A Cat In My Life
11 11 — Uma declaração mais que convincente
Notas iniciais

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“O amor faz-nos viver no futuro quando se é novo, no passado quando se é velho; e no céu durante um dia.” (Condessa Diane).
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Lucy suspirou quando sua boca entrou em contato com a de Natsu. O beijo era insano e ela nem sequer já tinha trocado um beijo daquele jeito. A língua de ambos se entrelaçava freneticamente. Seus corpos estavam colados, repelindo qualquer tipo de afastamento. As bolsas dos dois caíram no chão, mas ambos não se importaram.
Aproveitando a árvore que estava ao lado deles, Lucy passou sua mão ao pescoço dele e aprofundou o beijo — se ao menos aquilo ainda desse certo. Natsu gemeu e segurou sua cintura com força e fez uma leve massagem ao mesmo tempo. As unhas dela arranharam seu pescoço e ela teve medo de passear as mãos nele. Era o seu primeiro beijo, mas era como se eles já tivessem se beijado daquela forma.
— Raio de sol. — ele sussurrou entre os beijos e a deixou arrepiada.
Sua voz estava grossa e máscula, fazendo com que todas as forças dela se fossem e ele a dominasse por completo, ainda mais porque ele a havia chamado pelo apelido “carinhoso” que ele tinha a batizado. Lucy sentiu sua mão passear pelas suas costas e a parte de trás de seu sutiã. Por um momento erótico ela pensou que ele o abrisse, mas ficou sã quando felizmente ele não o fez.
Suspirando, ela passou as mãos pelos seus ombros e apertou-as ali. Ele começou a deixar o beijo mais lento e romântico, do jeito que ele pensou que o beijaria. Natsu se afastou rapidamente, passando a língua nos lábios, virando o rosto para o outro lado e abrindo a boca novamente para continuar a beijá-la. Por um momento ela viu seu olhar cheio de desejo, um olhar que ela nunca vira em um homem — ainda mais quando era por ela —.
Por sorte ela conseguiu pegar algum ar quando ele se afastou, mas foi pouco até ele atacá-la novamente. Sua mão desceu até a barra de sua blusa e passou os dedos pelas suas costas nuas. Ela gemeu baixinho, despertando sua semiereção em sua calça.
Ele nunca havia visto ou sentido um homem excitado, mas ouvia algumas garotas da sua antiga escola comentarem sobre o assunto. Sentiu algo esquentar dentro de si na base entre as pernas e acordou do transe, vendo que aquilo já estava passando dos limites exigidos pelo beijo em público.
— Natsu — ela gaguejou um pouco, empurrando seu peito enquanto sua boca ainda procurava a dela. Ele parecia um viciado em alguma droga! — Já chega...
Dando um último selinho, ele apoiou o braço na parede atrás dela, respirando forte assim como Lucy. Ela olhou para os pés, constrangida, mas acabou olhando sua ereção quase monstruosa por completo e voltou a olhar seus olhos flamejantes de desejo.
— O que foi que a gente fez? — ele perguntou, fechando os olhos para se acalmar.
O beijo de Lucy o deixou louco. Ele queria mais, mas Lucy parecia que não. Depois daquilo, ele não poderia deixá-la de lado, ele precisava beijá-la de novo. O seu desejo por ela aumentou, e nada foi comparado àquele selinho no carro dele.
— Nos... beijamos? — ela perguntou, franzindo o cenho.
— Mas por quê?
— Não sei — ela suspirou e pegou sua bolsa. — É melhor eu ir pra casa. Tchau, Natsu.
Ele enlouqueceu de repente e segurou seu braço quando ela ia.
— Espere!
— Eu só queria me desculpar, mas parece que você já me perdoou, não é? — ela corou e o encarou, vendo que o desejo diminuía com o tempo.
— Claro, isso é o de menos — ele passou a mão pelos cabelos. — Eu te deixo no seu apartamento, vem comigo.
