A Cat In My Life
19 18 — Uma mudança e muito amor
Notas iniciais
18

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“Nunca devemos envergonharmo-nos das nossas próprias lágrimas.” – Charles Dickens
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— Então, o que você acha? — perguntou Natsu com um olhar ansioso.
Depois daquela longa noite e a conversa que tiveram com o pai de Lucy, ela passou a manhã inteira ao lado de Natsu, aproveitando que era domingo. Ela ficou pensando na proposta dele sobre ir morar em sua casa, pois era óbvio que não poderia ficar em um apartamento que era pago por seu pai. Só de pensar que estava usando algo pago por ele, seu estômago se embrulhava.
Ela não poderia ter um namorado mais perfeito do que Natsu. Pela manhã, não tinha certeza se poderia morar com ele. Sabia bem que morava com o avô — Makarov — e obviamente seria estranho, visto que todos souberam do namoro de ambos há pouco tempo.
Mas não teria como trabalhar e estudar ao mesmo tempo. Precisaria comprar roupas, comida, pagar o aluguel e a escola, que era caríssima. Estava com medo, não imaginava que o pai a havia abandonado só porquanto queria ficar com Natsu e não um casamento forjado.
No restante da manhã, Natsu ficou ao seu lado e a mimou por longas horas, sussurrando em seu ouvido palavras que a fizesse ir morar com ele. Porém precisariam conversar com Makarov primeiramente, e o pensamento a deixava arrepiada.
O pior de tudo era o dinheiro. Era óbvio que Makarov não daria uma bolsa para ela. O máximo que poderia acontecer era ser transferida para uma escola simples ou pública. Mas estava amando aquela escola, e naquele pouco tempo havia feito vários amigos a qual não queria se separar, inclusive Natsu.
Quando ele precisou ir para casa, Lucy disse que aceitaria a ideia, mesmo sabendo que seu avô não aprovaria. Natsu riu e disse que não precisaria se preocupar, porém era quase impossível não pensar nas probabilidades de aceitação — ou não.
Lucy deu um último beijo quando Natsu estava indo embora de seu quase antigo apartamento, dizendo “obrigada” e “te amo”. Ele retribuiu as palavras, sabendo que não se separaria dela tão fácil assim. Havia passado pelo seu pai, então nada a deixaria ir embora.
No outro dia, Natsu a buscou na frente do apartamento depois que ela se despediu de Levy — o que foi uma longa conversa. Contou que teria que morar com Natsu, o que a deixou sem palavras.
— Mas e o diretor? — ela perguntou, se referindo a Makarov.
— Esse é o meu maior medo, mas correrei o risco — sorriu amarelo. — Obrigada por tudo. Não pense que vamos parar de estudar juntas.
— Como se eu fosse deixar. — riu, abraçando-a. — Boa sorte!
— Obrigada, Levy-chan. — sorriu, pegando sua mala e entrando no carro de Natsu.
Ao entrar, recebeu um selinho amigável dele, que também parecia tão nervoso quanto ela. E no caminho até sua casa, ele a explicou que, se ele não pudesse deixá-la lá, pagaria um apartamento para ela. Foi óbvio que Lucy quase teve um infarto e discutiram um pouco.
Mas lá estavam eles, na sala de Makarov, pedindo a sua permissão. Não falaram muita coisa, porém tiveram que explicar o que houve com Jude.
— Mas, Lucy, seu pai não pode fazer isso — ele disse, com uma voz calma. — Pode colocá-lo na justiça, sabia?
Ela arregalou os olhos.
— Não! Quer dizer... Eu não posso fazer isso. Sei que, se o mandarem ter os cuidados corretos comigo, provavelmente ele vai me fazer voltar para casa.
— Como assim?
Natsu tomou as rédeas.
— Ele é maluco, entende? Você não tem noção do que ele disse para ela ontem. Coisas horríveis, por sinal. Com toda certeza aquele imbecil não pode cuidar dela.
— Então o denuncie, para prendê-lo ou algo assim — ele parecia confuso. — Não estou tentando tirá-la daqui, Lucy, mas eu não posso ver que seu pai fez isso e ficar quieto.
