A Cat In My Life
20 19 — Uma grande intimidade para um casal apaixonado +18
Notas iniciais
19

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“O sexo não é errado, se há amor nele. Porém, muitas as pessoas agem como se estivesse fazendo ginástica mecanicamente.” (Marilyn Monroe)
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Dois corpos apaixonados se enroscavam na piscina, como se dançassem uma valsa só deles. Natsu, como era maior, beijava Lucy carinhosamente enquanto a levava mais para o fundo lentamente, falando palavras amorosas no pé de seu ouvido.
Lucy estava corada, porém não só no rosto, como em todo seu corpo. Cada célula ali clamava pelo corpo de Natsu, esperando ser levada para seu quarto e assim ser possuída por ele — mas não antes sem tomar algumas providências. Tinha certeza que ele não se seguraria morando ao lado dela, ainda mais com toda a espera que teve — a qual fora surpreendente.
Sabia que, desde o dia em que seu “pai” os interrompeu, Lucy seria dele de corpo e alma. Estava nervosa, tinha que admitir, mas sabia que Natsu seria, ou tentaria ao máximo, ser gentil com ela e sua virtude que logo seria roubada (de bom grado).
Confiava nele, e ele sabia bem. Queria amá-la bem devagar, agitando suas áreas erógenas enquanto a ouvia gemer profundamente, demonstrando que aquilo estaria muito bom. Então só iria mais além se ela permitisse, percebendo seus sons e movimentos.
Os pequenos pés de Lucy ficavam em cima dos dele naquela piscina, porém de vez em quando, ela subia sua panturrilha querendo parecer mais sinuosa e menos envergonhada, esfregando-a na coxa de Natsu enquanto o ouvia dar uma risada nervosa e excitante. Lucy não queria parecer frígida perto dele, por isso tentava manter o bom humor.
Sua pele estava em chamas, os dedos magníficos dele passavam pela sua costela, causando os mais deliciosos prazeres. A água poderia estar gelada por causa da noite, entretanto, Natsu a esquentava de uma maneira bem mais lasciva.
Ele havia mudado tanto por Lucy, que nem ela mesma acreditava. Estava muito feliz em poder morar ali, pelo menos por pouco tempo até conseguir ter um lugar próprio. Não queria pensar em seu pai naquele momento tão bom — e erótico — que estavam passando juntos. Jude iria se arrepender de tê-la abandonado. Ou pelo menos, algum dia perceberia que o que fez com ela era impossível de se perdoar.
Perguntou-se quando eles sairiam da piscina. Queria pedir um tempinho para ir ao banheiro e colocar lingerie. Suas calcinhas e sutiãs não eram ousadas, porém românticas. Esperava que sua primeira vez fosse especial. Não conseguia imaginar que Natsu seria um homem agressivo ou rápido demais.
Natsu já estava excitado há eras. O corpo bem torneado de Lucy sempre o deixava em ruínas. O biquíni era bem normal e bonito, mas qualquer coisa que ela tivesse coragem de usar na frente dele, sendo até um hábito, teria o mesmo efeito.
— Quer nadar mais? — sussurrou, parando de beijá-la um segundo.
Sinceramente, nem ela sabia.
— Eu... — gemeu, sentindo beijos em seu pescoço e apertando mais os braços em seus ombros. — Se sairmos, eu gostaria de ir ao banheiro primeiro.
Sorriu, olhando-a nos olhos.
— Darei todo o tempo que precisar — abraçou-a forte. —, mas estou muito feliz, Lucy, você não tem ideia.
Ela também estava, e naquele abraço, conseguiu sentir tamanha intensidade era o desejo que sentia por ela. Ficou corada e constrangida com sua ereção, porém continuou abraçada a ele.
Nadaram por mais alguns minutos até cansarem de lá. Natsu saiu primeiro, certificando-se que não secaria a sua subida com os olhos— ou o que ela o deixaria vendo ao subir.
Quando Lucy levantou-se por completo, estava outra vez com vergonha, ficando exposta novamente. Porém não teve tempo de virar-se ao sentir Natsu abraçar seu corpo por trás, beijando e lambendo toda a extensão de seu pescoço e o lóbulo de sua orelha.