Ela arregalou os olhos. A última coisa que ela queria era perder sua virgindade depois de seu “verdadeiro” primeiro beijo. Natsu estava acostumado com aquilo e ela não precisa ser sua vítima.
— Não precisa...
— Levy não vai com você? Ela é sua vizinha, eu sei.
Ela pensou que Gajeel poderia ter contado a Natsu e não quis perder tempo perguntando mais coisas a ele.
— Ela disse que iria mais tarde, então vou sozinha.
— Eu vou com você, deixe de besteiras. — ele bufou e pegou a própria bolsa do chão.
Lucy fechou a cara.
— Não quero ser mais uma, Natsu.
— O quê?
— Se pensa que, quando chegarmos até meu apartamento, você vai apenas me beijar de novo e tirar minha roupa, está muito enganado — ela segurou um soluço. — Eu não vou fazer isso de novo com um cara como você. Você tem a Lisanna para te satisfazer.
Natsu a olhava estupefato, sem pensar no que ela realmente pensava perante o beijo. Lucy era uma moça pura, não queria desvirginá-la para depois nem olhar para seu rosto. Lisanna não deveria estar na conversa, mesmo depois da cena que ela viu. Não costumava dormir com moças do jeito dela, e sim, com as que ele via nas festas e que mais soltavam hormônios e demonstravam que estavam excitadas para recebê-lo a qualquer momento.
Ele suspirou, querendo demonstrar algo com o olhar. Lucy corou e derramou uma lágrima, se achando usada. Natsu a secou carinhosamente e segurou sua mão, ela mal acreditou.
— Olha, Lucy — suspirou. — Não somos desconhecimentos e nos conhecemos faz um tempo. Eu não consigo pensar em fazer algo do tipo com você e deixá-la.
Ela arregalou os olhos e o encarou, ruborizando de uma forma linda. Ele sorriu.
— O que isso quer dizer?
— Que talvez... eu não te beije mais ou nada do tipo. Não sou bom pra ficar com você e não sei bem o que é namorar. Há pouco tempo descobri que fui realmente amado pelo meu pai e estou tentando melhorar, mas o meu passado não quer me deixar, entende? Não quero que sofra.
Lucy queria e não queria ouvir aquilo ao mesmo tempo. Ter Natsu segurando sue corpo com veemência foi uma sensação incrível, assim como o toque dele. Por um momento ela não quis saber de nada e apenas desejou jogar tudo para o alto. O problema também continha mais Lisanna do que qualquer outra coisa, e pensar naquela cena perto do bebedouro a deixava triste até demais.
Mas ela queria esquecer daquilo e ajudar Natsu.
— Eu adoraria sua companhia para meu apartamento. — ela deu um sorriu fraco e o olhou.
Ele sorriu mais fraco ainda e ajeitou alguns fios de cabelo dela que estavam em sua testa.
— Vamos.
Lucy estava nas nuvens, mas ao mesmo tempo sentia um peso na consciência por estar pensando se realmente fazia aquilo que queria. Natsu praticamente tinha dito que gostava de sua presença e queria ficar com ela, mas o errado era: ele não queria compromisso, pois nem sequer sabia como fazer isso. Talvez com o tempo ele melhorasse? Ela queria ajudá-lo. Lucy queria falar sobre isso com ele, mas esperaria um pouco mais para dizer a Natsu.
Eles saíram de onde estavam e fingiram que nada havia acontecido entre eles. Lucy corou lembrando-se do que estava acontecendo minutos atrás. Ele realmente ficou excitado com ela? Ela balançou a cabeça e continuou calada. Natsu sorriu.
— Pensando em quê, Lucy?
— Nada. — ela respondeu rapidamente.
— Está ficando vermelha de novo — seu rosto ficou malicioso. — Isso é por causa do efeito que causa em mim?
Ela fingiu estar brava.
— Não, não tem nada a ver com isso. — mentiu.
— Humm. — ele sorriu, voltando a olhar para a rua.
