrindo: — Quase 9h.

Por sorte era domingo e eles não precisariam ir para a escola. Lucy virou-se para Natsu e corou, percebendo sua excitação por baixo dos lençóis. Estava sem saber como reagir após ter aquela noite longa de amor ao lado dele.

Ele sorriu com malícia, levando os braços em encontro a suas costas e puxando-a para perto dele, muito perto. Lucy suspirou, sentindo a respiração de seu amado bater em seus lábios entreabertos.

— Dormiu bem? — perguntou, acariciando suas costas.

Ela assentiu com a cabeça, pressionando seus dedos no peito másculo de Natsu. Não estaria preparada psicologicamente para tomar um banho com ele, caso pedisse.

— O gato comeu sua língua? — sorriu, beijando sua orelha. — Será que foi Happy?

Lucy reprimiu uma risada, se escondendo no ombro de seu amado. Natsu esfregou sua coxa na dela, excitando-a. Ela gemeu, mordendo os lábios.

— Você gosta disso? — perguntou, lambendo seu pescoço com sensualidade. —Quer mais?

Ela queria, muito, porém estava dolorida pela potência exercida pelo corpo Natsu. Toda ação, tinha uma reação, e ela pensou que poderia estudar mais física depois daquilo. Lucy levantou o rosto e lhe deu um selinho.

— Eu gostaria — sussurrou. —, mas eu... bem... não posso.

Natsu franziu um pouco o cenho, olhando para seu rosto extremamente corado. Após alguns segundos ele percebeu o que ela queria dizer e sorriu com malícia.

— Não iremos fazer nada que piore seu estado — piscou um olho, abraçando-a. — Venha comigo, precisamos de um bom banho.

Lucy não disse mais nada, porém quando ele tentou pegá-la nos braços, ela o segurou.

— Vamos nus? — envergonhada, ela perguntou.

Ele sorriu: — Sim, algum problema? Conheço esse corpo, Lucy, de ontem.

Dando um leve soco em seu braço, ela enrubesceu.

— Idiota. — sussurrou.

— Linda. — sorriu, levando-a como uma princesa até o banheiro.

Natsu tentava não olhar muito para ela enquanto a levava. Sabia que Lucy ainda estava tímida em ficar nua em sua frente, porém precisava aliviar o tesão que estava sentindo. Provavelmente não iriam fazer amor até o outro dia, contudo, ele aguentaria pelo seu bem.

Chegaram até o banheiro e Natsu fechou a porta após colocar Lucy de pé. Ela tampou os seios, esperando para ouvir o que ele diria.

— Quer chuveiro ou banheira? — perguntou, ficando atrás dela e abraçando-a.

Ela sentiu sua rigidez atrás dela e tremeu, queria ir para a banheira, porém estava com vergonha de ficar tão colada a Natsu, então olhou para o chuveiro, que seria mais rápido e fácil — pelo menos, ela achava que sim.

— Chuveiro? Tudo bem. — sorriu, puxando-a delicadamente pela mão.

Enquanto andavam, Lucy olhou para seu traseiro se movimentando e mordeu os lábios, até sua bunda era linda. Ela respirava rápido, nervosa com o que fariam naquele boxe elegante e grande.

Entraram logo depois, Natsu fechou o boxe sem demorar e ligou o chuveiro. Lucy sentiu a água morna bater em seu corpo e gemeu, aliviada. Natsu ficou mais excitado e a abraçou, apertando seu corpo no seu.

— Esqueci de dizer uma coisa hoje. — sussurrou em seus cabelos.

— O quê? — perguntou, apertando suas costas.

Ele se afastou, tirando um fio de cabelo de seu rosto macio: — Eu te amo.

Ela sorriu, emocionada, e puxou seu rosto para beijá-lo profundamente. Natsu segurou sua cintura e a beijou mais. Estava tão feliz em saber que ele a amava que quase doía em seu peito.

— Amo você — murmurou, ainda sorrindo. — Obrigada pela noite tão boa.

— Você gostou? — perguntou, pegando um xampu do outro lado deles e voltando em seguida.