Ela gemeu um pouco, soltando suas mãos constrangidas para se apoiar em seus bíceps deliciosos e generosos. Os longos braços de Natsu massagearam sua cintura fina, passando suavemente pelo lado de seus seios fartos, quase os tocando por inteiro.
O rosto dela, novamente, ficara extremamente corado. Nunca havia sido tocada daquele jeito, nem mesmo pelo próprio Natsu, como se ele a dissesse em gestos que iria levá-la para a cama e fazer amor com ela de qualquer maneira.
Seu coração estava a mil. Precisava relaxar e imaginar que as próximas vezes seriam mais fáceis. Natsu percebeu que ela tremia enquanto a beijava e a adorava, e por aquele motivo, parou rapidamente. Lucy sentiu de imediato a perda dos lábios macios de seu amado.
— Por que parou? — perguntou, com a voz trêmula.
Ele a virou sem rapidez, encarando-a.
— Se estiver muito nervosa, eu paro. — sorriu.
Não!, ela gritou em seu pensamento. Natsu deveria saber que ela estava nervosa com sua primeira vez, mas se isso continuasse, eles nunca terminariam o que começaram. Lucy apenas balançou a cabeça com veemência, voltando a beijá-lo e tomando a iniciativa.
Ele sorriu, abraçando-a com todo o amor que sentia por ela. Lucy não sabia bem que sensação era aquela, contudo, estava bastante excitada com aqueles beijos lentos e sinuosos. Natsu ia devagar, precisava ver todas as expressões dela enquanto a tocava de um modo... novo.
— Vamos entrar. Não quero que pegue uma gripe com esse vento gelado. — sorriu, dando-lhe um selinho e a levando para dentro após recolher as toalhas.
Apenas de imaginar que aquela casa estaria vazia, seu coração acelerou mais uma vez. Natsu a conduzia com a mão até a escada, imaginando todos os tipos de coisas que aconteceriam àquela noite. Queria deixá-la mais tranquila, por isso, ficou feliz em saber que ela iria se preparar no banheiro.
— Vou pegar apenas algumas coisas no meu quarto, tudo bem? — corou, sorrindo lindamente. — Pode me esperar no seu.
— Tudo bem, amor — beijou sua testa. — Vou me secar no banheiro. Quando chegar, pode bater na porta.
Ela sorriu, concordando com a cabeça. Com a toalha enrolada em seu corpo, foi até seu quarto — que não era tão longe do de Natsu — e pegou uma pequena bolsinha, colocando dentro lingerie, uma escova de cabelo e maquiagem. Não iria fazer feio, isso tinha certeza.
Enquanto isso, Natsu secava todo o corpo e o cabelo quando Lucy ainda não chegava ali. Mudaria algumas coisas no quarto antes que ela saísse. Seu desejo tinha cessado um pouco, mas ainda estava presente.
Fazia muito tempo que não tirava a virtude de alguma garota, até porque nunca gostara de mulheres inexperientes. Porém, naquele momento, tudo o que ele queria era dar o máximo prazer a Lucy e apresentá-la lugares bem aconchegantes.
Quando viu que já estava totalmente seco, correu até o closet e fechou a porta caso ela aparecesse — ainda não era hora de vê-lo nu. Colocou uma cueca Box preta, e achou uma bermuda jeans bem simples. Pensou se deveria ficar seminu. Era engraçado, mas ele também estava extremamente nervoso, como se fosse sua primeira vez. Optou por vestir uma blusa cinza, continuando descalço.
Lucy se olhava no espelho brevemente, olhando como estava seu biquíni. Colocou um roupão que havia achado no guarda-roupa e foi com passos rápidos até o quarto de Natsu. Talvez não fosse excitante esperar demais. Seu coração não parava de estar acelerado, o que era terrível. Esperou que ele não percebesse tanto.
Bateu na porta levemente, se certificando que estaria tudo O.K.
— Pode entrar — ela percebeu seu sorriso e abriu a porta. — O banheiro está a sua disposição.
Ela sorriu e balançou a cabeça, olhando seu quarto. Estava igual, claro, porém as luzes estavam apagadas, e ela pôde perceber que a luz da lua já era necessária. Até tranquilizava-a.