A volta até seu apartamento foi bem calma, mas teve um breve momento que suas mãos se roçaram e ela quis desesperadamente segurá-la; mas se conteve. Ele estava um pouco tenso, como se quisesse conversar com ela sobre algo, mas Lucy precisava falar primeiro, e para isso ela teria que levá-lo ao seu quarto.
Já na última rua, eles não conversavam mais nada. Lucy andava de cabeça baixa e ele com as mãos nos bolsos da calça azul marinho da escola e a mochila em um só ombro, como ele parecia costumar fazer — ele só não sabia que isso também fazia um efeito drástico nela.
O celular dele tocou um pouco antes, mas ele apenas desligou o celular.
— Não era melhor atender? — ela perguntou.
— Era uma coisa inútil, tenho certeza. — disse, ríspido, ver o nome de Lisanna na tela não o deixou muito feliz.
Continuaram em silêncio. Chegando até a frente de seu prédio, ele parou.
Era a hora.
— Bem — ele disse, baixinho. —, acho que devo...
— Natsu, quero que venha comigo. — ela disse com os olhos fechados, rapidamente, para deixar aquilo menos constrangedor possível.
Ele franziu o cenho e arregalou os olhos, meio divertido.
— Raio de Sol, você acabou de chegar em casa e quer abusar de mim e do meu corpo? — ele fingiu estar assustado e ela o encarou, mas riu ao mesmo tempo.
— Idiota — ainda rindo, ela suspirou, mas ficou séria de repente. —, eu preciso te falar algumas coisas, mas só se quiser, é claro.
Ele sorriu: — Claro que eu quero, mas você não pode falar aqui mesmo?
— Não, é importante. — ela andou um pouco até a porta de seu apartamento, como se o chamasse.
Sem esperar muito, ele já estava ao seu lado e andavam juntos. Na verdade, Natsu estava com medo de perder a cabeça, mas estava curioso para saber o que ela diria, ele até pensou em falar o que pensava, também. Calados, eles passaram pela recepcionista, e ele sentiu que seu olhar sobre ele era um tanto luxurioso, mas não se deu o trabalho de olhar muito, estava mais preocupado com a bela moça loira a sua frente.
Era a segunda vez que entrava lá. A última vez foi como gato, mas também contava muito. Natsu lembrava bem de quando ela o colocou dentro de uma bolsa para conseguir entrar — foi hilário.
Lucy estava mexendo muito com ele, mas ele tinha certeza que era uma atração sexual, provavelmente não sabia amar e se achava um monstro por aquilo. Quem sabe um dia ele aprenderia? Mas não ainda, infelizmente. Lisanna não era, nem de perto, o amor de sua vida.
Enquanto eles pegavam um elevador, Lucy parecia nervosa e sua respiração estava desregular, ele até sentiu um pouco de pena dela e pensou em brincar, mas talvez não fosse o momento correto para aquilo.
O elevador começou a subir e ele achava o apartamento bem bonito, mas nada exagerado. Se ela visse sua casa, talvez ficasse assustada — era enorme. O problema era que Natsu não sabia que Lucy também foi bem rica.
Ele sentiu o elevador parar e as portas se abrirem. Àquela tarde, ele estaria dormindo ao chegar em casa, mas no momento, ele queria era ficar acordado e fazer outras “coisas”.
Ele a seguiu quando ela ia até sua porta no fim do corredor. Natsu, infelizmente, deteve-se em olhar seus quadris e sentiu um desejo no mesmo momento. Eles tinham um tamanho perfeito que as mãos grandes dele segurariam com facilidade e firmeza. Ele sorriu internamente e tentou não olhar.
— É aqui. — ele quase caiu em cima dela quando Lucy parou.
— Oh, tudo bem.
Lucy estava com as mãos trêmulas, mas conseguiu abrir a porta. Aquele era um momento crítico e quase morreu de vergonha quando as pessoas do prédio a viram levando Natsu para seu quarto. Com certeza eles pensariam outra coisa.