— Muito — riu baixinho. — Acho que não seria tão bom se fosse com outra pessoa.

Ele sorriu, colocando um pouco do líquido nas mãos e esfregando: — Fique de costas, querida.

Obedecendo, ela se virou, sentindo suas mãos grandes e habilidosas passarem xampu em seu cabelo dourado. Lucy gemeu, fechando os olhos e aproveitando a sensação de ser bajulada pelo seu namorado.

Natsu não falou mais nada enquanto lavava seus cabelos, apenas tentava acalmar seus nervos e não assustá-la com seu desejo mais abaixo dele. Sabia que ela também estava excitada, por isso tentava não pensar muito naquilo.

Após lavar seu cabelo, ambos se lavaram por completo. Lucy viu que, até tomando um simples banho, ele era sexy. Não seria fácil namorá-lo depois daquela noite que passaram juntos.

Quando terminaram, Natsu a puxou e a deu um beijo calmo.

— Estou feliz em saber que depois deste ano, saímos da escola.

Ela franziu o cenho, sorrindo: — O que está pensando, Dragneel?

Ele sorriu, malandro, e deu de ombros.

— Nada, talvez uma coisa mais forte entre nós.

Seu sorriso sumiu, ficando tensa.

— O que isso quer dizer? — sussurrou.

Natsu pensou consigo mesmo se poderiam se casar após a escola. Tudo bem, ele sabia que estava cedo demais e eram jovens, mas por que esperar? Já estavam morando juntos, mesmo que por um tempo. Talvez fosse impossível deixá-la morar sozinha novamente, visto que precisava muito dela ao seu lado.

Lucy queria casar com Natsu algum dia, era óbvio, mas queria pensar no seu futuro como escritora. Poderia fazer uma faculdade, e depois, casar, porém sabia que iria demorar muito e a vontade de ter uma casa própria com ele fazia seu coração acelerar.

Eles se olharam por um tempo, até Natsu balançar a cabeça negativamente e puxá-la para um beijo intenso. Não iria pensar em casamento ainda, era bem melhor esperar para o final daquele ano, onde estariam mais íntimos.

Ela gemeu, sentindo Natsu pegar sua coxa e apertar com suavidade enquanto brincava em sua boca.

— Seu avô chega que horas? — perguntou ela, ofegante.

— Sério que você falou dele agora? — riu, soltando-a. — Isso me broxou.

Lucy corou, escondendo o rosto com seus cabelos.

— Desculpe.

Ele riu mais alto, beijando sua cabeça. Não broxaria nunca com Lucy ao lado.

— Não se desculpe — sorriu. — Ele realmente está para chegar. Infelizmente temos que sair, a não ser que queira que ele saiba o que aconteceu...

Ela corou, balançando a cabeça. Natsu desligou o chuveiro e pegou duas toalhas. Ambos se enxugaram calados e davam entreolhadas para o corpo do outro de vez em quando. Lucy suspirou olhando os belos músculos dele e Natsu apreciou as curvas deliciosas dela.

Eles saíram do banheiro um pouco depois, Lucy acordou ao perceber que não tinha como se trocar ali. Natsu percebeu seu desespero e franziu o cenho.

— O que houve, Lucy?

— Minhas roupas estão no outro quarto — com uma risada nervosa, ela disse. — Tenho que ir até lá.

Ele pôs a mão no queixo, pensativo. Foi até a porta e a abriu lentamente, olhando os dois lados.

— Está limpo — murmurou. — Vá correndo, por favor, não quero que o Makarov te pegue de toalha.

Lucy riu, indo até a porta e dando-lhe um selinho rápido.

— Eu sou só sua, garanhão. — e correu até seu quarto.

Natsu suspirou, voltando a entrar no quarto. Enquanto se vestia, pensou o que poderiam fazer naquela tarde. Talvez pudessem sair para uma lanchonete ou jantarem fora, era uma boa ideia.