Ao entrar no banheiro, tomou um rápido banho de chuveiro, tirando o cloro da piscina. Precisava estar com o máximo de cheiro possível? E se ele gostasse de seu cheiro natural? Com aquela dúvida, ela fez um som chateado. Natsu aproveitou e correu para a cozinha. Teria que ser rápido antes que ela saísse.
Enquanto ela se secava, continuou olhando todo o corpo. Ele estava em forma, ficou feliz em saber que não havia engordado nada naqueles meses. Pôs lingerie e um vestido comum e casual de botão. Não iria ficar seminua quando Natsu ainda estava vestido.
Secou o cabelo com um secador que estava guardado na cômoda e passou uma leve maquiagem. Sentiu arrepios no corpo só de imaginar que teria os dedos mágicos do seu namorado passando por ela — em todos os lugares imagináveis. Escolheu não usar perfume, apenas o sabonete que pôs ao tomar banho.
Pouco tempo depois — ou não — Lucy abriu lentamente a porta do quarto, olhando os arredores. Sorriu e arregalou os olhos ao mesmo tempo em que ia ficando impressionada com a rapidez do que Natsu pôde fazer enquanto ela estava no banheiro.
— Como fez isso? — perguntou, olhando para seu amado sentado na ponta da cama.
Ele havia buscado velas aromáticas para o quarto, pondo-as ao lado da cama. As colchas estavam trocadas por uma branca, deixando o momento menos “assustador”. As venezianas estavam fechadas, e a luz da lua não pairava mais sobre eles. Eram apenas as velas iluminando tudo.
Natsu pegou um controle remoto e ligou o som de seu quarto. Estava bem baixo, porém Lucy pôde ouvir uma melodia instrumental.
— Que músicas são? — perguntou com a vergonha transparecendo no mesmo tempo em que Natsu se aproximava.
Ele sorriu: — Eu não tinha muitas músicas românticas aqui, então coloquei uns instrumentais que uso quando estou nervoso. Para relaxar.
Sorrindo, ela concordou, levando um dedo hesitante até seu rosto macio. Natsu fechou os olhos, segurando sua mão para que continuasse as carícias carinhosas. Lembrou-se por um momento dos seus tempos de infância e pré-adolescência, quando ficava doente ou preocupada com algo. Queria seu pai ao seu lado, deitados juntos e conversando sobre qualquer outro assunto, fazendo-a esquecer dos medos bobos e sem cabimentos.
Mas ela não tinha sua companhia. Virgo era a única que deitava ao seu lado na cama, contando histórias engraçadas para vê-la rir e se esquecer de tudo que estava sentindo: fosse emocional, ou não.
Lucy devia a vida a sua fiel e companheira Virgo, a qual já sentia saudades, por isso não falaria que não gostava das noites que ela contava aquelas histórias ou simplesmente fazia companhia para não deixá-la preocupada com a solidão.
Tirou aquelas pensamentos da cabeça quando sua mão acariciou todo o rosto de Natsu, já estando bem mais próxima dela, de um jeito erótico. Seus seios já se prensavam suavemente em seu peito duro, portanto, ele passou as mãos pela sua cintura, nas nuvens pelo carinho de Lucy.
Ele passou os dedos pelas suas nádegas, ainda hesitante e com medo que ela o repelisse, mas ela não o fez. Natsu as apertou carinhosamente, vendo-a abraçá-lo e roçar seus corpos. Seu traseiro era lindo.
Com menos vergonha, ela levou seu outro braço para as costas de Natsu, se apoiando lá. Depois que retirou sua mão, deu-lhe um singelo selinho, mostrando a ele quanto o amava.
Ainda hesitante, Natsu levou seu rosto até a curvatura de seu pescoço e chupou sua pele, ouvindo um gemido constrangido dela de recompensa. Não sabia se poderia tocá-la em outros locais. Estava com medo de assustá-la, pois sua amada ainda era inocente demais.
— Vem. — ela sussurrou em seu ouvido, puxando-o pelo braço até a beirada da cama. Os pelos dele se eriçaram no mesmo momento.