Ao entrarem, Natsu olhou rapidamente o local, e já que o conhecia, não se importou muito, estava do mesmo jeito, a não ser pelo sutiã vermelho de renda que estava em cima do sofá. Ela corou no mesmo momento que ele riu ao vê-lo e correu para tirá-lo de lá.
— Droga — ela praguejou, baixinho, e foi até o quarto para deixá-lo na cama.
Parando de rir quando ela voltou, Lucy pensou um pouco e se sentou no sofá.
— Pode sentar, também.
Ele foi até o seu lado e sentou-se, esperando o que ela diria.
— Engraçado, não é? A última vez que esteve aqui era como um gato, mas saiu como... o Natsu. — ela riu nervosamente, tentando mudar o ar.
— É — ele riu sem muita vontade, um pouco tenso. — O que queria falar, Lucy?
Ela tremeu, vendo que ele também estava tenso e curioso. Suspirando e tomando toda a coragem possível, ela se aproximou dele até suas pernas se tocarem, tocou seu joelho direito que estava ao seu lado antes que ele a encarasse e o beijou levemente, um simples selinho. Natsu levou um susto, mas não a repeliu de modo nenhum, e sim, fechou os olhos e não o aprofundou, apenas aproveitou o momento íntimo.
Ela estava gostando tanto dele que não aguentava mais. Desde que o viu na lanchonete com Gajeel e os outros, seu coração se acelerou, e com Natsu foi a mesma coisa. Ele achou Lucy a coisa mais linda do mundo, mesmo não sendo totalmente perfeita, ele a achou. Quando a conheceu melhor, aquela sensação de familiaridade aumentou e ele só queria ficar perto dela todas as horas.
Ele estava feliz por ela ter iniciado um beijo tão inocente, porém firme. Natsu sorriu entre os beijos enquanto tentava se aproximar mais sem soltar os lábios dela, Lucy sorriu unida a ele e o abraçou com os braços em seu pescoço. As mãos dele foram até sua cintura e ele a deitou no sofá gentilmente.
Ela não precisou dizer nada a ele, pois ele já sabia quais palavras sairiam de sua boca. Lucy estava feliz mesmo sem ter dito ou escutado nada. Sabia que Natsu sentia algo — nem que ainda fosse pequeno — por ela.
Deitada de costas no sofá, ele ainda a beijava, mas já com a sua língua explorando sua boca, ávida e deliciosa. Lucy não estava mais em seu estado normal e só queria beijá-lo mais e mais, sem parar. Natsu e ela faziam amor com a língua e moviam as cabeças toda a hora, como se fossem se fundir apenas com as bocas.
— Lucy, eu... — ele tentou dizer algo entre os beijos, mas travou.
Lucy se separou dele por um instante e o ajudou a falar, com a voz ofegante: — O quê? O que você sente, Natsu?
— Eu... — ele suspirou e beijou sua bochecha delicada, depois os olhos.
Ele não conseguiria dizer aquilo ainda, ele não tinha certeza, mas sabia de outra coisa:
— Eu te adoro muito, Lucy. — quase sussurrando, ele disse.
Lucy não esperava que ele conseguisse dizer, mas ela gostou e queria falar, também: — Eu te amo.
Corando ela fechou os olhos para não encará-lo. Era amor? Não tinha certeza, mas sabia que nutria algo forte por ele e queria deixá-lo se sentir bem, mesmo sabendo que no futuro ela o amaria incondicionalmente.
Natsu parou de beijá-la para sorrir largamente, como ela nunca havia visto. Era um sorriso de menino, como um bobo apaixonado. Falaria com Lisanna o mais rápido possível para ela parar de persegui-lo.
Ele sabia que aquilo não seria fácil.
Se importando em dar prazer para Lucy, ele massageou todas as curvas de seu corpo lentamente, ela assanhou seus cabelos com os dedos finos e corou quando sentiu a mão de Natsu em sua coxa, lembrando-se que estava de saia e ele deveria estar vendo outras coisas.
— Ah — ela gemeu quando sentiu sua mão subir por dentro de sua saia. — N-natsu, não...