Lucy chegou até seu quarto rapidamente e trancou a porta caso alguém tentasse abri-la. Optou vestir um vestido floral rosa e uma sapatilha transparente. Pensou em ligar para Levy e dar-lhe as notícias da sua grande noite.

O celular tocou quatro vezes até que ela atendesse, com uma voz eufórica:

— Meu Deus, Lucy, eu estava esperando você me ligar! — disse.

— E por que você não me ligou? — riu, mesmo sabendo que não poderia atender, pois estava em um momento “a sós” com Natsu.

— Bem, eu estava com o Gajeel — sorriu do outro lado, deitada no sofá de seu apartamento.

Lucy arregalou os olhos, percebendo que as duas faziam a mesma coisa, provavelmente.

— Ah, é? E o que aconteceu? — perguntou ela, inocentemente.

Levy deu uma risada pervertida: — Acho que sabe, hein? Parece que você está bem.

— Sim! Estou definitivamente na casa de Natsu, mas vou ajudar na escola em relação à limpeza.

Ela escutou a amiga dar um gritinho animado.

— Que maravilha, Lu-chan — riu. — Mas o que aconteceu depois?

Lucy mordeu os lábios, com um pouco de vergonha para admitir, porém acabou abrindo o jogo.

— Levy-chan... — sussurrou, sorrindo. — Nós fizemos!

A linha ficou em silêncio por alguns segundos, o que fez Lucy estranhar por um momento. Contudo, as palmas e a gritaria foram logo ouvidas do outro lado — onde parecia mais uma festa de uma pessoa só.

Lucy ouviu um baque, parecendo que Levy havia deixado o celular cair.

— Jesus, eu derrubei até o celular de tanta euforia — ela riu alto. — Me conta tudo! Ele é bom? Foi bom? Você fez muita coisa? Ele é grande? Ah, ele deve ser, não é?

Enquanto Levy fazia perguntas atrás de perguntas, Lucy ficava vermelha a ponto de explodir. Ela tinha certeza que a amiga reagiria assim, mas não iria responder aquelas perguntas tão sem-vergonha.

— Eu não vou responder isso, Levy-chan — gaguejou. — Mas posso te dizer que foi maravilhoso, ainda melhor do que eu esperava.

Levy riu, feliz pela amiga.

— Que ótimo, Lu-chan, parece que você mudou o playboy.

Lucy riu, sentando-se na cama e lembrando-se dos seus toques desinibidos pelo seu corpo.

— Parece que sim — suspirou. — Ele está se arrumando no quarto dele, não tenho a mínima ideia do que faremos nesse domingo.

— Por que não saem?

— Vou esperar para ver o que Natsu vai planejar, sei que ele é cheio de ideias. — ela riu — E você, garotinha, não vai me contar os detalhes do seu fim de semana?

Ela arregalou os olhos, sorrindo em seguida.

— É mesmo! Deus, o Gajeel foi com toda força hoje. — ela riu.

Lucy corou com rapidez, não estava falando sério quando quis saber os detalhes, porém Levy era assim, e ela amava aquele jeito de sua amiga maluca, de qualquer forma.

–

No outro quarto, Natsu ia até a sala para ver o que estava acontecendo, vendo que a empregada já estava preparando o delicioso café da manhã. Makarov já estaria para chegar a qualquer momento, e o cheiro da comida o deixou com mais fome.

Provavelmente Lucy ainda estava no quarto. Não conseguia parar de pensar em seu corpo nu, enquanto gemia e chamava seu nome quando a penetrava lentamente. Ficar excitado perto da empregada não parecia muito saudável.

Onde sairia com Lucy naquele dia? A semana de provas estava próxima e ele queria se divertir logo — sabia que ela não iria querer fazer amor quando precisaria estudar.

— Bom dia, o velho ainda não chegou? — ele se aproximou da cozinha e perguntou.

A empregada se virou e sorriu brandamente.

— Ainda não, Sr. Dragneel, quer comer com a sua namorada agora?

— Sim, pode colocar na mesa — sorriu. — Vou chamá-la.