Os batimentos cardíacos de Natsu batiam em seu ouvido e sua respiração, ofegante. Lucy estava perfeita com o rosto corado e os fios dourados em volta de seus ombros, cobrindo-a. Tinha que dar o primeiro passo, visto que estava desesperado, mas também apavorado de tê-la nua em sua cama.
Lucy apenas esperou o primeiro passo dele. Não temeria nada que ele fizesse. Tinha certeza do que fariam ali, então deu um sorriso meio envergonhado para Natsu, que parecia tão tenso quanto ela.
Ele subiu seus dedos grandes pelo seu braço, parando nas alças de seu vestido. Ele tinha em torno de quatro botões na frente, o que o deixava mais louco. Lucy também não queria esperar muito, então levou lentamente seus dedos para os botões do vestido, mas Natsu a parou no primeiro.
— Eu tiro — dando-lhe um sorriso meigo, seus dedos se apossaram dos botões creme. — Amo você.
Sorrindo um tanto vermelha, ela retribuiu: — Amo você, Natsu.
Ele retirou botão por botão, bem lentamente, vendo suas reações. Lucy parecia ansiosa, mas excitada ao mesmo tempo. Com coragem, ele simplesmente puxou o vestido para baixo, porém sem se apressar, até vê-lo farfalhar no chão.
Ela suspirou, vendo que estava apenas de lingerie na sua frente. Olhou para baixo, esperando que ele gostasse da visão.
— Está linda como sempre. Mas assim me deixa louco. — ele acariciou sua barriga com um dedo.
A coragem invadiu seus nervos quando Lucy foi até ele e o beijou possessivamente, como se quisesse se fundir com Natsu pela boca. Ele adorou vê-la daquela forma, mas ainda estava um tanto enlouquecido da visão dela com lingerie, muito belo, por sinal.
Fazia muito tempo que não a via daquele jeito. Lembrava-se muito bem de quando era um gato e a viu se vestido. Era bem óbvio que se não fosse um mísero animal, ficaria excitado ao extremo.
Lucy retirou sua blusa enquanto o beijava. Ele a ajudou, puxando-a com veemência. A parte das calças fora um tanto constrangedora, então Natsu as tirou com um sorriso sacana, deixando-a mais excitada ainda.
E quase enfartou quando o viu de cueca Box. Seu útero se umedeceu mais com aquela visão tão bela, descendo até a calcinha de renda. Os contornos de seus músculos exuberantes e a ereção debaixo, deixou-a no chão, quase de uma forma literal.
Percebendo a vergonha que ela passava, ele sorriu e se aproximou, beijando-a de um modo bastante sexual, passando a língua por toda sua boca sensualmente e instigando-a a se soltar um pouco mais. Ela gemeu quando sentiu Natsu pegar uma de suas pernas e levá-la até sua pélvis, onde sentiu a quentura do desejo que sentia por ela através das peças íntimas.
— Isso é bom pra você? — ele roçou seus corpos, fazendo Lucy gemer mais alto de prazer.
— Sim — murmurou, empurrando seu corpo para ele e o abraçando pelas costas para não desfalecer. — Tudo com você é bom.
Ele gemeu profundamente, inclinando-se para pôr Lucy deitada na cama. Ela gemeu, passando a mão por todo seu abdômen musculoso. Natsu sorriu, prensando seus corpos novamente e beijando-a por todos os lugares que seus lábios encontravam.
Novamente, as mãos de Natsu foram parar nas últimas peças que restavam nela. Lucy o ajudou, olhando no fundo de seus olhos enquanto faziam aquele ato. Puxou seu sutiã e se deparou com seu lindo par de seios que ele tanto queria ver.
— Meu Deus, você é perfeita. — gemeu, levando seu polegar até seu mamilo intumescido.
Lucy gemeu, perdendo qualquer resquício de sanidade. Fechou os olhos, abraçando-o enquanto Natsu massageava seus seios e beijava todo seu rosto. Entre suas pernas a pulsação era inevitável, porém deliciosa.
Ainda de calcinha, ela desceu sua mão até bem próximo de sua ereção, pensando se poderia tocar ali. Ou não era a hora correta? Lucy retirou-as de precaução e ouviu um murmuro.