Ela olhou para o chão.
— Eu sei. Não entendo nada de direito e essas coisas, mas eu queria ficar quieta. Eu sempre quis ser independente. Sei que não tenho dinheiro, nem nada, mas posso trabalhar para pagar a escola e...
Makarov a interrompeu:
— Na verdade, eu poderia fazer algo por você. Se me permitir fazer algo contra o seu pai, poderá ficar aqui.
— O que quer dizer, senhor? — ela perguntou, confusa.
— Um pai assim deve ser preso.
Natsu falou novamente:
— Mas ele é podre de rico! Pode pagar qualquer quantia. Poderemos denunciar quantas vezes forem e vão acabar jogando a Lucy pra ele, como era antes. E ela não pode voltar!
E essa foi toda a conversa daquela tarde. Makarov não suportava o fato de que Jude poderia ter feito algo daquele tipo. Era diretor de uma escola e sabia bem que pai ele era. Porém, ao saber que ele era rico, milionário, perdeu praticamente todas as esperanças.
Lucy contou mais algumas coisas a respeito dele, dando para perceber que ela realmente queria ficar longe do pai. Iria deixá-la morar lá, mas precisaria ao menos tentar deixar Lucy com o dinheiro que ela merecia dele.
Encerraram o assunto com o último tópico: a escola.
— Bem, Lucy, enquanto morar aqui, não precisará pagar a escola — sorriu. — Porém gostaria de pedir algo a você.
— Claro, qualquer coisa! — àquele momento, Lucy estava muito feliz por conseguir ficar próxima de Natsu por algum tempo.
— Bem, no final das aulas, poderia ajudar na limpeza das salas? Isso seria como seu pagamento — parou por um momento. — É bem fácil, visto que as classes pouco são sujas.
Ela sorriu, olhando para Natsu.
— Eu aceito! — ela se levantou, eriçada. — Muito obrigada, senhor. Eu não sei como agradecer.
E foi até ele, dando-lhe um abraço. Viu que era difícil por causa de seu tamanho — pois ele batia quase em sua cintura —, mas conseguiu. Natsu parecia muito aliviado, e também adorou a ideia de tentar tirar a herança de Lucy na justiça. Enquanto Makarov trabalhava com aquilo, eles poderiam aproveitar o momento para estarem juntos.
Lucy o soltou depois de alguns segundos e riu, percebendo o constrangimento dele.
— Ah, e não precisa me chamar de “senhor”. Apenas “Makarov” ou “você”, está bem.
— Tudo bem — sorriu. — Posso dormir em qualquer lugar.
Ela percebeu o olhar que Natsu lançou a ela de recanto, já em mente Lucy, em sua cama, com os cabelos bagunçados depois de uma noite “selvagem”. Poderia até não dar certo, mas tentaria.
— Fique no quarto de hóspedes. Ele foi reformado há pouco tempo e está ótimo — sorriu. — Chamarei a empregada para guardar suas coisas, se não lhe incomodar.
— Claro. Obrigada!
Makarov chamou uma empregada de meia idade, que pegou sua mala e a levou com um sorriso amigável até o andar de cima, já percebendo o que ela era de Natsu. Só depois Lucy percebeu que todos daquela casa poderiam imaginar que eles fariam várias “coisas”, em um “quarto” dali — o de Natsu, mais especificamente.
Makarov saiu em seguida, deixando os dois a sós no sofá da sala. Natsu parecia cheio de ideias pelo seu rosto, mas Lucy apenas corou, imaginando o que poderia acontecer com ela. Sabia que ambos estavam mais íntimos depois do dia passado, em que quase fizeram amor em seu apartamento, porém as coisas pareciam mais assustadoras.
— Vem. Vou te mostrar o meu quarto. — sorriu.
Ela deu uma risadinha constrangida e mordeu os lábios.
— Pelo que eu sei, já o conheço.
— É, mas... Ah, foda-se, só venha comigo. Preciso te dar uns beijos. — ele tomou sua mão e rapidamente a levou para cima.