Natsu foi em direção às escadas para chamar Lucy e a empregada sorriu, vendo que ele realmente havia mudado graças a ela. Parecia que o bad-boy realmente estava apaixonado, finalmente.

Enquanto ele ia até a porta do quarto, lembrou-se de Lisanna e teve um péssimo pressentimento. Ela tinha ficado aqueles tempos muito calada e sumida, e nem sequer ia mais atrás dele com mensagens ou ligações. Ela poderia estar armando algo e Natsu não deixaria nada acontecer com a mulher que amava. Iria lembrar-se de averiguá-la.

Lucy arrumou mais algumas roupas quando escutou a porta bater. Sorrindo, ela a abriu, vendo seu amado com um sorriso sacana no rosto e a mão esticada em sua direção — lindo de morrer.

— O que é isso? — ela perguntou.

— Vamos, Srta. Lucy, o café da manhã está pronto.

Ele sorriu timidamente, segurando sua mão e fechando a porta do quarto.

— Estou morrendo de fome.

— Ah, eu também — piscou um olho. — Ontem acabou com todas as minhas forças.

Lucy corou, olhando para o chão. A risada divertida de Natsu encheu seus ouvidos. Ele a abraçou carinhosamente e beijou o topo de sua cabeça.

— Não fique tímida, querida, você foi ótima. Depois que comermos quer ir ao cinema?

Ela sorriu, encarando-o: — Eu adoraria!

Fazia tempo que não ia ao cinema e estava ansiosa. Ficar no escurinho ao lado do seu namorado inflava seu peito de orgulho. Quando mais jovem, sempre ia com uma ou duas amigas, e até Virgo. Pensou em Jude e entristeceu um pouco.

— O que houve? — ele se preocupou enquanto desciam a escada.

— Estou me lembrando do meu pai — suspirou. — Não quero pensar nele, mas saber que ele me abandonou dói muito...

— Ei — ele sorriu e segurou seu rosto com as mãos. — eu sei que dói, mas estou aqui com você. Se alguém ousar fazer mal a minha namorada, eu mato.

Ela riu fraco, batendo em seu ombro: — Não quero que seja preso.

— Posso contratar uns capangas. — riu, beijando-a.

Lucy apenas sorriu, não iria admitir, mas acreditava nele.

(...)

Makarov chegou em casa um pouco depois, quando Lucy e Natsu já comia o café da manhã delicioso preparado pela empregada. Os três comeram enquanto conversavam um pouco sobre as provas que estavam por vir.

Lucy tentava parecer normal diante dele, visto que tinha vergonha de Makarov descobrir que ambos tinham transado em um quarto bem perto dali. Talvez fosse melhor não comentar nada que desse a entender aquilo.

Ela riu bastante com as discussões do neto e o avô. Natsu gostava muito de implicar com Makarov, porém Lucy sabia que era apenas a forma como ele conseguia demonstrar que o amava e se preocupava com ele.

Após comerem, Makarov foi para seu quarto descasar. Os amantes ficaram assistindo tevê e conversaram bastante — se não fosse o fato de Natsu querer falar sobre perversão a todo o momento.

O celular dele tocou enquanto estavam no sofá e ele atendeu, vendo que era Gray.

— E aí, Gray? — sorriu.

— Cara, vai ter treino daqui uma hora, na minha casa. Lembre-se que o campeonato está muito próximo. — Gray parecia animado e Natsu havia se esquecido completamente.

— Puta merda, eu tinha esquecido — arregalou os olhos, vendo Lucy confusa ao lado. — Vou levar a Lucy comigo, sua namorada vai?

— Ela já está aqui em casa — sorriu, com uma pitada de malícia. — Só venha daqui uma hora, e não atrase. Juvia vai adorar vê-la.

— Tudo bem, até mais. — e desligou.

Lucy continuava encarando seu rosto, querendo saber o que era.

— Acho que não poderemos ir para o cinema hoje — ele pareceu arrependido. — Você quer ir comigo até a casa do Gray?

— O que vai ter lá? — sorriu, ansiosa.