— Quero que me toque, querida — ele segurou sua mão, levando-a até o início de sua cueca. — Eu também vou te tocar, e muito.
Corando, ela o puxou e enterrou o rosto em seu pescoço, dando beijos molhados ali. Seus dedos exploratórios pararam em seu pênis proeminente, e logo ele gemeu, pois já estava bastante excitado, portanto apenas por sentir seus dedos lá, apenas aumentava tudo.
Lucy estava com muita vergonha para olhar em seus olhos, por isso, preferiu ficar abraçada a ele enquanto brincava mais em baixo, passando os dedos cautelosamente por ele, achando que ele também merecia sentir prazer.
Usou as duas mãos para segurar o cós de sua cueca. Ele continuava com o rosto escondido, apenas esperando que ela o visse por completo. Com um gemido baixo que quase o fez gozar como um idiota virgem, ela desceu-a até seu pênis pular para fora, com fome de Lucy.
Natsu desceu o restante da peça até conseguir jogá-la no chão, assim como todas as outras roupas deles. Lucy queria muito vê-lo todo sem roupa, mas a vergonha clamava mais alto.
— Lucy... — ele se afastou, beijando-a fortemente.
Com o rosto vermelho, parecendo um anjo, ela olhou para baixo lentamente, se deparando com sua ereção gigante. Suas pernas eram grossas e o peito duro, típicos de um jogador de vôlei. Vendo que ela gostava da visão, Natsu sorriu, descendo para beijar e sugar um mamilo para sua boca.
Gritando, Lucy arranhou suas costas, descendo novamente uma das mãos para tocar entre suas pernas. Ele gemeu, movendo os quadris mais para frente. Porém Lucy não sabia como fazer, então fechou a mão ao redor de seu pênis pulsante e desceu até a longa base, voltando lentamente para a glande e deixando-o louco e a beira da insanidade. Ela gemeu quando seu pré-gozo saiu pela sua mão branca, ficando satisfeita.
Ele precisava respirar fundo para não gozar com os dedos perfeitos de Lucy. Ela o masturbava com uma lentidão enlouquecedora, gemendo toda vez que sua mão chegava até a ponta e massageava o local inchado.
Aquilo era de outro mundo. Para Lucy, tocá-lo ali havia aumentado sua excitação, deixando-a completamente molhada. Talvez devesse parar, pois sabia bem o que aconteceria mais tarde se continuasse.
Ele sorriu, beijando sua cabeça e achando ótima sua parada. Respirando forte, Lucy foi abrindo as pernas para que ele se encaixasse nela, porém ele não foi. Aliás, precisava urgentemente vê-la nua, então levou suas mãos até a calcinha tímida que usava, puxando-a suavemente, recitando palavras de pura luxúria em seu ouvido.
— Estou quase desmoronando, sabia? — sussurrou perto de seus lábios, olhando firmemente para ela com os olhos pegando fogo. — Preciso que me ajude com isso.
Ela gemeu: — Tudo bem.
Ao retirar toda sua calcinha, ele se afastou, ficando de joelhos na cama enquanto a avaliava com o olhar, cheio de tesão por aquele corpo perfeito. Lucy olhou para o lado, já não querendo abrir as pernas. Entre as de Natsu, ele já estava pronto para amá-la, mas e ela?
Ele estava muito excitado com a visão de Lucy nua, por isso precisava se preocupar com o prazer dela e deixá-la pronta. Não iria deixar as coisas rápidas, queria que ela gostasse da experiência tanto quanto ele.
Delicadamente, ele abriu suas pernas, vendo que ela estava bem úmida, mas não como ele queria. Percebeu que Lucy estava tremendo, e ele torceu que não fosse de nervosismo, mas de prazer.
Seu olhar parou em seus seios, lindos e fartos. Tocou um deles e massageou, vendo-a se contorcer sob seu toque. Sorrindo, ele pôs um em sua boca, passando a língua por eles e a ouvindo gemer e chamar seu nome.
— Ah... Natsu, eu... — ela puxou seus cabelos, sentindo o prazer se elevar.