O pensamento de ser prensada por ele em sua porta do quarto a excitava em todos os sentidos. E juntando com o pensamento que moraria ali por um bom tempo, ainda mais.
Pouco depois já estavam em seu quarto. Natsu fechou a porta e esmagou sua cintura com as duas mãos. Deu-lhe um beijo de tirar o fôlego e encostou seu corpo na parede mais próxima. A língua dele acariciava a dela lentamente, mostrando tudo que sentia em um beijo ardente.
Lucy brincou com seu cabelo enquanto o beijava com vontade, já ficando menos tímida em sua presença. Talvez morar com ele numa mesma casa fosse uma boa ideia de ficarem mais íntimos um com o outro cada dia mais.
Ele beijou seu pescoço e despontou sua língua para brincar ali por um tempo. Lucy soltou um gemido e o abraçou, querendo que aquele momento durasse para sempre. Natsu se afastou para poder olhar seus olhos chocolate e dar um sorriso.
— Você poderia dormir no meu quarto, e não no de hóspedes.
Ela riu: — E eu poderia aceitar — ela murmurou e viu seus olhos se arregalarem na mesma hora, pronto para convidá-la. — Estou brincando!
Ele bufou, fingindo estar muito magoado — estava só um pouco, na verdade.
— É bom saber que está aqui — a beijou novamente. — Não pense que vai se livrar de mim tão facilmente.
Ela sorriu, dando-lhe um beijo na bochecha. Queria explorar sua casa, pois bem sabia que não conhecia muita coisa, afinal, ficou embriagada no jantar que teve com ele. Sabia que ele tinha uma piscina, era impossível que uma casa tão grande como aquela não tivesse uma. Estava com saudades de nadar em uma.
— Por que não me mostra o resto da casa, hein? — sussurrou em seu ouvido, sentindo-o se arrepiar.
— Vem. — ele sorriu e a levou para fora do quarto.
(...)
— Eu sabia que você tinha uma piscina! — ela quase gritou, com admiração.
É, ela realmente sabia, porém não imaginava que ela tivesse quase 20 metros. Era um tanto exagerado, mas linda e com formato de L. Com certeza eles tinham um bom gosto para decorações. Sua antiga casa também era enorme e elegante, porém não era como ela gostava inteiramente.
Sorrindo, ela olhou tudo ali, até mesmo as plantas. Natsu apenas a seguia, louco para puxá-la para um beijo novamente. Não tinha ideia de como se seguraria com ela ali, sempre perto dela. Sem dúvidas que ele iria ajudá-la a limpar aquela sala de aula. Sabia que ela era sempre limpa e mal tinha sujeira, porém pensar que Lucy teria que trabalhar, mesmo que um pouco, o deixava transtornado.
Enquanto ela olhava o resto da casa, ele aproveitava para reparar em como seu traseiro se movia quando ela andava com aquela saia azul. Engoliu em seco quando ela se abaixou um pouco para brincar com seu gato, Happy.
— Você não me disse que tinha um gato! Onde ele estava no dia do jantar?
— Digamos que eu estava mais preocupado em te dar uns amassos do que te apresentá-lo a você — brincou, vendo o olhar fulminante de Lucy. — Estou só brincando. Ele estava no veterinário. Happy, esta é Lucy. Lucy, este é Happy.
Ela reprimiu uma risada e ele franziu o cenho.
— Qual a graça?
— O nome dessa gracinha é Happy?
— É — ele semicerrou os olhos e ela riu mais. — Nem venha dizer que é um nome feio!
Lucy apertou suas bochechas, vendo que ele ainda era uma criança.
— Não é feio, seu bobo. É engraçado — sorriu, beijando-o. — Com quantos anos você o deu esse nome?
Ele ficou calado por uns segundos. Ninguém sabia daquilo, mas não esconderia de Lucy. Porém a vergonha era grande
— Eu tinha oito anos, tá? Como eu estava muito feliz por ter ganhado ele, o chamei de... — tossiu. — Happy.