No fundo, Lucy queria aquilo, mas estava nervosa e nem sequer pronta para algo do tipo. Se sua primeira vez fosse com ele, deveria estar limpa e pronta para recebê-lo. Não iria dar uma de virgem medrosa e não se entregar a ele com medo de se arrepender. Ela o queria, mas não naquele dia, ainda mais em uma tarde e depois de uma aula.
Ele viu que ela tremeu com o que fez e retirou a mão rapidamente. Natsu havia esquecido que Lucy ainda era uma moça pura e teria que ir com cuidado, mas não se arrependeria de tê-la depois de ouvir aquela declaração tão repentina.
— Desculpe, Lucy — ele se sentou no sofá e a ajudou a levantar, também. — Perdi a cabeça.
— Está tudo bem — ela sorriu timidamente.
Ele passou a mão nos cabelos: — Você acha que isso foi muito rápido?
— Não — disse. — Na verdade, um pouco, mas você também sente essa atração estranha?
— Sim — sorriu. —, vou me esforçar para ser um bom namorado...
Namorado. Ela pulou de alegria por dentro e deu um sorriso emocionado, abraçando-o em seguida. Seu cheiro estonteante invadiu suas narinas. Natsu também estava feliz e sabia que tinha feito a escolha correta para sua vida. O único problema era: os outros.
Quando se beijaram mais um pouco no sofá — apenas beijos —, decidiram que o namoro dos dois iria ficar em sigilo até os amigos se acostumarem com a aproximação deles. Levy e Erza teriam que ver que Natsu havia mudado antes de explicar aquilo. Assim como os amigos do time e vôlei dele teriam que perceber que Lucy seria a garota que ele amaria.
Ela poderia não acreditar nele, mas seus olhos o denunciavam de cara. Natsu estava tão feliz que nem tinha a menção de demonstrar que era mentira. Lucy só queria ficar abraçada com ele para sempre, mas na escola fingiriam que eram apenas amigos.
— Esse sábado você vai jantar na minha casa, o.k.? Meu avô vai viajar até a cidade vizinha por causa de sua outra escola, daí teremos a casa só para nós. — ele disse a ela, dando um selinho demorado.
Ela ficou um pouco ociosa, mas queria muito ficar com ele: — Tudo bem, mas não terá o perigo de algum amigo seu chegar até sua casa?
— Não, vou avisá-los que sairei nesse dia, assim fico livre. — sorriu, acariciando seu rosto liso.
Lucy sabia que ele era popular e às vezes aquilo iria interromper várias coisas, mas era o único jeito. Talvez o namoro deles tivesse sido precipitado, porém, ela iria ceder a si mesma um pouco de prazer a sua vida monótona — ou quase. Ficou um pouco nervosa em saber que ficaria a sós com ele em sua casa, e aquilo poderia dizer que qualquer coisa poderia acontecer entre os dois. Seria o momento certo, apenas uma semana?
— Certo, eu te espero na porta do apartamento, mas vou te ligar antes para ter certeza de que Levy não vai aparecer.
— Esperarei ansioso!
Trocaram os números do telefone para se comunicarem sempre e se despediram com um beijo apaixonado e delicado. Antes de sair ele a avisou que falaria com Lisanna no mesmo momento que chegasse em casa e ela concordou, sorrindo. Ele deu uma piscadela de olho e saiu apressado para não dar de cara com Levy ou qualquer outra pessoa.
Quando Lucy fechou a porta, ela suspirou de felicidade e foi tomar um banho, cantarolando e falando consigo mesma, dizendo que era a garota mais feliz do mundo.
A pressão dos lábios de Natsu não saía dos seus, o que era maravilhoso. Ela imaginou Natsu no banho, com as gotas de água atrevidas, descendo sobre seu corpo, bonito e bem torneado que ela vira há um tempo. Lucy corou com aquele pensamento, mas não tinha ninguém por perto para vê-la no momento.
O dia seguinte já seria um pouco difícil fingir para as garotas o que tinha acontecido, mas ela faria o possível para dar tudo certo.
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