Ela nunca imaginou que tê-lo ali, em seus seios, daria a ela um prazer tão grande. Precisaria se acalmar, ou desmaiaria a qualquer momento. Natsu continuou brincando ali, mordiscando seus mamilos até se preparar para o próximo passo.
Lucy se perguntou o que ele faria, esperando que fosse algo bom, porém que não a deixasse tão constrangida. Ele se afastou e deu-lhe um beijo cheio de amor, até senti-la relaxar.
— Você está bem? — perguntou, acariciando seu rosto.
Ela assentiu, dando um sorriso tímido. Natsu foi descendo, beijando sua barriga carinhosamente. Seu corpo tremeu no mesmo momento, morrendo com a expectativa de onde sua boca também iria beijar.
Com cautela, ele parou entre suas coxas generosas, apertando-as com carinho. Lucy gemeu, passando seus dedos por seus fios estranhamente róseos.
Seus beijos foram de sua panturrilha, até o fim de sua coxa, vendo-a subir seus quadris e gemer a cada toque. Ele lambeu os lábios com aquela visão: tão rosada, apertada e incrivelmente excitada. Tudo por causa dele.
Não aguentou olha-la por muito tempo até dar um beijo sem muita pressão em seu clitóris desperto. E ao ouvir o gemido alto de Lucy, ele despontou sua língua, lambendo sua extensão deliciosa.
Lucy não estava acreditando naquilo. Sua boca fazia coisas extraordinárias entre suas pernas, deixando-a ainda mais envergonhada por estar se sentindo tão líquida e perto de um orgasmo.
Natsu estava perto também, e movia os quadris automaticamente no mesmo ritmo que Lucy, roçando na cama e gemendo ao sentir sua lubrificação quente. Não queria gozar apenas por fazer sexo oral na mulher que amava, era constrangedor.
Suas pernas tremeram enquanto ele penetrava sua língua em sua fenda úmida. Chupou seu clitóris até suas bochechas ficarem côncavas, sabendo que o orgasmo estava próximo.
Lucy gritou de prazer enquanto se deixava cair em um profundo gozo, mexendo os quadris com mais velocidade e não conseguindo parar. Toda sua vergonha se fora com o suor, instigando-a a se soltar e pedir que Natsu a amasse, finalmente.
Ele só parou ao perceber que seu orgasmo havia partido. E lambendo os lábios sensualmente, ele sorriu para ela ao subir de volta e beijar seus lábios. Lucy sentiu seu próprio gosto: erótico, quente.
— Isso foi bom pra você? — sussurrou, deixando-a sentir sua ereção tocar sua coxa.
Lucy mal conseguia falar. Estava arrebatada de desejo. Tinha tido seu primeiro orgasmo de uma maneira de outro mundo. Sua respiração não se normalizava, porém o queria mais.
— Ótimo... — ronronou, puxando-o para si. — Quero você.
Ele gemeu, tentando ir mais devagar. Jogou a mão ao lado até uma mesinha com uma pequena gaveta, abrindo-a e pegando um preservativo. Lucy acompanhou sua mão, dando um sorriso quando seus olhares se encontraram.
— Quero ir devagar, Lucy — murmurou, voltando a beijá-la. — Você está me matando.
— Então vamos continuar, certo? — ela beijou seu nariz carinhosamente, alisando seu rosto. — Não se importe, vou ficar bem.
Com a camisinha em mãos, ele a abriu, respirando forte. Lucy abriu mais as pernas para acolhê-lo. E observou todos os movimentos de sua mão para pôr o preservativo em seu pênis e a encarava com fome. Era sexy, sexy demais.
Após colocá-la, ele pressionou seu corpo sobre o dela, beijando-a a todo o momento e proferindo palavras de adoração.
— Eu te amo, Lucy — acariciou sua cintura enquanto ela tremia de prazer. — Me diga se estiver ruim, tudo bem? Estou nervoso. Não quero te machucar.
Ela sorriu, encantada com sua preocupação.
— Sei que sou virgem e não posso afirmar que será indolor — beijou-lhe os lábios. — Mas eu te amo e confio em você.