Ela o olhou séria por alguns segundos, e logo riu novamente. Lucy não estava mangando dele ou do nome, mas era engraçado vê-lo se constranger com aquela besteira. Natsu pareceu ficar chateado, porém ela foi até ele e beijou seu rosto várias vezes.
— Deixe de ser tão criança — sorriu. — É fofo.
Mudando de assunto, ele disse: — Está velhinho, não é, rapaz? — perguntou ao gato, se acocando para afagar seu pelo.
— Pelo menos ele ainda é saudável. — sorriu.
Natsu se levantou e encarou Lucy por alguns segundos. Puta merda, ela era muito linda com aquele sorriso sincero.
— Se fosse em outro caso, te levaria para cama agora mesmo. E você sabe pra quê. — disse, com tranquilidade.
Lucy corou no mesmo momento, vendo que ele falava sério. Com certeza sua estadia ali seria difícil. Natsu era um pervertido e ela deveria saber que teria que acalmá-lo com sua libido frenética.
Depois de um tempo brincando com Happy, foram até a sala e encontraram Makarov assistindo televisão. Ficaram conversando por um tempo sobre Jude até dar o horário do lanche. Lucy ficou feliz em saber que a relação de Natsu e o avô estava melhorando. Sentiu-se importante ao pensar que ele estaria mudando por ela.
Antes de irem até a cozinha, Natsu segurou seu braço delicadamente.
— O que foi, Natsu?
— Quer nadar hoje à noite? O velho vai sair. Todos os fins de semana ele visita um amigo e dorme por lá. — seus olhos eram pura luxúria e Lucy se sentiu tentada.
Seus dedos passaram pelo seu braço e foram até o pescoço. Aquele toque, aparentemente normal, parecia 100% mais erótico com Natsu ao lado. Não poderia dizer não a ele.
— Acho que tenho um biquíni nas minhas roupas... — suspirou, sentindo sua respiração bater em sua testa.
— Ótimo. Vamos esperar às 22h, a água é linda. — sorriu.
Não era só pela água, ela sabia. Mas queria muito ter um momento com ele em uma piscina à noite. Parecia coisa de filme e ela gostaria muito de experimentar. Natsu já estava eufórico por dentro e só queria que as horas passassem mais rápido. Esperar 7 horas era muito tempo?
Foram comer logo depois e ficaram se encarando de vez em quando, apenas para piscar um olho, fazer uma palhaçada, ou simplesmente olhar um ao outro, pensando em como poderiam estar juntos em todo aquele tempo.
Depois do lanche, assistiram tevê por mais algumas horas e conversaram sobre as aulas. Makarov chegou com uma mala na mão e um sorriso calmo.
— Estou indo visitar meu amigo, ele está bem doente. A empregada e o motorista vão pra casa em seguida.
Lucy sorriu: — Mande melhoras ao seu amigo, então.
— Claro, mandarei. Ah, e Natsu, comporte-se.
Natsu fuzilou o avô com os olhos, fingindo não se importar. Lucy reprimiu uma risada tímida e apenas acenou para ele. Logo que o viu sair pela porta, ele agarrou-a pela cintura e a deitou no sofá.
— Pelo que o seu avô disse, é melhor se comportar, garanhão.
— Ele me conhece. — sorriu, beijando-a profundamente em seguida.
Lucy pôs a mão em sua nuca e aprofundou o beijo. Era óbvio que não poderiam ficar assim todos os dias. Teria que impor algumas regras no momento de namorar e estudar. Natsu era difícil de domar, mas ela conseguiria com muita garra e determinação.
Bem lentamente, ele entrou entre suas pernas, deixando-as abertas. Aproveitou sua posição e as apertou, pois adorava as pernas de Lucy: grossas e suculentas. Ela gemeu, aproveitando para beijar seu pescoço, também.
Sua ereção já estava perceptível através de sua bermuda cinza. Ela engoliu em seco, um pouco assustada de ser pega pela empregada que ainda não havia ido embora. Natsu percebeu que ela tremia e parou no mesmo momento.
— Quer parar, querida?
— Não é isso... — sussurrou. — A empregada ainda está aqui e fico desconfortável.