— Treino para o campeonato de vôlei — sorriu. — Acho que as todas suas amigas vão estar lá.

Ela sorriu, arregalando os olhos.

— Que legal! Eu vou, sim — riu. — A Levy não me disse nada por telefone, entretanto.

— Acho que foi tudo de última hora, mas sei que o Gajeel vai levá-la. — sorriu, passando a mão por seu braço. — Podemos brincar um pouco, que tal?

Lucy corou, mordendo os lábios e o beijando: — Que tipo de brincadeira?

Ele fez um rosto de menino: — Eu estava pensando em xadrez, o que acha?

— Bobo. — ela riu.

(...)

Infelizmente, eles não tiveram oportunidade de fazer amor. Makarov estava em um quarto próximo e Natsu gostava de falar bem alto. Era quase cômico, contudo eles terminaram jogando xadrez.

— Xeque. — Natsu disse, confiante.

Lucy o olhou com um sorriso cheio de malícia e moveu a rainha.

— Xeque-mate, baby. — piscou um olho.

Ele arregalou os olhos, incrédulo.

— Porra! Esse jogo era pra ser meu — fez biquinho. — Você é cruel.

Ela riu, beijando-o: — Sinto muito se eu conheço todas as estratégias do xadrez.

— Vou te punir, sabia?

— Ah, é? Como? — ela sorriu.

Rindo, ele a puxou pelo braço sem se importar com as peças caindo no chão. A empregada estava regando as flores na frente da casa então era a oportunidade perfeita para darem uns beijos — ou mais — às escondidas.

Chegaram até a dispensa, onde Natsu a empurrou contra a porta fechada e a beijou com vontade. Lucy gemeu, apertando suas costas e se esfregando contra ele. Precisavam ser rápidos, e ele sabia exatamente o que fazer.

— O que vai fazer? — ela sussurrou, ofegante.

— Te dar prazer, muito — sorriu, beijando seu pescoço.

O corpo dela tremeu de expectativa. O medo de ser pega por alguém apenas aumentou a excitação que sentia. Natsu apertou seus seios fartos com vontade, enchendo toda sua mão grande e habilidosa.

Sua ereção era muito perceptível através da calça, porém ele não poderia se aliviar ali. Desceu até ficar de joelhos e subiu a saia de Lucy, mostrando sua calcinha molhada e suculenta. Natsu sorriu e passou um dedo em sua fenda.

— Deliciosa — sorriu. — Abra mais as pernas, amor.

Ela gemeu, um pouco constrangida, porém as abriu. A perna de Lucy parou em seus ombros, enquanto Natsu puxava sua calcinha para o lado e inalava o local, muito excitado e a ponto de gozar sem se tocar.

— Meu Deus, você é muito perfeita. Quero te provar toda. — gemeu, passando a língua entre suas pernas.

Lucy tampou a mão com a boca e reprimiu um grito de prazer. Percebeu que ele estava mais pervertido, do jeito que ela se lembrava dele. Tinha que admitir que adorava quando ele falava aquelas coisas, ainda mais naquele momento tão lúdico.

A língua áspera e quente dele entrou dentro dela com desespero, Lucy gemia, com medo de que alguém escutasse. Porém ao sentir o orgasmo se aproximando, sua mente fugiu da realidade.

Natsu percebeu que ela estava próxima e seu corpo reagiu. Sabia que poderia gozar nas calças, era impossível segurar. Lucy era muito excitante quando gemia, e ele ainda esperava brincar muito com ela, de todas as formas.

— Goze, meu amor. — lambeu mais forte, sugando todo seu líquido.

Lucy arqueou as costas, batendo de leve a cabeça na porta e gemendo. Seus quadris se moveram automaticamente enquanto ela gozava imensamente, chamando seu nome. Natsu era muito bom em tudo que fazia e ela o amava muito.

Quando ele se levantou, deu-lhe um sorriso malicioso.

— Tenho que me arrumar para o treino, quer me ajudar? — sussurrou.

Ela deu um sorriso quase lânguido e o beijou.

— Com certeza.

Notas finais
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