Com os dentes rangendo de tanto tesão, ele se posicionou entre suas pernas, olhando seu rosto todo o momento. Seu rosto estava corado e o coração bastante acelerado. Ela finalmente seria sua, depois de tanto esperar.
Lentamente, ele começou a penetrá-la. O rubor se espalhou por todo o seu corpo, partindo do rosto até o pescoço. Ainda não havia doído, mas a pior parte estava bem próxima de acontecer.
Natsu adorou aquela sensação, mesmo estando com somente um pouco dentro dela. Lucy o abraçou com forte, ainda olhando seus olhos enquanto ele entrava mais profundamente dentro dela.
Uma dor passou pelo rosto de Lucy, o que fez Natsu querer parar na mesma hora, porém ela apertou suas pernas em torno de seu quadril, pedindo que ele não parasse até terminar.
— Vai doer um pouco, Lucy. — sussurrou, gemendo.
Ela também gemia, e queria muito que ele continuasse. A ligação que aconteceu entre os dois fora incrível, como se eles sempre fossem ficar juntos, independente de qualquer coisa que acontecesse a eles.
Natsu a penetrou de uma vez, ouvindo um grito vindo de Lucy, rompendo seu hímen quando parava abruptamente de se mover. Não queria deixá-la machucada, e não sabia como fazer aquilo.
Lucy deixou escapar uma lágrima, mas não de dor, até porque o prazer ali era maior do que qualquer outra coisa. Estava emocionada por estar ligada com Natsu, de corpo e alma. Poderia ficar ali parar sempre, e torcia para que um dia pudessem fazer amor sem camisinha.
— Você está bem, amor? — ele beijou-a com carinho, massageando seus seios.
— Sim — sussurrou, choramingando. — Quero mais, Natsu, por favor.
Ele também queria, e muito. Posicionou-se mais para dentro dela, sentindo Lucy apertar seu pênis de uma forma deliciosa. Era o momento de mostrar o que ele sabia fazer, ainda mais quando estava apaixonado.
Natsu olhou no fundo de seus olhos enquanto começava a sair e entrar de dentro dela, bem lentamente, deixando-a louca por mais. Seus gemidos só serviram para demonstrar que ele estava fazendo aquilo certo.
Os olhos de Lucy não conseguiam ficar abertos por muito tempo. Ela chamava seu nome e dizia que o amava a cada penetração, apertando suas nádegas. Natsu gemia alguns barulhos incoerentes e a beijava ao mesmo tempo, querendo que ela gozasse ainda mais forte.
Lucy não estava conseguindo se concentrar em olhar para Natsu. Ela só queria sentir aquele prazer que ele a proporcionava. Nunca imaginou que poderia ser daquele jeito, e com as habilidades dele, melhorava ainda mais.
Seus movimentos não eram rápidos ou brutos, eram leves e românticos, porém intensos. Seu pênis a preenchia de uma forma inexplicável, tocando em todas as partes internas e íntimas de seu corpo. Não acreditava que poderia explodir novamente, na sua primeira vez, que deveria ser dolorosa.
Com mais algumas estocadas, o orgasmo de Natsu se aproximava, e sabia que o de Lucy também. Seus movimentos ficaram mais precisos, chegando à beira do mais glorioso prazer.
Lucy gozou com um gemido alto, abafado por um beijo de Natsu, que também começava a soltar sua satisfação dentro do preservativo. Imaginava quando faria aquilo sem nada entre eles.
A sensação foi bem melhor para ambos. Fazer aquilo com quem amava era, realmente, muito melhor do que qualquer outra coisa. Natsu quis socar a si próprio quando tinha a mulher da sua vida perto todo o tempo, e desperdiçava.
Após o orgasmo arrebatador, ele a abraçou com força, beijando-a com paixão enquanto recebia os carinhos de Lucy nas suas costas e mais em baixo. Poderiam ficar naquela posição para sempre.
Natsu saiu de cima dela após descansarem. Lucy estava quase dormindo, mas ainda conseguiu dar um belo sorriso antes de se aconchegar em seus braços e cair em um profundo sono ao lado do homem que amava.
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“O amor é, sem dúvida alguma, uma espécie de nobre seletividade na esfera do sexo.” (Thomas Mann)
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