Ele sorriu, saindo de cima dela.
— Vamos tomar um banho enquanto ela não vai embora. Já são quase 22 horas.
— O.K. — sorriu, se levantando.
Natsu mordeu os lábios com um olhar libidinoso.
— Essa é minha chance de te ver peladinha e molhada.
Ela arregalou os olhos e bateu forte — ou quase — em seu braço, vendo que ele ria muito em seguida.
— Pervertido! Idiota!
(...)
— Já pode tirar a roupa, Lucy. — sorriu pervertidamente enquanto retirava sua blusa.
Poucas horas antes, Lucy tomou um banho de banheira, logo depois, Natsu. Adorou seu banheiro, era enorme e muito cheiroso. Passou longos minutos lá, e só saiu quando ele bateu na porta perguntando se ela havia desmaiado na banheira.
Enquanto ela vestia seu biquíni rosa com estrelas amarelas em seu novo quarto, pensou em como estava sua vida atualmente. Há pouco tempo havia sido abandonada pelo seu pai, porém estava com Natsu, o que era uma coisa ótima. Poderia ter perdido bastante coisa, mas também ganhara, e muito.
Estava nervosa em dividir uma piscina com Natsu — pervertido — Dragneel. Queria se soltar ao seu lado, mostrar que não era mais uma virgem tímida. Todas as vezes que tentaram fazer amor, algo os atrapalhava. Quando daria certo? Ela bufou pensando naquilo.
De frente para a piscina, ela sentiu seu coração acelerar. Natsu já estava sem blusa, usando apenas uma bermuda, que mesmo batendo quase em seus joelhos, o deixava incrivelmente sexy.
Seus cabelos estavam presos em um coque bonito. Ela usava uma tanga em sua cintura e uma toalha em seus ombros, com vergonha dos seus peitos. Sabia que Natsu gostava de falar deles e isso era a última coisa que ela queria ouvir no momento. Ele se aproximou, preocupado com o seu jeito.
— O que foi, Lucy? Se arrependeu de ter vindo?
Ela acordou de seu transe e balançou a cabeça.
— Ah, n-não. Eu só estou um pouco nervosa... — corou.
— Nervosa? Mas você é tão linda — sorriu, beijando seus lábios. — Não vou brincar com você, eu juro. Devo admitir que não estou totalmente calmo.
Lucy arregalou os olhos e o encarou.
— Por que não estaria?
— Bem, estar com você me deixa assim. Talvez porque toda vez que olho pra você, vejo um futuro ao seu lado, sendo que nunca senti isso antes, sabe? Mudar assim é difícil, mas você conseguiu. Tenho medo de te perder, porque sei que nunca mais vou sentir o mesmo, tenho certeza.
Ela sorriu, se segurando para não chorar com suas belas palavras. Lentamente ela retirou a toalha de seus ombros, logo depois a tanga, revelando seu conjunto de banho extremamente bonito. Natsu respirou fundo, tentando não olhar muito para o seu corpo e não constrangê-la mais.
— Eu te amo, tá? Não se esqueça disso. — devagar, ela o beijou, sem se preocupar se seus seios encostavam-se em seu peitoral musculoso.
Natsu massageou sua cintura, parando de beijá-la e tomando sua mão para levá-la até a borda da piscina. Lucy esperou que ele entrasse para logo depois fazer o mesmo. Não demorou muito para que ela fosse abraçada por ele, de um jeito extremamente tranquilizador.
— Não vou te forçar a nada hoje. Apesar de eu estar te desejando muito, temos bastante tempo pela frente.
Ela sorriu, passando seu nariz carinhosamente em seu ombro largo. A piscina era funda e ela aproveitava para se segurar nele.
— Quero que tudo ocorra naturalmente hoje... Se tiver que ser, será.
Natsu sorriu, percebendo que finalmente ela seria completamente dele...
... como sempre deveria ser.
“Dá vontade de amar. De amar de um jeito ‘certo’, que a gente não tem a menor ideia de qual poderia ser, se é que existe um.” — Caio Fernando Abreu
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